Capsicum frutescens in anus autrem kisucus est!!!!! Meu diário, meus pensamentos... meu amigo!!!
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
''Eu
já passei da idade de ter um tipo físico de homem ideal para eu me relacionar.
Antes, só se fosse estranho (bem estranho). Tivesse um figurino perturbado.
Gostasse de rock mais que tudo. Tivesse no mínimo um piercing (e uma tatuagem
gigante).
Soubesse tocar algum instrumento. E usasse All Star.
Uma coisa meio Dave Grohl.
Hoje em dia eu continuo insistindo no quesito All Star e rock´n roll, mas confesso que muita coisa mudou. É, pessoal, não tem jeito. Relacionamento a gente constrói. Dia após dia. Dosando paciência, silêncios e longas conversas. Engraçado que quando a gente pára de acreditar em “amor da vida”, um amor pra vida da gente aparece. Sem o glamour da alma gêmea. Sem as promessas de ser pra sempre. Sem borboletas no estômago. Sem noites de insônia. É uma coisa simples do tipo: você conhece o cara. Começa, aos poucos, a admirá-lo. A achá-lo FODA. E, quando vê, você tá fazendo coraçãozinho com a mão igual uma pangaré. (E escrevendo textos no blog para que ele entenda uma coisa: dessa vez, meu caro, é DIFERENTE).
Adeus expectativas irreais, adeus sonhos de adolescente. Ele vai esquecer todo mês o aniversário de namoro, mas vai se lembrar sempre que você gosta do seu pão-de-sal bem branco (e com muito queijo). Ele não vai fazer declarações românticas e jantares à luz de vela, mas vai saber que você está de TPM no primeiro “Oi”, te perdoando docemente de qualquer frase dita com mais rispidez.
Ah, gente, sei lá. Descobri que gosto mesmo é do tal amor. DA PAIXÃO, NÃO. Depois de anos escrevendo sobre querer alguém que me tire o chão, que me roube o ar, venho humildemente me retificar. EU QUERO ALGUÉM QUE DIVIDA O CHÃO COMIGO. QUERO ALGUÉM QUE ME TRAGA FÔLEGO. Entenderam? Quero dormir abraçada sem susto. Quero acordar e ver que (aconteça o que acontecer), tudo vai estar em seu lugar. Sem ansiedades. Sem montanhas-russas.
Antes eu achava que, se não tivesse paixão, eu iria parar de escrever, minha inspiração iria acabar e meus futuros livros iriam pra seção B da auto-ajuda, com um monte de margaridinhas na capa. Mas, CARAMBA! Descobri que não é nada disso. Não existe nada mais contestador do que amar uma pessoa só. Amar é ser rebelde. É atravessar o escuro. É, no meu caso, mudar o conceito de tudo o que já pensei que pudesse ser amor. Não, antes era paixão. Antes era imaturidade. Antes era uma procura por mim mesma que não tinha acontecido.
Sei que já falei muito sobre amor, acho que é o grande tema da vida da gente. Mas amor não é só poesia e refrões. Amor é RECONSTRUÇÃO. É ritmo. Pausas. Desafinos. E desafios.
Demorei anos pra concordar com meu querido (e sempre citado) Cazuza: “eu quero um amor tranqüilo, com sabor de fruta mordida”.
Antes, ao ouvir essa música, eu sempre pensava (e não dizia): porra, que tédio!
Ah, Cazuza! Ele sempre soube. Paixão é para os fracos. Mas amar - ah, o amor! - AMAR É PUNK''
Uma coisa meio Dave Grohl.
Hoje em dia eu continuo insistindo no quesito All Star e rock´n roll, mas confesso que muita coisa mudou. É, pessoal, não tem jeito. Relacionamento a gente constrói. Dia após dia. Dosando paciência, silêncios e longas conversas. Engraçado que quando a gente pára de acreditar em “amor da vida”, um amor pra vida da gente aparece. Sem o glamour da alma gêmea. Sem as promessas de ser pra sempre. Sem borboletas no estômago. Sem noites de insônia. É uma coisa simples do tipo: você conhece o cara. Começa, aos poucos, a admirá-lo. A achá-lo FODA. E, quando vê, você tá fazendo coraçãozinho com a mão igual uma pangaré. (E escrevendo textos no blog para que ele entenda uma coisa: dessa vez, meu caro, é DIFERENTE).
Adeus expectativas irreais, adeus sonhos de adolescente. Ele vai esquecer todo mês o aniversário de namoro, mas vai se lembrar sempre que você gosta do seu pão-de-sal bem branco (e com muito queijo). Ele não vai fazer declarações românticas e jantares à luz de vela, mas vai saber que você está de TPM no primeiro “Oi”, te perdoando docemente de qualquer frase dita com mais rispidez.
Ah, gente, sei lá. Descobri que gosto mesmo é do tal amor. DA PAIXÃO, NÃO. Depois de anos escrevendo sobre querer alguém que me tire o chão, que me roube o ar, venho humildemente me retificar. EU QUERO ALGUÉM QUE DIVIDA O CHÃO COMIGO. QUERO ALGUÉM QUE ME TRAGA FÔLEGO. Entenderam? Quero dormir abraçada sem susto. Quero acordar e ver que (aconteça o que acontecer), tudo vai estar em seu lugar. Sem ansiedades. Sem montanhas-russas.
Antes eu achava que, se não tivesse paixão, eu iria parar de escrever, minha inspiração iria acabar e meus futuros livros iriam pra seção B da auto-ajuda, com um monte de margaridinhas na capa. Mas, CARAMBA! Descobri que não é nada disso. Não existe nada mais contestador do que amar uma pessoa só. Amar é ser rebelde. É atravessar o escuro. É, no meu caso, mudar o conceito de tudo o que já pensei que pudesse ser amor. Não, antes era paixão. Antes era imaturidade. Antes era uma procura por mim mesma que não tinha acontecido.
Sei que já falei muito sobre amor, acho que é o grande tema da vida da gente. Mas amor não é só poesia e refrões. Amor é RECONSTRUÇÃO. É ritmo. Pausas. Desafinos. E desafios.
Demorei anos pra concordar com meu querido (e sempre citado) Cazuza: “eu quero um amor tranqüilo, com sabor de fruta mordida”.
Antes, ao ouvir essa música, eu sempre pensava (e não dizia): porra, que tédio!
