Capsicum frutescens in anus autrem kisucus est!!!!! Meu diário, meus pensamentos... meu amigo!!!
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Eneatipo IV
Eneatipo IV
Extraído do livro “Autoconocimiento Transformador” do
Dr. Claudio Naranjo
(...)No plano emocional, o elemento mais característico
do E4 é a inveja. Esta consiste em uma comparação dolorosa com os demais, que
pode ser sentida como falta de valor pessoal, rancor competitivo ou um excessivo
empenho em conseguir reconhecimento. A inveja pode estar dirigida para pessoas
concretas – por exemplo, um irmão ou uma irmã – ou ser mais geral, como a que
se pode sentir contra o sexo oposto, os privilegiados ou os ricos.
Mas o mais típico do E4 é um sofrimento exagerado.
Embora o E2, de personalidade histriônica, também seja teatral, o E4 se inclina
para uma teatralização de corte trágico. Fritz Perls chamava a algumas mulheres
invejosas e “as rainhas da tragédia”, querendo destacar o uso que fazem do
sofrimento para ressaltar a sua própria importância e como atraem a atenção com
suas necessidades frustradas.
Nos primeiros anos da nossa vida, todos nós conhecemos o
chorar como forma de chamar a atenção. Se os bebês choram para conseguir os
cuidados maternos, na personalidade do E4 esse traço se exagera de uma forma
manipuladora. Se superdimensiona o sofrimento com o fim de atrair uma atenção
que, de outra maneira, não chegaria nunca. Podemos falar de uma “sedução através
do sofrimento”, tão efetiva como a sedução através do agrado.
(...) A disposição caracterológica do E4 conduz com
frequência a pessoa a situações autenticamente dolorosas. De algum modo, uma
antecipação negativa acaba criando uma realidade externa que confirma a dita
expectativa; por isso, não seria acertado falar de um “sofrimento imaginário”.
É fato que existem pessoas cujas tendências subjetivas as tem levado ao centro
cirúrgico cinco, seis... ou até sete vezes, e está claro que uma operação nunca
é algo agradável. Há pessoas que dão a impressão de atrair a má sorte, e
realmente sofrem acidentes e passam por verdadeiras tragédias. Um conceito
adequado seria o de “autoderrota”, ainda que o modo em que opera esse
autoderrotismo possa ser inconsciente ou aparentemente misterioso.
Seria incompleto dizer que a dinâmica inconsciente que
se esconde por trás do sofrimento do E4 é somente sedutora. O sofrimento e a
expressão da frustração podem atuar como substitutos da capacidade de pedir,
como indutores de culpa no outro ou como elemento de castigo. Assim, a frase
“Veja o quanto eu sofro por sua causa” constitui um estratagema para gerar
culpa. Basta pensar na mãe que diz ao seu filho: “Quando eu morrer você vai me
entender”, ou “Tua insensibilidade vai me matar”, ou ainda “ Um dia desses vou
ter um ataque do coração por sua culpa”, etc. Por outro lado, o sofrimento pode
ser “masoquista”, no sentido de que a pessoa deseja assumir uma frustração ou
uma dor excessiva a partir de sua necessidade de ser amada ou para considerar-se
como merecedora de amor.
Em geral, a história dos indivíduos desse caráter começa
com circunstâncias dolorosas no período da infância. Esta é uma verdade
universal, já que se pode dizer que todos os nossos problemas remontam
à infância; porém no caso do E4 existe mais recriação do passado, mais nostalgia
e um sentido intenso do valor do que foi perdido: amiúde, para não dizer quase
sempre, as perdas reais fazem com que conheçamos já em idade precoce o
sentimento de luto, mas, diferentemente de outras pessoas que esquecem ou se
resignam, os indivíduos do E4 albergam um agudo sentimento de “paraíso
perdido”.
Há aqueles que, diante de situações dolorosas, reduzem
suas necessidades. Outros desenvolvem uma fortaleza austera. Outros ainda se
retraem, apartando-se do mundo. Mas no E4 permanece um intenso desejo, um anelo
de amor que se torna uma dependência excessiva, uma espécie de “adição ao
amor” (no sentido de vício). O amor se converte em algo necessário ao extremo,
sem o qual a vida é uma tragédia. Não se deve buscar o motivo disso somente na
frustração do passado, mas sim na psicodinâmica que se estabeleceu: se anseia o
amor como compensação de uma falta de amor a si mesmo, por um estado de
frustração e autorrejeição intenso e já crônico. Por tudo isso, se torna difícil
também, para essas pessoas, suportar a solidão afetiva. Para elas, a solidão
implica na dor de sentir que se confirma a sua autoimagem denegrida. Os
orientais, principalmente a cultura japonesa, sustentam que no Ocidente
atribuímos demasiado valor ao amor romântico. Dizem que lhe concedemos um lugar
excessivamente monolítico em nossa vida, desproporcional ao seu valor real. Seja
qual for a importância do amor romântico em nossa cultura, é certo que no tipo 4
existe uma crença excessiva no amor como solução de tudo.
A inveja é irmã dos sentimentos de inferioridade, culpa
e vergonha. As pessoas E4 tendem a verem-se a si mesmas com estúpidas, tolas,
feias e, às vezes, inclusive repulsivas física e moralmente. Vão pela vida com o
sentimento de ser uma espécie de monstro típico dos contos. E, como frustração
crônica acarreta ira (consciente ou inconsciente), a pessoa E4 tem motivos para
sentir-se peçonhenta, perversa, víbora, etc. Não obstante, todas essas
personificações monstruosas da parte sombria também refletem um forte
autodenegrimento. Assim como as pessoas do E2 engrandecem a imagem que tem de si
mesmos, as do E4 a arruínam.
