A Grande Crise...Jesus volta para convidar-nos à compaixão. Se não puderdes perdoar, pelo menos, desculpai aqueles que vos ferem, que vos magoam, e se não tiverdes forças para desculpar, pelo menos, permiti que a compaixão aloje-se nas paisagens tristes dos vossos sentimentos magoados. A grande crise moral da sociedade anuncia a era nova. Buscai ouvir, e escutareis em toda parte a musicalidade dif...erente de um mundo novo; fazei silêncio interior, e ouvireis a sinfonia dos astros. Tende a coragem, pois, de amar, em qualquer circunstância, por que se amardes somente àqueles que vos amam, mais não fazeis do que retribuir, no entanto, se fordes capazes de amar a quem vos alveja com os petardos terríveis da ingratidão, da ofensa, da perseguição gratuita, vosso nome será escrito no livro do reino dos céus e uma alegria inefável tomará conta de vossos corações preenchendo o vazio existencial. Filhos e filhas da alma! Vossos guias espirituais acercam-se-vos, e em torno dos vossos pensamentos enviam mensagens de paz para diminuir a agressividade e a violência. Tornai-vos pacíficos no lar, no relacionamento, nas parcerias, no trabalho, na rua, no clube... Onde estiverdes mantende a paz, sendo pacíficos para vos transformardes em pacificadores. O mundo é o que dele têm feito os seus habitantes, mas, crede em mim, nunca houve tanto amor na Terra como hoje. A violência e a exaltação do crime ganham manchetes, vendem na grande mídia alucinando as vidas, mas nos alicerces da sociedade o amor é o paradigma que nutre as existências de milhões de mães e pais anônimos, assim como de filhos abnegados e estoicos que compreendem os mártires e os companheiros abnegados. Não vos envergonheis de amar! Na época da tirania o vosso amor é semelhante à terra que, exultante, arrebenta-se em flores como gratidão a Deus. Sois as divinas flores da humanidade agradecendo a Deus a presença de Cristo Jesus na Terra. Ide, ide na paz! Amai de tal forma que uma dor imensa de compaixão expresse o vosso amor para a vossa plenitude. É a mensagem dos Espíritos-espíritas que aqui estamos convosco neste dia dedicado à gratidão em nome do amor de Jesus-Cristo pelas suas ovelhas. Muita paz, meus filhos! Que o Senhor de bênçãos vos abençoe e permaneça Ele conosco hoje, amanhã e sempre. São os votos do companheiro paternal e humilde de sempre, Bezerra.
Capsicum frutescens in anus autrem kisucus est!!!!! Meu diário, meus pensamentos... meu amigo!!!
domingo, 9 de junho de 2013
AS MAIS...
AS MAIS...
E me acabo em lágrimas...
Mais uma vez esta sensação:
O da exclusão!
Do abismo da falta de amor,
Da falta de perdão,
Da falta de esperança,
Da falta da compaixão e
Do fracasso.
O fracasso de ter um sorriso farto
E um coração morto!
O fracasso de não praticar,
Sentir e vivenciar o amor de fato.
Escuto a voz:
É a criança mais uma vez em sua pirraça!
Sussurro: sente aqui e vivencie esta criança
Se a pirraça é esta,
Eu me perdoo
Sonho com o acolhimento
Se não foi desta vez
Não desistirei
Sou Solo Sagrado
E meu coração tornar-se-á fértil
Quando a expiação acabar
Caminharei em Cascatas de LUZ!
Por: Lucileyma Rocha Louzada CarazzaVer mais
E me acabo em lágrimas...
Mais uma vez esta sensação:
O da exclusão!
Do abismo da falta de amor,
Da falta de perdão,
Da falta de esperança,
Da falta da compaixão e
Do fracasso.
O fracasso de ter um sorriso farto
E um coração morto!
O fracasso de não praticar,
Sentir e vivenciar o amor de fato.
Escuto a voz:
É a criança mais uma vez em sua pirraça!
Sussurro: sente aqui e vivencie esta criança
Se a pirraça é esta,
Eu me perdoo
Sonho com o acolhimento
Se não foi desta vez
Não desistirei
Sou Solo Sagrado
E meu coração tornar-se-á fértil
Quando a expiação acabar
Caminharei em Cascatas de LUZ!
Por: Lucileyma Rocha Louzada CarazzaVer mais
Sergio Vaz
"No caminho do crer e não crer
Vivo na dúvida do milagre
Entre as brumas da uva e do vinho
Sou eu quem destila o vinagre.
Caminho no chão em busca do céu
Num fogo e água que não tem fim
Porque
Não me esforço para acreditar em Deus
Esforço-me para que Deus acredite em mim."
Sérgio Vaz
A mulher selvagem
A mulher selvagem
Ela anda enjaulada, é verdade. Mas continua viva na alma das mulheres. Sua beleza é arisca, arredia aos modismos. Ela encanta por um não-sei-quê indefinível… mas que também agride o olhar. É um tipo raro e não tem habitat... definido: vive em Catmandu, mora no prédio ao lado ou se mudou ontem para Barroquinha. E não deixou o endereço. É ela, a mulher selvagem.
Em quase tudo ela é uma mulher comum: pega metrô lotado, aproveita as promoções, bota o lixo para fora e tem dia que desiste de sair porque se acha um trapo. Porém em tudo que faz exala um frescor de liberdade. E também dá arrepios: você tem a impressão que viu uma loba na espreita. Você se assusta, olha de novo… e quem está ali é a mulher doce e simpática, ajeitando dengosa o cabelo, quase uma menininha. Mas por um segundo você viu a loba, viu sim. É a mulher selvagem.
A sociedade tenta mas não pode domesticá-la, ela se esquiva das regras. Quando você pensa que capturou, escapole feito água entre os dedos. Quando pensa que finalmente a conhece, ela surpreende outra vez. Tem a alma livre e só se submete quando quer. Por isso escolhe seus parceiros entre os que cultuam a liberdade. E como os reconhece? Como toda loba, pelo cheiro, por isso é bom não abusar de perfumes. Seu movimento tem graça, o olhar destila uma sensualidade natural… mas, cuidado, não vá passando a mão. Ela é um bicho, não esqueça. Gosta de afago mas também arranha.
Repare que há sempre uma mecha teimosa de cabelo: é o espírito selvagem que sopra em sua alma a refrescante sensação de estar unida à Terra. É daí que vem sua força e beleza. E sua sabedoria instintiva. Sim, ela é sábia pois está em harmonia com os ritmos da Natureza. Por isso conhece a si mesma, sabe dos seus ciclos de crescimento e não sabota a própria felicidade. Como todo bicho ela respeita seu corpo mas nem sempre resiste às guloseimas. Riponga do mato, gabriela brejeira? Não necessariamente, a maioria vive na cidade. E há dias paquera aquele pretinho básico da vitrine. E adora dançar em noite de lua. Ah, então é uma bruxa… Talvez, ela não liga para rótulos. Sabe que a imensidão do ser não cabe nas definições.