Ah, Cazuza! Ele sempre soube. Paixão é para os fracos. Mas amar - ah, o amor! - AMAR É PUNK''
Por: Fernanda Mello
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Senhor, ensina-nos a trilhar a luminosa estrada do auxílio: dá-nos força para destruir a pesada fortaleza de nossos próprios erros, coragem, para abrir o caminho da libertação de nós mesmos,
e recurso para desobstruir o coração em favor dos nossos semelhantes, entregando-lhes enfim os tesouros de amor que nos confiastes, que por onde passemos a dor se faça menos angustiosa,
a ignorância menos agressiva, o ódio menos cruel, a Terra menos densa, o desânimo menos sombrio, a incompreensão menos destruidora.
Se não possuímos ainda bens positivos com que possamos enriquecer a jornada terrestre, ajuda-nos a diminuir os males que nos rodeiam, que em Teu Nome, distribuamos fraternidade e renovação, usando com alegria os dons sublimes e invisíveis do silêncio da compreensão e da renúncia.
Senhor, que nos ensinastes em palavras as supremas lições da simplicidade na manjedoura e do sacrifício na cruz, indicando-nos assim o roteiro da construção espiritual e da ressurreição divina, orienta-nos o passo incerto e ampara-nos os propósitos santificantes para que a Sua vontade, misericordiosa e justa se faça em nós, por nós e para nós, hoje e sempre, onde estivermos”. Assim Seja!
Chico Xavier
O sábio conhece a liberdade e por isso é humilde.
O Guerreiro tem a alma de um sábio e está sempre alerta, sempre atencioso ao momento presente, aqui e agora.
É extremamente difícil um guerreiro que é guiado pelas forças do seu coração desistir, ele pode cair, mas a força que existe em seu interior o levantará.
A vida é escrita com a linguagem do amor...seu coração é o pincel.
Autor: Desconhecido
A Menosesperança na relação a dois.
"Tempos atrás escrevi um texto
chamado: “A Esperança, a Desesperança e a Menosesperança”. Retomo aqui o tema
da Menosesperança, trazendo de volta a mesma jovem do texto anterior, porém,
ela agora está vivendo outro momento em sua vida, pois ...tornou-se uma mulher
bela, íntegra e madura, ou seja, um vaso raro, pintado com as marcas do
sofrimento assumido e os louros da vitória sobre si mesma, propenso a não
encontrar tão fácil um par de vaso a sua altura."
A Menosesperança na relação a dois.
Alguns anos passaram, e a nossa jovem - que, naquela época, tinha o seu prazo de validade vencida para o casamento - casou-se afinal, apesar dos seus pesares e isso foi logo depois de eu ter escrito o meu texto sobre ela.
Seu marido deu-lhe filhos e, com o tempo, foi tornando-se, ele também, seu filho.
Mulheres que se tornam mães amadurecem inevitavelmente, mas alguns homens que se tornam pais estão sujeitos a com-trair a síndrome de Peter Pan, e passam a viver na “terra do nunca” amadurecer.
No caso do seu “marido” o casamento significou o encontro de uma excelente Wendy, bem eficiente com agulha e a linha, pronta para costurar todos os furos de suas meias verdades. Ela também tentou, em vão, costurar a sombra do Peter Pan de volta aos seus pés, mas ele sempre dava um jeito de se livrar dela e projetá-la de volta na costureira bem intencionada, pois, para um bom filho da mãe, a mãe sempre é a culpada por não dar tudo que a eterna infância pretende merecer sem dar.
Resultado, quando a mulher se torna mãe e o homem filho, o tesão sempre murcha, mas o casamento ainda era funcional em dar aos filhos um lar bem estruturado, onde o “pai prazer” tirava férias regulares e a mãe era a sempre responsável por tudo, inclusive por ganhar bem melhor que o marido, ocupando seu lugar insubstituível de mãe e fazendo às vezes de “pai limite”, 24 horas por dia, sem férias ou prazeres.
Para encurtar a história, surgiu deste grande buraco incosturavel “a outra”, bem mais jovem do que ela é claro e eles separaram.
A nossa mulher madura entrou numa merecida regressão, deprimiu, emagreceu, aconteceram-lhe toda sorte de sintomas bizarros e ela sentiu toda raiva mortal que achou justo merecer sentir, mesmo por que, em matéria de sentir, ela dura na queda.
Na sua psicoterapia, reconheceu racionalmente, usando a sua inteligência aguda e a sua auto-exigência ponteaguda, sua parte de responsabilidade em todo o ocorrido, mas sem ainda conseguir perdoar, nem seu marido, nem a outra, pela sua perda do seu lar, ou seja, pela perda de um pai-marido instituído de acordo com as normas da sua família tradicional.
Mas quanto a perda do marido-amante, até que lhe foi fácil, pois ele já não era lá grandes coisas, ao demonstrar se esforçar para bater o ponto no fim de suas férias constantes.
E foi então que, depois de ir ao inferno dos justos e voltar de lá mais viva e mais esperta, ela deu uma nova chance à sua a mulher-amante-interior, por tantos anos afastada por justa causa. Ela se viu livre e obrigou-se a voar e, apesar de suas asinhas estarem um pouco enferrujadas, ela ainda podia fazer a fila andar com surpreendente rapidez!
Porém, sua peneira era muito fina e entre os homens “livres” disponíveis, todos eles tinham tomado pau nos seus casamentos anteriores e não seria ela que os iria consertar, pois não estava desesperada a tal ponto.
Mas algo conteceu. A mulher não ‘ama’ um homem a primeira vista, a mulher ‘cisma’ com um homem em especial, e este tal que ela cismou não tinha nada a ver com ela, nem na sua aparência, nem em seu modo de ser. Ele era todo o contrário de seu sonho e também do seu bom senso ISO 9000. Ainda por cima, ele era bem mais jovem que ela: Imagine! Logo um solteiro com prazo de validade vencido para o casamento. Estava na cara que ele era um incorrigível sedutor. Mas ele era o próximo da sua fila, até então tediosa e foi com ele que as suas asas abriram plenas ao mergulharem em reviravoltas e vôos rasantes em seu mundo visceral perigoso e, até então, desativado.
Por um lado, toda vez em que olhava para ele, pensava: que mico! Por outro lado, ela não podia se impedir de sentir: que química! Ela se deparou com uma mulher dentro dela até então desconhecida, como se ela tivesse trocado seu Fusca por uma Ferrari.