Os subtipos do E4 são tão diferentes entre si como as
variantes do E6, de modo que existe um grande contraste entre o subtipo
enraivecido (sexual) e o triste (social): enquanto que o primeiro se queixa e
reclama abertamente, o segundo é demasiado tímido para expressar os seus
desejos, a menos que o faça intensificando seu sofrimento, como se dissesse:
“Você vê como eu preciso de ajuda?”.
(...) Freud, em um de seus últimos trabalhos, compilou
essa estrutura caracterológica como “os que se sentem excepcionais”, querendo
referir-se àqueles que sentem que a vida está em dívida consigo e que isso lhes
dá o direito de desfrutar de algumas vantagens.
(...) Ainda que o interesse da obra de Proust supere com
sobras o meramente caracterológico, constitui um documento muito rico para
apreciar a psicologia do E4: a emoção predominante é a nostalgia.
(...) Tímido ou desaforado, envergonhado ou despeitado,
o indivíduo E4 tem uma personalidade hipersensível, que busca proteção e
superproteção, e que sofre desproporcionalmente por falta de consideração ou
reconhecimento. Como sucede com o E2, o E4 é emocional e com inclinações
estéticas. As expressões emocionais românticas, sentimentais, emocionalmente
intensas e violentas são características tanto do E2 quanto do E4, não só na
vertente do sofrimento como também na da alegria. As pessoas E4 do subtipo
sexual costumam ser arrogantes, apesar do seu sentimento geral de inferioridade
e da sua propensão para a culpa. (...) Existe uma dor consciente por sentirem-se
incompreendido, de modo que adotam uma atitude arrogante para serem
reconhecidos. Entre as pessoas talentosas existe amiúde uma atitude de “gênio
incompreendido”.
(...) O E4 não só se caracteriza por sua tendência
artística, como também por um interesse mais geral pela cultura e uma aspiração
ao refinamento social, levada ao extremo da afetação e do esnobismo. Essas
tendências refletem a inveja (entendida como a vontade de incorporar algo de
bom), mas também o desejo de conter ou ocultar um sentimento de violência que se
torna vergonhoso, porque se percebe como algo rude e feio. Os indivíduos E4podem
estar cheios de obsessões e normas sobre como deveriam se as coisas. E, claro
está, como estão tão necessitados, são alvo fácil da frustração e do desânimo,
independentemente de que essa necessidade se expresse de modo imperioso ou
dissimulado.
Sua necessidade de serem tratados de forma muito
especial, juntamente com as fricções normais produzidas pelas diferenças entre
as pessoas, fazem com que os E4 sejam muito fáceis de ferir. Isto se complica
ainda mais pelas muitas ideias preconcebidas que eles têm sobre como deveria ser
a convivência.
Do mesmo modo que existe um marcante contraste entre as
variantes assertiva e tímida do E4 (agressiva e triste, respectivamente), ambas
as formas de apego excessivo diferem de um terceiro estilo de personalidade, o
subtipo de conservação, que não é nem melodramático, nem abertamente
competitivo. Eu o cataloguei como “contradependente”, por analgia com a variante
contrafóbica do E6 (na qual o medo dificilmente está consciente). A inveja
nestes casos se torna menos aparente, e assim como a variante agressiva do E4 se
parece ao E2 por sua arrogância, a contradependente se parece ao E1 por sua
grande autonomia. Neste subtipo se produz uma retroflexão das exigências orais
sobre si mesmo e a pessoa é mais masoquista que melodramática; pode reprimir uma
grande dor sem o menor gesto e sofrer muito para merecer amor.
(...) Atualmente, os psicoterapeutas costumam
diagnosticar o E4 como personalidade “masoquista depressiva”, personalidade
autoinvalidadora ou personalidade limítrofe, sendo, com sobras, o tipo que mais
recorre à ajuda profissional para tratar sintomas psicológicos ou problemas
vitais.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Seguir...
Sabe o que é seguir RETO?
Seguir em frente com:
RESPONSABILIDADES,
ESTUDO,
TRABALHO E MUITA
...
Seguir em frente com:
RESPONSABILIDADES,
ESTUDO,
TRABALHO E MUITA
...
ORAÇÃO.
Oração, significa dizer: hora sã
Por: Lucileyma Carazza
Oração, significa dizer: hora sã
Por: Lucileyma Carazza
“Às vezes, a pessoa com quem você tem contas abertas está encarnada, mas está fechada e vivendo em outro mundo, e não existe nenhuma chance de você se aproximar. Então, você terá que resolver essa questão dentro de si mesmo, independentemente do outro estar podendo responder. Até porque, essa conta aberta é em relação a uma imagem gravada dentro de você, apesar de também estar conectado àquela pessoa.”
Sri Prem Baba
Qual o formato do seu batom?
1- Ponta de um só lado: A decidida. Quanto mais fina a
ponta, maior a determinação de quem usa o batom. Geralmente é guerreira. É uma
mulher segura, ambiciosa e, talvez por isso, não meça esforços para alcançar o
que quer.
...
