Capsicum frutescens in anus autrem kisucus est!!!!! Meu diário, meus pensamentos... meu amigo!!!
segunda-feira, 2 de março de 2015
domingo, 1 de março de 2015
NOITE ESCURA
NOITE ESCURA
Quando
se deita na cama
Pensando
em quem se ama
A
noite se alonga e não passa
Coração
no peito embaraça
O relógio
que para e não anda
A
cabeça maluca desanda
A vontade
que da de chorar
E o
medo de se flagelar
Rolando
de um lado pro outro
Na
vontade de dormir um pouco
Querendo
q o dia amanheça
E como
o sol a paz apareça
Se
quem tanto atormenta a mente
Imaginasse
o que aqui se sente
Certamente
estaria aqui
E sua
presença me faria dormir
Por: FA
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
TALVEZ
TALVEZ
Se eu
pudesse te ter aqui
Te
abraçar e te ver sorrir
Tentaria
pra ti ser melhor
Não
que eu tenha sido o pior
Por: FA
INDEPENDENTE CORAÇÃO
INDEPENDENTE CORAÇÃO
Coração
todo mundo tem
Só que
ele não respeita ninguém
Escolhe
sozinho quem vai amar
E faz
o dono sorrir e chorar
Por: FA
MENINA DOS MEUS OLHOS
MENINA DOS MEUS OLHOS
Menina
dos olhos verdes
Com
quem sonho acordado
A
beleza dos seus olhos
Me
deixa alucinado
O
olhar que me alegra
Também
tira o meu sossego
Fazendo
de mim já homem
Criança
pedindo arrego
Com o
brilho dos seus olhos
Quero
sempre me alegrar
Sem
esquecer q são os mesmos
Que
fizeram me chorar
Não
sei se é desse mundo
Ou se
veio de outro lugar
Mas o
verde dos seus olhos
Acaba
por mim pirar
Por: FA
"Xamãs
são curadores, videntes e visionários. (...) estão em comunicação com o mundo
dos deuses e dos espíritos. Seus corpos podem ser deixados para trás enquanto
voam para reinos sobrenaturais. São poetas e cantores. Dançam e criam trabalhos
artísticos. (...) estão familiarizados com a geografia cósmica e física; os
segredos das plantas, animais e dos elementos lhes são conhecidos. São
psicólogos, artistas e também aqueles capazes de encontrar alimento. Acima de
tudo, no entanto, xamãs são técnicos do sagrado e mestres do êxtase."
(Joan Halifax, Shamanic Voices,
E. P. Dutton, New York, 1979.)
CULTA DISTRAÇÃO
CULTA DISTRAÇÃO
Quando
não tenho o que fazer
Uso
meu tempo para escrever
Não
que alguém tenha que ler
Mas é
o que gosto de fazer
Uso a
escrita como distração
Pois
mais culto quero ficar
É um
direito do cidadão
Escrever
o que bem pensar
Um
poeta quero ser
Não
custa nada sonhar
Mas
tenho muito que crescer
E
também que estudar
Com o
pouco que escrevo
Acho
que nunca vou ter lucros
Continuarei
sendo o mesmo
Porem
um pouco mais culto
Por: FA
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Porque sou Amor
Quem habita em mim não é apenas uma mulher,
É uma guerreira.
A guerreira que vive em mim não é só de luta,
É de ousadia.
A ousadia que me faz caminhar não é só de vontade,
É de coragem.
A coragem que me guia não é só agressiva,
É permissiva.
Me permite ser tolerante.
A minha tolerância não é só paciência,
É cuidado.
Esse cuidado não é apenas comigo, ou porque vivo. É cuidado com a vida em geral, com as coisas e seres que compartilham dessa viagem que se chama "Existência" comigo.
É cuidado com os meus, porque sou abrigo.
E isso faz com que eu busque sempre evoluir.
Porque preciso.
Porque eu devo.
Porque mereço.
E a minha evolução não é predestinada.
É destino.
E minhas escolhas me farão sentido.
Por que?
Porque sou Amor.
(J.)
É uma guerreira.
A guerreira que vive em mim não é só de luta,
É de ousadia.
A ousadia que me faz caminhar não é só de vontade,
É de coragem.
A coragem que me guia não é só agressiva,
É permissiva.
