segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

PASSARIM

 


PASSARIM

 

É com ternura que clamo por você

Oscilo entre o amor e o distanciamento

Proclamei para o Universo os meus desejos mais íntimos

Ele me presenteou com você...

Um encontro que mexeu com a libido, inteligência e digestões emocionais

A intriga maior seria em não conseguir fazer uma leitura comportamental clara

Existe um escudo protetor da sua aura o qual fui bloqueada

Interessante... instigante... desafiador

Percepção que tive com elevado teor ébrio

Ao adentrar no meu portal

Passei por uma maremoto de emoções

Das quais ainda não sei lidar muito bem ainda

A indisponibilidade não é do outro, sempre fora minha

O encontro mexeu tanto que me senti exposta

Como uma ferida purulenta aberta aos vermes

Me libertei de vícios, busquei qualidade de vida, mais autoconhecimento

Perdi o controle tantas vezes em um período de tempo curtíssimo

Não tivemos tempo para nos conhecermos de fato

Talvez tenha sido apenas a tal da técnica do alinhamento coital

Ou, o encontro de linhas invisíveis precedida pelo Universo,

Sentida por mim exclusivamente

Deve ter ocorrido em virtude do celibato que me propus...

Sou péssima na arte de me relacionar...

Me enfraqueci emocionalmente

Preciso de muita ajuda, estou exaurida

Preciso de abraço, acolhimento e amor...

Sim! Estou carente e com excesso de futuro

Assumo a minha fraqueza para que ela se transforme.

O que julguei afinidades, não foram suficientes

O que julguei qualidades, menos ainda

O que julguei amor, não era recíproco.

Senti raiva, tratei e fui tratada com rispidez

As lágrimas não se despuseram a sair, congelei...

Emoções tão primitivas...

Busquei um corte energético, acredito em magia

Em vidas passadas, no desconhecido e confio na intuição.

Ele voou e eu fiquei sem coragem de olhar para o céu

Certamente nos encontramos em outras vidas, apesar da relutância.

Me acolhi, me despedacei, me reconstruí em compaixão

O amor próprio renasce a duras penas lentamente.

Não éramos melhores amigos,

Não éramos amantes,

Não éramos da mesma família,

Muito menos almas gêmeas...

Essa desconstrução energética advém de algo que pouco se fala

Você fora o meu algoz em algum momento

Você tirou a minha vida de maneira fria e cruel...

É daí que vem a minha dor e a sua fuga

Inconscientemente não conseguimos nos olhar

Não consegui fazer a sua leitura de imediato e você convicto que precisávamos apenas daquele momento

Uma mente turva oscila demais, não descansa, a exaustão chega

Reajo, ainda ferida, mais inteira em minhas convicções...

Estou livre e liberta, ainda existe uma obsessão nos pensamentos

Não precisamos ser nada

Precisamos apenas nos reverenciar em perdão com gratidão calmamente

Respirar, viver no presente e acreditar que tudo está bem

Há um recomeço e talvez tenhamos nos libertado de um carma ruim

Um destino maduro gerenciado pelas almas

Talvez a inconsciência tenha nos apresentado uma nova visão, ou não.

Somos almas antigas que observam e evoluem

Vivendo o livre arbítrio com consciência, ou não...

Existe dualidade, dor e muito ego, ainda...

Me coração clama pelo Pássaro pousar na minha janela

Para que eu o acaricie em amorosidade e gratidão...

Transbordo... o amor predomina porque existe dor,

Ainda não aprendemos amar sem dor.