Haja paciência para nossa amiga, pois o cara era um mestre dos jogos de sedução, onde ninguém pode dar bandeira senão perde o jogo. Vendo que era necessário fazer tais jogos para poder voar sem assustar o cara e sendo ela toda boa em tudo que decidia fazer, também entrou naquele jogo, jogando um contra-jogo à altura, mas sem o seu velho entusiasmo juvenil, pois ela tinha chegado uma idade em que a sinceridade nua e crua era tudo o que traria a ela o merecido conforto de poder ser ela mesma na companhia de alguém, desde que este fosse também sincero.
Na terapia ela se deu conta de que a transparência sempre é acompanhada pela entrega e que aquele jogo todo era só um controle eficaz para resguardar no narcisismo, quem ainda tem medo de amar. E ela tinha este medo. Quem não tem! A amor de quem realmente se entrega abre inevitavelmente a ferida antiga, ávida de participar do amor compartilhado para enfim aí encontrar sua cura!
Ela reconheceu que tinha menos medo do que ele. Então ousou dar mais um passo, um corajoso passo, onde se ultrapassa o outro ancorado na margem do medo. Ela foi além, e mergulhou na possibilidade de não ser acompanhada em sua transparência e disponibilidade para a entrega plena. Teria ela a paciência da infinita esperança e ficaria ela na outra margem além do medo, porém solitária?
Arriscou, mas foi até surpreendente, quando ela deixou de jogar e tirou a máscara que encobria seus verdadeiros sentimentos, ele também respondeu com transparência, mostrou-se incapaz de livrar-se do amor que sentia por ela. Mas, por outro lado, por sua atitude logo depois mais do que por suas palavras, mostrou-se incapaz de, na prática, entregar-se de fato e fugiu para a sua velha zona de conforto.
Foi então que ela reencontrou-se com a lembrança da “menosesperança” a mesma da sua juventude. Mas agora, na sua matura-idade, a menosesperança apontava para ainda mais uma vitória sobre si mesma, justo quando nutria mais uma expectativa de ser confortada por alguém, além de si mesma!
O que fazer agora? Ela não era muito boa em dar conforto a si mesma, e a sua criança interior sangrava no silencio dos impotentes.
Ela perguntou-se:
- O que é que a menosesperança pode me oferecer agora? Certamente deverá ser algo que a expectativa ou a esperança jamais poderiam me dar, como não me deram até agora.
Ela não precisou de nenhum sábio para vir até ela e aconselhar em sua margem solitária. Ela foi conversando com seus botões e chegou, por si só, a um lugar onde não ter saída é a própria saída:
- A Menosesperança, disseram todos seus “eus botões” em uníssono, é aquilo que só nos acontece quando menos se espera! Na verdade não é o que nos acontece e sim o estado de espírito anterior a qualquer acontecimento, a atitude de menos esperar. Um estado sem desejo e sem aversão, sem lenço e sem documento, um estar a toa na vida, o lugar de onde emerge o assobio, um vazio que sopra desinteressado a música descontraída do estar simplesmente presente à vida. Este é o lugar de esperar com encantamento o desdobrar do sempre novo acontecer.
"Sem lenço", sem precauções com relação ao passado que se pressupõe repetir-se, prisão circular que norteia a percepção ilusória do medo.
"Sem documento", sem o atestado de ser sempre o mesmo. O documento que é um retrato de um conceito carimbado, identidade de uma idade morta que se fixou ao presente e que deve carregar agora como desde sempre, algo vindo do passado e que impede de estar aqui por inteiro. Oferece o atestado de assegurar-se ser sempre o mesmo a alguém que assim evita a dúvida que toda ilusão evoca. Pois é aí que se paga um preço alto: Permanecer sem direito a mudar, voar e navegar. Imposto que justo incide quando se tenta extrapolar as fronteiras do conhecido em nós onde os guardiões da culpa e do medo nos dão certeza de se estar seguro e em casa. Estar "sem documentos" é poder ser sempre novo e ver o mundo com seus encantamentos, e para isso é preciso se estar livre.
Estar "a toa na vida" é um estado de a-tenção (sem tensão) no presente, um estado de gratuidade, de criança brincando esquecida de si e de seu passado, que em vez de sentir seu vazio carencial, abre-se para receber a gratuidade e a Graça que sempre estiveram aqui, no eterno e terno agora.
Sua criança ferida havia se revelado a ela em toda a sua transparente necessidade de ser reconhecida, aceita e amada por ela. Ela, ancorada na menosesperança quanto a algo a ser recebido lá de fora, aceitou sua própria condição inteiramente e se entregou finalmente ao amor pela sua criança e, como num fim de um conto de fadas, ela sentiu o impacto daquele ansiado encontro íntimo. Havia muita alegria entre a mãe e a filha, as duas começando a amarem-se sem medo, dentro dela.
Afinal, mãe é mãe, já o resto é tudo filho da mãe.
Sergio Condé – 16/02/2013
A Menosesperança na relação a dois.
Alguns anos passaram, e a nossa jovem - que, naquela época, tinha o seu prazo de validade vencida para o casamento - casou-se afinal, apesar dos seus pesares e isso foi logo depois de eu ter escrito o meu texto sobre ela.
Seu marido deu-lhe filhos e, com o tempo, foi tornando-se, ele também, seu filho.
Mulheres que se tornam mães amadurecem inevitavelmente, mas alguns homens que se tornam pais estão sujeitos a com-trair a síndrome de Peter Pan, e passam a viver na “terra do nunca” amadurecer.
No caso do seu “marido” o casamento significou o encontro de uma excelente Wendy, bem eficiente com agulha e a linha, pronta para costurar todos os furos de suas meias verdades. Ela também tentou, em vão, costurar a sombra do Peter Pan de volta aos seus pés, mas ele sempre dava um jeito de se livrar dela e projetá-la de volta na costureira bem intencionada, pois, para um bom filho da mãe, a mãe sempre é a culpada por não dar tudo que a eterna infância pretende merecer sem dar.
Resultado, quando a mulher se torna mãe e o homem filho, o tesão sempre murcha, mas o casamento ainda era funcional em dar aos filhos um lar bem estruturado, onde o “pai prazer” tirava férias regulares e a mãe era a sempre responsável por tudo, inclusive por ganhar bem melhor que o marido, ocupando seu lugar insubstituível de mãe e fazendo às vezes de “pai limite”, 24 horas por dia, sem férias ou prazeres.