2- Ponta arredondada: A corajosa. É uma pessoa inteligente e
glamurosa, adora surpresas e mudanças. O que mais a incomoda é a monotonia.
Talvez esse seja o principal motivo para que esteja sempre mudando o
guarda-roupas, a casa, o namorado…...
3 - Ponta em forma de cadeira: A leal. Muito brincalhona que
sempre está em busca de aventuras. Faz amizade com facilidade e é uma ótima
ouvinte, é uma ótima amiga. Entretanto, é preciso presar mais atenção aos
sintomas de estresse.
– Ponta em diagonal: A boazinha. É uma pessoa do bem e, aos
poucos, as pessoas que a rodeiam se dão conta disso. Algumas vezes dá a
impressão de ingenuidade. Caso o batom fique assim até o final, significa que
nunca será má. Lembre-se: a bondade é uma qualidade de poucos.
5 – Ponta em forma de casinha: A equilibrada. É uma pessoa
muito tranquila, sempre disposta a experimentar uma nova forma de terapia
alternativa. Tudo o que procura é o equilíbrio entre mente e corpo. E, no
fundo, isso nada mais é que uma maneira de se conhecer melhor.
6 – Ponta em formato de chapéu: A misteriosa. É uma
estrategista. Gosta de fazer planos .Isso não significa que os insights ficarão
apenas no campo das ideias. Pelo contrário, na hora certa, sabe muito bem como
colocá-los em prática.
7 - Ponta em forma de gota: A desconfiada. É do tipo durona.
Não chora na frente dos outros e nunca revela seus segredos. Por isso, precisa
estar sempre atenta as formas de exteriorizar seus sentimentos para não pifar.
8 – Ponta afiada: A organizada. Honesta e boa amante, é
daquelas que gosta das coisas planejadas e relacionamentos transparentes. A
organização é seu ponto forte, e algumas vezes, não se dá conta de que exagera.
9 - Ponta plana: A sincera. Romântica, sincera e leal, é
capaz de guardar um segredo como poucos. Tímida, muitas vezes nem mesmo tem
noção do potencial e, por isso, esconde alguns talentos do resto do mundo.
10 – Ponta em forma de bala: A amorosa. É uma mulher quieta,
delicada, esperta e surpreendente. Às vezes, pode ser confundida com pegajosa.
Costuma enclausurar seus sentimentos e esconder suas qualidades dos outros. Tem
um ar meio misterioso, capaz de deixar as pessoas curiosas a seu respeito.
11 – Torre torta: A informada. Uma ótima amiga, adora
badalações e não perde uma festa. É sempre uma das primeiras pessoas a ficar
sabendo de tudo o que acontece com aqueles que a rodeiam. Nem sempre consegue
guardar segredos. Atenção para a torre do batom, pois se ela cair, indica crise
interior.
12 - Duas pontas laterais: A habilidosa. É muito habilidosa
e talentosa, tipo de pessoa que não consegue ficar parada. Ama a vida e está
sempre rodeada de amigos. Tem o dom de deixar as pessoas a vontade e acaba sendo
a anfitriã perfeita. Mesmo assim ela tem seus momentos de carência e precisa
muito do carinho das pessoas que a cercam.sábado, 29 de setembro de 2012
OS DOZE SINAIS DO SEU DESPERTAR DIVINO
1. Dores no corpo e sofrimentos, especialmente no pescoço, ombros e costas. Isto é o resultado de intensas mudanças no seu nível de DNA, enquanto a "semente Crística" é despertada interiormente.
2. Sentimento de profunda tristeza interna sem aparente razão. Você está soltando seu passado (dessa vida e de outras) e isto causa o sentimentode tristeza. Isto é semelhante a mudar-se de uma casa na qual você viveu por muitos,muitos anos para uma nova casa. Por muito que você queira mudar-se para uma nova casa, existe uma tristeza por deixar as memórias para trás, energias e experiências da velha casa.
3. Chorar sem razão aparente. É bom e saudável deixar as lágrimas fluírem. Isto ajuda a soltar a velha energia interna.
4. Repentina mudança no trabalho ou carreira.Um sintoma muito comum. Como você muda, coisas a sua volta igualmente mudarão. Não se preocupe em achar o emprego “perfeito” ou sua carreira agora. Você está em transição e poderá fazer várias mudanças de empregos até se estabelecer em algum que caiba sua paixão.
5. Afastar-se das conexões familiares. Você está conectado com sua família biológica via velho carma. Quando você sai do ciclo cármico, os vínculos das antigas conexões são soltos. Vai parecer que você está afastando-se de sua família e amigos. Depois de um período de tempo, você pode desenvolver uma nova conexão com eles, se isso for apropriado. Porém, a conexão será baseada na nova energia sem elos cármicos.
6. Padrões de sono pouco comuns. É provável, que vocês acordem muitas noites entre duas e quatro horas da manhã. Há muito trabalhosendo feito em você, e isso muitas vezes faz você acordar para dar uma respirada” . Não se preocupe. Se você não puder voltar a dormir, levante-se e faça alguma coisa. É melhor do que deitar na cama e preocupar-se com coisas humanas.
7. Sonhos intensos. Nestes podem ser incluídos sonhos de guerra e batalhas, sonhos de caçadas e sonhos com monstros. Você está literalmente soltando a velha energia interna, e estas energias do passado são muitas vezes simbolizadas como guerras, corridas para escapar e o "bicho papão".