Me permite ser tolerante.
A minha tolerância não é só paciência,
É cuidado.
Esse cuidado não é apenas comigo, ou porque vivo. É cuidado com a vida em geral, com as coisas e seres que compartilham dessa viagem que se chama "Existência" comigo.
É cuidado com os meus, porque sou abrigo.
E isso faz com que eu busque sempre evoluir.
Porque preciso.
Porque eu devo.
Porque mereço.
E a minha evolução não é predestinada.
É destino.
E minhas escolhas me farão sentido.
Por que?
Porque sou Amor.
(J.)
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
VIDA
Com
a compaixão perdoo,
Com
a gratidão germino,
Com
a sabedoria silencio...
Com
o sorriso farto me liberto,
Com
a alegria me entrego...
Por: Lucileyma Carazza
VIDA
VIDA
O
mantra da atualidade:
Estar
no presente,
Suspirar
e respirar,
Aceitar
todas as frações de segundos...
Há
tempos tenho à consciência
De
que sou o meu pior algoz.
Que
me perco e me distraio
Que
fujo de mim mesma.
Há
tempos sinto
Que
lágrimas não fogem mais de mim,
A
tristeza existe e não persiste!
Ela
é apenas mais um sentimento.
Aprendi
a duras cargas
Escolher
e vivenciar minhas escolhas.
Talvez
esteja toda errada
Na
contramão dos padrões estabelecidos.
Sou
discípula de “Naranjo”
Envolta
em energia profícua que sustenta e guia.
Em
dificuldades sinto que: SOMOS TODOS UM,
Corações
dilacerados guiados por egos inflados...
Parei
de me comparar
Para
não pirar em frustrações
Parei
de pensar
Para
purificar a alma
Silenciei
e reverenciei
Os
percalços que colhi
Fortaleci
a dignidade existente
Em
minha centelha divina
Com
a compaixão perdoo,
Com
a gratidão germino,
Com
a sabedoria silencio...
Com
o sorriso farto me liberto,
Com
a alegria me entrego...
Não
existe controle,
Existe
apenas a possibilidade
De
preencher as lacunas
E
viver entregue aos benefícios do Universo!
De
todos os aprendizados
Acolho
a maior virtude:
O
de ser honesta para comigo mesma.
A
vida só vale à pena,
Quando
escutamos as vozes do nosso coração.
Vivenciando
as sombras e as luzes
Existente
em mim...
É
disso que eu vivo!
À
entrega constante
Das
vozes do meu coração!
Por: Lucileyma
Carazza
“Existem dois caminhos para atingir a grande meta da
autorrealização: a meditação e o amor. O caminho da meditação é uma inclinação
do princípio masculino dentro de nós; e o caminho do amor é uma inclinação do
princípio feminino dentro de nós. Em algum momento esses dois caminhos se
encontram, isso é inevitável. Porque à medida que cresce no amor, você
silencia; e à medida que cresce no silêncio, você ama. Quando esse encontro
ocorre, você e o Divino se tornam um - o rio se torna o oceano.” Prem Baba
domingo, 15 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
MOVIMENTOS
MOVIMENTOS
Somos
solo sagrado
Somos
centelha divina
Somos
seres em evolução
Somos
o nosso livre arbítrio
Somos
as escolhas realizadas
Somos
frações de segundos
Somos
vários seres em um único ser
Somos
egos indomáveis
Somos
maremotos de pensamentos
Somos
os nossos julgamentos
Somos
as nossas culpas
Somos
os nossos medos
Somos
o “querer por querer”
Somos
eternos insatisfeitos
Somos
corações inflamados e decapitados
Somos
um momento de silêncio
Somos
um sorriso disfarçado no rosto
Somos
uma lágrima e um recomeçar...
Somos
a burrice escancarada
Perdidos
em nós mesmos
Somos
a malícia e a benevolência
Somos
a verdade e a mentira
Somos
a libertinagem e a liberdade
Somos
o erro e o acerto
Somos
o descontrole
Libertador
e pacificador...
Somos
a Esperança acolhedora
Somos
uma nova versão
A
cada instante em mutação
Somos
vidas entrelaçadas
Somos
uma gigantesca mandala humana
SOMOS
TODOS UM
Cada
qual com as suas vivencias e escolhas.