Para encurtar a história, surgiu deste grande buraco incosturavel “a outra”, bem mais jovem do que ela é claro e eles separaram.
A nossa mulher madura entrou numa merecida regressão, deprimiu, emagreceu, aconteceram-lhe toda sorte de sintomas bizarros e ela sentiu toda raiva mortal que achou justo merecer sentir, mesmo por que, em matéria de sentir, ela dura na queda.
Na sua psicoterapia, reconheceu racionalmente, usando a sua inteligência aguda e a sua auto-exigência ponteaguda, sua parte de responsabilidade em todo o ocorrido, mas sem ainda conseguir perdoar, nem seu marido, nem a outra, pela sua perda do seu lar, ou seja, pela perda de um pai-marido instituído de acordo com as normas da sua família tradicional.
Mas quanto a perda do marido-amante, até que lhe foi fácil, pois ele já não era lá grandes coisas, ao demonstrar se esforçar para bater o ponto no fim de suas férias constantes.
E foi então que, depois de ir ao inferno dos justos e voltar de lá mais viva e mais esperta, ela deu uma nova chance à sua a mulher-amante-interior, por tantos anos afastada por justa causa. Ela se viu livre e obrigou-se a voar e, apesar de suas asinhas estarem um pouco enferrujadas, ela ainda podia fazer a fila andar com surpreendente rapidez!
Porém, sua peneira era muito fina e entre os homens “livres” disponíveis, todos eles tinham tomado pau nos seus casamentos anteriores e não seria ela que os iria consertar, pois não estava desesperada a tal ponto.
Mas algo conteceu. A mulher não ‘ama’ um homem a primeira vista, a mulher ‘cisma’ com um homem em especial, e este tal que ela cismou não tinha nada a ver com ela, nem na sua aparência, nem em seu modo de ser. Ele era todo o contrário de seu sonho e também do seu bom senso ISO 9000. Ainda por cima, ele era bem mais jovem que ela: Imagine! Logo um solteiro com prazo de validade vencido para o casamento. Estava na cara que ele era um incorrigível sedutor. Mas ele era o próximo da sua fila, até então tediosa e foi com ele que as suas asas abriram plenas ao mergulharem em reviravoltas e vôos rasantes em seu mundo visceral perigoso e, até então, desativado.
Por um lado, toda vez em que olhava para ele, pensava: que mico! Por outro lado, ela não podia se impedir de sentir: que química! Ela se deparou com uma mulher dentro dela até então desconhecida, como se ela tivesse trocado seu Fusca por uma Ferrari.
Haja paciência para nossa amiga, pois o cara era um mestre dos jogos de sedução, onde ninguém pode dar bandeira senão perde o jogo. Vendo que era necessário fazer tais jogos para poder voar sem assustar o cara e sendo ela toda boa em tudo que decidia fazer, também entrou naquele jogo, jogando um contra-jogo à altura, mas sem o seu velho entusiasmo juvenil, pois ela tinha chegado uma idade em que a sinceridade nua e crua era tudo o que traria a ela o merecido conforto de poder ser ela mesma na companhia de alguém, desde que este fosse também sincero.
Na terapia ela se deu conta de que a transparência sempre é acompanhada pela entrega e que aquele jogo todo era só um controle eficaz para resguardar no narcisismo, quem ainda tem medo de amar. E ela tinha este medo. Quem não tem! A amor de quem realmente se entrega abre inevitavelmente a ferida antiga, ávida de participar do amor compartilhado para enfim aí encontrar sua cura!
Ela reconheceu que tinha menos medo do que ele. Então ousou dar mais um passo, um corajoso passo, onde se ultrapassa o outro ancorado na margem do medo. Ela foi além, e mergulhou na possibilidade de não ser acompanhada em sua transparência e disponibilidade para a entrega plena. Teria ela a paciência da infinita esperança e ficaria ela na outra margem além do medo, porém solitária?
Arriscou, mas foi até surpreendente, quando ela deixou de jogar e tirou a máscara que encobria seus verdadeiros sentimentos, ele também respondeu com transparência, mostrou-se incapaz de livrar-se do amor que sentia por ela. Mas, por outro lado, por sua atitude logo depois mais do que por suas palavras, mostrou-se incapaz de, na prática, entregar-se de fato e fugiu para a sua velha zona de conforto.
Foi então que ela reencontrou-se com a lembrança da “menosesperança” a mesma da sua juventude. Mas agora, na sua matura-idade, a menosesperança apontava para ainda mais uma vitória sobre si mesma, justo quando nutria mais uma expectativa de ser confortada por alguém, além de si mesma!
O que fazer agora? Ela não era muito boa em dar conforto a si mesma, e a sua criança interior sangrava no silencio dos impotentes.
Ela perguntou-se:
- O que é que a menosesperança pode me oferecer agora? Certamente deverá ser algo que a expectativa ou a esperança jamais poderiam me dar, como não me deram até agora.
Ela não precisou de nenhum sábio para vir até ela e aconselhar em sua margem solitária. Ela foi conversando com seus botões e chegou, por si só, a um lugar onde não ter saída é a própria saída:
- A Menosesperança, disseram todos seus “eus botões” em uníssono, é aquilo que só nos acontece quando menos se espera! Na verdade não é o que nos acontece e sim o estado de espírito anterior a qualquer acontecimento, a atitude de menos esperar. Um estado sem desejo e sem aversão, sem lenço e sem documento, um estar a toa na vida, o lugar de onde emerge o assobio, um vazio que sopra desinteressado a música descontraída do estar simplesmente presente à vida. Este é o lugar de esperar com encantamento o desdobrar do sempre novo acontecer.
"Sem lenço", sem precauções com relação ao passado que se pressupõe repetir-se, prisão circular que norteia a percepção ilusória do medo.
"Sem documento", sem o atestado de ser sempre o mesmo. O documento que é um retrato de um conceito carimbado, identidade de uma idade morta que se fixou ao presente e que deve carregar agora como desde sempre, algo vindo do passado e que impede de estar aqui por inteiro. Oferece o atestado de assegurar-se ser sempre o mesmo a alguém que assim evita a dúvida que toda ilusão evoca. Pois é aí que se paga um preço alto: Permanecer sem direito a mudar, voar e navegar. Imposto que justo incide quando se tenta extrapolar as fronteiras do conhecido em nós onde os guardiões da culpa e do medo nos dão certeza de se estar seguro e em casa. Estar "sem documentos" é poder ser sempre novo e ver o mundo com seus encantamentos, e para isso é preciso se estar livre.
