segunda-feira, 6 de abril de 2026

SOL

 


SOL

 

No alvorecer do outono na estrada

Deparo-me com o Astro Rei

Esboço um sorriso com semblante de paz

Flerto pelo retrovisor sem piscar

Ele se esconde entre as montanhas

Me deixa seguir livre

Fixo o olhar na estrada

Em minha córnea reflete uma cruz dourada

Os sinais são claros

O Sol me ensina a viver e a encerrar ciclos

Nunca ser igual e monótona

Ele me movimenta e sigo tranquila

A cruz me mostra o sacrifício

Me propõe o renascimento

Há muito a ser vivido e amado

Reverenciado, pacificado e ressignificado

O amor existe em mim

O simples de fato é reconfortante

Prosperamos ao observar e aceitar

Porque somos Centelhas Divinas

Em uma jornada extraordinária.

 

Por: Lucileyma Carazza