Capsicum frutescens in anus autrem kisucus est!!!!! Meu diário, meus pensamentos... meu amigo!!!
quarta-feira, 29 de agosto de 2018
terça-feira, 28 de agosto de 2018
INCONSTANTE
INCONSTANTE
Não
me cerceie
Escrever
é um dom
Onde
liberto meu vômitos
Minhas
viagens
E
até mesmo minhas libertinagens.
Não
me escondo num “comercial”
Meu
rabo não é preso.
Sou
livre como uma onça,
Como
água de enchente,
Meu
terreno é fértil!
Talvez
seja por isso...
Que
sempre nos reencontramos
Nossas
vidas estão marcadas
Pelo
obscuro de nossas escolhas...
Não
somos normais!
Não
sabemos o quê queremos?
Você
na sua vitrine;
-
Eu? Na minha liberdade,
De
poder apenas SER...
Somos
os nossos únicos momentos.
Fato
é:
Algum
sentimento nos envolve.
Medo
é desejo!
Sexo
é instinto...
Quanto
ao amor... tenho dúvidas!
Toda
dúvida há de ser vivida!
Sinto
muito!
Egoisticamente
falando:
Simplesmente
amo!
Vivenciarei
o que precisa ser vivido!
Por: Lucileyma
Carazza
quinta-feira, 16 de agosto de 2018
VOLTA
VOLTA
Antigos ciclos viciosos
Velhas paixões ou sei lá...
Pensei que seria um recomeço
E fico a pensar...
Como perdoar o imperdoável?
Como reconstruir o despedaçado?
Não somos construções,
Somos uma tríade
Não muito sagrada.
Estamos no mesmo ciclo
De corações quebrados e inflamados,
De mentes perturbadas
Por nossas escolhas.
Num ato de loucura,
Paixão, ou carência
Nos entrelaçamos novamente...
Opostos que se atraem
Mas que não se comunicam...
Caminhos idealizados e efetivados
Pela perfeição de escolhas
Que escravizam o coração.
Não estamos em paz
As escolhas não comungam
A atitude idealizada.
Já colocamos tantos pontos
E sempre terminamos aqui...
Num pensamento fixo,
Numa mentira.
Não sei o que somos
Sempre imagino que nunca mais vou ser sua
Mas você, sempre volta
E eu sempre te recebo...
Por:
Lucileyma Carazza
sexta-feira, 27 de julho de 2018
quinta-feira, 26 de julho de 2018
AUTONOMIA
AUTONOMIA
-
Sim! Estou bem! Não se preocupe! Acredito fielmente que você também esteja. Eu
sinto muito pelos momentos de devaneios e desatinos, peço perdão para você e
para a vida... mas antes de tudo me perdoo. Sei que errei, ou melhor, “que me
vinguei”... existe uma ordem natural que se estabeleceu, não me compreendas
mal, não fiquei tranquila com o desfecho dos nossos conflitos. Foi importante
para mim, inconscientemente, tomei uma atitude que me fortaleceu, que me fez
ver o quanto sou bela, forte e me despertou para virtudes que estavam
adormecidas em mim...
Egoisticamente
falando, estou falando sobre mim...
Nem
sei mais se tenho alguma para coisa para dizer, escrever ou pensar, porque
acredito que já escrevi tudo e sobre tudo que estava ao me alcance. Na verdade
vomitei em textos, versos, prosas e poesias todos os sentimentos vivenciados.
Essa foi a minha catarse. A minha busca pelo autoconhecimento, para a
iluminação, mas, principalmente para a paz. Hoje sinto que silenciei...
Lutei
muito por não me encaixar em padrões, por querer uma vida transparente, simples
e digna. Só eu sei o que vivi e o quanto lutei para chegar aqui. Hoje, vivencio a minha plenitude. Uma
plenitude de serenidade, tranquilidade e muita paz.
Dizem
que Deus escreve certo por linhas tortas... e foi isso que vivemos: uma linha
torta. Um amor, um tesão e/ou uma aventura, classifique como quiser, uma vez
que me entreguei e aprendi tudo que eu precisava aprender. Reverencio, sou
grata e te amo como um filho de Deus que você é. Vou te amar para sempre porque
você sempre está em minhas orações.
Nossos
encontros eram mágicos e sempre me lembro de você como uma magia. Solto um
suspiro e mesmo distante, sinto a sua presença... e me contento com isso, pois
somos energia e tivemos a oportunidade de realizar um salto quântico, uma vez
que em alguns momentos fomos um único ser interligado.
Sou
puro instinto e coração, mas precisava encontrar o equilíbrio. Hoje me sinto
plena. Todas as madrugadas acordo com um sorriso, faço o meu café, cuido do meu
gato, dou a minha volta de bike e contemplo o mar. Agradeço a Deus por todas as
oportunidades que eu tenho e isso me faz muito bem. Aprendi que posso apenas
SER. Ser centelha divina e ser um solo sagrado. Vivo a minha solitude em paz.
Esse foi o meu despertar...
Sinto
muito, eu te amo, sou grata, me perdoe eu te reverencio...
Sei
que às vezes te perturbo, nas por favor me ignore. Não se preocupe. Estou
bem... é que às vezes perco a consciência, e isso, leva os meus pensamentos a
cometer alguns deslizes, apesar da plenitude, eu sou humana.