Estar "a toa na vida" é um estado de a-tenção (sem tensão) no presente, um estado de gratuidade, de criança brincando esquecida de si e de seu passado, que em vez de sentir seu vazio carencial, abre-se para receber a gratuidade e a Graça que sempre estiveram aqui, no eterno e terno agora.
Sua criança ferida havia se revelado a ela em toda a sua transparente necessidade de ser reconhecida, aceita e amada por ela. Ela, ancorada na menosesperança quanto a algo a ser recebido lá de fora, aceitou sua própria condição inteiramente e se entregou finalmente ao amor pela sua criança e, como num fim de um conto de fadas, ela sentiu o impacto daquele ansiado encontro íntimo. Havia muita alegria entre a mãe e a filha, as duas começando a amarem-se sem medo, dentro dela.
Afinal, mãe é mãe, já o resto é tudo filho da mãe.
Sergio Condé – 16/02/2013
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Semelhante atrai semelhante
Semelhante atrai semelhante
Somente uma pessoa amorosa, aquela que realmente é amorosa; pode encontrar o parceiro certo.
Essa é minha observação: se você está infeliz você irá encontrar alguém também infeliz. Pessoas infelizes são atraídas pelas pessoas infelizes. E isso é bom, é natural. É bom que as pessoas infelizes não sejam atraídas pelas pessoas felizes; senão elas destruiriam a felicidade delas. Está perfeitamente bem. Somente pessoas felizes são atraídas pelas pessoas felizes. O semelhante atrai o semelhante. Pessoas inteligentes são atraídas pelas pessoas inteligentes; pessoas estúpidas são atraídas pelas pessoas estúpidas.
Você encontra as pessoas do mesmo plano. Então a primeira coisa a lembrar é: um relacionamento está fadado a ser amargo se este surgiu da infelicidade.
Primeiro seja feliz, seja alegre, seja festivo e então você encontrará alguma outra alma festiva e haverá um encontro de duas almas dançantes e uma grande dança irá surgir disso.
Não peça por um relacionamento a partir da solidão, não. Assim você estará indo na direção errada. Então o outro será usado como um meio e o outro lhe usará como um meio. E ninguém quer ser usado como um meio! Cada indivíduo único é um fim em si mesmo. É imoral usar alguém como um meio. Primeiro aprenda como ser só. A meditação é um caminho para ficar sozinho.
Se você puder ser feliz quando você está só, você aprendeu o segredo de ser feliz. Agora você pode ser feliz acompanhado. Se você é feliz, então você tem alguma coisa para compartilhar, para dar. E quando você dá, você obtém; não é de outra maneira.
- Osho -
Primeiro seja feliz, seja alegre, seja festivo e então você encontrará alguma outra alma festiva e haverá um encontro de duas almas dançantes e uma grande dança irá surgir disso.
Não peça por um relacionamento a partir da solidão, não. Assim você estará indo na direção errada. Então o outro será usado como um meio e o outro lhe usará como um meio. E ninguém quer ser usado como um meio! Cada indivíduo único é um fim em si mesmo. É imoral usar alguém como um meio. Primeiro aprenda como ser só. A meditação é um caminho para ficar sozinho.
Se você puder ser feliz quando você está só, você aprendeu o segredo de ser feliz. Agora você pode ser feliz acompanhado. Se você é feliz, então você tem alguma coisa para compartilhar, para dar. E quando você dá, você obtém; não é de outra maneira.
- Osho -
AINDA
AINDA
Sempre me senti especial.
Achava que era diferente das pessoas.Com o tempo descobri um tanto de gente igual a mim...
E resolvi curti.
Abri os braços, aprendi a respirar...
Aceitar o que tem para hoje...
E me deparo vivendo o amor.
Amor louco, instável e estranho...
Vagabundo e sem respeito algum.
Safado, gostoso e livre.
Aprendi a dormir de conchinha,
Aceitar o bom e o ruim que existem em ti e em mim.
Tal como aprendi no “TAO”.
Linda, gostosa e burra...
Pela primeira vez me sinto sã,
E não louca, para não dizer uma “porra louca”...
Assumo o que não deveria.
Arrisco.
Não me arrependo...
Tudo bem se não for correspondido.
Sou grata a tudo que aprendi contigo.
Assim como todo livramento,
Aprenderei a conviver com a dor...
A partir de agora,
E desde o dia em que te conheci...
Vejo-me fugindo de ti...
Queria apenas te esquecer...
E não sofrer,
Previa que o meu coração iria se partir.
Tentei evitar...
Missão impossível...
Amor não é lógica matemática...
E hoje sem um pedaço do meu coração.
Aquele pedaço que dei a ti...
Que estará sempre contigo.
É só fechar os olhos e sentir.
Que assim seja.
Por:
Lucileyma Rocha Louzada Carazza
Eleva para Deus a tua mente e
começa a orar em favor dos outros, desejando a paz e irradiando o amor para
todas as criaturas, pois, assim, estarás limpando as vias da tua própria vida
interna, para que possa sentir o trânsito livre da força cósmica de Deus a te
legar mais vida, pelo próprio amor que desejares aos teus iguais.
Livro Horizontes da Fala, cap. 55, Espírito Miramez - psicografia de João Nunes Maia.
Livro Horizontes da Fala, cap. 55, Espírito Miramez - psicografia de João Nunes Maia.
A CORREÇÃO DO ERRO
A
CORREÇÃO DO ERRO
1. O estado de alerta do ego para os erros de outros egos não é o tipo de vigilância que o Espírito Santo quer que mantenhas. Os egos são críticos em termos do tipo de "sentido" que representam. Compreendem esse tipo de sentido porque faz sentido para eles. Para o Espírito Santo, não faz sentido algum.
1. O estado de alerta do ego para os erros de outros egos não é o tipo de vigilância que o Espírito Santo quer que mantenhas. Os egos são críticos em termos do tipo de "sentido" que representam. Compreendem esse tipo de sentido porque faz sentido para eles. Para o Espírito Santo, não faz sentido algum.