8. Desorientação física. Em tempos você sentirá muito sem chão. Você estará "mudando espacialmente" com a sensação de que você não pode por os dois pés no chão, ou que você está andando entre dois mundos. Conforme sua consciência muda para a nova energia, seu corpo algumas vezes "atrasa-se" e "fica para trás", isto é, ele não acompanha. Gaste mais tempo na natureza para ajudar a aterrar a nova energia.
9. Aumento da "conversa consigo mesmo". Você encontrar-se-á conversando com seu "Eu" mais freqüentemente. Você de repente perceberá que esteve batendo papo com você mesmo pelos últimos 30 minutos. Existe um novo nível de comunicação tomando lugar dentro do seu ser, e você está experimentando a "ponta do iceberg" com a "conversa consigo mesmo". As conversas aumentarão, e se tornarão mais fluídas, mais coerentes e com mais visões interiores. Você não está ficando maluco. Você é apenas Shaumbra movendo-se para a nova energia.
10. Sentimentos de solidão, mesmo quando em companhia de outros. Você pode sentir-se sozinho e longe dos outros. Você pode sentir desejo de evitar grupos e multidão. Como Shaumbra, você está percorrendo um caminho sagrado e solitário. Tanto quanto os sentimentos de solidão causem ansiedade, é difícil, neste tempo, contar sobre isto a outros. Estes sentimentos de solidão estão associados ao fato de seus Guias terem partido. Eles estiveram com você em todas as suas jornadas, em todos os cursos de suas vidas. Era tempo deles se afastarem, assim você ocuparia esse espaço com sua própria divindade. Isto também passará. O vazio interior será ocupado com amor e energia de sua própria consciência Crística.
11. Perda da paixão. Você pode sentir-se totalmente desapaixonado, com pouco ou nenhum desejo de fazer qualquer coisa. Isto está certo, e isto é apenas parte do processo. Pegue este tempo para fazer nada mesmo. Não lute com você mesmo por isso, porque isto também passará. É semelhante a reprogramar um computador. Você precisa fechar por um breve período de tempo para poder carregar com o novo e sofisticado software, ou neste caso, a nova energia da semente Crística.
12. Um profundo desejo de ir para Casa. Esta talvez seja a mais difícil e desafiante de qualquer uma das condições. Você pode experimentar um profundo e irresistível desejo de voltar para Casa. Isto não é um sentimento suicida. Não é baseado numa frustração ou raiva.
Você não quer fazer um grande negócio disto ou causar drama para você mesmo ou para outros. Tem uma quieta parte de você que quer ir para Casa. A raiz que origina isto é bastante simples. Você completou seus ciclos kármicos. Você completou seu contrato para esta duração de vida. Você está pronto para começar uma nova vida enquanto ainda está neste corpo físico.
Durante este processo de transição você tem lembranças interiores do que é estar do outro lado. Você está pronto para alistar-se para outra viagem de serviço aqui na Terra? Você está pronto para um contrato de desafios de mudanças em direção à Nova Energia. Sim, na verdade você pode ir para Casa agora mesmo. Mas, você veio até aqui, e depois de muitas, muitas vidas seria um pouco frustrante ir embora antes de ver o final do filme.
Além disso, o espírito precisa de você aqui para ajudar outros na transição para a nova energia. Eles precisarão de um guia humano, como você, que fez a jornada da velha energia para a nova. O caminho que você está percorrendo agora fornece as experiências que te habilita a vir a ser um Professor para o Novo HumanoDivino. Tão solitária e escura que sua jornada possa ser às vezes.
Lembre que você nunca está só. (Geoffrey Hoppe e Tobias)
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Sabe
A letra do momento... o meu momento...
Sabe...
Quando a gente tem vontade de encontrar a novidade de uma pessoa
Quando o tempo passa rápido
Quando você está ao lado dessa pessoa
Quando dá vontade de ficar
Nos braços dela e nunca mais sair
Sabe...
Quando a felicidade invade
Quando pensa na imagem da pessoa
Quando lembra que seus lábios encontraram
Outros lábios de uma pessoa
Que o beijo esperado ainda está molhado
E guardado alí
Em sua boca
Que se abre e sorri feliz
Quando fala o nome daquela pessoa
Quando quer beijar de novo muitos lábios
Desejados da sua pessoa
Quando quer que acabe logo a viagem
Que levou ela pra longe daqui
Sabe...
Quando passa a nuvem brasa
Abre o corpo, sopro do ar que traz essa pessoa
Quando quer ali deitar, se alimentar
E entregar seu corpo pra pessoa
Quando pensa porque não disse a verdade
É que eu queria que ela estivesse aqui...
Sabe...
Quando a felicidade invade
Quando pensa na imagem da pessoa
Quando lembra que seus lábios encontraram
Outros lábios de uma pessoa
Que o beijo esperado ainda está molhado
E guardado alí
Em sua boca
Que se abre e sorri feliz
Quando fala o nome daquela pessoa
Quando quer beijar de novo muitos lábios
Desejados da sua pessoa
Quando pensa porque não disse a verdade
É que eu queria que ela estivesse aqui
Sei...Eu sei
Nando Reis
terça-feira, 25 de setembro de 2012
A Tirania da Auto Imagem do Eneatipo Dois Conservacional - Sergio Condé
A Tirania da Auto Imagem do Eneatipo Dois Conservacional -
A grandeza do Espírito (essência divina) vem de sua criação divina, pois o Criador compartilha a Sua Grandeza com Suas criaturas. Ao ego só lhe resta cobrir sua pobreza de espírito com uma ilusória grandiosidade feita de autoimagem e autoimportância, buscando destacar-se, num pretensioso valor autoatribuído, ora ganhando ora perdendo, num jogo de cartas marcadas cujas regras são: valores irreais, comparações e julgamentos.
