Capsicum frutescens in anus autrem kisucus est!!!!! Meu diário, meus pensamentos... meu amigo!!!
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
METALICA
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NOTHING
ELSE MATTERS
So close no matter how far
Couldn't be much more from the heart
Forever trusting who we are
And nothing else matters
Never opened myself this way
Life is ours, we live it our way
All these words I don't just say
And nothing else matters
Trust I seek and I find in you
Every day for us something new
Open mind for a different view
And nothing else matters
Never cared for what they do
Never cared for what they know
But I know
So close no matter how far
Couldn't be much more from the heart
Forever trusting who we are
And nothing else matters
Never cared for what they do
Never cared for what they know
But I know
Never opened myself this way
Life is ours, we live it our way
All these words I don't just say
And nothing else matters
Trust I seek and I find in you
Every day for us something new
Open mind for a different view
And nothing else matters
Never cared for what they say
Never cared for games they play
I never cared for what they do
I never cared for what they know
And I know
So close no matter how far
Couldn't be much more from the heart
Forever trusting who we are
And nothing else matters
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NADA MAIS IMPORTA
Tão perto, não importa quão longe
Não poderia ser muito mais vindo do coração
Sempre confiando em quem nós somos
E nada mais importa
Nunca me abri desse jeito
As vidas são nossas, nós vivemos do nosso jeito
Todas essas palavras eu não apenas digo
E nada mais importa
Confiança eu procuro e acho em você
Todos os dias para nós algo novo
Mente aberta para uma nova visão
E nada mais importa
Nunca me importei pelo o que eles fazem
Nunca me importei pelo o que eles sabem
Mas eu sei
Tão perto, não importa quão longe
Não poderia ser muito mais vindo do coração
Sempre confiando em quem nós somos
E nada mais importa
Nunca me importei pelo o que eles fazem
Nunca me importei pelo o que eles sabem
Mas eu sei
Nunca me abri desse jeito
As vidas são nossas, nós vivemos do nosso jeito
Todas essas palavras eu não apenas digo
E nada mais importa
Confiança eu procuro e acho em você
Todos os dias para nós algo novo
Mente aberta para uma nova visão
E nada mais importa
Nunca me importei pelo o que eles dizem
Nunca me importei pelos jogos que eles jogam
Eu nunca me importei pelo o que eles fazem
Eu nunca me importei pelo o que eles sabem
E eu sei... ! Yeah!
Tão perto, não importa quão longe
Não poderia ser muito mais vindo do coração
Sempre confiando em quem nós somos
E nada mais importa
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NADA MAIS IMPORTA...
PORQUE OS BRUTOS TAMBÉM AMAM E
SE ABREM COMO NÃO DEVERIAM TAMBÉM
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
ASSUMIR
ASSUMIR
Preciso assumir ou desistir!
Um formato ou uma base...É que esta história é muito recente
E estive um tanto apavorada
Com tamanha exposição.
Tudo começou com a vontade
E o desejo de transformar a raiva.
Me virando do avesso,
Fiquei entediada com a repetição
De ciclos e assuntos...
Então, decidi revolucionar!
Assumir quem eu sou,
Abraçar a inspiração
E conviver com este novo dom.
Agora me assumo
E defino os traços de minhas prosas.
A raiva não me consome mais,
Ela me inspira e transforma!
Por:
Lucileyma Rocha Louzada Carazza
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
JULGAMENTOS
JULGAMENTOS
Talvez seja uma ilusão,
Mas até aonde acreditar?Como distinguir uma ilusão da realidade?
O coração aperta e sinto muito falta,
Os pensamentos atordoam,
A concentração me escapa
E a autoestima fica abalada...
Existe uma tsunami emocional
E sinto compaixão por mim.
Se é ou não o melhor,
Uma burrice, ou falta de amor,
Um conto de fadas imaginário,
Se tudo não passou de lábias descabidas...
Por quê ainda me sinto assim?
Catatônica e sem apetite!
Por quê me maltrato tanto com este sentimento?
É uma fase de abstinência,
Onde a não ação prevalece.
Observo os conselhos verdadeiros
Precinto a mentira e não confio em muitos...
Ando incrédula com as pessoas,
Vivo um dia após o outro,
Decido calar e vivenciar a solitude.
