quinta-feira, 19 de julho de 2012

Linguagem corporal





Comportamento não verbal
Possíveis Interpretações
Movimentação rápida, andar ereto
Confiança
Parar com as mãos na cintura
Incompreensão, agressividade
Sentar com pernas cruzadas e pequenos
chutes no ar.
Cansaço, aborrecimento
Sentar com as pernas abertas
Abertura, relaxamento
Braços cruzados no peito
Defensiva
Andar com as mãos nos bolsos, olhando
para baixo
Falta de entusiasmo, desmotivado.
Mãos nas maças do rosto
Avaliação, pensamento.
Coçar o nariz, tocar o nariz ao falar.
Dúvida, mentira.
Esfregar os olhos
Descrença, Dúvida, mentira
Mãos fechadas atrás das costas
Frustração, ódio.
Tornozelos fechados
Apreensão
Apoiar a cabeça nas mãos, olhar para baixo
longamente
Aborrecimento
Esfregar as mãos
Antecipação, ansiedade
Sentar com as mãos para trás da cabeça e
de pernas cruzadas
Confiança, Superioridade
Mãos abertas, palmas para cima.
Sinceridade, inocência, abertura
Coçar a ponta do nariz, olhos fechados
Avaliação negativa
Batucar com os dedos, olhar o relógio.
Impaciência.
Estalar os dedos
Autoridade
alisar o cabelo
insegurança
Inclinar/ Virar a cabeça na direção…
Interesse
coçar o queixo
Pensando
Desviar o olhar
Desconfiança
Roer unhas
Ansiedade, insegurança
Puxar ou coçar a orelha
Indecisão

Fonte: http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=4163239601958795038#editor/target=post;postID=7513227304577140653


Por que vc esta triste?
Se a vida é tão bela!

Por que desistir?
Se a vida é uma missão criada por Deus!

Por que lágrimas?
Se a vida é repleta de bênçãos para sorrirmos!

Por que amarguras?
Se a vida é uma canção!

Por que sentes ódio?
Se a Vida foi feita para verdadeiramente amar-Ágape!

Por que tantas intrigas?
Se a vida é Paz!

Por que blasfemar?
Se a vida foi feita para orar sem cessar!

Por que mentir?
Se a vida é uma verdade!

Por que sentir-se pobre?
Se a vida é uma riqueza!

Por que sofrer?
Se a vida é superação!

Por que temer?
Se a vida é feita de Fé!

Por que fracassos?
Se a vida é uma grande vitória!

Por que ofender-se?
Se a vida é perdão!

Por que ser infeliz?
Se a vida é uma grande felicidade!

Por que problemas?
Se a vida é uma grande solução!

Por que trevas?
Se DEUS é a fonte Luz!


“TODO AQUELE QUE BUSCA O CONHECIMENTO
CORRE GRANDES RISCOS, INCLUSIVE O DE
MERGULHAR NO ABISMO DA SOLIDÃO”...
STEPHAN A. HOELLER.


 
Se não quiser adoecer: “Fale de Sentimentos”
Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna.
Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer.
E...ntão vamos desabafar, confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados. O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia.

Se não quiser adoecer: “Tome Decisão”
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia.
A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões.
A história humana é feita de decisões.
Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas
e problemas de pele.

Se não quiser adoecer: “Busque Soluções”
Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas.
Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo.
Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão.
Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe.
Somos o que pensamos.
O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.

Se não quiser adoecer: “Não viva de aparências”
Quem esconde a realidade finge, faz pose, perfeito, bonzinho etc.,
Está acumulando toneladas de peso… uma estátua de bronze, mas com pés de barro.
Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas.
São pessoas com muito verniz e pouca raiz.
Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.

Se não quiser adoecer: “Aceite-se”
A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos.
Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável.
Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores.
Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.

Se não quiser adoecer: “Confie”
Quem não confia não se comunica não se abre não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras.
Sem confiança, não há relacionamento.
A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.

Se não quiser adoecer: “Não viva sempre triste”
O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa.
A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive.
“O bom humor nos salva das mãos do doutor”. Alegria é saúde e terapia.
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Autos: Desconhecido

terça-feira, 17 de julho de 2012

Um breve resumo do gnosticismo

A visão de mundo gnóstica:
Um breve resumo do gnosticismo

Gnosticismo é o ensino baseado na Gnose, o conhecimento da transcendência alcançado por meio de interiores, meios intuitivos. Embora o gnosticismo, portanto, repouse sobre a experiência religiosa pessoal, é um erro assumir que todas essas experiências resultem em reconhecimentos gnósticos. É mais perto da verdade dizer que o gnosticismo ex...pressa uma experiência religiosa específica, uma experiência que não se presta à linguagem da teologia ou da filosofia, mas que tem muita afinidade, e se expressa por meio do mito. De fato, verifica-se que a maior parte das escrituras gnósticas tomam a forma de mitos. O termo "mito" não deve aqui ser entendida como "histórias que não são verdadeiras", mas sim, que as verdades incorporadas nesses mitos são de uma ordem diferente dos dogmas da teologia ou as declarações de filosofia.

No seguinte resumo, vamos tentar encapsular em prosa o que os mitos gnósticos expressam em sua língua distintamente poética e imaginativa.
O Cosmos

Todas as tradições religiosas reconhecem que o mundo é imperfeito. Onde eles diferem é nas explicações que oferecem como responsáveis por esta imperfeição e no que eles sugerem pode ser feito a respeito. Gnósticos têm a sua própria - talvez bastante surpreendente - visão dessas questões: eles sustentam que o mundo é falho porque foi criado de forma errada.

Como o budismo, gnosticismo começa com o reconhecimento fundamental de que a vida terrena é cheia de sofrimento. A fim de alimentar-se, todas as formas de vida consomem uns aos outros, assim, trazem a dor, medo e morte sobre os outros (mesmo os animais herbívoros vivem destruindo a vida das plantas). Além disso, as chamadas catástrofes naturais - terremotos, inundações, incêndios, secas, erupções vulcânicas - trazem mais sofrimento e morte em seu rastro. Os seres humanos, com sua complexa fisiologia e psicologia, estão conscientes não apenas dessas facetas dolorosas da existência terrena. Eles também sofrem com o reconhecimento frequentes que são estranhos vivendo em um mundo que é falho e absurdo.