Mulheres gostam de fazer mistério. Ela não, ela é o mistério. Por uma razão simples: a mulher selvagem sabe que a vida é uma coisa assombrosa e perfeita e viver é o mais sagrado dos rituais. Ela sente as estações e se movimenta com os ventos, rindo da chuva e chorando com os rios que morrem. Coleciona pedrinhas, fala com plantas e de uma hora para outra quer ficar só, não insista. Não, ela não é uma esotérica deslumbrada mas vive se deslumbrando: com as heroínas dos filmes, aquela livraria nova, um presente inesperado… Ela se apaixona, sonha acordada e tem insônia por amor. As injustiças do mundo a angustiam mas ela respira fundo e renova sua fé na humanidade. Luta todos os dias por seus sonhos, adormece em meio a perguntas sem respostas e desperta com o sussurro das manhãs em seu ouvido, mais um dia perfeito para celebrar o imenso mistério de estar vivo.
Ela equilibra em si cultura e natureza, movendo-se bela e poética entre os dois extremos da humana condição. Ela é rara, sim, mas não é uma aberração, um desvio evolutivo. Pelo contrário: ela é a mais arquetípica e genuína expressão da feminilidade, a eterna celebração do sagrado feminino. Ela está aí nas ruas, todos os dias. A mulher selvagem ainda sobrevive em todas as mulheres mas a maioria tem medo e a mantém enjaulada. Ela é o que todas as mulheres são, sempre foram, mas a grande maioria esqueceu.
Felizmente algumas lembraram. Foram incompreendidas, sim, mas lamberam suas feridas e encontraram o caminho de volta à sua própria natureza. Esta crônica é uma homenagem a ela, a mulher selvagem, o tipo que fascina os homens que não têm medo do feminino. Eles ficam um pouco nervosos, é verdade, quando de repente se veem frente a frente com um espécime desses. Por isso é que às vezes sobem correndo na primeira árvore. Mas é normal. Depois eles descem, se aproximam desconfiados, trocam os cheiros e aí… Bem, aí a Natureza sabe o que faz.
[cronica de Ricardo Kelmer]
Ela anda enjaulada, é verdade. Mas continua viva na alma das mulheres. Sua beleza é arisca, arredia aos modismos. Ela encanta por um não-sei-quê indefinível… mas que também agride o olhar. É um tipo raro e não tem habitat... definido: vive em Catmandu, mora no prédio ao lado ou se mudou ontem para Barroquinha. E não deixou o endereço. É ela, a mulher selvagem.
Em quase tudo ela é uma mulher comum: pega metrô lotado, aproveita as promoções, bota o lixo para fora e tem dia que desiste de sair porque se acha um trapo. Porém em tudo que faz exala um frescor de liberdade. E também dá arrepios: você tem a impressão que viu uma loba na espreita. Você se assusta, olha de novo… e quem está ali é a mulher doce e simpática, ajeitando dengosa o cabelo, quase uma menininha. Mas por um segundo você viu a loba, viu sim. É a mulher selvagem.
A sociedade tenta mas não pode domesticá-la, ela se esquiva das regras. Quando você pensa que capturou, escapole feito água entre os dedos. Quando pensa que finalmente a conhece, ela surpreende outra vez. Tem a alma livre e só se submete quando quer. Por isso escolhe seus parceiros entre os que cultuam a liberdade. E como os reconhece? Como toda loba, pelo cheiro, por isso é bom não abusar de perfumes. Seu movimento tem graça, o olhar destila uma sensualidade natural… mas, cuidado, não vá passando a mão. Ela é um bicho, não esqueça. Gosta de afago mas também arranha.
Repare que há sempre uma mecha teimosa de cabelo: é o espírito selvagem que sopra em sua alma a refrescante sensação de estar unida à Terra. É daí que vem sua força e beleza. E sua sabedoria instintiva. Sim, ela é sábia pois está em harmonia com os ritmos da Natureza. Por isso conhece a si mesma, sabe dos seus ciclos de crescimento e não sabota a própria felicidade. Como todo bicho ela respeita seu corpo mas nem sempre resiste às guloseimas. Riponga do mato, gabriela brejeira? Não necessariamente, a maioria vive na cidade. E há dias paquera aquele pretinho básico da vitrine. E adora dançar em noite de lua. Ah, então é uma bruxa… Talvez, ela não liga para rótulos. Sabe que a imensidão do ser não cabe nas definições.
Mulheres gostam de fazer mistério. Ela não, ela é o mistério. Por uma razão simples: a mulher selvagem sabe que a vida é uma coisa assombrosa e perfeita e viver é o mais sagrado dos rituais. Ela sente as estações e se movimenta com os ventos, rindo da chuva e chorando com os rios que morrem. Coleciona pedrinhas, fala com plantas e de uma hora para outra quer ficar só, não insista. Não, ela não é uma esotérica deslumbrada mas vive se deslumbrando: com as heroínas dos filmes, aquela livraria nova, um presente inesperado… Ela se apaixona, sonha acordada e tem insônia por amor. As injustiças do mundo a angustiam mas ela respira fundo e renova sua fé na humanidade. Luta todos os dias por seus sonhos, adormece em meio a perguntas sem respostas e desperta com o sussurro das manhãs em seu ouvido, mais um dia perfeito para celebrar o imenso mistério de estar vivo.
Ela equilibra em si cultura e natureza, movendo-se bela e poética entre os dois extremos da humana condição. Ela é rara, sim, mas não é uma aberração, um desvio evolutivo. Pelo contrário: ela é a mais arquetípica e genuína expressão da feminilidade, a eterna celebração do sagrado feminino. Ela está aí nas ruas, todos os dias. A mulher selvagem ainda sobrevive em todas as mulheres mas a maioria tem medo e a mantém enjaulada. Ela é o que todas as mulheres são, sempre foram, mas a grande maioria esqueceu.
Felizmente algumas lembraram. Foram incompreendidas, sim, mas lamberam suas feridas e encontraram o caminho de volta à sua própria natureza. Esta crônica é uma homenagem a ela, a mulher selvagem, o tipo que fascina os homens que não têm medo do feminino. Eles ficam um pouco nervosos, é verdade, quando de repente se veem frente a frente com um espécime desses. Por isso é que às vezes sobem correndo na primeira árvore. Mas é normal. Depois eles descem, se aproximam desconfiados, trocam os cheiros e aí… Bem, aí a Natureza sabe o que faz.
[cronica de Ricardo Kelmer]
Ser ninguém
SER NINGUÉM
“É intolerável ser ninguém.” Na meditação você perde a identidade, mergulhando no universo....
E este é o milagre, quando você aceita ser ninguém, quando você se torna tão comum quanto todos os outros, quando não quer mais reconhecimento, quando pode existir como se não existisse. Estar ausente é o milagre.
As pessoas têm medo de ser ninguém porque toda sua p...ersonalidade terá então desaparecido. Nome, fama, respeitabilidade, tudo isso terá desaparecido, daí o medo. Mas a morte irá levá-las, de qualquer forma. Aqueles que são sensatos permitem que essas coisas se vão por conta própria. Então não haverá mais nada para a morte levar. Então todo o medo desaparecerá, porque a morte não pode chegar até você, já que nada terá restado para ela. A morte não pode matar um ninguém.