Por: Lucileyma
Carazza
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
ACREDITAR
ACREDITAR
Sonho
com afetos integrais
E
não refinados
Sonho
com a simplicidade
Vivenciada
em apenas ser
Sonho
com a sinceridade
Perpetuada
por poucos
Sonho
com mordidas na nuca
Copuladas
em uma linga que não se quebra
Sonho
com a benevolência
Escancarada
em sorrisos abertos
Sonho
com corações dignos
Que
se reverenciam
Sonho
com a integridade
Demonstrada
pelos antigos guerreiros Samurais
Sonho
com a fidelidade
Existente
em minha Centelha Divina
Sonho
com a inocência perdida
Que
ainda existe em mim
Sonho
com relacionamentos possíveis,
Tangíveis
e admissíveis
Sonho
com a equanimidade
Escondida
pela minha sombra
Sonho
com um tempo em que expressões faciais
Eram
realizadas através dos olhos
Sonho
com um amor possível
Onde
o instinto, o cérebro e o coração
Caminham
de mãos dadas...
Talvez
seja o meu romantismo exacerbado,
Mas
vivencio uma época distante de mim...
Onde
o melhor a se fazer é:
Amar,
silenciar e aceitar.
Sonho
com atitudes dignas:
O
de viver o presente
E
o de amar sem esperar nada em troca.
Mais
sonho mesmo
É
com um amor recíproco!
Por: Lucileyma
Carazza
SEGUNDA PARTE DO CONTO: ' A CRIANÇA ENCANTADA".
...Mas,
depois de algum tempo, novas formas de maldades apareciam outra vez.
Até
que um dia todos se cansaram disso e disseram:
-
“Não vamos incomodar-nos mais com essa questão de governo. Vamos parar de
perder tempo tentando fazer com que as pessoas sejam boas. Vamos conviver com a
sua maldade”.
E,
por estranho que pareças, essa decisão pareceu dissipar as nuvens de
preocupação que havia muito tempo pairavam sobre aquele povo. Um espírito novo
e juvenil pareceu invadir cada um, e todos se puseram a trabalhar para colocar
em prática o novo plano.
O
primeiro resultado foi que cada cidadão teve que ficar mais paciente. Quando um
ato mau era praticado contra alguém, ao invés de, como antes, querer vingança
ou exigir que o autor da maldade corrigisse seu comportamento, a pessoa agora
tentava ser paciente e cobrir a ferida aberta com um sorriso. Ninguém
mencionava pessoas que desrespeitavam a lei, nem atos maldosos, embora as leis
continuassem sendo desrespeitadas, e as pessoas fizessem maldades. Mas, embora
o mal fosse feito, ninguém pensava no homem, ou na mulher, ou na criança que o
havia feito, porque cada um que era ferido era paciente e esquecia quem havia
feito a ofensa. É claro que havia a dor, e todos queriam terminar com ela. Mas
pensar em quem havia causado a dor não adiantava. Por isso, quando um homem era
prejudicado, ele logo esquecia quem o prejudicaria. Todos, agora, estavam
ficando pacientes.
Então,
pouco a pouco, as pessoas começaram a fazer uma misteriosa descoberta. Viram
que se alguém havia feito uma maldade contra você – por exemplo – fora você
que, na verdade, despertara a maldade dentro do outro. No começo a idéia parecia
inaceitável, e muita gente ficou chocada ao pensar nela pela primeira vez. Mas,
lentamente, as pessoas foram descobrindo que era verdade. Na segunda-feira o
rei começou a sentir que ele despertava em seus súditos um tipo especial de
maldade – “Mas isto é horrível “, diziam todos.
E,
no entanto, era verdade. Então cada homem e cada mulher começaram a ser
humildes de fato; agora não era mais uma questão de forçar alguém a ser bom –
mas, sim, de deixa-lo em paz.
