1. De Davi. É para vós, Senhor, que ergo meu
clamor. Ó meu apoio, não fiqueis surdo à minha voz; não suceda que, vós não me
ouvindo, eu me vá unir aos que desceram para o túmulo.
2. Ouvi a voz de minha súplica quando clamo, quando
levanto as mãos para o vosso templo santo.
3. Não me deixeis perecer com os pecadores e com os
que praticam a iniqüidade, que dizem ao próximo palavras de paz, mas guardam a
maldade no coração.
4. Tratai-os de acordo com as suas ações, e
conforme a malícia de seus crimes. Retribuí-lhes segundo a obra de suas mãos;
dai-lhes o que merecem,
5. pois não atendem às ações do Senhor nem às obras
de suas mãos. Que Ele os abata e não os levante.
6. Bendito seja o Senhor, que ouviu a voz de minha
súplica; nele confiou meu coração e fui socorrido.
7. O Senhor é a minha força e o meu escudo! Por
isso meu coração exulta e o louvo com meu cântico.
8. O Senhor é a força do seu povo, uma fortaleza de
salvação para o que lhe é consagrado.
9. Salvai, Senhor, vosso povo e abençoai a vossa
herança; sede seu pastor, levai-o nos braços eternamente.
O silêncio ajuda sempre: Quando ouvimos palavras infelizes. Quando alguém está irritado. Quando a maledicência nos procura. Quando a ofensa nos golpeia. Quando alguém se encoleriza. Quando a crítica nos fere. Quando escutamos a calúnia. Quando a ignorância nos acusa. Quando o orgulho nos humilha. Quando a vaidade nos provoca. O silêncio é a gentileza do perdão que se cala e espera o tempo.
João 14:1 Não se turbe o vosso coração;
credes em Deus, crede também em mim.
João 14:2 Na casa de meu Pai há muitas
moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar.
João 14:3 E, se eu for e vos preparar lugar,
virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver
estejais vós também.
João 14:4 E para onde eu vou vós conheceis o
caminho.
João 14:5 Disse-lhe Tomé: Senhor, não
sabemos para onde vais; e como podemos saber o caminho?
João 14:6 Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o
caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.
João 14:7 Se vós me conhecêsseis a mim,
também conheceríeis a meu Pai; e já desde agora o conheceis, e o tendes visto.
João 14:8 Disse-lhe Felipe: Senhor,
mostra-nos o Pai, e isso nos basta.
João 14:9 Respondeu-lhe Jesus: Há tanto
tempo que estou convosco, e ainda não me conheces, Felipe? Quem me viu a mim,
viu o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai?
João 14:10 Não crês tu que eu estou no Pai,
e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim
mesmo; mas o Pai, que permanece em mim, é quem faz as suas obras.
João 14:11 Crede-me que eu estou no Pai, e
que o Pai está em mim; crede ao menos por causa das mesmas obras.
João 14:12 Em verdade, em verdade vos digo:
Aquele que crê em mim, esse também fará as obras que eu faço, e as fará maiores
do que estas; porque eu vou para o Pai;
João 14:13 e tudo quanto pedirdes em meu
nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho.
João 14:14 Se me pedirdes alguma coisa em
meu nome, eu a farei.
João 14:15 Se me amardes, guardareis os meus
mandamentos.
João 14:16 E eu rogarei ao Pai, e ele vos
dará outro Ajudador, para que fique convosco para sempre.
João 14:17 a saber, o Espírito da verdade, o
qual o mundo não pode receber; porque não o vê nem o conhece; mas vós o
conheceis, porque ele habita convosco, e estará em vós.
João 14:18 Não vos deixarei órfãos; voltarei
a vós.
João 14:19 Ainda um pouco, e o mundo não me
verá mais; mas vós me vereis, porque eu vivo, e vós vivereis.
João 14:20 Naquele dia conhecereis que estou
em meu Pai, e vós em mim, e eu em vós.
