quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Contra o Tempo


Eis que supero o "CARTOLA" e me surge o "Vander Lee"... a canção do dia! Um presentinho básico que recebi na alma hoje!



Contra o Tempo
Vander Lee

Corro contra o tempo
Prá te ver
Eu vivo louco
Por querer você
Oh! Oh! Oh! Oh!
Morro de saudade
A culpa é sua...

Bares, ruas, estradas
Desertos, luas
Que atravesso
Em noites nuas
Oh! Oh! Oh! Oh!
Só me levam
Prá onde está você...

O vento que sopra
Meu rosto cega
Só o seu calor me leva
Oh! Oh! Oh! Oh!
Numa estrêla
Prá lembrança sua...

O que sou?
Onde vou?
Tudo em vão!
Tempo de silêncio
E solidão...(2x)

O mundo gira sempre
Em seu sentido
Tem a cor
Do seu vestido azul
Oh! Oh! Oh! Oh!
Todo atalho finda
Em seu sorriso nú...

Na madrugada
Uma balada soul
Um som assim
Meio que rock in roll
Oh! Oh! Oh! Oh!
Só me serve
Prá lembrar você...

Qualquer canção
Que eu faça
Tem sua cara
Rima rica, jóia rara
Oh! Oh! Oh! Oh!
Tempestade louca
No Saara....

O que sou?
Onde vou?
Tudo em vão!
Tempo de silêncio
E solidão...(2x)

Poema da Noite




Poema da Noite
Já chorei vendo fotos e ouvindo musica;
Já liguei só para ouvir uma voz;
Me apaixonei por um sorriso;
Já pensei que fosse morrer de saudade;
E tive medo de perder alguém especial... (e acabei perdendo)
Já pulei e gritei de tanta felicidade;
Já vivi de amor e fiz muitas juras eternas... "quebrei a cara muitas vezes!"
Já abracei para proteger;
Já dei risadas quando não podia;
Já fiz amigos eternos;
Amei e fui amado;
Mas também já fui rejeitado;
Fui amado e não amei...

Charles Chaplin

AINDA SOBRE REFLEXÕES





AINDA SOBRE REFLEXÕES

Tudo o que você tentou,
E ainda não mudou em você,
É porque ainda não foi transformado,
E você ainda não aprendeu o que precisava aprender...
Mude o seu padrão e transforme.
Faça isso por você.
Semelhante atrai semelhante.
A vida lhe proporciona aquilo que você realmente é.
ACEITE! ACEITE! ACEITE!
Ninguém precisa de pregação,
Nossa consciência já nos cobra tudo,
Assim como o nosso corpo nos mostra.
As distrações, os vícios e as alegorias diárias
São apenas disfarces de nossas dores.
Não transforme as pessoas,
Transforme você!
Não espere nada do próximo,
Porque às vezes, eles não têm nada para oferecer...
E a expectativa dói. Aceite!
O outro, só muda quando quiser e se puder...
Não adianta querer salvar as pessoas por amor.
Dê apenas um pedaço do seu coração,
É a única “coisa” real que se pode dar...
Não entristecer é a solução.
Se reveja e seja mais dócil.
Seja reflexivo!
E  comece a enxergar as coisas boas.
Elas são maiores e mais gostosas.
As dificuldades e desilusões são menores...
Não se apegue a elas.
Porque ninguém sobrevive sem amor,
Todos recebem amor na vida e da vida.
Reverencie os ancestrais,
Eles são “MAIORES”.
É o nosso esteio.
Viva o presente e transforme.
Esta é a sua e a nossa oportunidade.
Mude a vibração e as distorções diminuirão.
A “menosesperança” existe!
Se apegue a ela, pois ela é um benefício para alma.
Viva livre e feliz.
Porque ser infeliz é muito fácil.
Trace a felicidade como uma meta para o seu dia.
E assim, a vida se transforma.
Limpe a sua vida, a sua casa, o seu coração e a sua alma.
É difícil, mais possuímos este potencial.
Esvazie a sujeira que existe dentre de você.
Abandone tudo que lhe causa dor, aprenda com a dor.
Perdoe nem que seja para o Universo escutar.
E busque o amor.
Seu coração e sua alma transbordarão em águas cristalinas.
E lembre-se:
“Os sábios abaixam a cabeça quando não podem mudar uma situação” (Confúcio).

Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza

Obs.: A “menosesperança”:  é aquilo que só nos acontece quando menos se espera (Sérgio Condé).

Dedico e agradeço esta reflexão ao “Grupinho Semanal – As mais legais”, a Dona Clara e à Casa Caminheiros de Jesus, assim como, a minha mãe Maria Zuleima, as(os) grandes amigas(os) Graça, Paula Jácome, Cristiana Sabionne, Renatinha, Fernanda (Pé-de-Frango), Edmar Pereira, Agnes a minha gratidão por vocês é infinita. Agradeço todas as dificuldades enfrentadas nos últimos dias; dificuldades estas, que me ajudaram a superar e melhorar o meu ser. De hoje e sempre o meu compromisso será o de ser uma pessoa melhor. Que assim seja!

 

OSHO





Minha visão é que esta era será a era da mulher. O homem tentou por cinco mil anos e fracassou. Agora a chance tem de ser dada à mulher. Agora deve ser lhe dado as rédeas do poder. Deve ser lhe dada uma oportunidade para permitir que a energia feminina funcione.
O homem fracassou completamente. Em três mil anos, cinco mil guerras -- este é o record do homem.
O homem simplesmente foi sanguinário, assassinou, matou; viveu como se vivesse para a guerra. Há alguns dias entre duas guerras, aos quais chamamos dias de paz. Não são dias de paz; são somente dias de preparação para a nova guerra. Sim, são necessários alguns anos para se preparar... e novamente começamos a matar uns aos outros. Já basta.
O homem já teve bastante chance. Agora as energias femininas têm de ser liberadas.
- Osho -

HOPONOPO

A TRADIÇÃO INTERIOR DOS KAHUNAS DAS ILHAS DO PACIFICO DE ONDE SE ORIGINOU O HOPONOPO
 

 A filosofia kahuna pode ser agrupada em quatro enunciados, cada qual representado por uma única palavra-chave em havaiano:

 1) “Você cria sua própria realidade” (Ike) – isto quer dizer sua experiência pessoal da realidade, todas as partes dela. Você a cria através de suas crenças, expectativas, atitudes, desejos, medos, julgamentos, interpretações, sentimentos, intenções e pensamentos consistentes ou persistentes.
2) “Você tem aquilo no qual você se concentra” (Makia) – os pensamentos e sentimentos nos quais você insiste ou permanece, em total consciência ou não, formam o projeto que traz para sua vida a experiência equivalente mais próxima disponível daqueles mesmos pensamentos e sentimentos.

 3) “Você é ilimitado” (Kala) – não há fronteiras para sua mente, nem fronteiras entre você e seu corpo, você e seu mundo, ou você e Deus. Qualquer divisão usada para discussão é em termos de função e/ou conveniência, porque separação é somente uma ilusão útil.

 4) “Seu momento de poder é agora (Manawa) – você não está limitado por qualquer experiência do passado ou qualquer percepção do futuro, pois o passado é somente uma memória e o futuro é meramente uma possibilidade. Você tem o poder no momento presente de mudar crenças limitantes e conscientemente plantar as sementes de um futuro à sua escolha. Como você pode mudar sua mente, você pode mudar sua experiência.


Apaixonada por Joanna de Ângelis, quanto mais a conheço mais cresce a minha admiração.



Observa o que elegeste para a tua atual existência:
seguir a vida e vivê-la, ou acumular tesouros mortos para sepultá-los no esquecimento? Desnuda-te interiormente e contempla-te. Que possuis de real, que a morte não te arrebatará, e o que seguirá contigo?

Queixas-te dos problemas que te aturdem e os relacionas, ignorando ou tentando desconhecer que estás na Terra para aprender, resgatar, reeduc...ar-te. Olha ao redor e compreenderás o quanto é URGENTE que te decidas pelo melhor e duradouro para ti como ser imortal que és. Postergando a decisão, quando então a tomar, provavelmente as circunstâncias já não serão as mesmas e a tua situação estará diferente, talvez complicada.