Muitas religiões defendem que os seres humanos devem ser responsabilizados pelas imperfeições do mundo. Apoiando essa visão, eles interpretam o mito do Gênesis como declarando que as transgressões cometidas pelo primeiro casal humano provocou uma "queda" da criação resultando no atual estado de corrupção do mundo. Gnósticos respondem que esta interpretação do mito é falso. A culpa por falhas do mundo não reside nos seres humanos, mas no criador. Uma vez que - especialmente nas religiões monoteístas - o criador é Deus, esta posição gnóstica parece uma blasfêmia, e muitas vezes é visto com espanto até mesmo por não-crentes.

Maneiras de escapar do reconhecimento da criação imperfeita e seu criador imperfeito foram criadas vezes e vezes, mas nenhum desses argumentos têm impressionado os gnósticos. Os antigos gregos, especialmente os platônicos, aconselhavam as pessoas a olharem para a harmonia do universo, de modo que, venerando a sua grandeza podessem se esquecer de suas aflições imediatas. Mas desde que essa harmonia ainda contém as falhas cruéis, desamparo e alienação da existência, este conselho é considerada de pouco valor pelos gnósticos. Nem é a idéia oriental de Karma considerada pelos gnósticos como uma explicação adequada da imperfeição da criação e do sofrimento. Karma na melhor das hipóteses só pode explicar como a cadeia de sofrimento e da imperfeição funciona. Ele não nos informa porque esse sistema doloroso e maligno deveria existir , em primeiro lugar.

Uma vez que o choque inicial da natureza "incomum" ou "blasfema" da explicação gnóstica do sofrimento e da imperfeição do mundo desaparece, pode-se começar a reconhecer que é na verdade a mais sensata de todas as explicações. Para apreciá-la plenamente, no entanto, é necessária uma familiaridade com a concepção gnóstica da Divindade , tanto em sua essência original como o Verdadeiro Deus e na sua manifestação aviltada como o Deus falso ou criador.

Divindade

O conceito de Deus gnóstico é mais sutil do que a maioria das religiões. Em seu caminho, ele une e concilia os reconhecimentos de monoteísmo e do politeísmo, bem como do deísmo , teísmo e panteísmo.

Na visão gnóstica, há um verdadeiro Deus, supremo e transcendente, que está além de todos os universos criados e que nunca criou nada no sentido em que a palavra "criar" é normalmente entendida. Embora este Verdadeiro Deus não moldou ou criou qualquer coisa, Ele (ou, It) "emanou" ou trouxe de dentro de si a substância de tudo o que existe em todos os mundos, visíveis e invisíveis. Em certo sentido, portanto, pode ser verdade dizer que tudo é Deus, pois tudo consiste na substância de Deus. Da mesma forma, também deve ser reconhecido que muitas partes da essência divina original que foram projetadas para longe da sua fonte passaram por mudanças prejudiciais no processo. Adorar o cosmos, ou natureza, ou criaturas encarnadas é, portanto, equivalente a adorar porções alienados e corruptas da essência divina emanada.

O mito gnóstico básico tem muitas variações, mas todas elas se referem a Aeons, intermediários seres divinos que existem entre o Verdadeiro Deus e nós mesmos. Eles, juntamente com o Verdadeiro Deus, compreendem o reino da Plenitude (Pleroma) em que a potência da divindade opera plenamente. A plenitude está em contraste com o nosso estado existencial, que em comparação pode ser chamado de vazio.

Um dos seres aeonicos que leva o nome Sophia ("Sabedoria") é de grande importância para a visão de mundo gnóstica. No curso de suas jornadas, Sophia veio a emanar de seu próprio ser uma consciência falha, um ser que se tornou o criador do cosmos material e psíquico, os quais ele criou à imagem de sua própria natureza falha. Este ser, sem saber de suas origens, imaginou-se ser o Deus supremo e absoluto. Já que assumiu a essência divina já existente e moldou-a em várias formas, ele é também chamado o Demiurgo ou "meio-construtor", há uma meia verdade, um verdadeiro componente deifico dentro da criação, mas que não é reconhecido pelo Demiurgo e por seus asseclas cósmicos, os Arcontes ou "governantes".

O Ser Humano

A natureza humana espelha a dualidade encontrada no mundo: na parte que foi feita pelo falso Deus criador e em parte consiste na luz do Verdadeiro Deus. Humanidade contém componentes perecíveis físicos e psíquicos, bem como um componente espiritual que é um fragmento da essência divina. Esta última parte é muitas vezes simbolicamente referida como a "centelha divina". O reconhecimento dessa dupla natureza do mundo e do ser humano deu à tradição gnóstica o epíteto de "dualista".

Os seres humanos são geralmente ignorantes da centelha divina dentro de si. Esta ignorância é fomentada na natureza humana pela influência do criador falso e seus Arcontes, que juntos têm a intenção de manter homens e mulheres ignorantes de sua verdadeira natureza e destino. Qualquer coisa que nos faz permanecer preso às coisas terrenas serve para nos manter em escravidão por esses governantes inferiores cósmicos. A morte liberta a centelha divina de sua prisão humilde, mas se não houve um trabalho substancial de Gnose realizado pela alma antes da morte, torna-se provável que a centelha divina vai ser arremessada de volta, e então re-incorporado dentro das dores e da escravidão do mundo físico.

Nem todos os seres humanos são espirituais (pneumáticos) e, portanto, aptos para a gnose e libertação. Alguns são seres terrenos e materialistas (hyleticos), que reconhecem apenas a realidade física. Outros vivem em grande parte na sua psique (psíquicos). Essas pessoas geralmente confundem o Demiurgo como o Verdadeiro Deus e têm pouco ou nenhum conhecimento do mundo espiritual além da matéria e mente.

No curso da história, o ser humano progrediu da escravidão materialista sensualista, por meio da religiosidade ética, para a liberdade espiritual e a Gnose libertadora. Como o estudioso G. Quispel escreveu: "O mundo espiritual no exílio deve passar pelo Inferno da matéria e pelo Purgatório da moral para chegar ao paraíso espiritual." Esse tipo de evolução da consciência foi idealizado pelos gnósticos, muito antes da conceito de evolução ser conhecido.

Salvação

Forças evolutivas não são suficientes, no entanto, para trazer liberdade espiritual. Os seres humanos estão presos em uma situação que consiste da existência física combinada com a ignorância de suas verdadeiras origens, sua natureza essencial e seu destino final. Para serem liberados desta situação, os seres humanos necessitam de ajuda, mas eles devem também contribuir com seus próprios esforços.