Aprender por mim mesma,
Abandonar os julgamentos alheios
E viver no presente acima de tudo...
Já não sei mais se o sentimento é passageiro
Ou se sempre fui assim.
Talvez o desencadeamento emocional
Ocorrera em virtude de um amor real
E não, fictício...
E se fictício e não real
Muita coisa mudou em mim.
Vivi a aventura intensa!
A resposta virá com o tempo
A libertação e a transformação ocorrerão em minha vida!
Por:
Lucileyma Rocha Louzada Carazza
"Pessoas maduras são aquelas que observam e descobrem por si mesmas o que é certo e o que é errado, o que é bom e o que é ruim. E, pelo faro de descobrirem por si mesmas, elas têm uma imensa autoridade. O mundo inteiro pode dizer uma outra coisa, e isso não faz diferença."
- Osho –
sábado, 8 de fevereiro de 2014
PORTO SEGURO
PORTO SEGURO
Onde recarrego as energias
Enamorada sempre estou com o marAcompanhada da Lua Crescente.
No balançar das ondas
Aconchego o coração,
Cicatrizo o constrangimento.
Maré seca sempre me seduz
E solto um sorriso e me entrego ao luar...
Lágrimas fogem de mim
Um sentimento tão puro e nobre
Atordoado por expectativas
E morto por falta de dignidade...
A exposição da alma e do coração
Abalou a estrutura vibracional.
O tempo e o aconchego,
A natureza e a solitude,
E as aventuras náuticas
Se encarregam do restante...
É que resolvi revolucionar
Decidi agarrar com garras de onça
Toda a felicidade desta vida
E todas as oportunidades proporcionadas.
De porto em porto vou seguindo
Até um dia para talvez me aquietar.
Por:
Lucileyma Rocha Louzada Carazza
LUDIBRIADA
LUDIBRIADA
Quando perdemos a esperança...
O coração apertaA mente maltrata
O corpo fica dolorido
A voz não sai
E perdemos o interesse...
A realidade dói,
Perceber o quanto fomos enganados
O quanto o ego nos proporciona ilusões...
O quanto eu mesma me puni
E busquei incessantemente me machucar.
A tristeza persiste
A exposição da alma e do coração
Talvez tenha sido demasiada.
Preencho as lacunas
Reverencio o aprendizado
Sendo sempre o que sou:
Honesta para comigo mesma
E para as pessoas que amo e respeito.
Não vai ser a falta de amor
A falta de respeito e o desprezo
Que vão me tornar uma pessoa pior...
Na verdade sinto orgulho!
É que é melhor ser enganada
Do que enganar...
E essa dor vai passar.
Por:
Lucileyma Rocha Louzada Carazza
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
ILUSÃO
ILUSÃO
O cérebro, ou o ego, quase sempre nos proporcionam
ilusões. Por isto, o silêncio é uma opção dotada de muita sabedoria. É que nem
tudo que imaginamos de fato é real.
São muitas as ilusões que tive que digerir ao longo
do meu caminho e sempre caio de joelhos diante da minha imperfeição.
Precisei aprender que a raiva impulsiona a vida
quando aplicada com sabedoria; que não existe o bem e o mal; que a morte é um
renascimento, que muitas alegrias e tristezas são reflexos de histerias; que
sou a maior sabotadora da minha vida; que existem sentimentos reais e
imaginários; que afastar do que me causa ressentimento é o melhor caminho; que
esquecimentos voluntários são necessários; que a gratidão, a aceitação, o
perdão e a compaixão são dádivas e que o recomeço está presente em todos os
segundos da vida.
Muitos, dizem, que meus textos são dotados de “dor
e sofrimentos”, que sou muito romântica e que vivo num conto de fadas, que
invado almas e exponho vidas. Queria escrever versos livres e alegres, mas,
contudo, cada qual, possui o seu dom, sua catarse e sua dádiva. Em meus textos
resolvi acolher todas as minhas frações, destacando virtudes e imperfeições,
assim, lapido meu ser.