O momento é este.

Deixa-te permear pela presença de Jesus e, feliz, segue-o. Com tal atitude os teus problemas mudarão de aparência, perderão o significado afligente, contribuirão para a tua felicidade. Renascerás dos escombros e voarás no rumo da Grande Luz, superando a noite que te aturde.

| Jesus e a atualidade - Divaldo Franco / Joanna de Ângelis |



Muito linda esta frase, eu já dei um pedaço do meu coração e não me arrependo... apesar de ter dado tudo errado sinto muita compaixão, e ainda bem, que um pedaço do meu coração está contigo.

"Quando você dá um pequeno pedaço do seu coração, você está dando a única coisa que pode dar, e que, depois que você dá, você fica com mais do que antes de ter dado um pouco dela."

Don Hutson

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013




 
''Eu já passei da idade de ter um tipo físico de homem ideal para eu me relacionar. Antes, só se fosse estranho (bem estranho). Tivesse um figurino perturbado. Gostasse de rock mais que tudo. Tivesse no mínimo um piercing (e uma tatuagem gigante). Soubesse tocar algum instrumento. E usasse All Star.

Uma coisa meio Dave Grohl.

Hoje em dia eu continuo insistindo no quesito All Star e rock´n roll, mas confesso que muita coisa mudou. É, pessoal, não tem jeito. Relacionamento a gente constrói. Dia após dia. Dosando paciência, silêncios e longas conversas. Engraçado que quando a gente pára de acreditar em “amor da vida”, um amor pra vida da gente aparece. Sem o glamour da alma gêmea. Sem as promessas de ser pra sempre. Sem borboletas no estômago. Sem noites de insônia. É uma coisa simples do tipo: você conhece o cara. Começa, aos poucos, a admirá-lo. A achá-lo FODA. E, quando vê, você tá fazendo coraçãozinho com a mão igual uma pangaré. (E escrevendo textos no blog para que ele entenda uma coisa: dessa vez, meu caro, é DIFERENTE).

Adeus expectativas irreais, adeus sonhos de adolescente. Ele vai esquecer todo mês o aniversário de namoro, mas vai se lembrar sempre que você gosta do seu pão-de-sal bem branco (e com muito queijo). Ele não vai fazer declarações românticas e jantares à luz de vela, mas vai saber que você está de TPM no primeiro “Oi”, te perdoando docemente de qualquer frase dita com mais rispidez.

Ah, gente, sei lá. Descobri que gosto mesmo é do tal amor. DA PAIXÃO, NÃO. Depois de anos escrevendo sobre querer alguém que me tire o chão, que me roube o ar, venho humildemente me retificar. EU QUERO ALGUÉM QUE DIVIDA O CHÃO COMIGO. QUERO ALGUÉM QUE ME TRAGA FÔLEGO. Entenderam? Quero dormir abraçada sem susto. Quero acordar e ver que (aconteça o que acontecer), tudo vai estar em seu lugar. Sem ansiedades. Sem montanhas-russas.

Antes eu achava que, se não tivesse paixão, eu iria parar de escrever, minha inspiração iria acabar e meus futuros livros iriam pra seção B da auto-ajuda, com um monte de margaridinhas na capa. Mas, CARAMBA! Descobri que não é nada disso. Não existe nada mais contestador do que amar uma pessoa só. Amar é ser rebelde. É atravessar o escuro. É, no meu caso, mudar o conceito de tudo o que já pensei que pudesse ser amor. Não, antes era paixão. Antes era imaturidade. Antes era uma procura por mim mesma que não tinha acontecido.

Sei que já falei muito sobre amor, acho que é o grande tema da vida da gente. Mas amor não é só poesia e refrões. Amor é RECONSTRUÇÃO. É ritmo. Pausas. Desafinos. E desafios.

Demorei anos pra concordar com meu querido (e sempre citado) Cazuza: “eu quero um amor tranqüilo, com sabor de fruta mordida”.

Antes, ao ouvir essa música, eu sempre pensava (e não dizia): porra, que tédio!