Você está aqui, de certa forma, e ainda assim não está.
Você está aqui por causa da velha associação com o corpo, mas olhe com cuidado e verá que não está. E esse reconhecimento, onde há puro silêncio e puro estado-de-ser, isso é sua realidade, que a morte não pode destruir. Essa é a sua eternidade, sua imortalidade.
Não há nada a temer. Não há nada a perder. E se você pensar que perdeu algo – nome, respeitabilidade, fama -, todas essas coisas não possuem valor. São brinquedos de crianças, não servem para as pessoas maduras. Você deve amadurecer, você deve ‘Ser’ apenas.
Seu ser-alguém é tão pequeno. Quanto mais você é alguém, menor é. Quanto mais você é ninguém, maior se torna. Seja absolutamente ninguém e você será um com a própria existência.
“É intolerável ser ninguém.” Na meditação você perde a identidade, mergulhando no universo....
E este é o milagre, quando você aceita ser ninguém, quando você se torna tão comum quanto todos os outros, quando não quer mais reconhecimento, quando pode existir como se não existisse. Estar ausente é o milagre.
As pessoas têm medo de ser ninguém porque toda sua p...ersonalidade terá então desaparecido. Nome, fama, respeitabilidade, tudo isso terá desaparecido, daí o medo. Mas a morte irá levá-las, de qualquer forma. Aqueles que são sensatos permitem que essas coisas se vão por conta própria. Então não haverá mais nada para a morte levar. Então todo o medo desaparecerá, porque a morte não pode chegar até você, já que nada terá restado para ela. A morte não pode matar um ninguém.
Você está aqui, de certa forma, e ainda assim não está.
Você está aqui por causa da velha associação com o corpo, mas olhe com cuidado e verá que não está. E esse reconhecimento, onde há puro silêncio e puro estado-de-ser, isso é sua realidade, que a morte não pode destruir. Essa é a sua eternidade, sua imortalidade.
Não há nada a temer. Não há nada a perder. E se você pensar que perdeu algo – nome, respeitabilidade, fama -, todas essas coisas não possuem valor. São brinquedos de crianças, não servem para as pessoas maduras. Você deve amadurecer, você deve ‘Ser’ apenas.
Seu ser-alguém é tão pequeno. Quanto mais você é alguém, menor é. Quanto mais você é ninguém, maior se torna. Seja absolutamente ninguém e você será um com a própria existência.
Osho
sexta-feira, 7 de junho de 2013
O QUE É UM SÁBIO ஃ
O QUE É UM SÁBIO ஃ
O abade Abraão soube que perto do mosteiro de Sceta havia um sábio. Foi procurá-lo e perguntou:
"Se hoje você encontrasse uma bela mulher em sua cama, conseguiria pensar que não era uma mulher?"
"Não", respondeu o eremita. "Mas conseguiria me controlar".
... O abade continuou:
"E se descobrisse moedas de ouro no deserto, conseguiria ver este ouro como se fossem pedras?"
"Não. Mas conseguiria me controlar para deixá-lo onde estavam".
"E se você fosse procurado por dois irmãos, um que o odeia, e outro que o ama, conseguiria achar que os dois são iguais?"
Com tranqüilidade, ele respondeu:
"Mesmo sofrendo, eu trataria o que me ama da mesma maneira que o que me odeia".
Naquela noite, ao voltar para o mosteiro de Sceta, Abraão falou aos seus noviços:
"Vou lhes explicar o que é um sábio. É aquele que, em vez de matar as suas paixões, consegue controlá-las".
[Autor Desconhecido]
O abade Abraão soube que perto do mosteiro de Sceta havia um sábio. Foi procurá-lo e perguntou:
"Se hoje você encontrasse uma bela mulher em sua cama, conseguiria pensar que não era uma mulher?"
"Não", respondeu o eremita. "Mas conseguiria me controlar".
... O abade continuou:
"E se descobrisse moedas de ouro no deserto, conseguiria ver este ouro como se fossem pedras?"
"Não. Mas conseguiria me controlar para deixá-lo onde estavam".
"E se você fosse procurado por dois irmãos, um que o odeia, e outro que o ama, conseguiria achar que os dois são iguais?"
Com tranqüilidade, ele respondeu:
"Mesmo sofrendo, eu trataria o que me ama da mesma maneira que o que me odeia".
Naquela noite, ao voltar para o mosteiro de Sceta, Abraão falou aos seus noviços:
"Vou lhes explicar o que é um sábio. É aquele que, em vez de matar as suas paixões, consegue controlá-las".
[Autor Desconhecido]
quinta-feira, 6 de junho de 2013
ENRIJECER
Endurecer,
estremecer e espernear.
Pirraçar
no sentido próprio,Gritar até aparecer à veia do pescoço
Os sentidos e a falta de sentimentos
Ter sempre a razão
Apontar, acusar e julgar.
Atrocidades torpes
Suportar a raiva e a falta de amor
Que loucura idiota
Não quero isto para mim
Não desejo isto para ninguém
Mágoa, ressentimento e ira
Virar a cara
Debochar e fofocar
GRITO MAIS ALTO E PIRRAÇO:
SUPORTE O AMOR!
Seja amoroso,
Tenha benevolência
Respeite, converse, cative e zele.
Seja caridoso
Perdoe e esvazie
Este é o meu desejo
E se não sou exemplo
Então procure o seu exemplo
Olhe para o seu espelho
Abandone o ego malfeitor
Este que estraga a alma
Mude este ciclo vicioso
E por favor, não me machuque mais
Por sua falta de amor
Apenas me deixe seguir o caminho
O caminho que escolhi
E não me julgues
Faço isso melhor que ninguém
Se puder, por favor me acolha!
Sou de carne e osso
Coração e alma
Por: Lucileyma Rocha
Louzada Carazza
QUERO SER
QUERO SER
As
fases da Lua
A
leveza da bailarina de pontasA sensibilidade do maestro
O coração Franciscano
O cérebro do surfista
Os Direitos Humanos
Ser amiga
A força de uma égua selvagem
Uma onça muito brava
O silêncio do mergulho no oceano
A sabedoria de Alexandria
“As aventuras de PI”
A euforia de um show de Havy Metal
O meio-ambiente equilibrado
A sensualidade do ventre
A liberdade cigana
A libertinagem da “zona”
O perdão de Santa Rita de Cássia
A intuição feminina
Os sonhos em desdobramentos...
A mulher dos seus pensamentos
Quero me entregar e surfar nas ondas do amor...
Por: Lucileyma Rocha
Louzada Carazza
Cuidado com os burros motivados
Texto extenso, mas que revela muitos segredos sobre
a vida!
_________________________________________________
Cuidado com os burros motivados - Roberto Shinyashiki
A revista ISTO É publicou esta entrevista de Camilo Vannuchi. O entrevistado é Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nac...ional e internacional.