 

Por: Lucileyma Carazza










SONHO

 


SONHO

 

Excesso de futuro e a angustia que maltrata

Pensamento intrínseco que corte algum faz descansar

Exaurida na ausência de querer ser acolhida por você

Um flagelo que suplica atenção e amor

Não existe perspectiva de futuro porque foi proclamado em tom de autoridade

O Universo atrai o que vibramos sem esforço,

Mas o ego nos afasta em segundos de julgamentos e limitações

Existe uma centelha no amago do minha alma

A intuição esperneia e afirma: é apenas um momento

As brunas ainda cobrem os seus olhos de águia

Todo sorriso e gargalhada é o disfarce de uma dor latente

Fecho os olhos, respiro, sinto e viajo no tempo e em mundos

Sou uma observadora astuta da vida que nos afasta

Ambas não conseguimos parar, estamos sempre na busca

Não fincamos raízes e estamos sempre a procurar

Talvez tenhamos nos encontrado e negamos o amor

Estamos descrentes em solitude, enganando a todos que estamos bem...

Bruxas e Magos são amaldiçoados,

São perseguidos e aprenderam a viver só por sobrevivência

É fácil ser invisível e ao mesmo tempo circular visíveis.

Caminhamos em silêncio, odiamos histerias, escolhemos a distância

Degustamos os prazeres da Mãe Terra, da vida plena

No fundo sentimos e sabemos que estamos feridos...

Existe uma inconstância permanente no choro da vela

O vazio vai existir apesar do preenchimento

Com lugares, pessoas, vivências e experiências

Um corte te liberta e te aprisiona, a simbologia é clara

Existe um algoz de vidas e de outras vidas...

Qual o sentido da dor que ainda sinto,

O desejo que clama e o amor desprezado?

Suspiro profundamente... o aprendizado...

Remetido em uma única palavra: PERDÃO.

A dor existe em mim, te liberto e me curo.

 

Por: Lucileyma Carazza

 

“Através dos sonhos (além de todo tipo de intuições, impulsos e outras ocorrências espontâneas) que as forças instintivas influenciam a atividade do consciente. Essa influência ser boa ou má depende do conteúdo atual do inconsciente. Se contiver muitas coisas que normalmente deveriam ser conscientes, então a sua função torna-se deformada e perturbada. Aparecem motivos que não se baseiam nos instintos autênticos, mas devem a sua existência e sua importância psíquica ao fato de terem sido relegados...”  Carl J. Jung – O homem e seus símbolos.


ESPELHOS


 

ESPELHOS

 

As adversidades nos surpreendem

Resta saber como vamos conduzir nossas emoções

Se teremos uma postura reativa ou ativa

O limite não endurece, ele apenas protege...

Quem me interpreta por um cabelo verde, me perde.

O cabelo de uma mulher possui vários significados

O meu pode ser um ato de aproximação aos adolescentes

Mas, até por estes sou criticada...

Dizem que um cabelo verde não é sinônimo de credibilidade e postura

Como a sociedade ainda julga pelo o que eles imaginam...

Um cabelo verde pode transmitir modernidade, rebeldia, atitude e até desprezo.

Escolho o desprezo! DESPREZO por tudo aquilo que me feriu

O cabelo representa a transcendência diante das adversidades

É tipo: preciso viver uma metamorfose, me deixa em PAZ...

Mulheres quando mechem no cabelo estão propensas a mudanças

Fechamentos de ciclos, procuram uma vida nova e se liberta.

O cabelo na simbologia antiga é força e expressão.

Meus cabelos ficaram intocáveis por 6 anos

Macio, sedoso, longo e grisalho... as críticas eram maiores.

Raspei, num ato de desespero em virtude do calor da menopausa

Com os cabelos grisalhos me sentia autêntica e absurdamente livre,

Raspado me sentia forte com coragem para enfrentar o mundo

O verde represente apenas o meu desprezo

O desprezo pela covardia e maldade daqueles que se julgam superiores

Representa também a caridade pelos excluídos

Sempre ignorei críticas, com um sorriso

Com brincadeiras sarcásticas que sangram

E ainda mandava a pessoa chorar no travesseiro quente (veneno)

Mas a vontade real,

Sempre fora a de voar na jugular da pessoa como uma onça...