A tirania da autoimagem não permite àqueles que procuram se vestir de glórias, cometerem erros, nem falhas, nem sequer permite o saudável reconhecimento dos próprios erros, portanto, esta veste incômoda, pesada e orgulhosa, interfere com o processo do arrependimento (metanóia) que facilita a transformação.
A tirania da autoimagem impede a evolução daquele que a valoriza, pois ele fica girando em pensamentos autoavaliativos circulares em volta de seu próprio umbigo e incerto quanto suas próprias conclusões e as conclusões do mundo. A tirania da autoimagem não permite ao seu usuário fazer um humilde aprendizado a partir de seus próprios acertos e erros. Neste campo da experiência humana, a pessoa que investe em parecer grandiosa e especial, para si mesma e para outros, tem três alternativas: Ou ela acerta e fica bem ou então, erra, mas, logo em seguida, atribui a responsabilidade por seus erros aos outros, livrando-se assim da culpa ou então, na terceira opção, ela erra e é-lhe inevitável ver que errou. Neste caso ela se isola, como uma incompreendida e envergonhada vítima do mundo, que a acusa por seus erros.
O seu isolamento é conseguido à custa de uma crença na superioridade da autosuficiência. Mas é, na verdade, uma fuga do mundo, porque o mundo para ela é insuportável, sendo o palco em que erros acontecem entre as partes. É justamente lá, no mundo, que sua autoimagem toda pura e inflada é colocada à prova e corre o perigo de ser ferida, melindrada e enlameada.
Em sua torre de marfim estará protegida de si mesma, protegida de ser reconhecida por si mesma como insuficiente, confusa, infantil e inexperiente e, desde o alto de sua torre, evita agir ou escolher aquilo que quer ser ou o que quer fazer com sua vida, pois assim evita também sentir-se tiranizada por sua auto exigência em realizar algo sem cometer erros e o pior, evita de ter outros como testemunha de sua temida incompetência em ser admirável. Pois, sua gloria desejada é ser a prova viva de um ideal de superioridade: Generosidade, Pureza, Perfeição, Impecabilidade no agir perfeito, garantias seguras de aplausos e elogios dignos de um príncipe ou de uma princesa*. (*as palavras príncipe e princesa, etimologicamente, vem de ”princípio” ou seja: regidos por princípios régios)
Porém o calcanhar de Aquiles do Dois Conservacional é sua atração romântica pelo relacionamento a dois. Neste palco ele será atraído para fora de sua torre de marfim, pois aí ele pode finalmente brilhar sedutor e sentir que o amor apaixonado do outro aos seus pés será o reconhecimento esperado por sua grandiosidade, até então tão mal compreendida pelo mundo cruel.
Descendo de sua torre de marfim Esse eneatipo volta à sua sedução teatral, Quando se vê correspondida, consegue aplacar a solidão que, na sua auto suficiência amargou. A carência curtida na solidão é seu “top secret” nunca revelado, nem mesmo para si mesmo. Mas, uma vez iniciada uma relação, o encanto de um conto de fadas irá se desfazendo à medida da incapacidade de seu enamorado cumprir com suas exigências de perfeição, pois o Dois Conservacional exige um consorte que seja feito à imagem e semelhança do seu narcisismo pois, “Narciso acha feio o que não é espelho” e ele só poderá amar se o outro conseguir subir à sua altura, ou seja, à altura de seus ideais torturantes.
O Conto de Fadas também pode acabar pior do que isto: Seu par pode vir a ser a testemunha bem humorada de suas ridículas pretensões de superioridade ou recuar em sua paciência e boa vontade fazendo críticas bem fundamentas a respeito dos ataques de mau humor do Dois Conservacional diante das frustrações inevitáveis nos relacionamentos.
O castelo de cartas do conto de fadas desabará inevitavelmente e isso poderá ser ou não desastroso para o Dois: Na maioria das vezes isso será um término banal, caso seu narcisismo o proteja rapidamente de entrar em contato com sua solidão oculta, desativando rapidamente seu potencial de carências e desconectando as dores esquecidas da infância. Seu narcisismo será seu principal escudo, desde quando continue sendo uma defesa eficaz. E funcionará, negando e projetando a sua imensa carência no parceiro abandonado, vendo-o como um sapo pegajoso, que é incapaz de amar, sendo não merecedor de seu amor tão puro e especial ou então, constatando a evidência de que o outro é um bruto insensível e impuro que nunca poderia vir a reconhecer a sua especialidade em matéria de amar com sensibilidade e que, ainda por cima, deseja ardentemente vir para cima dele com suas mão sujas de desejos mundanos e sujar suas alvas vestes majestosas de princesa ou príncipe. Como isso é inaceitável, é também inevitável dar à seu apaixonado patético um adeus sem volta, resolver toda a complicação criada com um corte final, a solução mais fácil diante de sua incompetência de ir até o fim sempre que uma dificuldade qualquer o frustre. O corte na relação, desde que seja decretado pelo Dois Conservacional, será sempre seguido de um alegre e irresponsável alivio na recuperação da sua velha e conhecida liberdade. O dois não sente culpa em terminar sua relação, mas sente pena diante das lágrimas e súplicas daquele que caiu nos seus encantos, mas que cometeu o erro de perder a compostura, mostrando-se vergonhosamente carente.