João 14:21 Aquele que tem os meus
mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de
meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele.
João 14:22 Perguntou-lhe Judas (não o
Iscariotes): O que houve, Senhor, que te hás de manifestar a nós, e não ao
mundo?
João 14:23 Respondeu-lhe Jesus: Se alguém me
amar, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos a ele, e faremos
nele morada.
João 14:24 Quem não me ama, não guarda as
minhas palavras; ora, a palavra que estais ouvindo não é minha, mas do Pai que
me enviou.
João 14:25 Estas coisas vos tenho falado,
estando ainda convosco.
João 14:26 Mas o Ajudador, o Espírito Santo
a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará
lembrar de tudo quanto eu vos tenho dito.
João 14:27 Deixo-vos a paz, a minha paz vos
dou; eu não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se
atemorize.
João 14:28 Ouvistes que eu vos disse: Vou, e
voltarei a vós. Se me amásseis, alegrar-vos-íeis de que eu vá para o Pai;
porque o Pai é maior do que eu.
João 14:29 Eu vo-lo disse agora, antes que
aconteça, para que, quando acontecer, vós creiais.
João 14:30 Já não falarei muito convosco, porque
vem o príncipe deste mundo, e ele nada tem em mim;
João 14:31 mas, assim como o Pai me ordenou,
assim mesmo faço, para que o mundo saiba que eu amo o Pai. Levantai-vos,
vamo-nos daqui.
Assim
como as energias, as vozes, as visões e a fé.
Nada é
palpável.
Tudo é
digerido no seu tempo.
O tempo
do processo da digestão emocional.
Paciência,
tolerância e benevolência.
Confiar,
acreditar e respeitar.
A base de
tudo é o respeito.
Com o
respeito conquistamos o mundo.
Conquistamos
a inteligência emocional.
E se
somos desrespeitados, como devemos nos portar?
Sair de
fininho, ignorar e alimentar o crescimento do desrespeito?
Apontar a
causa do desconforto, ou ser falso?
Autenticidade
é um ato que fere as pessoas.
E
questiono: “ser ou não ser, eis a
questão”!
Tal como Shakespeare...
Distraio
com a música, poesia, livros, filmes e com a meditação.
Afastar,
reverenciar com amor é o caminho.
Mas como
respeitar aquilo que te feriu tanto?
Aceitando...
Por:
Lucileyma Rocha Louzada Carazza
Há um tempo não batia boca com ninguém, e hoje bati, pela
net. Quanta perda de energia. Lógico, que disse o que não devia e recebi esta: "vc precisa tirar de vc essa amargura e
se permitir ser mais feliz... as pessoas nao vivem conspirando contra vc... as
pessoas apenas vivem". Isso tudo porque eu estava feliz, com uma coisa
mínima; e a infeliz veio e não respeitou a minha felicidade. Pediu desculpas,
fez-se de boa. Porém esqueceu-se que a exclusão foi de algo que eu havia construído
com muito amor e principalmente muita dor. Por isto, GRITO: GENTE FELIZ NÃO
INCOMODA NINGUÉM! Eu tento respeitar o máximo, se me desrespeitam, até afasto,
se continuam me cutucando, converso e se persistem viro uma onça e acabo sendo
cruel. Agora acendo a seta de foda-se e vou viver. VIVER COM RESPEITO! E CURAR
AS MINHAS AMARGURAS, DAS QUAIS TENTO NÃO DESCONTAR NO MUNDO!!
Pergunta do filho de oito anos hoje na hora do almoço:
- Mãe, você sabe o que é id?
- Sei, onde você viu isso?
- Numa historinha e no desenho animado.
- E você, sabe o que é?
- Sei. É o nosso monstro interno.
- É – me esforçando pra não me espantar demais – o id é a parte da nossa personalidade que a gente tenta esconder. E tem também o ego e o super ego.