Somos espelhos e projeções e muitos não acessam isso em si próprio

O espelho nos mostram quem somos: luz ou trevas

Preservo a minha sanidade mental com muito esforço e força,

Nem sempre a força significa termos que aceitarmos tudo e todos...

Precisamos do limite da autopreservação

O plantio é árduo e a colheita só existe com persistência, paciência, gratidão, respeito, plenitude e amorosidade.

Adjetivos que transmitem padrões vibratórios que irradiam paz, prosperidade e abundancia.

Fazer o bem e colher ingratidão

Não me torna um ser um humano pior ou melhor,

Apenas me mostra digna, condescendente e benevolente

É uma caridade nata sem alarde e propaganda...

Com isso, muito ferida, sigo adiante, um dia de cada vez.

A esperança existe e permanece, estou desperta e vivo intensamente.

Com a sensibilidade a flor da pele e a intuição o guia sagrado

Os que vibram no mesmo padrão continuam, mas os que não, se afastam.

A maturidade emocional são para aqueles que se olham no espelho

Enfrentam, aceitam e permanecem de pé em retidão

Os espelhos nos provocam uma reforma íntima,

Onde nem todos estão preparados...

 

Por: Lucileyma Carazza


MARIONETE

 



MARIONETE

 

Sabe a fala Cazuziana:

“Meus heróis morreram de overdose...”

O ocultismo, a manipulação e a matrix

A matrix existe, mas nunca pensei que seria uma marionete

Quando acreditei estar desperta,

Percebi estar sendo ludibria há séculos por fraternidades

Que desabrocham como rosas

Kardec em pseudônimos viveu em quantos mundos?

A codificação das mesas redondas

Será que que fui tocada por um mentalista?

O inconsciente pulsa intensamente...

Me entorpeço em drogas que aprisionam a alma

Não me sinto pronta para a entrega...

E ainda o que dizer de Yung,

Senti compaixão por Freud que até então sentia um desprezo...

Freud não misturava espiritualidade e psicanálise,

Já Yung, vivia suas experiências já estabelecidas

Aquelas que são entregues e pertencem apenas aos que estão prontos

“Dizem que o conhecimento não é para todos”.

E Fernando Pessoa que tanto me fez chorar

Com suas emoções codificadas

Separando os despertos dos ingênuos

Que impotência a minha...

Não sei mais quem eu sou...

No que acreditar.

 

Por: Lucileyma Carazza


domingo, 18 de janeiro de 2026

CHILIQUENTA

 


CHILIQUENTA

 

Por vezes a vida nos leva a caminhos dos quais, talvez, deveriam ser evitados, mas mesmo assim, nos entregamos ao desconhecido e as aventuras que incluem muitos riscos.

Mas como não arriscar e viver? Estamos aqui hoje. Vivendo, aprendendo, errando, vibrando e amando.

Dançamos no ciclo do símbolo do infinito, umas vezes, subindo outras descendo, uma analogia entre a alegria e a tristeza, a euforia e a melancolia, a abundância e a falta, aos amores possíveis e impossíveis. Durante esta dança precisamos ter força, coragem, equilíbrio e otimismo para vencermos as adversidades da vida e de também degustarmos a prosperidade.

Pensei que iria aposentar este dom da escrita, uma vez que, me consome muita energia, meditação, tempo e até dor(emocional)... por muitas vezes, é automático escrever, como dizia antigamente, “apenas vomito os versos”, sem medo e consequências, mas hoje, toda a escrita advém de uma profunda digestão emocional, existe responsabilidade, intuição, talvez seja apenas a necessidade de leveza, respeito e amorosidade.

Existe uma retrospectiva pessoal que está em ebulição há um tempo. A experiência, a idade e as cobranças internas... não sei se estou mais calma ou domesticada, mas não vomito mais nada porque sei o que as palavras podem provocar no outro.