Sou adepta sim, dos grandes romancistas, na busca
do amor incondicional e do amor verdadeiro, tal como: Shakespeare em Romeu e
Julieta; Augusto dos Anjos em “apedreja a mão vil que te afaga e escarre nesta
boca que te beija”, a Banda Meltal Melodi HIM em “Baby join me in death”, como
Lana Del Rey em Ride, Soja em True love, Bono Vox, Caetano Veloso, Cartola e
Cazuza que em “todas” as suas canções nunca saem do tema AMOR. Romancistas são
chatos, insatisfeitos, loucos e nunca param de buscar, porque nunca encontram
este amor de contos de fadas e sempre se deparam com a falta de reciprocidade
do amor que almejam, e no fundo, aprendem que o amor está muito além dos contos
de fadas.
Romancistas vão muito além porque ralam o coração e
transformam-se em emoções. Beethoven é um romancista e gosto de escutar no
último volume porque acredito que ele compôs as suas músicas impulsionado pelos
anjos de Deus. Em certas ocasiões, ele afirmava que precisava compor as notas
musicais que Deus emanava através dos fenômenos da natureza. Reza a lenda que
demônios não se aproximam de ambientes ao som destas melodias. Então, decidi
afastar todos os demônios de perto de mim e simplesmente pacifico os
pensamentos agonizantes. Também escuto Bolero de Ravel, tendo em vista que a
sua melodia impulsiona o equilíbrio entre: o instinto, o coração e o cérebro.
Viajo em suas notas musicais a procura de equilíbrio e emano energia de paz
para comigo mesma.
A morbidez muitas vezes me impulsiona, e hoje
começo a compreender o real sentimento. É que ela me dá força para reagir para
a vida, descobrir um novo dom, um lugar, conhecer pessoas e acima de tudo: TRANSFORMAR. O FUNDO DO POÇO É O
RECOMEÇO ESPETACULAR QUE A VIDA ME PROPORCIONA.
Concluo que sou uma mulher da Terra que caminha
como as águas... Cientistas afirmam que a Terra é um ser vivo pulsante e que
todos os desastres naturais são impulsionados por uma lesão em sua crosta, ou,
em sua atmosfera. Amo a Terra e tudo que ela me proporciona. Amo a natureza
ecologicamente equilibrada e vibro com o seu desequilíbrio também. É que aqui
percebo a dualidade cósmica existente e reverencio a plenitude Divina.
Acredito que somos explosões de sentimentos e
necessidades. Possuímos em nós uma centelha que nos proporciona transformações
e mudanças e tudo depende exclusivamente da nossa aceitação e de nossas
escolhas.
Eu escolho viver em constante estado de amorosidade,
e principalmente, no encontro com a felicidade, mesmo que ela seja uma gota de
chuva isolada no deserto.
Estou apenas divagando, assim, sem muita coerência
e exatidão no UNIVERSO FINITO DA MULHER BIPOLAR ROMANCISTA QUE SOU, porque
estas são as minhas ilusões reais, as outras, são apenas desejos de um ‘ego’
mal educado.
Fica a dica: tenha apego aos seus dons e às suas
virtudes, valorize-se!
Por:
Lucileyma Rocha Louzada Carazza
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
VIRTUDE
VIRTUDE
Vejo na doçura do seu ser
A guerreira forteQue se joga no mundo!
Que vive intensamente
E que se valoriza muito.
Sinto o seu amor e reverencio,
Na mais absoluta sinceridade.
Neste espelho,
Aprendi que somos iguais.
Muitas vezes me senti pequena
Diante da sua magnitude...
E sinto GRATIDÃO pela oportunidade,
É que também me sinto pequena
Diante do oceano e principalmente,
Quando sinto a energia cósmica do Universo.
Assumo a imperfeição de ser pequena
E caminho na busca da sabedoria
De mãos dadas com o meu coração
Na convicção que lapidarei o meu ser.
Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza
ARMADILHAS
ARMADILHAS
Duas almas e suas diferenças.
Em uma o amor cresceE se distância em julgamentos e morbidez.
Na outra o amor nunca existiu.
E na distancia a histeria da gula o consumiu.
Se não é recíproco é o amor “Eros”
O desejo do ego...
Não quero ver e muito menos sentir.
Quero sumir e partir
Conquistar novos lugares e pessoas.
Quero sentir o meu coração livre
Morar na beira do mar
Enamorar a Lua
E caminhar sempre
Com os meus longos vestidos brancos...