II - A Criança
Encantada
Ã
medida que cada um fazia seu próprio treinamento em paciência, notava um fato
novo e estranho em si mesmo. A pessoa ficava interessada no que as crianças
andavam fazendo. Enquanto a nuvem de preocupação consigo mesmo se dissipava, o
cidadão ia ficando fascinado pela vida das crianças. Os gestos e os sorrisos
das crianças pareciam trazer uma lembrança de algo doce e bonito, que a alma
havia conhecido um dia, mas esquecera. A dor da vida, que o cidadão carregava
consigo todo o tempo, parecia ficar um pouco esquecida, enquanto ele olhava as
crianças brincando. Pensar, agora, era um pouco menos, confuso. As pessoas
pareciam mais rápidas em compreender as coisas com seu próprio pensamento –
tudo porque haviam começado a amar melhor as crianças. Roído o mundo falava da
alegria de amar as crianças, porque isso aumentava a felicidade da vida. No
entanto, ninguém havia percebido que amar as crianças era começar a obter a
parte mais básica da sabedoria. Mas por que motivo crianças e sabedoria estavam
intimamente conectadas? Esse mistério ninguém sabia explicar.
Foi
então que um fato novo, e mais assombroso, começou a ser descoberto por aqueles
que, desenvolvendo a paciência, aproximavam-se mais e mais da vidas crianças.
Quando eles olhavam uma criança que brincava, e recebiam o sorriso gracioso e
confiante dela, começavam a notar que a contraparte daquela criança graciosa
estava em si mesmos. Por mais velho que alguém pudesse ser, por mais ferido e
cansado pela batalha da vida, sempre cada criança parecia acordar uma
contraparte em algum lugar no intimo da pessoa. Em pouco tempo as pessoas
passaram a ter necessidade ver crianças; de uma maneira totalmente inesperada,
elas traziam pureza ao coração e à mente. A vida – que havia perdido com o
passar do tempo seus tons delicados – parecia recuperar as suas tonalidades
antigas e inesquecíveis, e parecia ir mais fundo, até o âmago da pessoa, mesmo
que o corpo já estivesse gasto que o corpo já estivesse gasto e fraco. Homens e
mulheres compreendiam, emocionados, que o que eles haviam considerado
completamente perdido estava voltando à vida outra vez.
Com
o crescimento do amor pelas crianças, cada um começou a ter uma nova
compreensão de si mesmo. Não havia uma só pessoa naquele povo que não tivesse
feito muitas coisas más. Todo um conjunto de coisas feias acompanhavam cada um
como uma sombra. Antes era sempre muito doloroso olhar para trás e ver as
formas feias dos erros que cada um fazia quando, levado pelo desejo de viver,
lutava para beber na fonte da satisfação. Mas agora, quando ele olhava para
trás e via a lista de maldades cometidas, sentia, com intensidade crescente,
que aquelas formas feias não eram suas. Porque, desde que começara a amar as
crianças, cada pessoa descobria que uma parte sua era como uma criança pura e
inocente; a cada dia ficava mais real, mais intenso e claro na consciência do
cidadão que havia uma parte dele mesmo que nunca havia sido contaminada pelo
mal que outra parte sua fazia.
Com
a descoberta dentro de cada um dessa criança encantada, pura e sem mácula,
surgia uma curiosa dissociação do passado. Antes, quando um homem olhava para
trás e via seus maus pensamentos e más ações, costumava dizer: “Aquele era eu”.
Mas agora, depois da sua descoberta da vida infantil, ele dizia: “Aquele não
era eu “. Ele sentia profundamente que aquelas formas feias, que o cobriam como
máscaras quando fazia coisas erradas, não tinham em si nada do seu real. Com o
é que uma criança encantada poderia ter algo em comum com a luxuria e ganância,
com ódio e orgulho? Sem dúvida era ele, e não outro, que colocava em movimento
uma força má após outra. No entanto, ele agora sentia que não havia sido ele
mesmo que transigira assim com o mal.
Essa
descoberta por parte de cada um, de que não era o seu verdadeiro eu que havia
causado o mal, libertou a mente de um grande peso. O pecado passou a ser agora
apenas uma lembrança e não uma mancha na brancura da alma. As falhas do passado
não anulavam mais a confiança de cada um em si mesmo. Era um sentimento
maravilhoso desligar-se dos eus antigos com seus desesperos e culpas. Agora era
possível contemplar qualquer tarefa elevada sem que alguém viesse dizer que ela
estava fora do alcance. O espírito que negava e duvidava foi, afinal, posto de
lado, junto com o feio passado.