Já me diverti muito com tudo isso, mas hoje, me responsabilizo por minhas palavras e intenções, cada ser interpreta a sua versão e nunca de fato vão saber a emoção real de um escritor e de um texto personalíssimo.

Me sinto como uma balança, que na simbologia significa o equilíbrio, a ponderação. Talvez seja a crise dos 50, como sempre menciona minha mãe, mas no fundo acredito que precisamos fazer uma retrospectiva, principalmente as pessoas, que assim como eu, estão sempre à procura de reforma íntima, de viver em retidão e na incansável busca do autoconhecimento.

Tentei  apegar a aprendizados solidificados na minha essência, mas, na crise dos 50, ando com outras perspectivas, inseguranças, olhares, arrependimentos, vivências, experiências, visões, aprendizados e talvez tenha me silenciado mais, apesar de ter voltado a escrever...

Vendo e revendo fotografias dos últimos 13 meses, me dei conta o quanto me transformei: intimamente, externamente, espiritualmente e emocionalmente...

Há treze meses, após uma desilusão me obriguei. Me obriguei a amar, continuar autêntica, mas com leveza... sei que a intensidade ainda me afasta das pessoas, de lugares e de hábitos comuns da sociedade de pessoas que vivem sempre os modismos.

Me acolhi e assumi quem eu sou. Dói! Dói muito todas as escolhas que tomei no passado e no presente, pois, sou o reflexo destas escolhas, mas no últimos treze meses não escolhi mais nada, segui no fluxo das marés, sem controle, às vezes com muito otimismo e outras vezes sem esperança...

Me obriguei... a levantar e viver... a viver o que tem para hoje... experimentei o improvável, vivi o inexplicável, recebi amor de onde nunca imaginei, fui rejeitada onde amei, excluída por ser livre e inserida por apenas ser.

Foram 13 meses incríveis! O desapego nos encaminha para destinos inexplorados, por depoimentos, pessoas, vivências e lugares que jamais imaginamos passar. Acredito fielmente na benevolência do desconhecido...

Deus nos abençoa mostrando o seu projeto maior quando apreciamos a sua casa em plenitude, quando nos encontramos em nossos corações, quando vibramos com o Universo e reverenciamos a dádiva de estar aqui e agora em amorosidade com a consciência de que somos todos um.

Ontem, este texto tinha um contexto, hoje, abri  o “winchester”  de poucas décadas em fotografias e cheguei à conclusão de que talvez não tenha mudado tanto... nossa essência, nossa alma é o que o Universo sempre nos proporcionará, não tem como fugir de quem somos... escolhemos, mas, o Divino está em nós.

Não adianta julgar um cabelo verde ou um desequilíbrio emocional... eu sou eu e você é você. Não somos apenas uma fração...

A alma busca, e nós, pelo livre arbítrio, escolhemos... na balança do mundo, sinto orgulho do ser quem me tornei em vida...

                                                                                                                           

Por: Lucileyma Carazza


Hoje...




Ontem...


sábado, 17 de janeiro de 2026

...

 

...

 



De todos preceitos e conceitos,

Sabemos que somos equidistantes.

Razão e emoção que não se comunicam...

Com limites impostos por alguma necessidade do ego ou da vida.

O mundo tem tanto a nos ensinar e a nos oferecer que não perdemos tempo, vivemos intensamente.

Cada nascer do sol um espetáculo, um sopro divino e um aprendizado...

Cada lugar ligado a natureza um solo sagrado.

A vida nos guia em amorosidade e em reverência.

Vivemos livres o suficiente para marcarmos corações distantes.

Um suspiro, uma carícia no peito, uma rosa, um pé de tomate, um descanso...

Em algum momento a paz reinou,

O silêncio se fez presente e a energia transmutou.

Acredito que descansamos por segundos...

Cada qual recebeu e aprendeu o que precisava.

Num mundo em frangalhos, histerias,

No salve-se no que puder, ou, em quem puder ...

Voamos como besouros, estes, sem aerodinâmica ainda voam...