'Cuidado com os burros motivados'
Em 'Heróis de Verdade', o escritor combate a supervalorização das aparências, diz que falta ao Brasil competência, e não auto-estima.
ISTO É - Quem são os heróis de verdade?
Roberto Shinyashiki -- Nossa sociedade ensina que, para ser uma pessoa de sucesso, você precisa ser diretor de uma multinacional, ter carro importado, viajar de primeira classe. O mundo define que poucas pessoas deram certo.
Isso é uma loucura. Para cada diretor de empresa, há milhares de funcionários que não chegaram a ser gerentes. E essas pessoas são tratadas como uma multidão de fracassados.
Quando olha para a própria vida, a maioria se convence de que não valeu à pena, porque não conseguiu ter o carro, nem a casa maravilhosa. Para mim, é importante que o filho da moça que trabalha na minha casa, possa se orgulhar da mãe.
O mundo precisa de pessoas mais simples e transparentes. Heróis de verdade são aqueles que trabalham para realizar seus projetos de vida, e não para impressionar os outros. São pessoas que sabem pedir desculpas e admitiram que erraram.
ISTO É -- O Sr. citaria exemplos?
Shinyashiki -- Quando eu nasci, minha mãe era empregada doméstica e meu pai, órfão aos sete anos, empregado em uma farmácia. Morávamos em um bairro miserável em São Vicente (SP) chamado Vila Margarida. Eles são meus heróis. Conseguiram criar seus quatro filhos, que hoje estão bem.
Acho lindo quando o Cafu põe uma camisa em que está escrito 100% Jardim Irene'. É pena que a maior parte das pessoas esconda suas raízes.
O resultado é um mundo vítima da depressão, doença que acomete hoje 10% da população americana. Em países como o Japão, a Suécia e a Noruega, há mais suicídio do que homicídio.
Por que tanta gente se mata? Parte da culpa está na depressão das aparências, que acomete a mulher, que embora não ame mais o marido, mantém o casamento, ou o homem que passa décadas em um emprego, que não o faz se sentir realizado, mas o faz se sentir seguro.
ISTO É -- Qual o resultado disso?
Shinyashiki -- Paranóia e depressão cada vez mais precoce.
O pai quer preparar o filho para o futuro e mete o menino em aulas de inglês, informática e mandarim. Aos nove ou dez anos a depressão aparece. A única coisa que prepara uma criança para o futuro, é ela poder ser criança.
Com a desculpa de prepará-los para o futuro, os malucos dos pais estão roubando a infância dos filhos. Essas crianças serão adultos inseguros e terão discursos hipócritas. Aliás, a hipocrisia já predomina no mundo corporativo..
ISTO É - Por quê?
Shinyashiki -- O mundo corporativo virou um mundo de faz-de-conta, a começar pelo processo de recrutamento. É contratado o sujeito com mais marketing pessoal. As corporações valorizam mais a auto-estima do que a competência.
Sou presidente da Editora Gente e entrevistei uma moça que respondia todas as minhas perguntas com uma ou duas palavras. Disse que ela não parecia demonstrar interesse.
Ela me respondeu estar muito interessada, mas como falava pouco, pediu que eu pesasse o desempenho dela, e não a conversa. Até porque ela era candidata a um emprego na contabilidade, e não de relações públicas.
Contratei-a na hora. Num processo clássico de seleção, ela não passaria da primeira etapa.
ISTO É -- Há um script estabelecido?
Shinyashiki -- Sim. Quer ver uma pergunta estúpida feita por um presidente de multinacional no programa 'O Aprendiz'?
- Qual é seu defeito?
Todos respondem que o defeito é não pensar na vida pessoal.
- Eu mergulho de cabeça na empresa. Preciso aprender a relaxar.
É exatamente o que o Chefe quer escutar. Por que você acha que nunca alguém respondeu ser desorganizado ou esquecido?
É contratado quem é bom em conversar, em fingir. Da mesma forma, na maioria das vezes, são promovidos aqueles que fazem o jogo do poder.
O vice-presidente de uma as maiores empresas do planeta me disse:
'Sabe, Roberto, ninguém chega à vice-presidência sem mentir'.
Isso significa que quem fala a verdade não chega a diretor!
ISTO É -- Temos um modelo de gestão que premia pessoas mal preparadas?
Shinyashiki -- Ele cria pessoas arrogantes, que não têm a humildade de se preparar, que não têm capacidade de ler um livro até o fim e não se preocupam com o conhecimento.
Muitas equipes precisam de motivação, mas o maior problema no Brasil é competência. Cuidado com os burros motivados.
Há muita gente motivada fazendo besteira. Não adianta você assumir uma função, para a qual não está preparado.
Fui cirurgião e me orgulho de nunca um paciente ter morrido na minha mão. Mas tenho a humildade de reconhecer que isso nunca aconteceu graças a meus chefes, que foram sábios em não me dar um caso, para o qual eu não estava preparado.
Hoje, o garoto sai da faculdade achando que sabe fazer uma neurocirurgia. O Brasil se tornou incompetente e não acordou para isso.
ISTO É -- Está sobrando auto-estima?
Shinyashiki -- Falta às pessoas a verdadeira auto-estima. Se eu preciso que os outros digam que sou o melhor, minha auto-estima está baixa.
Antes, o ter conseguia substituir o ser. O cara mal-educado dava uma gorjeta alta para conquistar o respeito do garçom.
Hoje, como as pessoas não conseguem nem ser, nem ter, o objetivo de vida se tornou parecer.
As pessoas parecem que sabem, parece que fazem, parece que acreditam. E poucos são humildes para confessar que não sabem.
Há muitas mulheres solitárias no Brasil, que preferem dizer que é melhor assim. Embora a auto-estima esteja baixa, fazem pose de que está tudo bem.
ISTO É -- Por que nos deixamos levar por essa necessidade de sermos perfeitos em tudo e de valorizar a aparência?
Shinyashiki -- Isso vem do vazio que sentimos. A gente continua valorizando os heróis.
Quem vai salvar o Brasil? O Lula.
Quem vai salvar o time? O técnico.
Quem vai salvar meu casamento? O terapeuta.
O problema é que eles não vão salvar nada!
Tive um professor de filosofia que dizia:
'Quando você quiser entender a essência do ser humano, imagine a rainha Elizabeth com uma crise de diarréia durante um jantar no Palácio de Buckingham'. Pode parecer incrível, mas a rainha Elizabeth também tem diarréia. Ela certamente já teve dor de dente, já chorou de tristeza, já fez coisas que não deram certo.
A gente tem de parar de procurar super-heróis, porque se o super-herói não segura a onda, todo mundo o considera um fracassado.
ISTO É -- O conceito muda quando a expectativa não se comprova?
Shinyashiki -- Exatamente. A gente não é super-herói nem super-fracassado. A gente acerta, erra, tem dias de alegria e dias de tristeza. Não há nada de errado nisso.
Hoje, as pessoas estão questionando o Lula, em parte porque acreditavam que ele fosse mudar suas vidas e se decepcionaram. A crise será positiva se elas entenderem que a responsabilidade pela própria vida é delas.