2. Para o ego, é benigno, certo e bom
apontar erros e "corrigi-los." Isso faz sentido perfeito para o ego,
que não está ciente do que são os erros e do que é a correção. Os erros são do
ego e a correção dos erros está no abandono do ego. Quando corriges um irmão,
tu estás lhe dizendo que ele está errado. Ele pode não estar fazendo nenhum
sentido nessa ocasião e, é certo que se estiver falando a partir do ego, não
estará fazendo sentido. Ainda assim, a tua tarefa é dizer-lhe que ele está
certo. Tu não lhe dizes isso verbalmente, se ele estiver falando tolices. Ele
necessita de correção em outro nível, porque seu erro está em outro nível.
Ainda assim, ele está certo porque é um Filho de Deus. O seu ego está sempre
errado, não importa o que diga ou faça.
3. Se apontas os erros do ego do teu irmão,
tens que estar vendo através dos teus, porque o Espírito Santo não percebe os
seus erros. Isso não pode deixar de ser verdadeiro uma vez que não existe comunicação
entre o ego e o Espírito Santo. O ego não faz nenhum sentido e o Espírito Santo não tenta compreender nada que surja dele.
Uma vez que Ele não o compreende, Ele não o
julga, sabendo que nada do que o ego faz significa coisa alguma.
4. Quando reages de qualquer modo que seja a
erros, não estás escutando o Espírito Santo. Ele meramente os ignorou e se
prestas atenção a eles, não O estás ouvindo. Se não O ouves, estás escutando o
teu ego e estás fazendo tão pouco sentido quanto aquele irmão cujos erros tu percebes.
Isso não pode ser correção. No entanto, é mais do que apenas uma falta de
correção para ele. É abrir mão da correção em ti mesmo.
5. Quando um irmão se comporta de maneira
insana só podes curá-lo percebendo nele a sanidade. Se percebes os seus erros e
os aceitas, estás aceitando os teus próprios. Se queres entregar os teus ao
Espírito Santo, tens que fazer o mesmo com os dele. A não ser que essa venha a
ser a única forma de lidares com todos os erros, não poderás compreender como
todos os erros são desfeitos. Há alguma diferença entre dizer-te que o que
ensinas tu aprendes e isso? O teu irmão está tão certo quanto tu estás e se
pensas que ele está errado, estás condenando a ti mesmo.
6. Tu não podes corrigir a ti mesmo. É possível,
então, corrigires um outro? No entanto, podes vê-lo verdadeiramente porque é
possível para ti ver a ti mesmo verdadeiramente. Não depende de ti mudar o teu
irmão, mas meramente aceitá-lo como é. Os seus erros não vêm da verdade que
está nele e só essa verdade é sua. Os seus erros não podem mudar isso e não
podem ter qualquer efeito sobre a verdade em ti. Perceber erros em qualquer
pessoa e reagir a eles como se fossem reais é fazer com que sejam reais para
ti. Não vais escapar de pagar o preço disso, não porque estás sendo punido por
isso, mas porque estás seguindo o guia errado e, portanto perderás o teu
caminho.
7. Os erros do teu irmão não são dele, assim
como os teus não são teus. Aceita os seus erros como reais e terás atacado a ti
mesmo. Se queres achar o teu caminho e mantê-lo, vê só a verdade ao teu lado,
pois vós caminhais juntos. O Espírito Santo em ti perdoa todas as coisas em ti e
no teu irmão. Os seus erros são perdoados junto com os teus. A Expiação não é
mais separada do que o amor. A Expiação não pode ser separada porque vem do
amor. Qualquer tentativa que faças para corrigir um irmão significa que
acreditas que a correção é possível através de ti e isso só pode ser arrogância
do ego. A correção é de Deus Que não conhece arrogância.
8. O Espírito Santo
tudo perdoa porque Deus tudo criou. Não assumas a Sua função, ou esquecerás a
tua. Aceita só a função de curar no tempo, porque é para isso que o tempo
serve. Deus te deu a função de criar na eternidade. Tu não precisas aprender
isso, mas precisas aprender a querer isso. Para tal foi feito todo o
aprendizado. Esse é o uso que o Espírito Santo faz de uma capacidade que não
precisas, mas fizeste. Dá a Ele essa capacidade! Tu não compreendes como
usá-la. Ele te ensinará como ver a ti mesmo sem condenação por aprenderes a
olhar todas as coisas sem ela. A condenação, então, não será real para ti e
todos os teus erros serão perdoados.
Convite ao AMOR
:-: Convite ao AMOR :-:
O amor é o estágio mais elevado do sentimento. O sexo Amparado pelo amor caracteriza a superioridade do ser, Facultando-lhe harmonia íntima e perfeito intercâmbio de vibrações e hormônios a benefício da existência. ...Sexo sem amor, porém, representa REGRESSÃO da inteligência às formas primeiras do desejo infrene, com o comprometimento das aspirações elevadas em detrimento de si mesmo e dos outros. Na perfeita identificação das almas o AMOR PRODUZ A BÊNÇÃO da felicidade em regime de paz. Nem sempre, porém, se encontrará no ser amado a recíproca. Importa, o que é essencial, amar, SEM SOLICITAÇÃO.
|Joanna de Ângelis|
O amor é o estágio mais elevado do sentimento. O sexo Amparado pelo amor caracteriza a superioridade do ser, Facultando-lhe harmonia íntima e perfeito intercâmbio de vibrações e hormônios a benefício da existência. ...Sexo sem amor, porém, representa REGRESSÃO da inteligência às formas primeiras do desejo infrene, com o comprometimento das aspirações elevadas em detrimento de si mesmo e dos outros. Na perfeita identificação das almas o AMOR PRODUZ A BÊNÇÃO da felicidade em regime de paz. Nem sempre, porém, se encontrará no ser amado a recíproca. Importa, o que é essencial, amar, SEM SOLICITAÇÃO.
|Joanna de Ângelis|
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
RELATO DE UM TIPO 4 SEXUAL
No auge dos meus 37 anos, concluo:
Estou “pocando” de
boa...Houve uma época que gostaria de ser como a Madonna:
“Like a virgen” (como uma virgem)
Doce ilusão, perder a virgindade não é tão legal...
O sexo aprende-se depois...
E com isto, rebolamos por puro prazer do despertar...
E hoje, outras “birongas” são mais legais...
Atualmente continuo querendo ser tal como a Madonna...
Porque o que é bom não sobra...
Evolui...
“A good girl gone wild” (Uma garota boa que ficou selvagem)
De hoje em diante quero viver a plenitude
A plenitude de ser livre e feliz
Sem amarras e amarguras no coração.
Definitivamente não quero e não sofrerei com o câncer...