A tosse seca da alma clama em poesia desconecta...

Nada nos une em centenas de milhas de distância...

Num passado em que nos conhecemos...

Num presente em que nos sabotamos.

Não nos permitimos a evolução do sublime...

Não despimos a alma com a entrega real...

Acertamos e erramos, pois nada é por acaso.

Não importa se foi um segundo, um olhar, uma noite...

O importante é que marcamos nossos corações para que mesmos ausentes estejamos sempre presentes.

Mesmo que não faça sentindo algum por não existir sintonia e reciprocidade.

O mundo nos trouxe momentos ímpares, íntimos e sublimes.

 

Por: Lucileyma Carazza



quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

SOBRE FOGOS

 


SOBRE FOGOS

 

Os fogos, a alegria, o brilho, a expectativa, o barulho, a aparência, a histeria da felicidade escancarada... Tudo isso me causa uma exaustão física e emocional gigantesca: ser obrigada a...

Em algum lugar na memória me remete a algo que: o verdadeiro sentimento humano que de fato precisamos olhar e acolher com a nossa máxima força, solicitando intervenção do Universo é a angustia, por tratar-se de um conjunto de emoções e sintomas físicos imensuráveis.

Talvez seria melhor falar sobre sombras. O lado oculto, obscuro do ser humano, a falta de empatia, compaixão, benevolência... interpretações que não seguem uma Tríade Sagrada e que insistem em colocar o ego acima de tudo e todos, penso isso até daqueles que se julgam espiritualizados.

Gostaria de estar mais leve, otimista e esperançosa como todos nesta virada de ano, com um novo portal energético, pelo menos é o ano do cavalo, com esses consigo conviver, durmo até no pasto se precisar...

Aliás, talvez esta seja a minha maior angustia a dificuldade de conviver harmoniosamente e interagir com o humano.  A natureza é o meu lar, o silêncio que me acolhe e  não me julga, a água que me tranquiliza e me pacifica de tudo e de todos e o que dizer dos animais, até os teiús tem sido benevolentes comigo. Parece que a natureza percebe que estou me arrastando. Me sinto como um besouro, que não possui aerodinâmica para voar e mesmo assim voa...

Recentemente perdi a minha solitude, algo tão sagrado que me tornava plena, livre, graciosa e silenciosa, me perdi de mim, me expus, cutuquei a ferida, estou inflamada e a cura não chega... o tempo passa e ansiedade está aqui grudada como um encosto...  

Talvez não seja angústia, talvez seja apenas uma insatisfação, o ego ferido... mas porque me afasto tanto, corro tanto, tento silenciar a mente e o corpo e eles  insistem em me levar para outra direção? A direção que explicitamente já manifestou que não me pertence.

Assisto o amanhecer, o sol vibrando, reverencio o Astro Rei que deu início a todo o Universo, sem ele nada existiria... Diante dele meu corpo grita em desespero: pacifica. Pacifica a minha alma e este corpo que dói por almejar aquilo que não lhe quer.

Não tive tudo que quis, nem tudo que escolhi, abro mão de mim para o outro porque prefiro não ter razão... a única coisa que sempre escolhi foi ficar sozinha em paz... e aqui estou observando as andorinhas inquietas e perfeitas em seus bandos.

Acredito em padrões vibratórios, sonhos, no invisível, nos laços que unem por algum motivo ou razão, acredito nas energias que vejo no humano, preciso olhar nos olhos e sentir, mas sem a presença, não tem como distinguir, no mundo real a falta de presença já é a resposta, mas no meu mundo a falta de presença também pode ser uma fuga...

Acredito que o que é meu vai cair no meu colo sem muito esforço... mas ando incrédula... quero apenas a minha solitude de volta, sempre gostei de estradas vazias entregue a menos esperança.

Por: Lucileyma Carazza

Menos esperança: é tudo aquilo de positivo que acontece sem ter sido combinado.