É porque quando olho para este amor
Sinto raiva desta armadilha do destino...
Enfraqueço com a minha imperfeição
Desejo que o coração se esvazie
Para futuramente tornar-se preenchido
Na mais absoluta reciprocidade.
Por: Lucileyma Rocha Louzada
Carazza
VIBRAÇÕES
VIBRAÇÕES
Às vezes a energia fica estagnada
Suga todos pensamentos dilacerando a alma.
É que me comparo com o mundo e me sinto perdida e sem rumo.
O Mundo é sedutor, é terra de homem que conquista.
Olho para o Mundo e ele não me preenche.
Gasto muita energia para sustentar aquilo que não sou.
Decidi abrir mão de conservar as máscaras do meu ego,
Mas, decidi agradar ele um pouquinho...
É que o ego muitas vezes me destrói, e outras, me constrói.
É uma polaridade ou uma dualidade constante.
Aprendi esvaziar a raiva, o ressentimento, a mágoa e a morte.
Renasci me permitindo emanar compaixão, perdão e amor.
O encontro de almas afins sempre é nitroglicerina para alma!
Muitas vezes nos causam suspiros e vibrações positivas
Muitas outras ocasionam contenção de sentimentos incompreendidos.
Conter sentimentos é morrer aos poucos,
Então, decidi emanar amor, mesmo de coração partido.
É que os sentimentos são únicos, exclusivos e meus.
Amar é deixar livre e aceitar as situações,
É eximir o outro de toda a responsabilidade.
Minha alma sempre fora muito livre
E a entrega nem sempre existiu!
Sinto medo de perder a minha liberdade
E desintegrar a minha identidade...
Abri o meu coração na máxima potência
Não arrependo e colho este fruto amargo...
E ME PERGUNTO: QUEM SOU EU?
Sou filha da Mãe Natureza
Me entrego e deliro nos caprichos da Terra...
É que a Terra não seduz, ela preenche corações generosos
E nos mostra a simplicidade da vida.
Por: Lucileyma Rocha Louzada
Carazza
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
FERNANDO PESSOA
Se eu pudesse trincar a terra toda
E sentir-lhe um paladar,
Seria mais feliz um momento ...
Mas eu nem sempre quero ser feliz.
É preciso ser de vez em quando infeliz
Para se poder ser natural...
Nem tudo é dias de sol,
E a chuva, quando falta muito, pede-se.
Por isso tomo a infelicidade com a felicidade
Naturalmente, como quem não estranha
Que haja montanhas e planícies
E que haja rochedos e erva ...
O que é preciso é ser-se natural e calmo
Na felicidade ou na infelicidade,
Sentir como quem olha,
Pensar como quem anda,
E quando se vai morrer, lembrar-se de que o dia morre,
E que o poente é belo e é bela a noite que fica...
Assim é e assim seja ...
E sentir-lhe um paladar,
Seria mais feliz um momento ...
Mas eu nem sempre quero ser feliz.
É preciso ser de vez em quando infeliz
Para se poder ser natural...
Nem tudo é dias de sol,
E a chuva, quando falta muito, pede-se.
Por isso tomo a infelicidade com a felicidade
Naturalmente, como quem não estranha
Que haja montanhas e planícies
E que haja rochedos e erva ...
O que é preciso é ser-se natural e calmo
Na felicidade ou na infelicidade,
Sentir como quem olha,
Pensar como quem anda,
E quando se vai morrer, lembrar-se de que o dia morre,
E que o poente é belo e é bela a noite que fica...
Assim é e assim seja ...
Fernando
Pessoa
O relacionamento é um mistério - OSHO
O
relacionamento é um mistério. E, por existir entre duas pessoas, depende de
ambas. Sempre que duas pessoas se encontram, um novo mundo é criado. Justamente
pelo encontro, um novo fenômeno vem à existência – o qual não existia antes, o
qual nunca existiu. E através desse novo fenômeno, duas pessoas são mudadas e
transformadas. Não-relacionado, você é de um jeito; ao se relacionar,
imediatamente fica diferente. Uma coisa nova aconteceu.
O
relacionamento é criado por você, mas, por sua vez, ele também o cria. Duas
pessoas encontram-se, isto significa que dois mundos se encontraram. Não é algo
simples – é muito complexo, é o que há de mais complexo.