Porem, o término poderá ser um desastre, caso o narcisismo do Dois o traia e se mostre insuficiente na hora mais decisiva, quando inesperadamente, outro - cansado de ocupar o lugar do sapo paciente à espera de beijos, os maravilhosos e raros beijos sedutores e os dificilmente conquistados, e que são dados com uma cara de nojo - se enche de coragem e autoestima e se auto proclama rei, decretando o término da relação e condenando a princesa ou o príncipe orgulhoso ao exílio, puxando-lhe o tapete de rosas e assistindo, com um doce sorriso nos lábios, a queda daquele nariz imperioso no vil chão dos rejeitados, de onde o sapo que se fez rei se ergueu, logo antes de ser descartado e é só assim que um sapo rei consegue sair vitorioso na missão impossível que é se relacionar com um Dois Conservacional a longo prazo.
A paixão sofrida e enlouquecedora só será vivida pelo Dois Conservacional quando, num relacionamento, finalmente acontece-lhe a quebra seu narcisismo que, sucumbe à paixão e regride de volta à sua velha ferida, a mesma que deu origem à seu sistema defensivo. Quando o punhal da Humilhação volta sangrar o coração da infância, o Dois Conservacional se vê de volta à sua velha dor, aquela que buscou seu refugio no orgulho.
Em suas dores e raivas, por seu orgulho ferido, o velho conflito da autoimagem reinará ainda mais cruel. De um lado, a pressão por ser quem não se é: por exemplo, no sucesso eventual de não se permitir demonstrar que o outro é desejado, proeza esta conseguida com muito esforço, do outro lado alguns inevitáveis fracassos quando, por fraqueza sua carência é inocentemente exposta, seguido por uma súbita rebeldia emocional, que pode jogar tudo no chão e querer desistir de viver neste mundo de infelicidades insuportáveis.
Pois foi num desses momentos terríveis, lá longe em seu passado, que então O Dois Conservacional criou uma fé às avessas, uma crença inabalável na crueldade do mundo e de que o próprio Deus é cruel, por ter criado um mundo assim.
Depois de seu caráter ter se cristalizado, com a ajuda desta crença religiosa infantil, lhe será possível, muitas vezes, continuar abdicando da responsabilidade por sua infelicidade e continuar projetando a culpa lá fora, como se o mal viesse do mundo, viesse de Deus.
Mas, numa terapia é possível conseguir ver que é dentro de si que resiste o terrível conflito da autoimagem, que não lhe permite ser simples e feliz assim como ele é agora. No seu conflito há dois personagens: Um é um Top dog tirânico, que insiste para que ele seja mais do que aquilo que ele dá conta, insiste para ele ser aquele que está sempre certo sendo o melhor e, do outro lado um Under Dog dramático e explosivo que, no seu exagero emocional e sob pressão, desabafa rebela e grita, para logo depois pedir desculpas, mas sem sentir culpa realmente.
Por trás desses dois personagens, um criança guarda seu sentimento de insuficiência que nunca mais pode ser expresso, uma verdade íntima, ora oculta ora desconectada, uma voz silenciada de alguém que fica por traz das imagens ideais e das fantasias irreais, algo autêntico que vive no coração esperando por ser adivinhado, pois, não pode pedir ajuda, nem pode errar, nem mostrar suas necessidades mais profundas. Caso essa verdade venha à tona num deslize, será coberta de vergonha e medo da humilhação.
O céu na terra para aquele que sofre este tipo conflito é a humildade. Humildade implica em não comparar, em ser igual, em ser simplesmente humano. Na humildade não há conflito. Há aceitação da condição de ser pequeno e necessitado, como todo mundo. Na humildade torna-se fácil aceitar que não se sabe nada e nem se é nada. Fica fácil aprender com os próprios erros e acertos.
E é justamente neste nada, onde não há preocupação consigo mesmo e nem pretensões, que está sujeito a acontecer um vazio, uma desocupação de si mesmo. E, quem sabe, será justamente neste vazio desocupado que a grandeza do Espírito se sinta bem vinda para vir e brilhar em sua paz.
Sergio Condé
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Prece irlandesa
"Que a estrada se abra à sua frente, que o vento sopre levemente em suas costas, que o sol brilhe morno e suave em sua face, que a chuva caia de mansinho em seus campos, e, até que nos encontremos, de novo... Que Deus lhe guarde nas palmas de suas mãos!"
Prece Irlandesa
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
AMOR NA ERA DIGITAL: VOCÊ TEM GOSTO DE QUÊ?
Ah, não sei, não. O tempo do relógio
não dá mais conta desse mundo. Você acorda e está lá: a cada dia uma nova
invenção tecnológica é criada para enganar o deus Chronos. Olhamos pro lado e
os bluetooths, wirelles, infra-vermelhos e conexões via satélite invadem nossas
vidas e nos conectam com o planeta Terra num piscar de olhos. Palavras navegam
por terra, água e ar e aparecem em tempo real para diminuir a distância e a
solidão. Você liga o computador e: - Olá! Seu sorriso é visto do outro lado por
uma webcam que te responde via Skype: - Bom dia! E assim seguimos: enviamos
e-mails, falamos bobagens pelo facebook, usamos o Google para tudo o que não
sabemos, namoramos pelo msn, compramos livros e sapatos on-line, mandamos
mensagens com fotos para o celular de amigas distantes, dizemos “eu te
amo" (não é esse o tempo de apertar “send”?). É, parece que, de repente,
tudo que parecia estar longe, ficou mais perto. E confesso. Sou contraditória.