Ah, Cazuza! Ele sempre soube. Paixão é para os fracos. Mas amar - ah, o amor! - AMAR É PUNK''

Por: Fernanda Mello

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013



Senhor, ensina-nos a trilhar a luminosa estrada do auxílio: dá-nos força para destruir a pesada fortaleza de nossos próprios erros, coragem, para abrir o caminho da libertação de nós mesmos,
e recurso para desobstruir o coração em favor dos nossos semelhantes, entregando-lhes enfim os tesouros de amor que nos confiastes, que por onde passemos a dor se faça menos angustiosa,
a ignorância menos agressiva, o ódio menos cruel, a Terra menos densa, o desânimo menos sombrio, a incompreensão menos destruidora.

Se não possuímos ainda bens positivos com que possamos enriquecer a jornada terrestre, ajuda-nos a diminuir os males que nos rodeiam, que em Teu Nome, distribuamos fraternidade e renovação, usando com alegria os dons sublimes e invisíveis do silêncio da compreensão e da renúncia.

Senhor, que nos ensinastes em palavras as supremas lições da simplicidade na manjedoura e do sacrifício na cruz, indicando-nos assim o roteiro da construção espiritual e da ressurreição divina, orienta-nos o passo incerto e ampara-nos os propósitos santificantes para que a Sua vontade, misericordiosa e justa se faça em nós, por nós e para nós, hoje e sempre, onde estivermos”.
Assim Seja!


Chico Xavier







O sábio conhece a liberdade e por isso é humilde.
O Guerreiro tem a alma de um sábio e está sempre alerta, sempre atencioso ao momento presente, aqui e agora.
É extremamente difícil um guerreiro que é guiado pelas forças do seu coração desistir, ele pode cair, mas a força que existe em seu interior o levantará.

‎A vida é escrita com a linguagem do amor...seu coração é o pincel.

Autor: Desconhecido

A Menosesperança na relação a dois.




"Tempos atrás escrevi um texto chamado: “A Esperança, a Desesperança e a Menosesperança”. Retomo aqui o tema da Menosesperança, trazendo de volta a mesma jovem do texto anterior, porém, ela agora está vivendo outro momento em sua vida, pois ...tornou-se uma mulher bela, íntegra e madura, ou seja, um vaso raro, pintado com as marcas do sofrimento assumido e os louros da vitória sobre si mesma, propenso a não encontrar tão fácil um par de vaso a sua altura."

A Menosesperança na relação a dois.

Alguns anos passaram, e a nossa jovem - que, naquela época, tinha o seu prazo de validade vencida para o casamento - casou-se afinal, apesar dos seus pesares e isso foi logo depois de eu ter escrito o meu texto sobre ela.

Seu marido deu-lhe filhos e, com o tempo, foi tornando-se, ele também, seu filho.

Mulheres que se tornam mães amadurecem inevitavelmente, mas alguns homens que se tornam pais estão sujeitos a com-trair a síndrome de Peter Pan, e passam a viver na “terra do nunca” amadurecer.

No caso do seu “marido” o casamento significou o encontro de uma excelente Wendy, bem eficiente com agulha e a linha, pronta para costurar todos os furos de suas meias verdades. Ela também tentou, em vão, costurar a sombra do Peter Pan de volta aos seus pés, mas ele sempre dava um jeito de se livrar dela e projetá-la de volta na costureira bem intencionada, pois, para um bom filho da mãe, a mãe sempre é a culpada por não dar tudo que a eterna infância pretende merecer sem dar.

Resultado, quando a mulher se torna mãe e o homem filho, o tesão sempre murcha, mas o casamento ainda era funcional em dar aos filhos um lar bem estruturado, onde o “pai prazer” tirava férias regulares e a mãe era a sempre responsável por tudo, inclusive por ganhar bem melhor que o marido, ocupando seu lugar insubstituível de mãe e fazendo às vezes de “pai limite”, 24 horas por dia, sem férias ou prazeres.

Para encurtar a história, surgiu deste grande buraco incosturavel “a outra”, bem mais jovem do que ela é claro e eles separaram.