Cada
pessoa é um mundo em si mesma – um complexo mistério com um longo passado e um
futuro eterno. No começo, apenas as periferias se encontram. Mas, se o
relacionamento cresce intimamente, se fica mais próximo, mais profundo, então,
pouco a pouco, os centros se encontram. Quando os centros se encontram, isto é
chamado de amor. Quando apenas as periferias se encontram, há uma familiaridade.
Você toca a pessoa pelo lado de fora, só o contorno, então, fica familiarizado.
Muitas vezes, você começa a chamar essa familiaridade de amor. Então, entra numa
ilusão. Familiaridade não é amor.
O
amor é muito raro. Encontrar uma pessoa em seu centro é passar por uma revolução
em si mesmo, porque se você quiser encontrar o centro do outro, terá de permitir
que o outro também chegue ao seu centro. Terá de tornar-se vulnerável,
absolutamente vulnerável, aberto. É arriscado. Permitir que alguém chegue ao seu
centro é arriscado, perigoso, porque nunca se sabe o que essa pessoa fará. E
quando todos os seus segredos forem conhecidos, quando o que está oculto
tornar-se visível, quando você tiver se exposto completamente, o que essa outra
pessoa fará, nunca se sabe. O medo surge. Eis porque nunca nos abrimos. Basta
uma familiaridade, e pensamos que o amor aconteceu. As periferias encontram-se,
e pensamos que nós é que nos encontramos. Você não é a sua periferia. Na
verdade, a periferia é o limite onde você termina, apenas a cerca ao seu redor.
Não é você! Até mesmo os maridos e esposas que viveram juntos por muitos anos,
podem ser apenas familiares. É possível que não tenham conhecido um ao outro. E
quanto mais você vive com alguém mais se esquece de que os centros continuam
desconhecidos.
Portanto,
a primeira coisa a ser compreendida é:
Não
tome a familiaridade por amor. Você pode fazer amor, pode estar sexualmente
relacionado, mas o sexo também é periférico. A menos que os centros se
encontrem, o sexo é apenas um encontro entre dois corpos. E um encontro entre
dois corpos não é um encontro. O sexo também permanece na familiaridade –
física, corporal, mas ainda familiar. Você só permite que alguém entre em você,
em seu centro, quando não está com medo, quando não está temeroso. Portanto, eu
lhe digo que existem dois tipos de vida. Uma orientada pelo medo; a outra,
orientada pelo amor. A vida orientada pelo medo não pode nunca levá-lo a um
relacionamento mais profundo. Você permanece no medo e não aceita o outro – não
pode aceitar que penetrem em seu âmago mais profundo. Até um determinado ponto,
você aceita o outro; além desse ponto, o muro vem e tudo estaciona.
A
pessoa orientada pelo amor é uma pessoa religiosa. A pessoa orientada pelo amor
é aquela que não tem medo do futuro, aquela que não tem medo dos resultados e
consequências, não fica calculando ou manipulando – é aquela que simplesmente
vive aqui e agora.
OSHO
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
ACEITAÇÃO
ACEITAÇÃO
Vivo intensamente entregue ao coração
Ando perdida à procura do encontro.Decidir secar o que me consome
E lutar pelos sonhos e projetos.
Preencher o cérebro,
Agradar o instinto
E pacificar o coração.
Tenho a sensação de ter sido ludibriada...
É que os desejos do ego não foram acariciados
E abri muito o meu coração.
Divago em pensamentos e sentimentos:
Se consolidamos nossos medos
E atraímos aquilo que somos...
Como renovar este lado negro que me consome?
Preciso elevar os pensamentos
Que andam carregados de um negativismo insolente.
É QUE VEJO FALSIDADE, IMAGINO FALTA DE CARÁTER E SINTO NOJO!
E se você é uma projeção
Sinto compaixão por mim...
Não quero enganar, ser oportunista e viver o “oba oba”
Quero viver o que tem para hoje
Com respeito, sabedoria, dignidade e muita gratidão.
Não quero esta chaga no peito
E nem ser aquilo que mais me envergonho.
É que seguir reto sem as distrações e vícios do mundo
É uma tarefa para poucos...