Desde os primeiros tempos Mensageiros da Luz têm vindo sucessivamente a partir do Verdadeiro Deus, a fim de ajudar os seres humanos em sua busca de Gnose. Apenas algumas dessas figuras salvíficas são mencionados nas escrituras gnósticas, alguns dos mais importantes são Seth (o terceiro filho de Adão), Jesus, e o Profeta Mani. A maioria dos gnósticos sempre olhou para Jesus como a figura salvadora principal (o Soter).

Gnósticos não buscam ser salvos do pecado (original ou outro), mas da ignorância de que o pecado é uma conseqüência. Ignorância - pelo qual se entende a ignorância das realidades espirituais - é dissipada apenas pela Gnose, e a revelação decisiva da Gnose é trazida pelos Mensageiros da Luz, especialmente por Cristo, o Logos do Deus Verdadeiro. Não é por Seu sofrimento e morte, mas por Sua vida de ensino e Seu estabelecimento de mistérios que Cristo realizou a sua obra de salvação.

O conceito gnóstico da salvação, como outros conceitos gnósticos , é sutil. Por um lado, a salvação gnóstica pode ser facilmente confundida com uma experiência sem mediação individual, uma espécie de projeto "faça-você-mesmo" espiritual. Gnósticos afirmam que o potencial para a Gnose, e, portanto, para a salvação está presente em cada homem e mulher, e que a salvação não é vicária, mas individual. Ao mesmo tempo, eles também reconhecem que a Gnose e a salvação podem ser, na verdade, devem ser estimuladas e facilitadas a fim de efetivamente surgir na consciência. Este estímulo é fornecido pelos Mensageiros da Luz que, além de seus ensinamentos, estabeleceram mistérios salvíficos (sacramentos) que podem ser administradas pelos apóstolos dos Mensageiros e seus sucessores.

É preciso lembrar também que o conhecimento de nossa verdadeira natureza - bem como outras realizações associadas - são retidos de nós pela nossa própria condição de existência terrena. O Verdadeiro Deus da transcendência é desconhecido neste mundo, na verdade ele é muitas vezes chamado de pai desconhecido. Assim, é óbvio que a revelação do Alto é necessário para trazer a salvação. A centelha que habita deve ser despertada do seu sono terrestre pelo conhecimento salvador que vem "de fora".

Conduta

Se as palavras "ética" ou "moral" são tomadas no sentido de um sistema de regras, então o gnosticismo se opõe a ambos. Tais sistemas geralmente se originam com o Demiurgo e são secretamente concebido para servir os seus propósitos. Se, por outro lado, se a moral consistir de uma integridade interior resultante da iluminação da centelha residente, em seguida, o gnóstico abraçará esta ética existencial espiritualmente esclarecida como ideal.

Para o gnóstico, mandamentos e regras não são salvíficos, eles não são substancialmente propícios para a salvação. Regras de conduta podem servir a fins diversos, incluindo a estruturação de uma sociedade ordenada e pacífica, e a manutenção de relações harmoniosas dentro de grupos sociais. Regras, no entanto, não são relevantes para a salvação, que é provocada apenas pela Gnose. A moralidade, portanto, precisa ser vista principalmente em termos temporais e secular, é sempre sujeita a alterações e modificações de acordo com o desenvolvimento espiritual do indivíduo.

Como observado na discussão acima, "materialistas" hiléticos normalmente têm pouco interesse na moralidade, enquanto disciplinadores "psíquicos", muitas vezes concedem-lhe uma grande importância. Em contraste, as pessoas "pneumáticas" espirituais são geralmente mais preocupados com outros assuntos mais elevados. Diferentes períodos históricos também exigem atitudes variantes relativas à conduta humana. Assim, ambos os movimentos gnósticos e maniqueístas dos Cátaros, que funcionavam em tempos onde a pureza de conduta foi considerada como uma questão de importância elevada, responderam na mesma moeda. O período atual da cultura ocidental, talvez, se assemelha em muitas maneiras à Alexandria s do segundo e terceiro séculos. Parece, portanto, apropriado que os gnósticos em nossa era adotem as atitudes do gnosticismo alexandrino clássico, onde as questões de conduta foram em grande parte deixadas para a percepção do indivíduo.

Gnosticismo abrange inúmeras atitudes gerais em relação à vida: ele incentiva o não-apego e não-conformidade com o mundo, um "estar no mundo, mas não ser do mundo", a falta de egoísmo, e um respeito pela liberdade e dignidade dos outro seres. No entanto, pertence à intuição e sabedoria de cada individuo destilar a partir dessas diretrizes os princípios individuais para a sua aplicação pessoal.

Destino

Quando Confúcio foi questionado sobre a morte, ele respondeu: "Por que você me pergunta sobre a morte quando você não sabe como viver?" Essa resposta poderia facilmente ter sido dada por um gnóstico. Para uma pergunta semelhante colocada no Evangelho gnóstico de Tomé, Jesus respondeu que os seres humanos devem vir pela Gnose a conhecer a realidade inefável divina de onde se originaram, e para onde eles vão voltar. Este conhecimento transcendental deve chegar a eles, enquanto eles ainda estão encarnados na Terra.

A morte não traz automaticamente a libertação da escravidão nos domínios do Demiurgo. Aqueles que não alcançaram a uma Gnose libertadora enquanto eles estavam encarnados podem ficar presos na existência, mais uma vez. É muito provável que isto possa ocorrer através do ciclo de renascimentos. O gnosticismo não enfatiza a doutrina da reencarnação com destaque, mas é implicitamente entendido, na maioria dos ensinamentos gnósticos que aqueles que não fizeram contato efetivo com suas origens transcendentais enquanto estavam encarnados teriam que voltar para a triste condição da vida terrena.

No que diz respeito à salvação, ou o destino do espírito e da alma após a morte, a pessoa precisa estar ciente de que a ajuda está disponível. Valentino, o maior dos mestres gnósticos, ensinava que Cristo e Sophia aguardam o homem espiritual - os gnósticos pneumáticos - na entrada do Pleroma, e ajuda-os a entrar na bodas do reencontro final. Ptolomeu, discípulo de Valentino, ensinou que, mesmo os que não são pneumáticos, os psíquicos, podem ser redimidos e viver em um paraíso na entrada do Pleroma. Na plenitude dos tempos, cada ser espiritual receberá Gnose e serão unidos com o seu Eu Superior - o Gêmeo angelical - tornando-se qualificado para entrar no Pleroma. Nada disso é possível, entretanto, sem se esforçar seriamente para alcançar a Gnose.

