Capsicum frutescens in anus autrem kisucus est!!!!! Meu diário, meus pensamentos... meu amigo!!!
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
terça-feira, 1 de setembro de 2015
MEIO
MEIO
Não
sou de viver meias verdades, amores pela metade, relacionamentos pelo meio, ou
viver o famoso meio boca.
Sou
dos estremos e sou como kamikaze. Entro de cabeça assumindo os ricos, e lógico,
vou viver intensamente e amar como uma louca...
Não
estou a dizer que não tenho medo... medo de ficar triste, ou medo de ser feliz
nos extremos das escolhas...
Talvez
escolher caminhar pelo meio seria o mais apropriado, mas tenho minhas dúvidas
se não estaria alimentando apenas a minha zona de conforto.
Os
ciclos viciosos existem em mim, os quais necessitam ser revertidos em ciclos
virtuosos...
Esta
é a grande dádiva da vida, viver no presente o que tem para hoje, sendo grato,
sentindo compaixão e em equanimidade.
E
confesso: dói! Mais é muito mais gostoso por ser libertador!
Por: Lucileyma
Carazza
“O
verdadeiro amor só é possível quando nos libertamos do passado. E nos
libertamos do passado somente quando nos harmonizamos com ele. Não é fugindo ou
fingindo que ele não existe - é olhando de frente e permitindo-se compreender
porque as coisas aconteceram como aconteceram. E uma forma de fazer isso é
observando e estudando as repetições negativas e fazendo a relação de causa e
efeito, ou seja, relacionando o passado com o presente.” Sri Prem Baba
GUIAS REAIS E GURUS
O
verdadeiro guia / guru não tem mais verdade do que você tem.
Mas,
provavelmente tem menos opinião,
menos
preconceito, menos estreiteza, menos necessidade de discutir, conceitualizar,
julgar ou condenar.
Tendo
dissolvido as barreiras para a verdade para si,
pode
ajudá-lo a reconhecer as suas próprias barreiras.
Ele
não pode levá-lo para a verdade, mas pode mostrar-lhe
como
você se impede de perceber a verdade.
De Sabedoria Diário por
Paul Ferrini
É PRECISO IR EMBORA.
Ir
embora é importante para que você entenda que você não é tão importante assim,
que a vida segue, com ou sem você por perto. Pessoas nascem, morrem, casam,
separam e resolvem os problemas que antes você acreditava só você resolver. É
chocante e libertador – ninguém precisa de você pra seguir vivendo. Nem sua
mãe, nem seu pai, nem seu ex-patrão, nem sua empregada, nem ninguém. Parece
besteira, mas a maioria de nós tem uma noção bem distorcida da importância do
próprio umbigo – novidade para quem sofre deste mal: ninguém é insubstituível
ou imprescindível. Lide com isso.
É
preciso ir embora.
Ir
embora é importante para que você veja que você é muito importante sim! Seja
por 2 minutos, seja por 2 anos, quem sente sua falta não sente menos ou mais
porque você foi embora – apenas sente por mais tempo! O sentimento não muda.
Algumas pessoas nunca vão esquecer do seu aniversario, você estando aqui ou na
Austrália. Esse papo de “que saudades de você, vamos nos ver uma hora” é
politicagem. Quem sente sua falta vai sempre sentir e agir. E não se preocupe,
pois o filtro é natural. Vai ter sempre aquele seleto e especial grupo que vai
terminar a frase “Que saudade de você…” com “por isso tô te mandando esse
áudio”; ou “porque tá tocando a nossa música” ou “então comprei uma passagem”
ou ainda “desce agora que tô passando aí”.
Então
vá embora. Vá embora do trabalho que te atormenta. Daquela relação que você
sabe não vai dar certo. Vá embora “da galera” que está presente quando convém.
Vá embora da casa dos teus pais. Do teu país. Da sala. Vá embora. Por minutos,
por anos ou pra vida. Se ausente, nem que seja pra encontrar com você mesmo.
Quanto voltar – e se voltar – vai ver as coisas de outra perspectiva, lá de
cima do avião.
As
desculpas e pré-ocupações sempre vão existir. Basta você decidir encarar as
mesmas como elas realmente são – do tamanho de formigas.
Por:
Fabrício Carpinejar via Engenheiro Andarilho.
...
...
Ah!
Coração de carne-moída...
Que
vive como tormenta
Que
ama a ilusão de ter encontrado...