Às vezes sinto cansaço e outras, pacifico,
É que cansei de brigar com este coração
Que insiste em não ser egoísta.
Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza
“Você é livre para fazer o que quiser. Agora mesmo.
Olhe ao redor e pergunte-se: "O que me impede?". A resposta: "eu
mesmo". A maior liberdade que existe é estar no agora. Pés fincados no
momento presente, sem querer ir a lugar algum e nem querer estar em local outro
que não seja no aqui e agora.
Se está em um lugar desagradável, que não quer
estar: existem apenas 3 alternativas. Abandonar, transformar ou aceitar. Se
você não se permite abandonar, se lhe é impossível transformar, então aceite.
Pare de brigar com o que a vida é para você neste momento. Aceite seu lugar
agora, e experimente a sensação absolutamente inigualável de liberdade que esta
aceitação lhe proporciona O que te impede? “Namastê ♡
Por: Flávia
Melissa
MESES
MESES
Fico a imaginar
Como estaremos daqui a alguns meses...Será tempo suficiente?
Para cicatrizar a tormenta
E aceitar que somos:
Opostos e equidistantes.
Sem assunto parto para a meditação
Decido sacudir o corpo
Esvaziar o coração deste aperto.
Respiro incansavelmente,
Rogo por tranquilidade e paz de espírito.
Enamorada da Lua sempre estou...
Suspiro e sinto falta
Paro de respirar, pois, não quero sentir,
Também não quero que se torne ressentimento.
Quero apenas a liberdade do espírito
Que sejamos felizes com as nossas escolhas...
Por: Lucileyma Rocha Louzada
Carazza
DÉCIMA POTÊNCIA
DÉCIMA
POTÊNCIA
É o grau da elevação do meu ser,
Ainda em processo de digestão emocional.Paixões são tormentas marinhas
Que nos tiram das rotas tranquilas...
Amores são calmarias marítimas
Que transformam as rotas...
Sou uma MULHER sem raiz
Que se arrisca em fronteiras
E vive intensamente as fases das marés...
Vivo de porto em porto descobrindo
Os paraísos que me foram concedidos por Deus.
Entre ralys em ilhas psicodélicas
Livre e fora de todos os padrões e convenções.
Não sou uma sereia, sou uma cigana
Com os seus mistérios e mitologias...
Durmo ao luar no aconchego de fogueiras
Caminho pela areia branca
E mergulho em cachoeiras...
Desvendo paraísos e raríssimas vezes me entrego.
Leio a alma e te viro do avesso...
Meu defeito é a honestidade
E a minha virtude é a sabedoria.
Me joguei no mundo
Para desvendar as riquezas da Terra.
Às vezes me perco em paixões
Me acolho e recuo em meus portos seguros
Por: Lucileyma Rocha Louzada
Carazza
Foto: Estrada que liga Sobrália/MG ao meu segundo Porto Seguro: ROÇA/São Sebastião da Barra/MG
SEQUÊNCIA TERMINAL
SEQUENCIA TERMINAL
O RAPPAEu queria me acabar
Quando o desespero virar lugar comum
Eu queria me acabar
Todos os dias são fim de tudo
Segunda, sextas, ainda não é o fim do mundo
Segunda, sextas, ainda não é o fim do mundo
Mas sobraram em festas, que não tiveram sossego
Todas as ervas ficaram iguais em meu tempero
Todas as ervas ficaram iguais em meu tempero
O Fole animal, máquina de respirar
Sufocou por faltar a pausa
Máquina de pensar em coisa boa
Máquina de balançar em rede à toa
Sufocou por faltar a pausa
Máquina de pensar em coisa boa
Máquina de balançar em rede à toa
Hora de cuidar como todo dia
Porque o mundo não acabou e nem deveria
Por que dar um final ao lixo da cidade terminal?
Fumaça só uma brisa de Deus do céu.
Porque o mundo não acabou e nem deveria
Por que dar um final ao lixo da cidade terminal?
Fumaça só uma brisa de Deus do céu.
Passou a primeira batida é do meu coração
Dá ínicio à uma sequencia terminal
Entrando no coração deste mundo
Ninguém diz que chegou no fim do túnel
Dá ínicio à uma sequencia terminal
Entrando no coração deste mundo
Ninguém diz que chegou no fim do túnel
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