Gnosis e Psique: Uma Conexão com a psicologia profunda

Ao longo do século XX, a nova disciplina científica da psicologia profunda ganhou muito destaque . Entre os psicólogos da profundidade que têm demonstrado um interesse acentuado e informado no gnosticismo, um lugar de destaque sinal pertence a C G Jung. Jung foi fundamental para chamar a atenção para a biblioteca de Nag Hammadi dos escritos gnósticos em 1950 porque ele percebeu excepcional relevância psicológica de idéias gnósticas.

O estudioso notável de gnosticismo, G. Filoramo, escreveu: " Asreflexões de Jung estavam imersas desde muito tempo no pensamento dos gnósticos antigos, de tal forma que ele os considerava os descobridores virtuais da" psicologia profunda "... A Gnose antiga, embora em sua forma de religião universal, em certo sentido, antecipa, e ao mesmo tempo ajudou a esclarecer, a natureza da terapia espiritual junguiana . " À luz de tais reconhecimentos alguém pode perguntar: "É o gnosticismo uma religião ou uma psicologia?" A resposta é que ele pode muito bem ser ambos ao mesmo tempo. A maioria dos mitologemas encontrados nas escrituras gnósticas possuem relevância e aplicabilidade psicológica . Por exemplo, o cego e arrogante demiurgo criador-tem uma estreita semelhança com o ego humano alienado que perdeu contato com o Self-ontológico. Além disso, o mito de Sophia lembra de perto a história da psique humana que perde sua conexão com o inconsciente coletivo e precisa ser resgatada pelo Self. Analogias desse tipo existem em grande profusão.

Muitos ensinamentos esotéricos proclamaram: "Como é em cima, assim é embaixo". Nossa natureza psicológica (o microcosmo) reflete a natureza metafísica (o macrocosmo), assim o gnosticismo pode possuir tanto uma autenticidade religiosa quanto psicológica. Psicologia gnóstica e religião gnóstica não precisam se excluir, mas podem complementar um ao outro dentro de uma ordem implícita da totalidade. Os Gnósticos sempre declararam que a divindade é imanente ao espírito humano, embora não se limita a ele. A convergência do ensino religioso gnóstico com uma visão psicológica é, portanto, perfeitamente compreensível em termos de princípios gnósticos consagrados pelo tempo .

Conclusão

Alguns autores fazem uma distinção entre "Gnose" e "gnosticismo". Tais distinções são ao mesmo tempo úteis e enganosas. Gnose é, sem dúvida, uma experiência baseada não em conceitos e preceitos, mas na sensibilidade do coração. Gnosticismo, por outro lado, é a visão de mundo baseada na experiência da Gnose. Por esta razão, em outros idiomas além do Inglês, a palavra Gnose é muitas vezes utilizada para designar tanto a experiência quanto a visão de mundo (Die Gnosis em alemão, la Gnose em francês).

Em certo sentido, não há Gnosis sem Gnosticismo, pois a experiência de Gnose inevitavelmente evoca uma visão de mundo em que ela encontra o seu lugar. A visão de mundo gnóstica é experiencial, e se baseia em um certo tipo de experiência espiritual da Gnose. Portanto, não vai funcionar omitir ou diluir, várias partes da visão de mundo gnóstica, pois fosse alguém fazer isso, a visão de mundo já não estaria de acordo com experiência.

A teologia tem sido chamada de um embrulho intelectual em torno do núcleo espiritual de uma religião. Se isso for verdade, então também é verdade que a maioria das religiões estão se estrangulando e sufocando por seus 'pacotes'. O gnosticismo não corre este risco, porque sua visão de mundo é afirmado no mito ao invés de na teologia. Mitos, incluindo os mitos gnósticos, podem ser interpretados de diversas maneiras. Numinosidade Transcendente,, bem como arquétipos psicológicos, juntamente com outros elementos, desempenham um papel em tal interpretação . Ainda assim, tais declarações míticas falam de verdades profundas, que não podem ser negadas.

O Gnosticismo pode trazer-nos essas verdades com uma alta autoridade, pois ele fala com a voz da parte maior do ser humano - o espírito. Deste espírito, foi dito ", que sopra onde quer". Esta então é a razão pela qual a visão de mundo gnóstica não pôde ser extirpada apesar de muitos séculos de perseguição.

A visão de mundo gnóstica sempre foi oportuna, pois ela sempre respondeu melhor ao "conhecimento do coração" que é a verdadeira Gnose . Ainda hoje, a sua atualidade está aumentando,pois o final do segundo milênio viu a deterioração radical de muitas ideologias, que evitavam as grandes perguntas e respostas respodidas pelo gnosticismo. A clareza, franqueza e autenticidade da resposta gnóstica para as questões da condição humana não podem deixar de impressionar e (com o tempo) convencer. Se as suas reacções a este resumo tiverem sido da mesma forma positiva, então talvez você seja um gnóstico !

+ Stephan A. Hoeller (Tau Stephanus, bispo gnóstico)