Um
pescador astuto e sagaz
Te
espero como seu porto seguro
Para
sentir suas mãos deslizar pela cintura
Me
puxar pelos cabelos
Me
fazer mulher
Ah
pescador!
Volte
para a minha calmaria
Por: Lucileyma
Carazza
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
ANESTESIADA
ANESTESIADA
Sempre
envolta
Em
pensamentos
Movimentos
e amorosidades
Havia
uma zona de conforto
Almejada
e alcançada
E
a insegurança de estar vivendo um “fake”
É
que a tal da felicidade
É
viciante
E
me apaguei a ela (com unhas de onça)
Surge
o desconforto
Que
aperta o peito
E
me faz desejar e sonhar
Me
comparo e me perco
Me
mutilo em lágrimas
E
a dor reina na alma
Abusada
a “persona non grata”
Chega
achando-se a tal
E
por horas me flagelo
Só
por hoje
Só
por esta noite
Só
neste momento
Porque
nasci para ser livre
Amar
incondicionalmente
E
para ser feliz acima de tudo
Nada
que me mantenha na infelicidade
Pode
ser encarada como uma normalidade
Olho
para a dor, reconecto, me acolho e recomeço.
Saio
do desconforto
De
querer algum benefício com a tristeza...
É
hora de parar de sofrer e de perder tempo
É
hora de dançar um “pas-de-deux”
Vestir
o meu melhor vestido,
Passar um perfume e o meu velho batom vermelho
Enfrentar
a vida com um sorriso
Gritante
na face (mesmo que forçado)
Porque
ela merece ser reverenciada
Toda
dor me leva a um aprendizado
Que
me faz ver e rever padrões enraizados
Mazelas
de um ego que sempre me “fode”
Estou
cansada e exausta
Sinto
muito
Quero
reverter o padrão
Voltar
para a luz
Vivenciar
minhas loucuras
E
viver amorosidades
Sendo
grata
Vivendo
com compaixão
Em
equanimidade
Por: Lucileyma
Carazza
domingo, 30 de agosto de 2015
FERIDAS MATERNAS
PAUL FERRINI
Aqueles
que têm feridas maternas têm dificuldade em aceitar a si e aos outros. Eles não
se sentem merecedores de amor. Não sabem como nutrir a si mesmos ou às outras
pessoas. Para atuar na vida, frequentemente constroem uma parede em torno de
seus corações e não deixam alguém entrar facilmente. Eles têm dúvidas e medos
como qualquer outro, mas rapidamente os escondem. Têm medo de sentir qualquer
coisa. Não se dão bem com intimidades.
Há
dois tipos de ferida materna. Uma vem da mãe ausente ou de cuidados maternos
insuficientes. A outra vem de uma mãe dominadora ou de uma exagerada
maternidade.
Pessoas
que receberam insuficientes cuidados maternos não se sentem emocionalmente
protegidas. Elas têm fome de amor e de aceitação e frequentemente envolvem-se
em relacionamentos codependentes com mães substitutas, na tentativa de
experimentarem a maternidade que não experienciaram durante o crescimento. São
carentes e frequentemente esperam demasiadamente dos seus relacionamentos. Como
resultado, seus relacionamentos frequentemente terminam em decepções e fazem
ressurgir antigos sentimentos de abandono. Porém, mesmo as decepções amorosas
não as livram da procura desesperada de aprovação e de apoio dos outros. Isto
ocorre porque elas têm medo de ficar sozinhas. Experienciam intensa solidão e
não sabem como encontrar a força interior para afirmar a si mesmas, bem como às
próprias experiências.
Pessoas
com este tipo de ferida materna necessitam aprender a dar a si mesmas a
nutrição que foram incapazes de encontrar em suas mães ou em mães substitutas.
Elas necessitam aprender a interiorizar e a abrir um espaço para si mesmas.
Precisam cultivar o amor e a aceitação por si mesmas, a cada momento.
Por
outro lado, pessoas que receberam demasiados cuidados maternos, frequentemente
se sentem sufocadas ou controladas pelo amor da mãe. A mãe frequentemente as
via como uma extensão delas mesmas e não disponibilizava limites saudáveis para
a criança. A criança cresceu sentindo-se inapropriadamente responsável pela
felicidade da mãe. Este é um fardo pesado para carregar.
As
pessoas que apresentam esta versão da ferida materna têm dificuldades de cortar
o cordão umbilical. Mesmo como adultos, são profundamente influenciadas ou
emocionalmente controladas por suas mães. Elas necessitam cortar o cordão
umbilical psíquico com suas mães e aprender a estabelecer limites saudáveis.