- Eu sei… E o que é isso?
- Ego é a parte que a gente mostra pros outros, super-ego é como a sociedade espera que a gente se comporte. Normalmente, o nosso ego se adapta ao super-ego.
- Hummm… E porque a gente não mostra todas as nossas partes pra lá?
- Porque a gente precisa ser aceito pelos pais, pela familia, pelos amigos, pela sociedade. Então, a gente reprime as características que a gente tem que vão contra o ambiente que a gente vive.
- O que é reprimir?
- É diminuir, tentar encolher. Na verdade a gente tenta que essas caracter[isticas sumam, desapareçam, mas como não tem jeito, a gente esconde elas dentro de uma caixinha, lá dentro da nossa cabeça. Por exemplo, você gosta de tomate, não é?
- É.
- Pois é, se eu falar que você não pode comer tomate porque tomate é muito, muito ruim e que eu te impeço de comer tomates para sempre, como você vai se sentir?
- Com raiva, com muita raiva.
- Isso. E vai tentar esconder a raiva. Certo?
- Certo.
- E quando você vir um tomate, o que vai fazer? Vai comer um pedacinho como está fazendo agora ou vai comer o tomate inteiro?
- Vou engolir o tomate inteiro, pois vou estar com muita vontade de comer um tomate e não vou poder.
- Viu? É assim que forma o id. Todas as vontades reprimidas que a gente tem são guardadas num canto da nossa cabeça e, além disso, a gente fica com raiva do que não pode fazer.
- É… No desenho o id tem sede de vingança.
- É. Ele se vinga por não se permitir ser ele mesmo. Se a gente agir naturalmente, se comer um pouquinho de tomate de vez em quando, se a gente se permitir um pouco, a gente vai ter menos raiva e ser mais livre e feliz. E vai se aceitar mais…
- É… As pessoas precisam falar mais o que elas pensam, fazer mais coisas que elas gostam… Pra ficar com menos raiva, porque se não, a raiva vai juntando e um dia explode.
- É… Isso mesmo filho.
Ele saiu e foi me desobedecer lá no quintal. Eu levantei pasmada dele perguntar e entender tudo isso. Que nem eu sei bem se entendo direito. E, orgulhosamente, me pergunto:
- O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM ESSAS CRIANÇAS HOJE? QUE JÁ NASCEM SABENDO?
Lendo um livro sobre religiões, me deparo com Confúcio, que era um
político fracassado, por pregar a paz, e com isto, tornou-se o maior professor
da China.
“Somente
são dignos de governar aqueles que preferirem não ter que governar.
Aquele que
exerce o governo por meio de sua virtude pode ser comparado a estrela polar,
que se mantém no lugar enquanto todas as outras estrelas se voltam para ela.
Governar é
manter-se reto. Se tu, dirigires teu povo em linha reta, qual de seus súditos
se arriscará a sair dessa linha?”
Confúcio
“Se houver
honra no coração, haverá beleza de caráter.
Se houver
beleza no caráter, haverá harmonia no lar.
Eu decido ser amada e desejada por quem me quer bem; e, ao querer o meu bem,
como eu lhe quero também, vai emanar as melhores vibrações de luz e energia
positiva que abrirão todas as maravilhosas possibilidades no meu caminho;
tudo de melhor que eu cultivo e posso compartilhar com o meio ambiente, o
mundo, e todos com quem convivo, será sempre benvindo, visto com gentileza,
harmonia, alegria e respeito;
eu decido ter muito sucesso no meu trabalho, a partir dos méritos que cultivo e
da capacidade que tenho para executar todos os planos criativos que me
proponho;
que o reconhecimento seja sempre um reflexo natural das capacidades que
manifestamos para ser luz, compartilhar a luz, cultivar a luz e incentivar
através da luz que há em mim, a luz em todos os seres;
eu decido que as oportunidades de gerir a minha vida de modo autossustentável
tenham êxito brevemente,
e que, as sementes de gentileza, amor, compreensão, tolerância, respeito, senso
de participação e inclusão que venho plantando, brotem, criem força e potência,
cresçam e floresçam;
eu decido ter um corpo leve, não sentir avidez por qualquer desejo, realização,
e/ou todo e qualquer alimento;
eu decido não ter dores físicas, nem fome ou cansaço, mas sim vitalidade plena,
disposição serena e contentamento com todas as verdades que se manifestam na
natureza;
que a minha decisão de força positiva seja tão respeitada quanto todas as
verdades eternas,
pois que eu sou também esta verdade!