segunda-feira, 16 de julho de 2012

A Boca de Deus


Imagine que para cada súplica que fizéssemos ao Alto, Deus se materializasse em forma de um anjo, e com cada um de nós conversasse, apresentando a solução dos nossos problemas. Isso não é impossível de acontecer. Há homens santos, que diante do seu alto grau de evolução espiritual, conseguem, sim, conversar pessoalmente com Deus.
Todavia, a Sabedoria Divina é infinita.
Afinal, se qualquer um de nós, diante de cada problema surgido, pudesse, pessoalmente, recorrer a Ele para obtermos uma resposta concreta, fisicamente comprovada, para as nossas aflições, a nossa vida perderia sentido.
Viveríamos mais em função da resposta astral do que da real compreensão daquilo que nos aflige. Perderíamos o mérito da busca da solução e o crescimento que deriva de todo o sofrimento purificador da nossa luta. As nossas frontes suplicantes ficariam incessantemente voltadas para cima, para o Alto, esperando o divino anjo portador da resposta esperada, e deixaríamos de enfrentar aquilo que nos atormenta, esquecendo, até mesmo, da mão amiga do próximo que nos apoia.
Não faz muito, vi uma das minhas filhas tentando desesperadamente engatinhar para pegar um brinquedo que estava a poucos centímetros de si. Minha reação foi imediata. Correr, pegar o brinquedo e entregar-lhe. Mas não o fiz. Pois, se assim o fizesse, o mérito não seria dela. Seria meu. E, em uma próxima vez, ela ainda não andaria, esperaria prostrada, suplicante, a mão do seu pai afastar de si o seu problema. Eu, então, mesmo com o coração apertado, confesso, fiquei murmurando incentivos em seu ouvidinho, e, em poucos segundos, com esforço, ela chegou, sozinha, ao brinquedinho e sorriu.
Deus, certamente, também faz assim. Para o mérito da conquista ser nosso, o sofrimento santificador é o peso da nossa espada.
Não imaginemos, todavia, que, diante das nossas súplicas, Deus permaneça indiferente. A Boca de Deus fala de muitas maneiras. Se o anjo não se materializa, não quer dizer que Deus não ouça e não fale. O Pai fala, por meio de muitas bocas.
Nunca esqueço um fato verídico ocorrido com uma pessoa próxima. Suplicou a Deus durante noites a resposta a um problema. Orou fervorosamente. Talvez haja esperado a chegada de um anjo com uma pronta resposta. Mas ele não lhe apareceu. Um dia, pouco tempo depois, já tendo se desapegado do problema, esperando vez na fila de um telefone público, ouviu parte da conversa do usuário que estava à sua frente. Ficou chocada, em profunda gratidão beatífica. Acabara de ouvir a resposta que esperava, por meio de um estranho, que conversava descontraidamente pelo telefone.
Era a boca de Deus, que fala de muitas maneiras. Por uma voz na multidão, uma frase escrita em uma carta ou no fundo de um veículo, e, principalmente, por meio da nossa intuição.
Porque Deus tudo vê e nunca nos desampara. Nunca duvide.
Bom sábado, meus amigos do coração!

Pablo Stolze (postado no www.facebook.com/pablostolze)

Visite Pablo Stolze em: http://pablostolze.ning.com/?xg_source=msg_mes_network

sexta-feira, 13 de julho de 2012

O BURRO

 
 
Um dia, um burro caiu num poço e não podia sair dali. O animal chorou fortemente durante horas, enquanto o seu dono pensava no que fazer. Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que já que o burro estava muito velho e que o poço estava mesmo seco, precisaria de ser tapado de alguma forma. Portanto, não valia a pena esforçar-se para tirar o burro de dentro do poço. Chamou então os ...seus vizinhos para o ajudar a enterrar o burro vivo. Cada um deles pegou uma pá e começou a atirar terra para dentro do poço. O burro entendeu o que estavam a fazer e chorou desesperadamente. Até que, passado um momento, o burro pareceu ficar mais calmo. O camponês olhou para o fundo do poço e ficou surpreendido. A cada pá de terra que caía sobre ele o burro sacudia-a, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão. Assim, em pouco tempo, todos viram como o burro conseguiu chegar até ao topo do poço, passar por cima da borda e sair dali.
”A vida vai atirar muita terra para cima de ti. ”A vida vai atirar muita terra para cima de ti. Principalmente se já estiveres dentro de um poço. Cada um dos nossos problemas pode ser um degrau que nos conduz para cima. Podemos sair dos buracos mais profundos se não nos dermos por vencidos. Usa a terra que te atiram para seguir em frente!”
 
Autor: Desconhecido
Um poema sobre as Belezas da Criação, e eu me coloquei a falar das coisas que Ele criou ...
Falei do sol... Senti Suas mãos me aquecendo...
Falei da lua... Senti Seu brilho me envolvendo...
Falei da noite... Senti sobre mim Seu manto de estrelas...
Falei de todo o verde do planeta... Senti Seu sopro de esperança...
Falei das águas... Senti Seu mergulho no mistério do meu coração...
Falei do céu... Senti Seu azul a me proteger...
Falei do fogo... Senti Sua chama queimando-me as mágoas...
Falei do ar... Senti Seu sopro divino a me renovar...
Aqui está o poema que me pediste, espero que aproves tudo o que escrevi.
E Deus responde: "Prossegue... tu não falaste de ti".
Muitas vezes agimos assim perante Deus, falamos de tudo, sobre os problemas, as pessoas, as dificuldades, mas deixamos de depositar em seu Coração a nossa vida. Precisamos nos abandonar em suas Mãos...

Autor: Desconhecido!

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Eneagrama

ENEATIPO 1 - IRA Exigente; autocrítico; severo; metódico; organizado; perfeccionista; justiceiro; dominante; intolerante; rígido; bem intencionado; moralista; ressentido; fleumático; austero; escrupuloso; cabeça dura; crítico; incorruptível; desvalorização do prazer e supervalorização do dever; falta de espontaneidade; sentimento de ser "mais" educado e civilizado que outros; sentido do correto, do justo e da medida certa; ideologia corretiva; agressividade controlada, raramente explosiva; expressão verbal buscando palavras precisas e adequadas; negação da agressividade com ideologia pacifista.

ENEATIPO 2 – ORGULHO Rebelde; não submisso; superprotetor; impaciente; voluntarioso; bondoso; carinhoso; atrevido; impulsivo; imaginativo; fantasioso; exagerado; emocional; dramático; histriônico; teatral; orgulhoso; seguro de si; não convencional; carente de carinho; empático; sedutor; possessivo; aventureiro; impulsivo; inconseqüente; adulador altivo (dos outros e de si mesmo); sensibilidade táctil (pele, carinho, aconchego); atração pelo luxo.

ENEATIPO 3 - VAIDADE Alerta; eficiente; ativo; brilhante; progressista; afetado no trato; superficialmente empático; independente; controlador; racional; calculista; boa presença; desejo de sobressair; desejo de agradar; valorização da eficiência e dos resultados; tendência a aparentar; busca do êxito e do brilho; intolerância ao fracasso; conflitos de identidade; identificação com os valores da situação ou da moda majoritária; usa a sedução generalizada para o enaltecimento do próprio valor; mede-se pelo que faz ou produz ou aparenta.

ENEATIPO 4 – INVEJA Frustrado; invejoso; sensível; intenso; necessitado; dependente; nostálgico; queixoso; lamuriento; pessimista; refinado; sacrificado; esforçado; competitivo; envergonhado; dado à busca de atenção negativa; má imagem de si mesmo; culpa; facilidade para sofrer; sentimentos densos; insegurança com sentimentos de inferioridade; sentimento de ser especial e necessidade de trato diferente; supervalorização do outro e desvalorização de si; sentimentos apegados; frustração emocional; sensibilidade artística; tendência masoquista; valorização do sofrimento; supersensibilidade ao sentimento de rejeição e abandono; pena de si mesmo e revolta com a comiseração externa.