Se
não cortarem esse cordão psíquico, não formarão sua individualidade. Não aprenderão
a ser independentes e autosustentáveis. Não estarão aptas para receber a
energia do Pai.
Há
ainda outro padrão de comportamento que é típico de alguém com uma ferida
materna. Este comportamento pode originar-se tanto de uma excessiva, quanto de
uma escassa maternidade. Neste padrão há um corte forçado e prematuro do
cordão, na vida da criança. Isto pode acontecer porque a mãe morre ou porque
ela é abusiva, e a criança é forçada a dela se desconectar. Em qualquer dos
casos, a criança descarta internamente todos os seus sentimentos. Ela se solta
da sua mãe e torna-se independente bem cedo na vida.
Usando
uma couraça sobre seu coração, acredita que não necessita de ninguém. A criança
torna-se determinada a viver sem amor ou intimidade.
Ainda
em outra versão desta mesma ferida, a criança parte para a guerra com a mãe
opressora, lutando por sua vida emocional, expulsando a mãe para longe. No
entanto, dela não se desconecta totalmente. Assim, a guerra continua ao longo
da idade adulta.
Frequentemente,
a pessoa com uma significativa ferida materna não tem filhos. Todavia, se os
tem, pode afastar seus filhos para longe de si e forçá-los a se tornarem
independentes prematuramente. Ela não será capaz de negociar a dependência dos
filhos em relação a ela. Possivelmente, contratará uma mãe de leite ou deixará
a criança com outros que possam desempenhar a maternidade. Ou, talvez, irá
abandonar suas crianças, assim como ela mesma foi abandonada, quando criança.
A
criança, uma vez adulta, não pode evitar transmitir alguma versão da sua ferida
materna para seus filhos. Ele ou ela podem tornar-se como a própria mãe, ou
podem ir para o outro extremo, numa tentativa de se protegerem da sua mãe.
Todavia, se ele ou ela não trabalhar sua própria cura emocional, esta tentativa
inevitavelmente falhará.
Gostemos
disso ou não, sem fazer o nosso trabalho, passaremos adiante a nossa ferida. A
menos que nos comprometamos a curar nossa ferida materna, projetaremos nossas
dores sobre os outros. Se não recebemos ou não nos damos uma saudável
maternidade, é improvável sejamos boas mães. Não saberemos simplesmente como
fazer isso.
Muitas
mães feridas abusam de seus filhos, rejeitam-nos ou mesmo os abandonam. As
oportunidades existem, mas estas mães não estão conscientes de suas feridas. O
comportamento da mãe é reativo e inconsciente. Elas não vêem ou sentem a dor
que causam a seus filhos, porque elas nunca se permitiram sentir a própria dor.
Elas
se sentem culpadas acerca de como trataram seus filhos, mas elas não podem
acessar essa culpa. Ela está profundamente enterrada.
Trazer
à tona tudo isto, a partir da superfície, pode ser uma proposta amedrontadora.
O coração ferido preferiria não se abrir a tal situação. Não desejamos encarar
nossa culpa, porque ela é apenas a ponta do iceberg. Uma vez que começamos a
admitir nossa culpa e a sentir a dor que causamos aos outros, começamos a ver a
raiz de todas as dores. Começamos a sentir o medo, o abandono, a crítica, até
mesmo o abuso que experienciamos nas mãos de nossas próprias mães.
Se
ainda não temos a coragem de assumir a jornada curadora através da nossa culpa
e da nossa dor, continuaremos sentados no pequeno barril de dinamite emocional.
Mais cedo ou mais tarde, alguém com o tipo certo de ferida materna penetrará em
nossas vidas e riscará o fósforo. Gostemos disso ou não, as nossas feridas mais
profundas estão fadadas a ter seus gatilhos acionados. Todos nos curamos, cedo
ou tarde.
Podemos
nos poupar de muito tempo e sofrimento se tivermos a coragem de falar sobre a
nossa dor e de compartilhá-la com os outros. Isto não é fácil para a pessoa que
reprimiu o seu trauma e enterrou a sua dor. Ela se magoa, mas guarda muito bem
o seu segredo. Ela caminha através da vida com uma máscara de ferro que diz:
“Estou ótima. Deixe-me só. Eu nada necessito de você”.
É
claro que isto não é verdade. Ela necessita e muito, mas não deseja admitir
suas carências. Nada procura exteriormente, nem permite que outros se
intrometam. Ela se afastará de forma defensiva e terá dificuldades em relação
aos outros. Rejeitará aberturas para amizade ou afeto, rejeitando amor e
intimidade.