receba o meu abraço como um manto caloroso de amor,
e vamos em frente!
Adi Esha Akshaya
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
O carinho vital da semana!
" Cada ato de generosidade, afeto, amizade, perdão e amor, nos eterniza e nos inscreve no livro da Vida"...Não importa o quanto seja doloroso ou difícil, só o Amor é que nos qualifica a escrever a nossa história...
Fiquei digerindo o fato de não saber amar por
alguns meses. Quando percebi que finalmente estava amando (lógico que estou
falando do amor que existe entre o homem e uma mulher), me dei conta que não sabia
amar.
Vou além. Em todas as relações nunca soube amar. Não
soube amar a mãe, o pai, o irmão, a irmã, a amiga bipolar, o namorado, a Tia da
Casa da Esperança, o amigo problemático da adolescência, o gato de raça de
muito valor econômico, o vestido mais lindo e outros que não consigo recordar
agora. Perdia tudo e todos.
Percebi que amei de verdade quando gostava das
pessoas. Quando gostava exclusivamente das pessoas, assim, gostar por gostar,
sem interesse algum, a relação fluía, crescia e solidificava. E surgiram as
amigas(os) de infância, o amor da mãe, do pai, do irmão, da irmã, as relações amorosas
duradouras, os gatos pararam de fugir, os vestidos duraram. A ficha caiu: quando
abro mão do amor (ou daquilo que pensava que era amor), ele se fortalece e não
desaparece.
Não abri mão do amor por não amar. Abri mão do amor
por amar demais e não suportar mais a dor. No meu conto de fadas o mundo e as
pessoas tinham que ser como eu desejava, o outro deveria mudar por mim e todos
deveriam me amar. O mundo não vai mudar por minha causa, muito menos as pessoas e nem todo mundo vai me
amar. Descobri que precisava mudar melhor dizer: desejei uma transformação íntima.
As pessoas não me tratam como eu gostaria de ser
tratada, e sim, de acordo com aquilo que elas têm a oferecer. Uns tem mais
capacidade de dar amor porque estão abertos, dão e não cobram; outros, não
conseguem dar nada. Nada mesmo. Não estão abertos e não estão preparados, ainda
não conseguem sentir que o amor liberta.
Dói muito relacionar-se com pessoas que não estão
abertas, principalmente quando estamos abertos, nesta situação, o que devemos
fazer é respeitar o tempo e o espaço do próximo. Esta atitude pode acarretar
muita dor. Suporte. Porém, deixe o próximo ciente do seu amor. Ofereça um
pedaço do seu coração, ou se for capaz, o coração inteiro e respeite. Saia de
fininho com muito carinho, porque a semente foi plantada. O próximo passo é curar
a sua dor. Tenha compaixão por você. Um conselho: em situações difíceis olhe
para Jesus. Este é o melhor amigo, confesso, que por diversas vezes, fui muito ingrata com ele, e nem por isto, ele
me amou menos. Em momentos de desespero em vez de aceitar o que a vida estava
me proporcionando, me revoltava. Questionava Jesus o por quê? Brigava, esperneava,
xingava e chorava. Não possuía discernimento suficiente para amar e ter
compaixão pela minha dor, por Jesus e quem dirá pelo próximo.