ISTO É -- Muitas pessoas acham que é fácil para o Roberto Shinyashiki dizer essas coisas, já que ele é bem-sucedido. O senhor tem defeitos?
Shinyashiki -- Tenho minhas angústias e inseguranças. Mas aceitá-las faz minha vida fluir facilmente. Há várias coisas que eu queria e não consegui. Jogar na Seleção Brasileira, tocar nos Beatles (risos).
Meu filho mais velho nasceu com uma doença cerebral e hoje tem 25 anos. Com uma criança especial, eu aprendi que, ou eu a amo do jeito que ela é, ou vou massacrá-la o resto da vida para ser o filho que eu gostaria que fosse.
Quando olho para trás, vejo que 60% das coisas que fiz deram certo. O resto foram apostas e erros.
Dia desses apostei na edição de um livro, que não deu certo. Um amigão me perguntou:
'Quem decidiu publicar esse livro?'
Eu respondi que tinha sido eu. O erro foi meu. Não preciso mentir.
ISTO É - Como as pessoas podem se livrar dessa tirania da aparência?
Shinyashiki -- O primeiro passo é pensar nas coisas que fazem as pessoas cederem a essa tirania e tentar evitá-las. São três fraquezas:
A primeira é precisar de aplauso, a segunda é precisar se sentir amada e a terceira é buscar segurança.
Os Beatles foram recusados por gravadoras e nem por isso desistiram.
Hoje, o erro das escolas de música é definir o estilo do aluno. Elas ensinam a tocar como o Steve Vai, o B. B. King ou o Keith Richards. Os MBAs têm o mesmo problema: ensinam os alunos a serem covers do Bill Gates.
O que as escolas deveriam fazer é ajudar o aluno a desenvolver suas próprias potencialidades.
ISTO É -- Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?
Shinyashiki -- A sociedade quer definir o que é certo. São quatro loucuras da sociedade:
A primeira é instituir que todos têm de ter sucesso, como se eles não tivessem significados individuais.
A segunda loucura é: Você tem de estar feliz todos os dias.
A terceira é: Você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo absurdo.
Por fim, a quarta loucura: Você tem de fazer as coisas do jeito certo.
Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas.
As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito.
Tem gente que diz que não será feliz, enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento.
Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou com amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo à praia ou ao cinema..
Quando era recém-formado em São Paulo , trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. A maior parte pega o médico pela camisa e diz:
'Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei à vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz'.
Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas.
Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.
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Cuidado com os burros motivados - Roberto Shinyashiki
A revista ISTO É publicou esta entrevista de Camilo Vannuchi. O entrevistado é Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nac...ional e internacional.
'Cuidado com os burros motivados'
Em 'Heróis de Verdade', o escritor combate a supervalorização das aparências, diz que falta ao Brasil competência, e não auto-estima.
ISTO É - Quem são os heróis de verdade?
Roberto Shinyashiki -- Nossa sociedade ensina que, para ser uma pessoa de sucesso, você precisa ser diretor de uma multinacional, ter carro importado, viajar de primeira classe. O mundo define que poucas pessoas deram certo.
Isso é uma loucura. Para cada diretor de empresa, há milhares de funcionários que não chegaram a ser gerentes. E essas pessoas são tratadas como uma multidão de fracassados.
Quando olha para a própria vida, a maioria se convence de que não valeu à pena, porque não conseguiu ter o carro, nem a casa maravilhosa. Para mim, é importante que o filho da moça que trabalha na minha casa, possa se orgulhar da mãe.
O mundo precisa de pessoas mais simples e transparentes. Heróis de verdade são aqueles que trabalham para realizar seus projetos de vida, e não para impressionar os outros. São pessoas que sabem pedir desculpas e admitiram que erraram.
ISTO É -- O Sr. citaria exemplos?
Shinyashiki -- Quando eu nasci, minha mãe era empregada doméstica e meu pai, órfão aos sete anos, empregado em uma farmácia. Morávamos em um bairro miserável em São Vicente (SP) chamado Vila Margarida. Eles são meus heróis. Conseguiram criar seus quatro filhos, que hoje estão bem.
Acho lindo quando o Cafu põe uma camisa em que está escrito 100% Jardim Irene'. É pena que a maior parte das pessoas esconda suas raízes.
O resultado é um mundo vítima da depressão, doença que acomete hoje 10% da população americana. Em países como o Japão, a Suécia e a Noruega, há mais suicídio do que homicídio.
Por que tanta gente se mata? Parte da culpa está na depressão das aparências, que acomete a mulher, que embora não ame mais o marido, mantém o casamento, ou o homem que passa décadas em um emprego, que não o faz se sentir realizado, mas o faz se sentir seguro.
ISTO É -- Qual o resultado disso?
Shinyashiki -- Paranóia e depressão cada vez mais precoce.
O pai quer preparar o filho para o futuro e mete o menino em aulas de inglês, informática e mandarim. Aos nove ou dez anos a depressão aparece. A única coisa que prepara uma criança para o futuro, é ela poder ser criança.
Com a desculpa de prepará-los para o futuro, os malucos dos pais estão roubando a infância dos filhos. Essas crianças serão adultos inseguros e terão discursos hipócritas. Aliás, a hipocrisia já predomina no mundo corporativo..
ISTO É - Por quê?
Shinyashiki -- O mundo corporativo virou um mundo de faz-de-conta, a começar pelo processo de recrutamento. É contratado o sujeito com mais marketing pessoal. As corporações valorizam mais a auto-estima do que a competência.
Sou presidente da Editora Gente e entrevistei uma moça que respondia todas as minhas perguntas com uma ou duas palavras. Disse que ela não parecia demonstrar interesse.
Ela me respondeu estar muito interessada, mas como falava pouco, pediu que eu pesasse o desempenho dela, e não a conversa. Até porque ela era candidata a um emprego na contabilidade, e não de relações públicas.
Contratei-a na hora. Num processo clássico de seleção, ela não passaria da primeira etapa.
ISTO É -- Há um script estabelecido?
Shinyashiki -- Sim. Quer ver uma pergunta estúpida feita por um presidente de multinacional no programa 'O Aprendiz'?
- Qual é seu defeito?
Todos respondem que o defeito é não pensar na vida pessoal.
- Eu mergulho de cabeça na empresa. Preciso aprender a relaxar.
É exatamente o que o Chefe quer escutar. Por que você acha que nunca alguém respondeu ser desorganizado ou esquecido?
É contratado quem é bom em conversar, em fingir. Da mesma forma, na maioria das vezes, são promovidos aqueles que fazem o jogo do poder.
O vice-presidente de uma as maiores empresas do planeta me disse:
'Sabe, Roberto, ninguém chega à vice-presidência sem mentir'.
Isso significa que quem fala a verdade não chega a diretor!
ISTO É -- Temos um modelo de gestão que premia pessoas mal preparadas?
Shinyashiki -- Ele cria pessoas arrogantes, que não têm a humildade de se preparar, que não têm capacidade de ler um livro até o fim e não se preocupam com o conhecimento.