A seta está acesa e piscando em neon na minha testa.
Gratidão por tudo que acontece em minha vida.
Portas se fecham e outras se abrem instantaneamente...
Não me arrependo de nada, talvez acrescentasse um pouco mais de “purpurina”...
Suspiros... suspiros.... suspiros...
Não quero pensar em escolhas errôneas...
Posso errar mais um milhão de vezes e acertar uma única vez...
Com um sorriso estonteante,
Um bronzeado surreal, uma cintura fina e 108 de quadril...
Dançar o oito, ou o infinito, ou apenas o samba e a dança-do-ventre.
Sinto pela primeira vez o abandono da nostalgia.
Quero viver e aproveitar todos os segundos da minha vida...
Nunca estive tão viva e tão sã...
Posso dizer que estou até feliz...
Com alegria, de coração aberto...
Quero conhecer e viver tudo que ainda não vivi!
Como um marinheiro...
Talvez com “um amor em cada porto”...
Não existe plenitude maior que conscientizar-se:
Que a liberdade é o melhor que existe na vida.
E sempre fui assim...
O apego nunca me fez feliz...
“Carpe diem”
Por:
Lucileyma Rocha Louzada Carazza
GRATIDÃO
Gratidão
Por: Paula Jácome
O amor, carinho e dedicação que recebi de meus pais, dou hoje aos meus filhos. A beleza do meu jardim, está estampada no meu bom dia. Todos os livros que já li, se tornam as crônicas que escrevo, a música que ouço, transformo em dança, o conhecimento que sorvo, se vira trabalho.
O amor do meu marido explode em vestidos esvoaçantes e coloridos, o silêncio da floresta eu transformo em paciência, em escuta. Com a alegria do encontro com amigos eu faço bolo com café. A luz do sol esquenta o meu abraço, o brilho enlaçado da lua liberta os meus segredos pro mundo.
Gratidão significa que a energia recebida, deve ser devolvida. Foi o que li em uma rede social, e virei vida!
Depois de brincar com os meus filhos, eu só posso plantar as flores que vão servir de alimento pras borboletas e enfeitar o mundo. O aconchego da minha casa, transparece no colinho pra acalentar a tristeza de quem vem chorando…
Da água eu devolvo o frescor, a fluidez, a transparência, a minha verdade sobre mim. Com a inteligência, eu estampo conexões. A chuva permite a preguiça, germina o descanso. Pelo o vento eu troco as coisas de lugar, reorganizo, adapto. As mulheres que me ensinaram, eu planto com sangue.
De um telefonema carinhoso, eu faço gargalhadas! O dentinho que cai da boca do menino, eu transformo em pó de pirlimpimpim, pura esperança. As estrelas viram o melhor futuro que eu possa sonhar, as nuvens são brinquedos de montar. De encontros gostosos, pulam sorrisos pelo dia à fora.
O dinheiro do trabalho colore as paredes da casa. A tecnologia espalha sementes. O tempo que passa pinta os vidros resplandecentes. A comida que resta, voa pelos bicos das aves que vêm, e eleva meu pensamento ao céu.
O filme doce inspira o almoço, da cama macia eu devolvo a mesma doçura. Da brincadeira de bola, que entra e quica no meu coração, vem o brilho nos olhos, a contagiante alegria mais boba. Da vela acesa, eu recebo, e dou, toda a compaixão.
Com o pé de acerola, eu faço sucos de admiração. As lições do fracasso, eu ensino. Simples assim. As minhas mágoas, viram conversas que desnudam as almas. O espelho do meu quarto, reflete a beleza pro mundo.
As bicicletas fazem voar! E eu mostro como. Os caminhos me levam, e eu trago a novidade de lá. Pra mover o parado, pra desalinhar o correto, pra levantar a poeira, instalo o caos, a inquietação viral, vital. Em cada passo que recebo, escancaro um pouco do que sou.
Dos cachorros e gatos, eu exprimo (espremo) fé. Os desejos de felicidade, viram festas! A festa com as amigas, vira livro. O livro dá ao coração que bate, o sonho que suspira. Inspiro e choro. Porque é verdade que nada é de ninguém e que somos todos um. Que nos tocamos sem ver, na claridade da luz, e carregamos partes de cada um.
Encher e esvasiar. Encher, é esvasiar. É o todo um fluir, um ir e voltar, um receber pra dar. A respiração. O mar.
Grata!
Por: Paula Jácome
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Without You
|
Without You
Everything I want I have
Money, notoriety and rivieras
I even think I found God
In the flash bulbs of your pretty cameras
Pretty cameras, pretty cameras
Am I glamorous? Tell me, am I glamorous?
Hello? Hello?
Can can you hear me?
I can be your china doll
If you want to see me fall
Boy you're so dope
Your love is deadly
Tell me life is beautiful
They all think I have it all
I'm nothing without you
All my dreams and all the lights mean
Nothing without you
Summertime is nice and hot
And my life is sweet like vanilla is
Gold and silver line my heart
But burned into to my brain all these
stolen images
Stolen images, baby, stolen images
Can you picture this?
Picture a life we could've lived?
Hello? Hello?
Can can you hear me?
I can be your china doll
If you like to see me fall
Boy you're so dope
Your love is deadly
Tell me life is beautiful
They all think I have it all
I'm nothing without you
All my dreams and all the lights mean
Nothing without you
We were two kids, just tryin' to get out
Live on the dark side of the american
dream
We would dance all night, play our music
loud
When we grew up nothing was what it seemed
Hello? Hello?
Can can you hear me?
I can be your china doll
If you like to see me fall
Boy you're so dope
Your love is deadly
Tell me life is beautiful
They think that I have it all
I'm nothing without you
All my dreams and all the lights mean
Nothing without you
Hello? Hello?
Can can you hear me?
I can be your china doll
If you like to see me fall
Boy you're so dope
Your love is deadly
Tell me life is beautiful
They think that I have it all
I'm nothing without you
All my dreams and all the lights mean
Nothing without you
All my dreams and all the lights mean
Nothing if I can't have you
|
Sem Você
Tudo
que eu quero, eu tenho:
Dinheiro,
fama e rivieras
Eu
até acho que encontrei Deus
Nos
flashes das lâmpadas das suas belas câmeras
Belas
câmeras, belas câmeras
Eu
sou glamourosa? Baby, eu sou glamourosa?
Olá?
Olá?
Será
que consegue me ouvir?