Não compreendia melhor dizer, não sentia; Jesus
amou a humanidade e foi crucificado por amor. A maioria das pessoas conhece a
história e não sente. Quando senti os ensinamentos dele de fato, aprendi a agradecer,
a conversar, a ter compaixão, a amar o próximo, a ter paciência porque tudo e
todos têm o seu tempo (e como é difícil exercitar a paciência)... Ouvir mais e
falar menos, perdoar (muito difícil também), reclamar menos, julgar menos, a ter mais educação,
a ser mais tolerante e com isto, comecei a perceber e a sentir o amor de onde
pensava que não existisse. E amei muito mais.
A dependência, a carência, o vício, o egoísmo, o
egocentrismo e o ego são sentimentos dos quais nos iludimos achando que é amor.
Perdemos o equilíbrio, cobramos, julgamos, acorrentamos, cerceamos a liberdade,
a espontaneidade e destruímos as relações. O amor destruidor aprisiona faz com que
percamos a noção do ridículo e acabamos perdendo o nosso amor próprio. Quando
perdemos o amor próprio chegamos ao fundo do poço.
O pai por amar demais proíbe a filha, que por sua
vez, foge para chamar a sua atenção. A mãe que por não ter alternativas deixa a
filha para trás, que por sua se sente excluída uma vida inteira. A irmã cobra responsabilidade
da outra, e por isto, tornam-se inimigas. A cobrança da amante ao amado
silencia a relação e assim, um distancia do outro.
Percebi que a maioria das pessoas, assim como eu, não
sabe amar. Com isto, tive compaixão por mim e por todos que rompi ou me afastei
por não saber amar. E me perdoei. Com o tempo perdoei a todos. E se hoje, ainda
tenho dificuldades nestas relações, paro, respiro, olho para a pessoa e
simplesmente respeito. Amor verdadeiro volta com o tempo, se não voltar, transforma.
Respeitar e silenciar são atos de amor. Não julgar é
o ato de amor mais puro de todos. Sair de fininho, chorar no travesseiro, orar,
colocar um sorriso no rosto para disfarçar a dor e a tristeza, cuidar de
plantas, conversar com os animais, desejar a família unida, acolher sempre os
amigos, abrir mão de uma vontade também são formas de amar. Não adianta gritar,
espernear, ficar chorando sem parar, fazer-se de coitada para mostrar para o
mundo que ama. Isso se chama pirraça e de gente pirracenta ninguém gosta.
Afasta.
E quando não se sentir amado o “suficiente” tenha
compaixão por você e busque o amor com reverência e muita humildade. Você vai
sentir que o amor brota aonde você menos espera. Ele esta em todos os lugares,
ele passa na sua frente toda hora. Busque o amor assim como quem busca um copo
de água na cozinha para matar a sede e você será contemplado pelo amor. Aceite
o que a vida te oferece de amor e não o que você espera.
E como diz a grande amiga escritora Paula Jácome, que para mim é muito mais, por
ser uma Semeadora de Estrelas, melhor dizer, uma SEMEADORA DE CORAÇÕES em um
momento de “inspiração” cita: "É que
a dor precisa fluir e ser sentida pra honrar pessoas e situações que, às vezes,
não podem ser diferentes, quando não podemos fazer nada, quando a vida é maior
do que nós. E, agora que aprendi que
toda dor é um jeito triste de amar, de vez em vez me recolho ao silêncio e
espero, quietinha, tanto amor se manifestar."
Antes de qualquer coisa é necessário acreditar que você merece a felicidade. Temos um sentimento de desmerecimento embutido dentro de nós, oriundo de nossa "educação", que nos faz ter medo de ser feliz. E você até estranha quando está muito feliz. E via de regra sabota as chances e oportunidades que surgem em sua frente. Identificar e começar a dissolver esse sentimento de desmerecimento, muitas vezes oculto, é primordial para abrirmos nossa vida a novos ares.