Muitas equipes precisam de motivação, mas o maior problema no Brasil é competência. Cuidado com os burros motivados.
Há muita gente motivada fazendo besteira. Não adianta você assumir uma função, para a qual não está preparado.
Fui cirurgião e me orgulho de nunca um paciente ter morrido na minha mão. Mas tenho a humildade de reconhecer que isso nunca aconteceu graças a meus chefes, que foram sábios em não me dar um caso, para o qual eu não estava preparado.
Hoje, o garoto sai da faculdade achando que sabe fazer uma neurocirurgia. O Brasil se tornou incompetente e não acordou para isso.
ISTO É -- Está sobrando auto-estima?
Shinyashiki -- Falta às pessoas a verdadeira auto-estima. Se eu preciso que os outros digam que sou o melhor, minha auto-estima está baixa.
Antes, o ter conseguia substituir o ser. O cara mal-educado dava uma gorjeta alta para conquistar o respeito do garçom.
Hoje, como as pessoas não conseguem nem ser, nem ter, o objetivo de vida se tornou parecer.
As pessoas parecem que sabem, parece que fazem, parece que acreditam. E poucos são humildes para confessar que não sabem.
Há muitas mulheres solitárias no Brasil, que preferem dizer que é melhor assim. Embora a auto-estima esteja baixa, fazem pose de que está tudo bem.
ISTO É -- Por que nos deixamos levar por essa necessidade de sermos perfeitos em tudo e de valorizar a aparência?
Shinyashiki -- Isso vem do vazio que sentimos. A gente continua valorizando os heróis.
Quem vai salvar o Brasil? O Lula.
Quem vai salvar o time? O técnico.
Quem vai salvar meu casamento? O terapeuta.
O problema é que eles não vão salvar nada!
Tive um professor de filosofia que dizia:
'Quando você quiser entender a essência do ser humano, imagine a rainha Elizabeth com uma crise de diarréia durante um jantar no Palácio de Buckingham'. Pode parecer incrível, mas a rainha Elizabeth também tem diarréia. Ela certamente já teve dor de dente, já chorou de tristeza, já fez coisas que não deram certo.
A gente tem de parar de procurar super-heróis, porque se o super-herói não segura a onda, todo mundo o considera um fracassado.
ISTO É -- O conceito muda quando a expectativa não se comprova?
Shinyashiki -- Exatamente. A gente não é super-herói nem super-fracassado. A gente acerta, erra, tem dias de alegria e dias de tristeza. Não há nada de errado nisso.
Hoje, as pessoas estão questionando o Lula, em parte porque acreditavam que ele fosse mudar suas vidas e se decepcionaram. A crise será positiva se elas entenderem que a responsabilidade pela própria vida é delas.
ISTO É -- Muitas pessoas acham que é fácil para o Roberto Shinyashiki dizer essas coisas, já que ele é bem-sucedido. O senhor tem defeitos?
Shinyashiki -- Tenho minhas angústias e inseguranças. Mas aceitá-las faz minha vida fluir facilmente. Há várias coisas que eu queria e não consegui. Jogar na Seleção Brasileira, tocar nos Beatles (risos).
Meu filho mais velho nasceu com uma doença cerebral e hoje tem 25 anos. Com uma criança especial, eu aprendi que, ou eu a amo do jeito que ela é, ou vou massacrá-la o resto da vida para ser o filho que eu gostaria que fosse.
Quando olho para trás, vejo que 60% das coisas que fiz deram certo. O resto foram apostas e erros.
Dia desses apostei na edição de um livro, que não deu certo. Um amigão me perguntou:
'Quem decidiu publicar esse livro?'
Eu respondi que tinha sido eu. O erro foi meu. Não preciso mentir.
ISTO É - Como as pessoas podem se livrar dessa tirania da aparência?
Shinyashiki -- O primeiro passo é pensar nas coisas que fazem as pessoas cederem a essa tirania e tentar evitá-las. São três fraquezas:
A primeira é precisar de aplauso, a segunda é precisar se sentir amada e a terceira é buscar segurança.
Os Beatles foram recusados por gravadoras e nem por isso desistiram.
Hoje, o erro das escolas de música é definir o estilo do aluno. Elas ensinam a tocar como o Steve Vai, o B. B. King ou o Keith Richards. Os MBAs têm o mesmo problema: ensinam os alunos a serem covers do Bill Gates.
O que as escolas deveriam fazer é ajudar o aluno a desenvolver suas próprias potencialidades.
ISTO É -- Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?
Shinyashiki -- A sociedade quer definir o que é certo. São quatro loucuras da sociedade:
A primeira é instituir que todos têm de ter sucesso, como se eles não tivessem significados individuais.
A segunda loucura é: Você tem de estar feliz todos os dias.
A terceira é: Você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo absurdo.
Por fim, a quarta loucura: Você tem de fazer as coisas do jeito certo.
Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas.
As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito.
Tem gente que diz que não será feliz, enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento.
Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou com amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo à praia ou ao cinema..
Quando era recém-formado em São Paulo , trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. A maior parte pega o médico pela camisa e diz:
'Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei à vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz'.
Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas.
Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.
terça-feira, 4 de junho de 2013
QUANDO
QUANDO
Perdemos a noção do ridículo...
E ligamos uma vezDuas vezes, dez vezes...
Cem vezes...
Mandamos mensagens
Atormentamos no bate-papo
Mandamos flores
Somos invasivos
Atormentamos os estranhos
Recebemos desculpas esfarrapadas
Recebemos respostas diretas
E mesmo assim,
Idealizamos e sonhamos
Com o improvável...
E nunca seremos correspondidos!
Na boa...
Vivo o que tem para hoje
Mas não me submeto a este papel
Não acredito em paixonites
Nem no amor à primeira vista
Não sou a mulher que você projetou
Não estou aqui para amarrações
Namoros, noivados e casamentos.
Não vivo de contos de fadas
Sou feliz assim:
Caminho como uma ONÇA solitária...
Mas “fica a dica” para você que não é um adolescente:
Uma mulher quando quer um homem
Basta um olhar para leva-la para cama
Não precisa de flores, sonhos, promessas
Conversa fiada
Horas marcadas
Telefonemas inapropriados...
É o cheiro e a pele...
É o CIO que movimenta um casal de estranhos
É o COITO ou ACASALAÇÃO
E particularmente,
Isto nunca existiu entre nós...
O seu mundo exclusivamente material
Não me interessa
UMA MULHER QUANDO QUER UM HOMEM
SE ENTREGA, NÃO FOGE!
Lucileyma Rocha Louzada Carazza
MAIS UMA VEZ...
Delícia e Gostosura
Opostos como o Sol e a Lua,Que enamorados,
Encontram-se vez e outra,
Em eclipses catárticos...
No fundo são idênticos na dor...
Vivem em segredo
Sem muita histeria e cobranças
Vivem o que precisa ser vivido
Livres, descontraídos,
Com “caras porcas” e sorrisos frouxos.
São como gatos vira-latas
Degustando um ao outro
Com DELÍCIAS, travessuras, safadezas e GOSTOSURAS
E como fazemos isso bem!!!