Sou metade hippie, metade chique. Quero pé na grama, mas também tecnologia!
Tenho uma amiga que já vi perguntando a mesma frase várias vezes e acho que
virou mania: moço, tem entrada pra USB? Resposta positiva? Alivio!! Minha vida
está salva por um décimo de segundo!
Mas o que será que me fez escrever
esse texto cheio de bytes e palavras que se auto-corrigem? Hum… O coração
avisa: é o vazio. Mesmo com essa rápida conexão que liga o mundo, eu nunca
senti as pessoas tão desconectadas. Não só de si mesmas. Mas dos outros. Parece
que a carência avança na mesma rapidez que a tecnologia progride. Muitas vezes
preferimos manter relacionamentos com pessoas que juramos conhecer muito (mas
que moram em outro hemisfério) sem ao menos sorrir pra aquele vizinho interessante
que esbarrou em você. O que sinto é que o mundo anda carente. Carente do real.
Sem poses, frases copiadas e fotos corrigidas em photoshops. Vem cá: a quem a
gente quer enganar? Do quê a gente quer se esconder? Muito melhor usar a
tecnologia a nosso favor e tomar apenas cuidado para não usa-la como barreira
para camuflar nossos medos e defeitos. Afinal – vamos ser sinceros!- eu não vou
saber se vc é legal porque sua imagem de 480 pixels me deixou de boca aberta.
Ah, não mesmo! Quero conhecer as pessoas literalmente, ao vivo e a cores.
Quer me entender? Não será navegando
como se eu fizesse parte de um clipe imaginário, mas sim de havaiana no final do dia, variando as palavras bem
colocadas e o dialeto caipira, soltando um palavrão politicamente correto quando
algo cai da minha mão . (Sorte nossa que a tecnologia ainda não conseguiu
plugar o coração).
Autor: Desconhecido
Exceções
As emoções são liquidas.
A raiva faz o sangue ferver,O nervoso faz a pele transpirar,
A tristeza faz chorar,
O tesão faz gozar.
O amor faz contrair o músculo do coração e emana energia...
Por: Lucileyma Carazza
Presente
Luto, renascimento e equilíbrio.
Inverno, primavera e verão.Seca, enchente e um riacho tranquilo.
Passado, presente e futuro.
Infância, adolescência e maturidade.
O antigo, o usado e o novo.
Sonhos comuns, reflexivos e espirituais.
Aquilo antes nunca vivido,
Por puro preconceito,
Agora permitido.
Me faz respirar,
Suspirar...
Transpirar...
Dançar...
E AMAR!!!!!!!!
Complexos, aceitações e superações.
Sentimentos novos.
Emoções adormecidas que se despertam,
Como o Sol no raiar do dia.
Uma entrega!
É justamente isso que precisava:
Entregar-me ao presente.
E minha cabeça bipolar?
Roda em ti...
Pensa em ti,
Sonha em ti.
A melancolia,
Base da minha inspiração,
Martela uma frase,
Que não me sai da memória:
“O verdadeiro lugar do renascimento é quando lançamos, pela primeira vez, um olhar inteligente para nós mesmos”.
Que assim seja!
Por: Lucileyma Carazza
TIPOS DE SONHOS
Há 3 tipos de sonhos: fisiológicos, psicológicos e espirituais.
Fisiológico: é aquele que dramatiza algo que acontece com nosso corpo. Se está frio e nos descobrimos, sono pesado, sem despertar poderemos nos ver num campo de neve, tiritando. Pessoas com incontinência urinária sonham que estão satisfazendo essa necessidade fisiológica, enquanto molham a cama.
Psicológico: é aquele que exprime nossos estados íntimos. Nos velhos tempos, em que não havia os recursos da informática, eu (Richard Simonetti) passava dias e dias procurando diferenças nas fichas gráficas de contas correntes, no Banco do Brasil, onde trabalhava. Á noite, sempre me via, durante o sono, na agência, repetindo intermináveis verificações. Era a dramatização de meu envolvimento com aquele problema.
Espiritual: é a lembrança de uma atividade desenvolvida pelo Espírito no mundo espiritual durante o sono. Kardec denomina essa situação como “emancipação da alma”.
Espiritual: é a lembrança de uma atividade desenvolvida pelo Espírito no mundo espiritual durante o sono. Kardec denomina essa situação como “emancipação da alma”.
Como podemos distinguir o sonho? Os sonhos de caráter fisiológico ou psicológico são fugidos, mal delineados. Os sonhos espirituais são mais nítidos, mais claros. Guardamos melhor. E um detalhe: geralmente são coloridos, o que não costuma ocorrer com as demais formas, que se apresentam em preto e branco.
E os sonhos repetitivos? Sonhos repetitivos chamam-se “recorrentes”. Geralmente envolvem uma experiência dramática, em passado próximo, na vida atual ou remoto, em vidas anteriores. Esses registros, sepultados no inconscientes, podem aflorar na forma de sonhos, principalmente quando passamos por alguma tensão ou preocupação exacerbada.