Desse
modo, os outros aprendem a dar-lhe um amplo espaço. Assim, ela é abandonada
novamente. No entanto, esta é uma dor pequena e familiar. E ela prefere afastar
os companheiros potenciais, a abrir o coração a outro ser humano, com risco de
pagar o preço temido. Em algum nível, ela sabe que já pagou este preço e não
poderia se predispor a fazê-lo novamente.
Tal
tipo de pessoa está dando voltas em torno de um enorme buraco negro psíquico na
sua barriga, porque é ali onde o cordão umbilical foi cortado. É onde a ferida
se encontra e permanecerá até que ela tenha a coragem de encará-la, tenha a
coragem de pedir pelo amor e aceitação de que ela necessita tão
desesperadamente.
Naturalmente,
para a pessoa conseguir o que ela necessita, a máscara precisa cair. Ela deve
se permitir ser vulnerável e carente. Ela deve abrir o coração e permitir que
outros entrem.
Ambos,
homens e mulheres podem ter esta versão de ferida materna, ou outras. Todos
eles sofrem a incapacidade de receber amor.
Naturalmente,
se não podemos receber amor, também não poderemos dá-lo. Se há uma ferida
materna, há também a possibilidade de se encontrar uma ferida paterna.
Frequentemente, quando o nosso relacionamento com a mãe é difícil, fazemos uma
supercompensação e abraçamos a energia do pai com um zelo extraordinário. Ou
então, nos tornamos como as nossas mães e atraímos um companheiro como o nosso
pai, que é fraco, distante ou emocionalmente indisponível.
Muito
pouco de um dos pais frequentemente significa bastante do outro. Em qualquer
caso, perdemos o equilíbrio requerido pelo nosso psiquismo.
Todas
as pessoas com a ferida materna devem entender seus padrões e trabalhar para
curá-los. A menos que o nosso relacionamento com o princípio feminino seja
curado, nossos relacionamentos com as nossas mães, irmãs ou padrões femininos
não podem ser saudáveis. Além do mais, nós não estaremos prontos para o
relacionamento correto com a nossa Fonte. Não nos sentiremos conectados com a
essência do nosso Ser, porque é isso que a Divina Mãe é.
Todos
nós, com feridas maternas, necessitamos aprender a deixar o amor entrar.
Precisamos aprender como receber o amor incondicional e a aceitação da Mãe
Divina. Precisamos aprender a dar o amor da Mãe a nós mesmos.
Paul Ferrini
SER
AUTÊNTICO E AUTO AUTORIZADO EM NOSSAS RELAÇÕES COM OS OUTROS
Relações maduras permitem a
cada pessoa ser quem é. Isso não significa que haja nenhum momento de tensão,
transgressão ou confusão sobre os limites de cada um. Todas as relações
experimentam estes momentos. Mas, em geral, as pessoas em relações saudáveis,
apreciam um ao outro como eles são, sem precisar fixarem ou mudarem um ao
outro. Isso significa que eles são livres para se serem quem são e não têm que
usar uma máscara ou adotar um papel incômodo para permanecerem na relação.
A pergunta "eu posso ser eu mesmo com você?" deve ser perguntada a respeito de toda relações que nós temos. Os amantes, os sócios, os amigos íntimos, deveriam estar perguntando isto um ao outro. As crianças deveriam estar perguntando isto aos pais delas.
Se a resposta para esta pergunta for "Não", nós precisamos saber por que. É porque a outra pessoa não nos permite sermos autênticos ou é porque nós não confiamos em nós mesmos suficientemente para nos revelar completamente? Ou será uma combinação da nossa falta de confiança, por um lado e a falta de aceitação por parte deles, pelo outro?
Geralmente, o grau em que nós confiamos em nós mesmos, em que falamos e agimos autenticamente, determinará o grau em que nós atraímos as pessoas que nos aceitam como nós somos. Quanto mais comprometidos com nós mesmos somos, mais tendemos a atrair outros que gostam de nós e nos respeitam como nos somos.
Paul Ferrini
(Traduzido do livro “ The
Power of Love”)
UM CURSO EM MILAGRES
PG: 96
Sempre
que não estás totalmente alegre é porque reagiste com falta de amor em relação
a uma das criações de Deus. Percebendo isso como “pecado”, tu passas a ser
defensivo porque esperas ataque. A decisão de reagir desse modo é tua e pode,
portanto, ser desfeita. Não pode ser desfeita pelo arrependimento no sentido
usual, porque isso implica culpa. Se te permites sentir culpa, vais reforçar o
erro ao invés de permitires que seja desfeito para ti.