Suspiro e já fico daquele jeito
Pena que poesia não tem som...
Vivemos na Terra do Nunca
Como “Peter Pan e Sininho”
Nos respeitamos,
Nos admiramos,
De um jeito livre e torto
A FÉ é a nossa ESPERANÇA
Cuidamos um do outro
Torcemos um pelo outro
Ainda vamos reverenciar as conquistas
Deste conto tão improvável
Nos entregamos e no ápice da PAIXÃO
Dormirmos sobre coxas!!!
Por: Lucileyma
Rocha Louzada Carazza
Obs.: “Diz uma
lenda que o Sol e a Lua sempre foram apaixonados um pelo outro, mais nunca
podiam ficar juntos, pois a lua só nascia ao por do sol. Sendo assim, Deus na
sua bondade infinita criou o eclipse como prova que não existe no mundo um amor
impossivel.”
segunda-feira, 3 de junho de 2013
O Louco
O Louco
Perguntais-me como me tornei louco. Aconteceu assim:
Um dia, muito tempo antes de muitos deuses terem nascido, despertei de um sono profundo e notei que todas as minhas máscaras tinham sido roubadas – as sete máscaras que eu havia confeccionado e usado em sete vidas – e corri sem máscara pelas ruas cheias de gente gritando: “Ladrões, ladrões, malditos ladrões!”
Homens e mulheres riram de mim e alguns correram para casa, com medo de mim.
E quando cheguei à praça do mercado, um rapaz no cimo do telhado de uma casa gritou: “É um louco!” Olhei para cima, para vê-lo. O sol beijou pela primeira vez a minha face nua.
Pela primeira vez, o sol beijava a minha face nua, e a minha alma inflamou-se de amor pelo sol, e não desejei mais as minhas máscaras.
E, como num transe, gritei: “Benditos, benditos os ladrões que roubaram as minhas máscaras!”
Assim tornei-me louco.
E encontrei tanta liberdade como segurança na minha loucura: a liberdade da solidão e a segurança de não ser compreendido, pois aquele que nos compreende escraviza alguma coisa em nós.
-Khalil Gibran
Perguntais-me como me tornei louco. Aconteceu assim:
Um dia, muito tempo antes de muitos deuses terem nascido, despertei de um sono profundo e notei que todas as minhas máscaras tinham sido roubadas – as sete máscaras que eu havia confeccionado e usado em sete vidas – e corri sem máscara pelas ruas cheias de gente gritando: “Ladrões, ladrões, malditos ladrões!”
Homens e mulheres riram de mim e alguns correram para casa, com medo de mim.
E quando cheguei à praça do mercado, um rapaz no cimo do telhado de uma casa gritou: “É um louco!” Olhei para cima, para vê-lo. O sol beijou pela primeira vez a minha face nua.
Pela primeira vez, o sol beijava a minha face nua, e a minha alma inflamou-se de amor pelo sol, e não desejei mais as minhas máscaras.
E, como num transe, gritei: “Benditos, benditos os ladrões que roubaram as minhas máscaras!”
Assim tornei-me louco.
E encontrei tanta liberdade como segurança na minha loucura: a liberdade da solidão e a segurança de não ser compreendido, pois aquele que nos compreende escraviza alguma coisa em nós.
-Khalil Gibran
sexta-feira, 31 de maio de 2013
ANSIEDADE
ANSIEDADE
Não quero ver
Não quero sentir
Não quero falar
Paro de respirar...
Um peso nas costas
Vivo o futuro...
Perco o equilíbrio
Tenho vontade de chorar e gritar
Me distraio na eterna busca
Que não me contenta mais
Porque sei que é uma fuga...
E surge a voz: é apenas a criança,
Fazendo outra pirraça!
Fecho os olhos e realizo uma prece
Respiro e relaxo
Aceito o destino
Nem tudo é como sonhamos
E opto:
Pela Esperança e pela Fé
Acredito que tudo tem o seu tempo!
Tenho poder para controlar minhas ações
Tenho a segurança de que posso contar comigo mesmo
Doo sorrisos e amorosidades
Tornando os dias mais leves e felizes!
Posso estar com o coração agoniado
Mas isto, não me tornará uma pessoa pior
Meu ofício é:
Semear corações
E transformar terrenos baldios em férteis!
E percebo que nunca estou só
Porque estou envolta de pessoas
Que se espelham no meu sorriso!
Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza
Não quero ver
Não quero sentir
Não quero falar
Paro de respirar...
Um peso nas costas
Vivo o futuro...
Perco o equilíbrio
Tenho vontade de chorar e gritar
Me distraio na eterna busca
Que não me contenta mais
Porque sei que é uma fuga...
E surge a voz: é apenas a criança,
Fazendo outra pirraça!
Fecho os olhos e realizo uma prece
Respiro e relaxo
Aceito o destino
Nem tudo é como sonhamos
E opto:
Pela Esperança e pela Fé
Acredito que tudo tem o seu tempo!
Tenho poder para controlar minhas ações
Tenho a segurança de que posso contar comigo mesmo
Doo sorrisos e amorosidades
Tornando os dias mais leves e felizes!
Posso estar com o coração agoniado
Mas isto, não me tornará uma pessoa pior
Meu ofício é:
Semear corações
E transformar terrenos baldios em férteis!
E percebo que nunca estou só
Porque estou envolta de pessoas
Que se espelham no meu sorriso!
Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza
MAR
Em contato com a areia
De frente para tiContemplo este Universo
Comungo a perfeição com Deus
Recebo o sol e sinto o vento...
O ir e vir à renovação sublime!
Os ciclos das marés e da Lua...
Quero esvaziar a mente
E me entregar como aqueles meninos
Onde o medo e as expectativas
Não cabem em suas mentes
Eles deslizam suavemente
Em um momento em que nada mais importa
São crianças selvagens
Em um ambiente selvagem equilibrado...
Entre peixes, corais, gaivotas e arrecifes
Entre ondas gigantescas
Vivem a energia da positividade
Vivem o presente
Em uma entrega suprema
E me pergunto:
- Por quê sou sempre seduzida por esta paisagem?
Respiro, suspiro e sinto gratidão...
O desejo da entrega sempre foi uma constante
E sinto que quero amar!
O mar representa o amor
Os meninos nas ondas a entrega
Pacifico com um sorriso
E deixo fluir...
Por: Lucileyma Rocha Louzada
Carazza
Lana Del Rey -Monólogo poético no clipe da música Ride
Toda noite eu costumava rezar para achar pessoas como eu - e finalmente achei - na estrada. Não tínhamos nada a perder, nada a ganhar, nada que desejássemos mais - exceto transformar nossas vidas em uma obra de arte.Viva rápido. Morra jovem.... Seja selvagem. E se divirta.
(...) Eu acredito na pessoa que quero me tornar, acredito na liberdade da estrada. E meu lema é o mesmo de sempre - acredito na gentileza dos estranhos. E quando estou em guerra comigo mesma, eu ando por aí. Só ando por aí.