Depois
da descoberta do que cada pessoa realmente era, ficou óbvio que todos haviam
errado ao fazer julgamentos. O mundo sempre havia julgado as pessoas mais pelos
seus erros do que pelos seus acertos; nunca havia dado crédito às boas
intenções, quando alguém tentava fazer o bem mas fazia o mal. Cada vizinho
havia-se lançado sobre o não-eu que estava fazendo coisas erradas e gritando: -
“Castigo para ele, o pecador! “A imagem do verdadeiro eu do cidadão, que o seu
vizinho havia visto algumas vezes, desaparecia da mente deste quando ele olhava
o não-eu; ele contemplava algo falso, mas o classificava com o rótulo de
realidade. Assim, não só a condenação era injusta, mas o remédio era, também,
completamente ineficiente. As pessoas eram punidas todos os dias, mas isso não
transformava o mal em algo repelente que elas renunciassem a ele, nem fazia do
bem algo tão atraente que as pessoas sentissem uma forte necessidade dele. As
punições faziam sofrer, mas nunca curavam.
À
medida que cada um começava a perceber como o mundo o havia compreendido e
julgado de um modo fundamentalmente errado, faltava um passo apenas para
compreender que ele próprio havia compreendido mal as outras pessoas. Os outros
também deviam ter um não-eu quando haviam feito a maldade contra a qual todos
gritavam com raiva. Seria possível que aquele não-eu na outra pessoa tivesse
algo em comum com uma criança encantada? Seria possível que essa criança
encantada estivesse nele agora?
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
SIMPLES
SIMPLES
É
a palavra do momento
Melhor
substituir “palavra” por sentimento.
É
que amar não traz borboletas no estomago,
Calafrios
e taquicardíacos;
O
nome disso é paixão.
Muitos
dos conceitos estabelecidos pelo nosso ego
Só
nos levam a precipícios conjugais...
De
repente, percebi que o amor é simples!
É
um suspirar e respirar!
E
como já dizia uma sábia amiga:
É
a simplicidade de caminhar de mãos dadas,
De
soltar uma gargalha...
É
o dormir abraçadinho
E
acordar com a neblina do inverno com um sorriso...
É
olhar para o próximo e reverenciar!
Para
mim o amor é calmo como maré seca
E
é nesta maré que quero me entregar...
Porque
o gostoso da vida
É
sentir-se bem pelo prazer de estar junto...
Sem
jogo, sem as máscaras do ego,
Sem
imposições materiais
E
sem os padrões estabelecidos pelos nossos umbigos.
O
amor existe pela simplicidade,
De
comungar momentos ímpares
Livres
de alma
Completamente
entregue ao presente.
Por: Lucileyma
Carazza
domingo, 1 de fevereiro de 2015
SEXTO SENTIDO
SEXTO SENTIDO
Há
momentos e situações em que não existe nada...
Não
há nada a se fazer, ou dizer...
Um
vazio profundo me avassala por frações de segundos;
Não
existe raiva e ressentimento.
Existe
apenas um sentimento: “eu sinto muito”.
É
apenas o acelerar do coração,
Uma
tremura descontrola,
Uma
boca seca,
Um
descontrole emocional,
De
um coração emanando amor
E
um pensamento: mais uma vez!
A
mesma situação e uma nova ferida.
Diante
da minha força e do meu silêncio,
Sinto
que há algo diferente em mim...
Sinto
compaixão por quem me causa dor,
Mas,
sinto muito mais compaixão por mim...
Porque
conheço o meu valor real,
Ainda
acredito no amor
E
sinto que toda dor existente
Ocorre
simplesmente pela falta de amor...
Talvez
seja falta de amor próprio,
Ou
talvez, seja uma molequice de crise de meia idade...
Só
sei que jamais derramarei veneno,
Nem
palavras ofensivas ao vento...
Penso:
doeu tanto que não consigo conversar...
Aí,
escuto uma voz:
“Esta
tudo bem,
Existe
apenas uma cicatriz curada e reestabelecida,
Está
livre de todo um passado rançoso,
E,
apesar da dor, o que ocorreu de fato foi:
À
conscientização de que tudo está certo em você.
Que
existe muito amor e tudo terminará bem...
Se
entregue para a vida e ame sempre,
Foi
mais um aprendizado,
E
talvez, um livramento.
Entregue
a sua generosidade para o Universo,
A
colheita ainda estar por vir”.
Por: Lucileyma Carazza
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