A nossa mulher madura entrou numa merecida regressão, deprimiu, emagreceu, aconteceram-lhe toda sorte de sintomas bizarros e ela sentiu toda raiva mortal que achou justo merecer sentir, mesmo por que, em matéria de sentir, ela dura na queda.

Na sua psicoterapia, reconheceu racionalmente, usando a sua inteligência aguda e a sua auto-exigência ponteaguda, sua parte de responsabilidade em todo o ocorrido, mas sem ainda conseguir perdoar, nem seu marido, nem a outra, pela sua perda do seu lar, ou seja, pela perda de um pai-marido instituído de acordo com as normas da sua família tradicional.

Mas quanto a perda do marido-amante, até que lhe foi fácil, pois ele já não era lá grandes coisas, ao demonstrar se esforçar para bater o ponto no fim de suas férias constantes.

E foi então que, depois de ir ao inferno dos justos e voltar de lá mais viva e mais esperta, ela deu uma nova chance à sua a mulher-amante-interior, por tantos anos afastada por justa causa. Ela se viu livre e obrigou-se a voar e, apesar de suas asinhas estarem um pouco enferrujadas, ela ainda podia fazer a fila andar com surpreendente rapidez!
Porém, sua peneira era muito fina e entre os homens “livres” disponíveis, todos eles tinham tomado pau nos seus casamentos anteriores e não seria ela que os iria consertar, pois não estava desesperada a tal ponto.

Mas algo conteceu. A mulher não ‘ama’ um homem a primeira vista, a mulher ‘cisma’ com um homem em especial, e este tal que ela cismou não tinha nada a ver com ela, nem na sua aparência, nem em seu modo de ser. Ele era todo o contrário de seu sonho e também do seu bom senso ISO 9000. Ainda por cima, ele era bem mais jovem que ela: Imagine! Logo um solteiro com prazo de validade vencido para o casamento. Estava na cara que ele era um incorrigível sedutor. Mas ele era o próximo da sua fila, até então tediosa e foi com ele que as suas asas abriram plenas ao mergulharem em reviravoltas e vôos rasantes em seu mundo visceral perigoso e, até então, desativado.

Por um lado, toda vez em que olhava para ele, pensava: que mico! Por outro lado, ela não podia se impedir de sentir: que química! Ela se deparou com uma mulher dentro dela até então desconhecida, como se ela tivesse trocado seu Fusca por uma Ferrari.

Haja paciência para nossa amiga, pois o cara era um mestre dos jogos de sedução, onde ninguém pode dar bandeira senão perde o jogo. Vendo que era necessário fazer tais jogos para poder voar sem assustar o cara e sendo ela toda boa em tudo que decidia fazer, também entrou naquele jogo, jogando um contra-jogo à altura, mas sem o seu velho entusiasmo juvenil, pois ela tinha chegado uma idade em que a sinceridade nua e crua era tudo o que traria a ela o merecido conforto de poder ser ela mesma na companhia de alguém, desde que este fosse também sincero.

Na terapia ela se deu conta de que a transparência sempre é acompanhada pela entrega e que aquele jogo todo era só um controle eficaz para resguardar no narcisismo, quem ainda tem medo de amar. E ela tinha este medo. Quem não tem! A amor de quem realmente se entrega abre inevitavelmente a ferida antiga, ávida de participar do amor compartilhado para enfim aí encontrar sua cura!

Ela reconheceu que tinha menos medo do que ele. Então ousou dar mais um passo, um corajoso passo, onde se ultrapassa o outro ancorado na margem do medo. Ela foi além, e mergulhou na possibilidade de não ser acompanhada em sua transparência e disponibilidade para a entrega plena. Teria ela a paciência da infinita esperança e ficaria ela na outra margem além do medo, porém solitária?

Arriscou, mas foi até surpreendente, quando ela deixou de jogar e tirou a máscara que encobria seus verdadeiros sentimentos, ele também respondeu com transparência, mostrou-se incapaz de livrar-se do amor que sentia por ela. Mas, por outro lado, por sua atitude logo depois mais do que por suas palavras, mostrou-se incapaz de, na prática, entregar-se de fato e fugiu para a sua velha zona de conforto.