Quem é você? Você está em contato com todas as suas fantasias mais escuras? Você criou uma vida para você mesmo na qual é feliz para experiência-las?
Eu criei.
Eu sou louca pra cac*te.
Mas eu sou livre."
(Lana Del Rey -Monólogo poético no clipe da música Ride)
(...) Eu acredito na pessoa que quero me tornar, acredito na liberdade da estrada. E meu lema é o mesmo de sempre - acredito na gentileza dos estranhos. E quando estou em guerra comigo mesma, eu ando por aí. Só ando por aí.
Quem é você? Você está em contato com todas as suas fantasias mais escuras? Você criou uma vida para você mesmo na qual é feliz para experiência-las?
Eu criei.
Eu sou louca pra cac*te.
Mas eu sou livre."
(Lana Del Rey -Monólogo poético no clipe da música Ride)
O Clã dos Lobos
No Rio encontra sua canção
Cercada de lobos em silêncio
Se entrega ao cheiro e a emoção
Dança com eles e sua música
Fervilhando em pura emoção
Das teclas do seu piano de calda
Que desprende suas notas musicais
Toca sua canção com sua alma
Corpo, imaginação e muito mais
Provando do fruto com calma
Lobos te cercam, te cheiram, te provam
Numa balada de descobertas harmônicas
Unindo-se a canção brilhante te provocam
Sensações cruas que te deixam atônita
Enquanto todo teu corpo exploram!
Dança com lobos
Canta a canção
Se entrega inteira
A essa louca paixão
Cercada de lobos em silêncio
Se entrega ao cheiro e a emoção
Dança com eles e sua música
Fervilhando em pura emoção
Das teclas do seu piano de calda
Que desprende suas notas musicais
Toca sua canção com sua alma
Corpo, imaginação e muito mais
Provando do fruto com calma
Lobos te cercam, te cheiram, te provam
Numa balada de descobertas harmônicas
Unindo-se a canção brilhante te provocam
Sensações cruas que te deixam atônita
Enquanto todo teu corpo exploram!
Dança com lobos
Canta a canção
Se entrega inteira
A essa louca paixão
quarta-feira, 29 de maio de 2013
NADA PERMANCE O MESMO
Nada Permanece o Mesmo
As estações mudam.
Às vezes é inverno, às vezes é verão.
Se você permanecer sempre no mesmo clima, você se sentirá estagnado.
Você precisa aprender a gostar daquilo que está acontecendo.
Chamo a isso de maturidade.
Você precisa gostar daquilo que já está presente.
A imaturidade é ficar vivendo nos "poderias" e nos "deverias"
e nunca vivendo naquilo que "é" - aquilo que "é" o caso,
e o "deveria" é apenas um sonho.
Tudo o que for o caso, é bom.
Ame isso, goste disso e relaxe nisso.
Quando algumas vezes vier a intensidade, ame-a.
Quando ela for embora, despeça-se dela.
As coisas mudam... A vida é um fluxo.
Nada permanece o mesmo.
Às vezes há grandes espaços e às vezes não há para onde se mover.
Mas as duas coisas são boas, ambas são dádivas da existência.
Você deveria ser grato, reconhecido por tudo o que acontece.
Desfrute o que for. É isso que está acontecendo agora.
Amanhã poderá mudar, então desfrute aquilo.
Depois de amanhã algo mais poderá acontecer. Desfrute-o.
Não compare o passado com as fúteis fantasias futuras.
Viva o momento.
Às vezes é quente, às vezes é muito frio, mas ambos são necessários;
De outro modo, a vida desapareceria. Ela existe nas polaridades.
- Osho -
As estações mudam.
Às vezes é inverno, às vezes é verão.
Se você permanecer sempre no mesmo clima, você se sentirá estagnado.
Você precisa aprender a gostar daquilo que está acontecendo.
Chamo a isso de maturidade.
Você precisa gostar daquilo que já está presente.
A imaturidade é ficar vivendo nos "poderias" e nos "deverias"
e nunca vivendo naquilo que "é" - aquilo que "é" o caso,
e o "deveria" é apenas um sonho.
Tudo o que for o caso, é bom.
Ame isso, goste disso e relaxe nisso.
Quando algumas vezes vier a intensidade, ame-a.
Quando ela for embora, despeça-se dela.
As coisas mudam... A vida é um fluxo.
Nada permanece o mesmo.
Às vezes há grandes espaços e às vezes não há para onde se mover.
Mas as duas coisas são boas, ambas são dádivas da existência.
Você deveria ser grato, reconhecido por tudo o que acontece.
Desfrute o que for. É isso que está acontecendo agora.
Amanhã poderá mudar, então desfrute aquilo.
Depois de amanhã algo mais poderá acontecer. Desfrute-o.
Não compare o passado com as fúteis fantasias futuras.
Viva o momento.
Às vezes é quente, às vezes é muito frio, mas ambos são necessários;
De outro modo, a vida desapareceria. Ela existe nas polaridades.
- Osho -
Encontrar o seu próprio ritmo
Encontrar o seu próprio ritmo
Viver sozinho é um requisito
para viver com sucesso com outra pessoa.
Se você não viveu sozinho, você não teve tempo
para descobrir quem você é
e o que você precisa em um relacionamento.
As chances são tais que: se você viveu tentando agradar
pais, professores, amigos e amantes.
A fim de obter a aceitação e aprovação
destas pessoas significativas
você pode ter negligenciado suas próprias necessidades e desejos.
Indo de um relacionamento para outro
não vai ajudar você a se enraizar em sua própria experiência.
Você precisa levar algum tempo para estabelecer
seus próprios ritmos e descubra
o que é realmente importante para você.
De sabedoria todos os dias por Paul Ferrini
Sri Amma Bhagavan
“Você precisa praticar a integridade interior. Vá fundo dentro de si mesmo e veja o que está realmente lá. Quando você vai fundo, não encontra nada além de medo, essencialmente medo. Existe ilusão, astúcia, ciúmes e todos os tipos de emoções negativas que o medo pode gerar.
Está tudo lá. Você precisa encarar isso, e encarar não significa mudar, mas apenas olhar. Não tente mudar nada, porque estes são os conteúdos da mente, e a mente é tão antiga quanto o próprio homem.
A mente NÃO é você, mas está em você. E ela permanecerá assim, mesmo para uma pessoa iluminada. A única diferença é que a pessoa iluminada não se identifica com a mente, não tenta mudá-la, não se sente mal com o conteúdo da mente. Uma vez que você vê o que está lá no fundo, e compreende que a mente é assim para todos – porque é a mesma mente para todos – a mudança de percepção começa a acontecer.”
“ O ensinamento diz que você não pode mudar e não há necessidade de mudar porque você foi criado assim. Você é Isto. Isto é tudo. Este é o único ensinamento. Portanto você aceita, “eu não posso mudar”. Então o que há para fazer?
Não há nada a fazer. E não há nada errado com isto porque eu fui criado assim. Você não criou a si mesmo. Deus o criou assim, ele tem algum propósito para cria-lo. Então há aceitação completa.”
- SriAmmaBhagavan
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