6. A
decisão não pode ser difícil. Isso é óbvio, se reconheces que já tens que ter
tomado a decisão de não ser totalmente feliz, se é assim que te sentes.
Portanto, o primeiro passo para desfazer isso é reconhecer que tu ativamente
decidiste errado, mas podes, de forma igualmente ativa, decidir outra coisa. Sê
muito firme contigo mesmo nisso e permanece plenamente ciente de que o processo
de desfazer, que não vem de ti, está apesar de tudo dentro de ti porque Deus o
colocou aí. A tua parte é meramente fazer voltar o teu pensamento ao ponto no
qual o erro foi feito e entregá-lo em paz à Expiação. Dize isso a ti mesmo da
maneira mais sincera possível, lembrando que o Espírito Santo vai responder
plenamente à tua mais leve invocação:
Devo
ter decidido errado, porque não estou em paz.
Tomei a decisão por mim mesmo, mas posso também decidir de outra forma.
Quero decidir de outra forma, porque quero estar em paz.
Não me sinto culpado porque o Espírito Santo vai desfazer todas as consequências da minha decisão errada se eu Lhe permitir.
Escolho permitir-Lhe, deixando que Ele decida a favor de Deus por mim.
Tomei a decisão por mim mesmo, mas posso também decidir de outra forma.
Quero decidir de outra forma, porque quero estar em paz.
Não me sinto culpado porque o Espírito Santo vai desfazer todas as consequências da minha decisão errada se eu Lhe permitir.
Escolho permitir-Lhe, deixando que Ele decida a favor de Deus por mim.
Por:
Sérgio Condé
sábado, 29 de agosto de 2015
E O QUE PENSAR?
E O QUE PENSAR?
Quando
vivenciamos o óbvio
Em
insights catárticos
Que
nos abre a consciência
Quando
descobrimos
E
concluímos que:
Precisamos
apenas sentir
Não
estou dizendo do sentir do ego
Estou
a dizer sobre o sentir da alma
Num
estágio onde apenas os loucos sobrevivem
A
digestão emocional
É
um processo árduo
Mas
libertador
E
dói! Como dói!
É
que o sentir nos leva à aceitação
De
que nem tudo vai ser da maneira que ansiamos
E
aí, percebemos que o tempo passou
Que
caímos nos mesmos problemas
Nas
mesmas carências e dificuldades
Passamos
pela mesma lição
Ficamos
de recuperação, reforço
E
até mesmo nos reprovamos
Cavamos
uma cova rasa
Esperando
misericórdia humana
Para
que alguém venha nos salvar (amar)
Sobreviveremos
aos ciclos viciosos
Recomeçaremos
em benevolência
Pois
somos centelhas divinas
Todos
possuímos um vento no coração
Um
vazio que nunca será suprido
Pois
estamos em uma prisão
E
o que nos resta
É
recomeçar e entregar
O
que nos resta é: SINTO MUITO!
O
amor vive em mim
Carrego
esta dadiva em mim
Eu
sinto muito!
Por: Lucileyma
Carazza
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
DESEJO
DESEJO
Transcendo
com melodias
E
aglutinações de pensamentos
Que
me aprisionam em princípios
Que
me levam à contenção de sentimentos
Me
entrego aos instintos
Carnais
e pecaminosos
Que
por minutos me conduzem
Ao
ápice de uma entrega
Perco
o juízo
Vivencio
a dança de corpos
Que
se entrelaçam como animais no cio
Liberando
oxitocina e adrenalina
Com
o coração suspiro aliviada
Estou
apta a colher as dadivas da vida
Estou
liberta da melancolia
Do
medo de colher escolhas maus sucedidas
Sou
senhora do meu destino
Translucida
e enamorada
Dos
fenômenos naturais e espontâneos
A
Lua me fortalece e o Mar me pacifica...
Escolho
viver
Livre
de amarrações e conceitos,
Pois,
posso me acolher e recomeçar sempre
O
arbítrio de uma vida
Posso
vivenciar o presente
Sem
amarrações futuras ou do passado
Com
a energia vital do meu dom supremo:
De
simplesmente AMAR.
Por: Lucileyma
Carazza
terça-feira, 25 de agosto de 2015
CONFIAR
CONFIAR
Na
Fé que nos guia,
Nos
conduz,
Transborda
nossos corações...