Foi então que ela reencontrou-se com a lembrança da “menosesperança” a mesma da sua juventude. Mas agora, na sua matura-idade, a menosesperança apontava para ainda mais uma vitória sobre si mesma, justo quando nutria mais uma expectativa de ser confortada por alguém, além de si mesma!

O que fazer agora? Ela não era muito boa em dar conforto a si mesma, e a sua criança interior sangrava no silencio dos impotentes.

Ela perguntou-se:

- O que é que a menosesperança pode me oferecer agora? Certamente deverá ser algo que a expectativa ou a esperança jamais poderiam me dar, como não me deram até agora.

Ela não precisou de nenhum sábio para vir até ela e aconselhar em sua margem solitária. Ela foi conversando com seus botões e chegou, por si só, a um lugar onde não ter saída é a própria saída:

- A Menosesperança, disseram todos seus “eus botões” em uníssono, é aquilo que só nos acontece quando menos se espera! Na verdade não é o que nos acontece e sim o estado de espírito anterior a qualquer acontecimento, a atitude de menos esperar. Um estado sem desejo e sem aversão, sem lenço e sem documento, um estar a toa na vida, o lugar de onde emerge o assobio, um vazio que sopra desinteressado a música descontraída do estar simplesmente presente à vida. Este é o lugar de esperar com encantamento o desdobrar do sempre novo acontecer.

"Sem lenço", sem precauções com relação ao passado que se pressupõe repetir-se, prisão circular que norteia a percepção ilusória do medo.

"Sem documento", sem o atestado de ser sempre o mesmo. O documento que é um retrato de um conceito carimbado, identidade de uma idade morta que se fixou ao presente e que deve carregar agora como desde sempre, algo vindo do passado e que impede de estar aqui por inteiro. Oferece o atestado de assegurar-se ser sempre o mesmo a alguém que assim evita a dúvida que toda ilusão evoca. Pois é aí que se paga um preço alto: Permanecer sem direito a mudar, voar e navegar. Imposto que justo incide quando se tenta extrapolar as fronteiras do conhecido em nós onde os guardiões da culpa e do medo nos dão certeza de se estar seguro e em casa. Estar "sem documentos" é poder ser sempre novo e ver o mundo com seus encantamentos, e para isso é preciso se estar livre.

Estar "a toa na vida" é um estado de a-tenção (sem tensão) no presente, um estado de gratuidade, de criança brincando esquecida de si e de seu passado, que em vez de sentir seu vazio carencial, abre-se para receber a gratuidade e a Graça que sempre estiveram aqui, no eterno e terno agora.

Sua criança ferida havia se revelado a ela em toda a sua transparente necessidade de ser reconhecida, aceita e amada por ela. Ela, ancorada na menosesperança quanto a algo a ser recebido lá de fora, aceitou sua própria condição inteiramente e se entregou finalmente ao amor pela sua criança e, como num fim de um conto de fadas, ela sentiu o impacto daquele ansiado encontro íntimo. Havia muita alegria entre a mãe e a filha, as duas começando a amarem-se sem medo, dentro dela.

Afinal, mãe é mãe, já o resto é tudo filho da mãe.

Sergio Condé – 16/02/2013


 

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013



O MEU MAIOR DESEJO É QUE O TEMPO PASSE...
TUDO VAI FICAR BEM!!

Semelhante atrai semelhante




Semelhante atrai semelhante
 
Somente uma pessoa amorosa, aquela que realmente é amorosa; pode encontrar o parceiro certo.

Essa é minha observação: se você está infeliz você irá encontrar alguém também infeliz. Pessoas infelizes são atraídas pelas pessoas infelizes. E isso é bom, é natural. É bom que as pessoas infelizes não sejam atraídas pelas pessoas felizes; senão elas destruiriam a felicidade delas. Está perfeitamente bem. Somente pessoas felizes são atraídas pelas pessoas felizes. O semelhante atrai o semelhante. Pessoas inteligentes são atraídas pelas pessoas inteligentes; pessoas estúpidas são atraídas pelas pessoas estúpidas.
 