Eu
posso ser sua boneca de porcelana
Se
você quer me ver cair
Garoto,
você é tão demais
Seu
amor é mortal
Me
diga que a vida é bela,
Todos
eles pensam que eu tenho tudo
Não
sou nada sem você.
Todos
os meus sonhos e as luzes significam
Nada
sem você.
O verão
é legal e quente
E
minha vida é doce quanto baunilha
Ouro
e prata forram meu coração
Mas
queimaram no meu cérebro todas essas imagens roubadas
Imagens
roubadas, baby, imagens roubadas
Você
consegue imaginar
A
vida que nos poderíamos ter vivido?
Olá?
Olá?
Você
pode me escutar?
Eu
posso ser sua boneca de porcelana
Se
você quer me ver cair
Garoto,
você é tão demais
Seu
amor é mortal
Me
diga que a vida é bela,
Todos
pensam que eu tenho tudo
Não
sou nada sem você.
Todos
os meus sonhos e as luzes significam
Nada
sem você.
Nós
eramos duas crianças, somente tentando sair,
Viver
no lado sombrio do sonho americano
Nós
iriamos ficar fora até tarde, tocar nossa música alto,
Quando
crescemos nada era o que parecia.
Olá?
Olá?
Você
pode me escutar?
Eu
posso ser sua boneca de porcelana
Se
você quer me ver cair
Garoto,
você é tão demais
Seu
amor é mortal
Me
diga que a vida é bela,
Todos
pensam que eu tenho tudo
Não
sou nada sem você.
Todos
os meus sonhos e as luzes significam
Nada
sem você.
Olá?
Olá?
Você
pode me escutar?
Eu
posso ser sua boneca de porcelana
Se
você quer me ver cair
Garoto,
você é tão demais
Seu
amor é mortal
Me
diga que a vida é bela,
Todos
pensam que eu tenho tudo
Não
sou nada sem você.
Todos
os meus sonhos e as luzes significam
Nada
sem você.
Todos
os meus sonhos e todas as luzes não significam
Nada
se eu não posso ter você
|
LÁGRIMA
Lágrima
a tristeza – chaga aberta
tem sangue transparente
... quando a dor extrapola
a ferida vaza
dá alma aos olhos
*Líria Porto
a tristeza – chaga aberta
tem sangue transparente
... quando a dor extrapola
a ferida vaza
dá alma aos olhos
*Líria Porto
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
ESTADO DE GRAÇA
ESTADO DE GRAÇA
O Bono Vox sempre teve razão:
Quem iria domar os meus cavalos selvagens?De fato sou perigosa por ser honesta!
E somente um único amor é capaz de curar uma cicatriz.
Uma cicatriz negra ou azul...
Um único amor que deixou a sua marca.
E é por isto que canto!
E sou uma garota como o oceano...
Que muda todos os dias,
Porque não há nenhuma linha no horizonte....
Siga enfrente!
Por hoje é um LINDO dia!
Por: Lucileyma Rocha Louzada
Carazza
Inspiração: tradução de várias músicas.
VOCÊ É APENAS ALGUÉM QUE EU CONHECI
VOCÊ É APENAS ALGUÉM QUE EU
CONHECI
Uma semana de muito aprendizado,
Aprendizado moral, daquele que dói na alma.Pensei que teria tanta coisa para escrever...
E me pego assim: sem inspiração.
Porém, consigo relatar, com um pouco de humor.
Você é apenas alguém que eu conheci.
Não quero viver desse jeito,
Interpretando cada palavra que você disse,
Deveria ter deixado o tempo passar.
O encanto já havia sido quebrado...
Remendamos, com isto, o estrago ficou pior,
Se não tivesse colado...
Não te pegaria preso a alguém que você conheceu.
Mas talvez, se não fosse assim,
Não teria tanta determinação em buscar...
A alegria e a prosperidade que mereço.
De cabeça erguida, de vestidos longos,
Com a sensação de dever cumprido e com a dignidade intacta.
Vou sentir o vento, a luz, o mar, a brisa, a lua, a chuva e o sol.
Retornar a mim mesma,
A única capaz de me fazer feliz!
Com um coração gigantesco e aberto.
Aceitando todas as oportunidades que o UNIVERSO proporciona.
Por: Lucileyma Rocha Louzada
Carazza
É difícil amar pessoas reais
É difícil amar pessoas reais,
porque uma pessoa real, não irá cumprir suas expectativas. Ela não está aqui
para cumprir as expectativas de qualquer outra pessoa. Ela tem que viver sua
própria vida. E sempre que ela se move para algum lugar em desacordo com você
ou não está em sintonia com seus sentimentos ou com suas emoções, torna-se
difícil.
É muito fácil pensar sobre o amor, é muito difícil amar. É muito fácil amar o mundo inteiro, a verdadeira dificuldade é amar um único ser humano. É muito fácil amar a Deus ou à humanidade, o verdadeiro problema surge quando você se encontra com uma pessoa real e a encara. Para encará-la é preciso passar por uma grande mudança e um grande desafio.
É preciso entender que este é um problema real. Nada tem a ver com você pessoalmente. O problema está relacionado com todo o fenômeno do amor.
Não o torne um problema pessoal, caso contrário, você se verá em dificuldades. Todos têm que enfrentar esse mesmo problema, uns mais outros menos. Eu nunca encontrei uma pessoa que não tenha dificuldade em amar. Tem alguma coisa a ver com o amor, com o mundo do amor. O próprio relacionamento traz muitas situações onde os problemas surgem, e é bom passar por eles.
- Osho
É muito fácil pensar sobre o amor, é muito difícil amar. É muito fácil amar o mundo inteiro, a verdadeira dificuldade é amar um único ser humano. É muito fácil amar a Deus ou à humanidade, o verdadeiro problema surge quando você se encontra com uma pessoa real e a encara. Para encará-la é preciso passar por uma grande mudança e um grande desafio.
É preciso entender que este é um problema real. Nada tem a ver com você pessoalmente. O problema está relacionado com todo o fenômeno do amor.
Não o torne um problema pessoal, caso contrário, você se verá em dificuldades. Todos têm que enfrentar esse mesmo problema, uns mais outros menos. Eu nunca encontrei uma pessoa que não tenha dificuldade em amar. Tem alguma coisa a ver com o amor, com o mundo do amor. O próprio relacionamento traz muitas situações onde os problemas surgem, e é bom passar por eles.
- Osho
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