Que
alivia dores e sofrimentos,
Traz
esperança e harmonia.
Provoca
libertações,
Curas
e desapegos
Um
conforto às chagas.
Entrego-me
à luz que guia
Que
me protege e me cura.
Não
existe ritual
Para
um coração que confia
Que
acredita, que entrega
E
se curva diante das dádivas
Da
plenitude em estar viva
Neste
local, com este aprendizado
Vivenciando
com amorosidade
O
que for preciso
Para
transcender em compaixão
Indo
de encontro ao melhor
Estágio
da alma:
Que
é o da plenitude em ser grato.
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
ATRASADA
ATRASADA
Me
mutilo em sentimentos
Nesta
angustia que insisti em ficar
A
glote fecha e fica rarefeita
E
lágrimas fogem de mim,
O
corpo prostra como carne dada aos vermes
Não
é por falta de amor,
Ou
talvez, seja pela falta de amor próprio.
O
desejo de lutar e conquistar
A
vontade de desistir e libertar
Existe
o cansaço...
Quem
sabe se me exaurir em dor
Me
liberto deste sentimento...
Dessa
dor que insiste em assombrar!
É
apenas a frustração de querer ser acolhida,
De
ter um colo para colocar a cabeça,
De
poder fazer-se de coitada,
De
surtar sem julgamentos ou culpa
De
poder ser frágil e sensível
E
de dar boas gargalhadas sobre toda a situação.
É
apenas esta vontade louca
De
querer amar e ser amada.
Um
fantasma de um ego
Que
luta para manter-se sóbrio e digno.
Estou
falando dessa dor infantil que insisto em me causar...
Vire
e mexe caio neste buraco
Que
nunca será suprido
Por
ser a dor de uma alma milenar
O
karma de várias vidas...
Curvo
diante da minha insignificância
Acolho
esse sentimento infantil
Dessa
pirraça torpe que me leva para longe de mim...
Olho
para a mulher que me tornei
São
tantas cicatrizes
Vivo
o luto de uma guerra
Que
a mim pertence
Na
esperança de renascer mais forte,
Mais
louca, mais leve e muito mais livre!
Com
a inspiração de viver amorosidades
Em
um lugar onde prevaleça
A
minha essência doce e selvagem
Em
que posso transcender em gratidão.
Por: Lucileyma
Carazza
ORAÇÃO
ORAÇÃO
Que
toda doçura apodere-se do meu ser!
Que
toda falta de amor existente em mim
Queime
com a brasa!
Que
eu morra e renasça
Liberta
de todas as enfermidades da alma!
Que
a paz prevaleça em mim!
Aos
meus ancestrais eu reverencio
E
rogo por energia!
Sou
solo sagrado!
Por: Lucileyma
Carazza
sábado, 22 de agosto de 2015
EM MANUTENÇÃO
EM MANUTENÇÃO
É! Eu
sou uma romântica!
E como
diz o Wander Lee:
Românticos
“são loucos desvairados”
E
também sou jovem por fora e antiga por dentro
Sinto
falta do afeto despretensioso
Das ralações
recíprocas e honestas
Sinto
falta de pessoas reais
Que
vivem intensamente
Que se
entregam e agregam
Sinto
falta de tudo que não tenho
Sinto
falta de sorrisos marotos
Da
leveza de estar junto sem máscaras
Talvez
seja o peso da meia idade
Mais o
que eu mais sinto falta mesmo
É de tudo
aquilo que ainda não vivi!
Por: Lucileyma Carazza
SOLIDÃO
SOLIDÃO
A
mente está acelerada
Perambulando
por um oceano
Como um
navio fantasma...
A
resposta é fácil e obvia
E a
atitude um exercício a se realizar
Me
amar, me acolher e me preservar para expandir
A
sensibilidade sempre fora à prisão
E a
melancolia a companheira ingrata
Provocada
por escolhas maus sucedidas...
Em
processo de digestão
Estou
a lutar e a progredir
A construção
é árdua e longa
Rogo
por mudanças de um padrão vicioso enraizado
Onde existe
o desejo inevitável
De
transformar e construir
Preencher
tudo aquilo que ainda me falta
Uma
vontade inenarrável em apenas ser
O
coração aperta com o soprar do vento sul
É hora
de aterrar e ser a mulher adulta que me tornei
Não
sou jardim...
Sou
uma floresta densa e nativa
Acolho
todas as minhas frações
Estou
inteira e apta
Perdoando
o passado
E
sustentando quem eu sou...
Por: Lucileyma Carazza
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