Às vezes, nada lembramos dessa vivência espiritual, porque, durante ela, o cérebro físico não foi utilizado e depois, no retorno ao corpo, a matéria deste, pesada e grosseira, também não permitiu o registro das impressões trazidas pelo espírito.
Outras vezes lembramos apenas a impressão do que nosso espírito experimentou à saída ou no retorno ao corpo. Se essas lembranças se misturarem aos problemas fisiopsíquicos, tornam-se confusas, incoerentes.
Quando necessário, os bons espíritos atuam de modo especial sobre nós para que, ao acordar, lembremos algo de maior importância tratado ao mundo espiritual. Mesmo que não lembremos tudo perfeitamente, do que nos sugere idéias, ações.
Os espíritos maus também podem fazer o mesmo se, pelo nosso modo de viver, tivermos concedido a eles essa ascendência sobre nós.
Às vezes, nada lembramos dessa vivência espiritual, porque, durante ela, o cérebro físico não foi utilizado e depois, no retorno ao corpo, a matéria deste, pesada e grosseira, também não permitiu o registro das impressões trazidas pelo espírito.
Outras vezes lembramos apenas a impressão do que nosso espírito experimentou à saída ou no retorno ao corpo. Se essas lembranças se misturarem aos problemas fisiopsíquicos, tornam-se confusas, incoerentes.
Quando necessário, os bons espíritos atuam de modo especial sobre nós para que, ao acordar, lembremos algo de maior importância tratado ao mundo espiritual. Mesmo que não lembremos tudo perfeitamente, do que nos sugere idéias, ações.
Os espíritos maus também podem fazer o mesmo se, pelo nosso modo de viver, tivermos concedido a eles essa ascendência sobre nós.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
A DANÇA DO VENTRE
A cultura perpassa o tempo
Permeia os povos
Interação
No tempoNos faz entender seus atos
O gingado de nossas mulatas
O pandeiro de nosso
Samba
Vão além
De nossa querida África
Vem do ventre
Da história
Por: Lysias Leitão
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Provérbios 1:7
"O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; mas os insensatos desprezam a sabedoria e a instrução"
Provérbios 1:7
Mensagem escrita no quadra da sala onde realizei prova. Copiei-a para o caderno de prova. Resultado: PASSEI!
Obrigada meu Deus pela oportunidade de aprendizado e pela conquista realizada!!!!!!!!
Eclesiastes 3:1-8
Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.
Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo d...
Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo d...
e edificar;
Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar;
Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar-las; tempo de abraçar, e tempo de apartar-se;
Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora;
Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar;
Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.
(Eclesiastes 3:1-8)
Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar;
Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar-las; tempo de abraçar, e tempo de apartar-se;
Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora;
Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar;
Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.
(Eclesiastes 3:1-8)
domingo, 9 de setembro de 2012
Amor tudo pode...
Somente saí da casa dos meus pais aos 32 anos para me casar. Não me envergonho disso. Tudo na vida tem a sua hora. E quando decidi sair, senti uma pontinha de tristeza em minha mãe. Li para ela uma mensagem que me tocou profundamente. E, aos poucos, enternecida com a mensagem, ela foi compreendendo (e eu também) que podemos estar juntos, mesmo quando fisicamente afastados. Pois o Amor tudo pode e ...
tudo aproxima...
Jamais esquecerei aquela linda mensagem:
“Vossos filhos não são vossos filhos.
São os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma.
Vêm através de vós, mas não de vós.
E embora vivam convosco, não vos pertencem.
Podeis outorgar-lhes vosso amor, mas não vossos pensamentos,
Porque eles têm seus próprios pensamentos.
Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas;
Pois suas almas moram na mansão do amanhã,
Que vós não podeis visitar nem mesmo em sonho.
Podeis esforçar-vos por ser como eles, mas não procureis fazê-los como vós,
Porque a vida não anda para trás e não se demora com os dias passados.
Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas.
O arqueiro mira o alvo na senda do infinito e vos estica com toda a sua força
Para que suas flechas se projetem, rápidas e para longe.
Que vosso encurvamento na mão do arqueiro seja vossa alegria:
Pois assim como ele ama a flecha que voa,
Ama também o arco que permanece estável”. (Khalil Gibran)
Um abraço, amigos do coração! E uma semana de luz! Pablito
Jamais esquecerei aquela linda mensagem:
“Vossos filhos não são vossos filhos.
São os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma.
Vêm através de vós, mas não de vós.
E embora vivam convosco, não vos pertencem.
Podeis outorgar-lhes vosso amor, mas não vossos pensamentos,
Porque eles têm seus próprios pensamentos.
Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas;
Pois suas almas moram na mansão do amanhã,
Que vós não podeis visitar nem mesmo em sonho.
Podeis esforçar-vos por ser como eles, mas não procureis fazê-los como vós,
Porque a vida não anda para trás e não se demora com os dias passados.
Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas.
O arqueiro mira o alvo na senda do infinito e vos estica com toda a sua força
Para que suas flechas se projetem, rápidas e para longe.
Que vosso encurvamento na mão do arqueiro seja vossa alegria:
Pois assim como ele ama a flecha que voa,
Ama também o arco que permanece estável”. (Khalil Gibran)
Um abraço, amigos do coração! E uma semana de luz! Pablito
Por Pablo Stolze
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