ENEATIPO 5 - AVAREZA Introvertido; tímido; fechado; reservado; arredio; mesquinho; avarento; ingênuo; desconfiado; independente por dentro; econômico; frio; vulnerável; solitário; meio esquisito/peculiar; observador; concorda por fora e por dentro tem suas opiniões; evita comprometer-se; tendência à abstração generalizada, evitando o concreto; medo de ser tragado; sentimentos de culpa e tendência a carregar culpa; pouco envolvimento; distanciamento; controle afetivo; sentimento de torpeza; rebeldia intelectual.

ENEATIPO 6 - MEDO Desconfiado; leal; sarcástico; irônico; compulsivo; defensivo para não se sentir acovardado; inseguro para envolver-se; fanático; impositivo; precavido; alerta, com antenas ligadas ao perigo oculto; auto-acusação; culpa; ambivalência; angústia; ansiedade; medo de enganar-se; medo de compromissos afetivos; supervalorização da força e medo de ser frágil e vulnerável; ação inibida pela dúvida; oscilação entre autoritarismo e submissão; forte sentimento do dever; necessidade de segurança para sair da dúvida; conflitos internos; pensamento obsessivo.

ENEATIPO 7 - GULA Persuasivo; convincente; astuto; planificador; cheio de projetos; idealista; indulgente; tolerante; permissivo; complacente; serviçal; anticonvencional; racionalizador; sedutor; criativo, de tiradas imaginosas; alegre; simpático, embora pouco empático; espertinho; guloso; evita o desagradável; busca a comodidade e o prazer; busca minimizar as dificuldades e se orientar ao prazeroso como compensação; explica e justifica tudo; evita contato com o vazio interior por meio de idéias e planos; quer ter autoridade intelectual e dar a última palavra; busca de cada vez mais para obter maior prazer; busca de atalhos vantajosos; pouca culpa; rebeldia não explícita; atração pelas fronteiras do conhecimento; presunção de sabe-tudo; dificuldade de renúncia ao que excita e dá prazer.

ENEATIPO 8 – LUXÚRIA Astuto; duro; agressivo; intenso; luxurioso; desinibido no prazer; impulsivo; sem consideração; sem limites; autônomo; seguro de ação; sem piedade com os vencidos; direto; verdadeiro; generoso; magnânimo; aproveitador; rebelde à legalidade estabelecida; cínico com valores estabelecidos; hedonista; dominante; avassalador; pouco sensível; explorador; “borocochô” quando não movido a desafios ou vibração intensa; busca intensidade; tende ao exagero; passa por cima;pensamento orientado a empreendimentos práticos; preguiça de abstrações intelectuais; atração pelo poder; desprezo à fraqueza; intolerância à frustração; pouco escrúpulo.

ENEATIPO 9 - PREGUIÇA Super adaptado; muito fazedor de coisas; modesto; rotineiro; convencional; de hábitos regulares; abnegado; jovial; amistoso; simplista; evita conflitos; busca de comodidade harmônica; pensamento prático e concreto; atenção dispersa; desconexão; resignação; pouca interioridade; tendência a viver a vida de outros; bom senso; descrença; falta de sutileza; dificuldade de centrar em si mesmo, indo com a corrente; passividade agressiva; comportamento mecânico; ações automáticas; filósofo de frases feitas; sabedoria proverbial.

http://www.eneasat.com.br/​eneagrama/eneatipos

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Dê um tempo

Dê um tempo para assistir o sol nascer.
Dê um tempo para ouvir o vento.
Dê um tempo para planejar o amanhã.
Dê um tempo para fazer a diferença.
Dê um tempo para dizer obrigado.
Dê um tempo para se importar, mesmo, com as coisas.
Dê um tempo para ir mais longe e para ajudar alguém.
Dê um tempo para aprender e crescer.
Dê um tempo para falar o que pensa.
Dê um tempo para ouvir de verdade.
Dê um tempo para elogiar uma criança.
Dê um tempo para ajudar a alguém.
Dê um tempo para alcançar o seu melhor.
O tempo que você se dá para viver não é tempo perdido.
Você não se arrependerá de se dar esse tempo para fazer a diferença.
Apesar de não poder guardá-lo, o tempo é sempre seu para fazer o que quiser.
O próximo momento está pronto e esperando.

Padre Marcelo Rossi - Ágape

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Seja amoroso consigo mesmo

Ame-se, respeite-se, seja gentil consigo mesmo.
A menos que você seja amoroso para consigo mesmo,
você não pode ser amoroso com ninguém, absolutamente.
A menos que você seja atencioso consigo mesmo,
você não pode ser atencioso com ninguém; é impossível.
Eu lhe ensino a ser realmente egoísta,
de modo que você possa ser altruísta.
Não há contradição entre ser egoísta e ser altruísta: ser egoísta é a própria fonte de ser altruísta.
Mas até agora você tem aprendido exatamente o oposto, lhe ensinaram o contrário.
E qual tem sido o resultado desse ensinamento?
Ninguém ama ninguém.
A pessoa que se condena não pode amar ninguém.
Se você não pode amar nem sequer a si mesmo
 - porque você é a pessoa mais próxima a você -,
se seu amor não pode nem mesmo alcançar o ponto mais próximo,
 é impossível seu amor chegar até as estrelas.
Você não pode amar nada - você pode fingir.
E é isso que a humanidade se tornou: uma comunidade de fingidores, hipócritas.
Por favor tente entender o que quero dizer por ser egoísta.
Primeiro você tem que se amar, se conhecer, ser você mesmo.
A partir disso, você irradiará amor, ternura, atenção com os outros.
A partir da meditação, surge a verdadeira compaixão, mas a meditação é um fenômeno egoísta. Meditação significa deleitar-se consigo mesmo e com sua solitude, esquecer o mundo todo e simplesmente deleitar-se consigo mesmo.
É um fenômeno egoísta, mas desse egoísmo surge grande altruísmo.
E, então, não há nenhum vangloriar-se a respeito, você não se torna egoístico.
Você não serve as pessoas; você não as faz sentir-se devedoras a você.
Você simplesmente se deleita em compartilhar seu amor, sua alegria.