Você encontra as pessoas do mesmo plano. Então a primeira coisa a lembrar é: um relacionamento está fadado a ser amargo se este surgiu da infelicidade.
Primeiro seja feliz, seja alegre, seja festivo e então você encontrará alguma outra alma festiva e haverá um encontro de duas almas dançantes e uma grande dança irá surgir disso.

Não peça por um relacionamento a partir da solidão, não. Assim você estará indo na direção errada. Então o outro será usado como um meio e o outro lhe usará como um meio. E ninguém quer ser usado como um meio! Cada indivíduo único é um fim em si mesmo. É imoral usar alguém como um meio. Primeiro aprenda como ser só. A meditação é um caminho para ficar sozinho.

Se você puder ser feliz quando você está só, você aprendeu o segredo de ser feliz. Agora você pode ser feliz acompanhado. Se você é feliz, então você tem alguma coisa para compartilhar, para dar. E quando você dá, você obtém; não é de outra maneira.

- Osho -


AINDA



AINDA

Sempre me senti especial.
Achava que era diferente das pessoas.
Com o tempo descobri um tanto de gente igual a mim...
E resolvi curti.
Abri os braços, aprendi a respirar...
Aceitar o que tem para hoje...
E me deparo vivendo o amor.
Amor louco, instável e estranho...
Vagabundo e sem respeito algum.
Safado, gostoso e livre.
Aprendi a dormir de conchinha,
Aceitar o bom e o ruim que existem em ti e em mim.
Tal como aprendi no “TAO”.
Linda, gostosa e burra...
Pela primeira vez me sinto sã,
E não louca, para não dizer uma “porra louca”...
Assumo o que não deveria.
Arrisco.
Não me arrependo...
Tudo bem se não for correspondido.
Sou grata a tudo que aprendi contigo.
Assim como todo livramento,
Aprenderei a conviver com a dor...
A partir de agora,
E desde o dia em que te conheci...
Vejo-me fugindo de ti...
Queria apenas te esquecer...
E não sofrer,
Previa que o meu coração iria se partir.
Tentei evitar...
Missão impossível...
Amor não é lógica matemática...
E hoje sem um pedaço do meu coração.
Aquele pedaço que dei a ti...
Que estará sempre contigo.
É só fechar os olhos e sentir.
Que assim seja.
 
Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza

Eleva para Deus a tua mente e começa a orar em favor dos outros, desejando a paz e irradiando o amor para todas as criaturas, pois, assim, estarás limpando as vias da tua própria vida interna, para que possa sentir o trânsito livre da força cósmica de Deus a te legar mais vida, pelo próprio amor que desejares aos teus iguais.

Livro Horizontes da Fala, cap. 55, Espírito Miramez - psicografia de João Nunes Maia.

A CORREÇÃO DO ERRO




A CORREÇÃO DO ERRO

1. O estado de alerta do ego para os erros de outros egos não é o tipo de vigilância que o Espírito Santo quer que mantenhas. Os egos são críticos em termos do tipo de "sentido" que representam. Compreendem esse tipo de sentido porque faz sentido para eles. Para o Espírito Santo, não faz sentido algum.

 
2. Para o ego, é benigno, certo e bom apontar erros e "corrigi-los." Isso faz sentido perfeito para o ego, que não está ciente do que são os erros e do que é a correção. Os erros são do ego e a correção dos erros está no abandono do ego. Quando corriges um irmão, tu estás lhe dizendo que ele está errado. Ele pode não estar fazendo nenhum sentido nessa ocasião e, é certo que se estiver falando a partir do ego, não estará fazendo sentido. Ainda assim, a tua tarefa é dizer-lhe que ele está certo. Tu não lhe dizes isso verbalmente, se ele estiver falando tolices. Ele necessita de correção em outro nível, porque seu erro está em outro nível. Ainda assim, ele está certo porque é um Filho de Deus. O seu ego está sempre errado, não importa o que diga ou faça.