Osho, em "Guida Spirituale"

A alegria de amar

Sempre que você ama, fica alegre.
A alegria é uma função do amor: ela está sempre junto ao amor.
Portanto, torne-se cada vez mais amoroso para que possa se tornar mais alegre.
Não se preocupe se seu amor está sendo correspondido ou não, pois não é isso o que importa.
A alegria é uma consequência do amor, seja ele recíproco ou não.
Esta é a beleza do amor, o fato de seu resultado e seu valor serem intrínsecos.
Ele não depende da resposta do outro, é totalmente seu.
E não faz diferença alguma quem você ama – pode ser um cão, um gato, uma árvore ou uma pedra. Sente-se ao lado da pedra e seja amoroso.
Converse um pouco com ela, beije-a e deite-se sobre ela.
Quando você entrar em comunhão com a pedra, você sentirá uma onda de energia e ficará muito alegre.
Aquele que ama se sente alegre.
Se você descobrir essa fórmula, poderá desfrutar de uma incrível sensação de alegria.
Se for amoroso o dia inteiro e não mais depender de objetos para demonstrar o seu amor, se tornará cada vez mais independente, podendo amar até mesmo o vazio que o cerca.
Sentado em seu quarto, sozinho, você *preencherá todo o espaço com seu amor*.
Mesmo estando numa prisão, você será capaz de transformá-la num templo.
Por outro lado, mesmo um templo transforma-se numa prisão se não houver amor.

Osho, em "Uma Farmácia Para a Alma"

terça-feira, 22 de maio de 2012

Alegria de viver

Hoje amanheci feliz .
Tudo estava a favor de mim.
Da janela via o mar .
O céu e as montanhas.
Agradeci mais um dia .
Mas tem só uma coisa
Quero a mesma sintonia .
A mesma alegria.
Quero que meus amigos .
Acordem felizes também
Vejam a vida com muita emoção .
Uma alegria profunda de viver.

(Guiomar Villalba) Almas gêmeas - Soulmates De: Almas Gêmeas
Basta-me tua mão.
Sempre estendida,
Teu pensamento
De paz, tua alegria.
Sem mentiras...
Bastam-me as Palavras sábias nos momentos.
Incertos e a tua paciência .
Sem Tempo para terminar...
Bastam-me tuas preces,
Canções e carinhos,
Ornando meu caminho...
Basta-me tua amizade Genuína,
Fazendo valer cada Instante da vida...
Basta-me te sentir no Coração e a Deus poder Agradecer pela dádiva de Ter UM AMIGO!..."

(Cida Luz)

quarta-feira, 16 de maio de 2012

AS 7 LEIS UNIVERSAIS

* Lei de Causa e efeito: Tudo o que você pensa, fala e faz, volta pra você. Cada palavra, pensamento ou ação enviam para o universo ondas eletromagnéticas fazendo com que se tornem realidade.

* Lei do Retorno: A Lei do Retorno é muito justa:, você pensou em algo e esqueceu, ou e não classificou esse "algo" como ruim, acaba causando o desmembramento de outros fatos igualemnte ruins. Tudo o que se pensa, fala e faz, tem retorno ruim.

* Lei Semelhante atrai semelhante: Cada vez que você envia energias- boas ou más - para o universo, está atraindo energias semelhantes à sua. Tudo que acontece ao seu redor, você é responsavel, inclusive os acidentes, pois as vibrações estão na mesma freqüência.

* Lei do Silêncio: Cada vez que você critica alguém ou faz comentários sobre briga de vizinhos, sobre assaltos, problemas pessoais ou ciúmes, aumenta a energia negativa que acaba somatizando nos corpos sutis até chegar ao corpo físico, seja como doenças, acidentes, etc. É preferível se calar a falar palavras negativas.

* Lei da Projeção: Essa lei ocorre quando você se projeta, inconscientemente, no outro. Por exemplo: alguém tem uma qualidade que você admira. É porque você tem essa mesma qualidade guardada no seu subconsciente. O mesmo acontece quando você não gosta de determinado comportamento ou defeito de uma pessoa, significa que você tem o mesmo comportamento ou defeito dentro de si mesmo e, como não consegue identificá-los, se projeta no outro.

* Lei da Doação: Serve para movimentarmos as nossas energias e assim atrair a prosperidade. Você precisa doar-se para que essa energia de "doação", que pode ser qualquer tipo, transforme as vibrações negativas em positivas.

* Lei do Distanciamento: É a compreensão de que nada nos pertence, nem mesmo as pessoas de nossa família (pai, mãe, filhos), amigos, animais domésticos e bens materiais. Tudo é passageiro em nossa vida, inclusive o nosso corpo físico. Devemos amar e estar presentes em tudo que está a nossa volta, porém devemos nos conscientizar, com sabedoria, do desapego amoroso. Amar é estar presente, mas consciente das Leis do Universo, para não nos deixarmos abater emocionalmente.

ORAÇÃO DO PERDÃO

ORAÇÃO DO PERDÃO

Eu perdôo você, por favor, me perdoe.
Você nunca teve culpa,
Eu também nunca tive culpa,
Eu perdôo você, me perdoe, por favor.
A vida nos ensina através das discórdias... e eu aprendi a lhe amar e a deixá-lo(a) ir de minha mente. Você precisa viver suas próprias lições e eu também.
Eu perdôo você... me perdoe em nome de Deus.
Agora, vá ser feliz, para que eu seja também.
Que Deus te proteja e perdoe os nossos mundos.
As mágoas desapareceram de meu coração e só há Luz e Paz em minha vida.
Quero você alegre, sorrindo, onde quer que você esteja...
É tão bom soltar, parar de resistir e deixar fluir novos sentimentos!
Eu perdoei você do fundo de minha alma, porque sei que você nunca fez nada por mal e sim porque acreditou que era a melhor maneira de ser feliz...
Me perdoe por ter nutrido ódio e mágoa por tanto tempo em meu coração.
Eu não sabia como era bom perdoar e soltar; eu não sabia como era bom deixar ir o que nunca me pertenceu.
Agora sei que só podemos ser felizes quando soltamos as vidas, para que sigam seus próprios sonhos e seus próprios erros. Não quero mais controlar nada, nem ninguém.
Por isso, peço que me perdoe e me solte também, para que seu coração se encha de amor, assim como o meu.
Muito obrigada!

http://www.linguagemdocorpo.com.br/pesquisa1.php

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Farejando os fatos: O resgate da intuição como iniciação

A primeira tarefa — Permitir a morte da mãe-boa-demais “aceitar o fato de que a mãe psíquica protetora, sempre vigilante, não é adequada para ser um guia para a futura vida instintiva da pessoa (a mãe-boa-demais morre). Assumir a realidade de estar só, de desenvolver a própria conscientização quanto ao perigo, às intrigas, à política. Tornar-se alerta sozinha, para seu próprio proveito; deixar morrer o que deve morrer. À medida que a mãe-boa-demais morre, a nova mulher nasce”.

A segunda tarefa — Denunciar a natureza sombria “aprender ainda com maior conscientização a largar a mãe excessivamente positiva. Descobrir que ser boazinha, que ser gentil e simpática não fará a vida florir. (Vasalisa torna-se escrava, mas isso de nada adianta.) Vivenciar diretamente a própria natureza sombria, especialmente os aspectos exploradores, ciumentos e rejeitadores do self (a madrasta e suas filhas). Incorporar esses aspectos. Criar o melhor relacionamento possível com as piores partes de si mesma. Deixar acumular a tensão entre quem se aprendeu a ser e quem se é realmente. Trabalhar, afinal, no sentido de deixar morrer o velho self para que nasça o novo self intuitivo”.

A terceira tarefa — Navegar nas trevas “consentir em se aventurar a penetrar no local da iniciação profunda (entrada na floresta) e começar a experimentar o sentimento luminoso novo e aparentemente perigoso de estar imersa no poder intuitivo. Aprender a desenvolver a sensibilidade ao inconsciente misterioso no que se relaciona ao direcionamento e confiar exclusivamente nos próprios sentidos interiores. Aprender o caminho de volta para a casa da Mãe Selvagem (obedecendo às instruções da boneca}. Aprender a nutrir a intuição (alimentar a boneca). Deixar que a mocinha frágil e ingênua morra ainda mais. Transferir o poder para a boneca, ou seja, para a intuição”.

A quarta tarefa — Encarar a Megera Selvagem “ser capaz de suportar o rosto apavorante da Deusa Selvagem sem hesitar (topar com a Baba Yaga). Familiarizar-se com o mistério, a estranheza, a “alteridade” do selvagem (residir na casa de Baba Yaga por algum tempo). Adotar nas nossas vidas alguns dos seus valores, tornando-nos, portanto, também um pouco estranhas (comer seus alimentos). Aprender a encarar um poder enorme nos outros e subseqüentemente nosso próprio poder. Permitir que a criança frágil e boazinha em excesso vá definhando ainda mais”.

A quinta tarefa — Servir o não-racional “ficar com a Deusa Megera; aclimatar-se às imensas forças selvagens da psique feminina. Chegar a reconhecer o poder dela (o seu poder) e os poderes das purificações interiores; limpar, escolher, alimentar, criar energia e idéias (lavar as roupas da Yaga, cozinhar para ela, limpar sua casa e separar os elementos)”.

A sexta tarefa — Separar isso daquilo “aprender a discriminar meticulosamente, a separar as coisas umas das outras com o melhor discernimento, aprender a fazer distinções sutis (ao escolher o milho mofado do milho são e ao selecionar as sementes de papoula de um monte de estrume). Observar o poder do inconsciente e como ele funciona mesmo quando, o ego não está familiarizado (os pares de mãos que aparecem no ar). Aprender mais sobre a vida (o milho) e a morte (as sementes de papoula)”.

A sétima tarefa — Perguntar sobre os mistérios “Perguntar e tentar aprender mais a respeito da natureza da vida-morte-vida e de seu funcionamento (Vasalisa pergunta sobre os cavaleiros). Aprender a verdade acerca da capacidade de compreender todos os elementos da natureza selvagem ("saber demais pode envelhecer a pessoa antes do tempo")”.

A oitava tarefa — De pé nas quatro patas “assumir um poder imenso de ver e afetar os outros (o recebimento da caveira). Ver as situações da própria vida com essa nova luz (descobrir o caminho de volta à família da madrasta)”.

A nona tarefa — Reformular a sombra “para reconhecer a sombra negativa da nossa própria psique e/ou os aspectos negativos das pessoas e acontecimentos do mundo exterior bem como para reagir a eles. Reformular as sombras negativas da própria psique com o fogo-da-megera (a perversa família da madrasta, que anteriormente torturava Vasalisa, é reduzida a cinzas)”.

CLARISSA PINKOLA ESTES - MULHERES QUE CORREM COM OS LOBOS - Mitos e histórias do arquétipo da mulher selvagem.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

ENCERRANDO CICLOS....

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final... Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram. Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu.... Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado. Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora... Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais. Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal". Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará! Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és.. E lembra-te: Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão. Autor: Desconhecido

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Não permaneça preso ao passado nem a recordações tristes.

Não remexa uma ferida que está cicatrizada.
Não revolva dores e sofrimentos antigos.
O que passou, passou!
Deste momento em diante, procure construir uma vida nova, na direção do alto, caminhando para frente, sem olhar para trás.
Faça como o sol que se ergue a cada novo dia, sem lembrar-se da noite que passou.
Não permaneça preso ao passado nem as recordações tristes.
Não remexa uma ferida que está cicatrizada.

Por: Padre Marcelo Rossi - Ágape

quarta-feira, 2 de maio de 2012

A existência é mais sabia do que você

Transforme cada oportunidade em algo criativo e belo.
Não permaneça com essa idéia ilusória de que pode continuar permanentemente no mesmo estado mental;
isso é possível apenas se você estiver morto.
Se você está vivo, os climas irão mudar, as estações irão mudar;
e você terá que aprender através de invernos, através de verões, através de chuvas.
Você terá que passar através de todas essas estações com uma dança em seu coração,
sabendo perfeitamente bem que a existência nunca é contra você.

Então o que quer que ela lhe dê... pode ser amargo, mas é remédio.
Pode não parecer doce no início,
mas finalmente você verá que lhe proporcionou algo
que apenas um único estado mental não poderia ter lhe dado.

Sendo assim, o que quer que esteja acontecendo, é bom.
Vá com calma. Isso não é para sempre, isso também vai mudar.
Mas não faça nenhum esforço para mudar. Deixe isso com a existência.

É a isto que chamo de confiança.
A existência é mais sábia que você
e irá proporcionar-lhe todas as oportunidades necessárias para o seu crescimento.

(Osho, The New Dawn, # 2)