3. Se apontas os erros do ego do teu irmão, tens que estar vendo através dos teus, porque o Espírito Santo não percebe os seus erros. Isso não pode deixar de ser verdadeiro uma vez que não existe comunicação entre o ego e o Espírito Santo. O ego não faz nenhum sentido e o Espírito Santo  não tenta compreender nada que surja dele. Uma vez que Ele não o compreende, Ele não o  julga, sabendo que nada do que o ego faz significa coisa alguma.

4. Quando reages de qualquer modo que seja a erros, não estás escutando o Espírito Santo. Ele meramente os ignorou e se prestas atenção a eles, não O estás ouvindo. Se não O ouves, estás escutando o teu ego e estás fazendo tão pouco sentido quanto aquele irmão cujos erros tu percebes. Isso não pode ser correção. No entanto, é mais do que apenas uma falta de correção para ele. É abrir mão da correção em ti mesmo.

5. Quando um irmão se comporta de maneira insana só podes curá-lo percebendo nele a sanidade. Se percebes os seus erros e os aceitas, estás aceitando os teus próprios. Se queres entregar os teus ao Espírito Santo, tens que fazer o mesmo com os dele. A não ser que essa venha a ser a única forma de lidares com todos os erros, não poderás compreender como todos os erros são desfeitos. Há alguma diferença entre dizer-te que o que ensinas tu aprendes e isso? O teu irmão está tão certo quanto tu estás e se pensas que ele está errado, estás condenando a ti mesmo.

6. Tu não podes corrigir a ti mesmo. É possível, então, corrigires um outro? No entanto, podes vê-lo verdadeiramente porque é possível para ti ver a ti mesmo verdadeiramente. Não depende de ti mudar o teu irmão, mas meramente aceitá-lo como é. Os seus erros não vêm da verdade que está nele e só essa verdade é sua. Os seus erros não podem mudar isso e não podem ter qualquer efeito sobre a verdade em ti. Perceber erros em qualquer pessoa e reagir a eles como se fossem reais é fazer com que sejam reais para ti. Não vais escapar de pagar o preço disso, não porque estás sendo punido por isso, mas porque estás seguindo o guia errado e, portanto perderás o teu caminho.

7. Os erros do teu irmão não são dele, assim como os teus não são teus. Aceita os seus erros como reais e terás atacado a ti mesmo. Se queres achar o teu caminho e mantê-lo, vê só a verdade ao teu lado, pois vós caminhais juntos. O Espírito Santo em ti perdoa todas as coisas em ti e no teu irmão. Os seus erros são perdoados junto com os teus. A Expiação não é mais separada do que o amor. A Expiação não pode ser separada porque vem do amor. Qualquer tentativa que faças para corrigir um irmão significa que acreditas que a correção é possível através de ti e isso só pode ser arrogância do ego. A correção é de Deus Que não conhece arrogância.

 
8. O Espírito Santo tudo perdoa porque Deus tudo criou. Não assumas a Sua função, ou esquecerás a tua. Aceita só a função de curar no tempo, porque é para isso que o tempo serve. Deus te deu a função de criar na eternidade. Tu não precisas aprender isso, mas precisas aprender a querer isso. Para tal foi feito todo o aprendizado. Esse é o uso que o Espírito Santo faz de uma capacidade que não precisas, mas fizeste. Dá a Ele essa capacidade! Tu não compreendes como usá-la. Ele te ensinará como ver a ti mesmo sem condenação por aprenderes a olhar todas as coisas sem ela. A condenação, então, não será real para ti e todos os teus erros serão perdoados.


Convite ao AMOR

 
 
:-: Convite ao AMOR :-:
O amor é o estágio mais elevado do sentimento. O sexo Amparado pelo amor caracteriza a superioridade do ser, Facultando-lhe harmonia íntima e perfeito intercâmbio de vibrações e hormônios a benefício da existência. ...Sexo sem amor, porém, representa REGRESSÃO da inteligência às formas primeiras do desejo infrene, com o comprometimento das aspirações elevadas em detrimento de si mesmo e dos outros. Na perfeita identificação das almas o AMOR PRODUZ A BÊNÇÃO da felicidade em regime de paz. Nem sempre, porém, se encontrará no ser amado a recíproca. Importa, o que é essencial, amar, SEM SOLICITAÇÃO.

|Joanna de Ângelis|