Por: Lucileyma Carazza
“Eu sou eu, você é
você. Eu faço as minhas coisas e você faz as suas coisas. Eu sou eu, você é
você. Não estou neste mundo para viver de acordo com as suas expectativas. E
nem você o está para viver de acordo com as minhas. Eu sou eu, você é você. Se
por acaso nos encontrarmos, é lindo. Se não, não há o que fazer.”
Fritz Perls, 1969
segunda-feira, 23 de julho de 2018
Bom será!
Meu estimado amigo! Descanse em paz! Você também me ensinou muito! Um grande poeta, amigo e um exímio amante... amante da vida, da natureza, dos bons drinks, das boas gargalhadas, da rebeldia... você não gostava de dormir, achava que era perda de tempo e amava mentes brilhantes... agradeço a oportunidade de ter convivido com você, só te dou um puxão de orelha: você me enganou direitinho, pois me afirmou categoricamente que estava tudo bem...
Esse foi o nosso último contato... sua voz no poema Solidão: https://youtu.be/h5mlBc8CzQY
Bom será
Meu irmão Lysias tinha uma cachoeira. Um sítio verdejante e uma água que cai da maior altura, espalhando uma beleza diáfana em meio ao paredão de pedras. Depois, forma um remanso breve antes de seguir seu destino. O lugar chama Bom Será. Sábado passado, ele reuniu as últimas forças, andou pelo seu refúgio e depois olhou longamente as águas que caíam. Era uma despedida.
Eu ainda tento entender que força da natureza era o meu irmão Lysias, o nono dos doze filhos dos meus pais. Muita gente se lembrou durante o velório, na segunda, do dia em que, aos oito anos, ele não quis pentear o cabelo. Todo mundo pode querer em determinado momento ficar despenteado, mas ninguém terá a força da rebeldia com a qual ele se jogou contra essa ordem, como se fosse a batalha final. Minha irmã avisou que eu vigiasse o Lysias. Ele só poderia sair do castigo se penteasse o cabelo.
– Não vou pentear o cabelo! — gritou ele do seu castigo.
Fiquei sozinha com ele, enquanto as mais velhas foram para a universidade. Era num apartamento em Belo Horizonte, onde elas moravam para estudar, e tínhamos ido nós dois passar as férias. Ele repetiu por horas aquela mesma frase. Tentei demovê-lo, acalmá-lo, convencê-lo, distraí-lo. Nada. A frase foi repetida por horas. Ele comeu repetindo a mesma afirmação, entre garfadas. E ao fim da tarde, já afônico, insistia que não pentearia o cabelo. Entendemos então que a vontade do Lysias era inamovível. Seus cabelos dormiram lindamente desalinhados e, no dia seguinte, ninguém mais se atreveu a dar ordens naquele penteado.
Ele fez assim com o câncer agressivo que atacou seu corpo há dez meses, quando não havia ainda completado 56 anos. Lysias se tratou, fez tudo o que os médicos mandaram, mas jamais cedeu. Foi, ao longo da doença, animando os que o amam, fazendo piadas, espalhando e acolhendo afetos. Pedia que fossem visitá-lo e, quando tinha forças, recebia a visita no fogão, preparando alguma iguaria. Quando a dor era grande demais, ele se deitava. A qualquer sinal de melhora, ele levantava e tocava a vida, como se houvesse muito tempo restante.
– Ele não se verga — disse meu irmão Cláudio, em espanto.
Era como se fosse ainda o menino convicto da sua razão e soberania capilar, dizendo: “não vou me entregar ao câncer”. Foi tão imensa a sua força que nos enganou. Achávamos que ele permaneceria assim, superando as dores, comemorando as pequenas melhoras de cada dia, teimando com a doença. Quando ele ficou inconsciente no domingo, nós entendemos que ele dormia. Era apenas um breve descanso do indomável guerreiro. Na segunda, a notícia se espalhou como uma devastadora verdade por toda a família. Lysias não há mais. E agora?
Os dias seguintes foram de entender a dimensão do meu irmão. Um ponto de união entre pessoas que a vida dispersou, um centro de distribuição de amores e carinhos, piadas e poesias. Os dias foram de olhar o enorme vazio que se abriu. Nós ainda não achamos a outra margem.
Lysias viveu intensamente. Pai antes dos 20, avô aos 36, se dedicou a cada papel com a determinação de um combatente. Tão curta a vida vivida até os 56, tão cheia de acontecimentos.
Bom será se cada um que recebeu tanto amor entender pelo menos algumas das suas lições. Eu consegui apenas um entendimento imperfeito. Achei que ele estava, com toda aquela bravura, bom humor e afeto, nos ensinando a fazer a derradeira caminhada. Só dias depois é que compreendi que a teimosia em ficar em pé e inteiro era para nos ensinar a viver. Era aviso de que a vida vale a pena até o último instante. Que enquanto houver vida ela é plena. Que não devemos pentear os cabelos se não quisermos, nem desistir da vontade. E é preciso reunir as forças, mesmo que últimas, e olhar para as águas que descem com força até o remanso. E então se despedir como quem dorme.
Bom seria entender tudo o que o Lysias nos ensinou. Bom seria provar todos os sabores da vida, em volta de um fogão de lenha, numa panela feita de roda de arado que ele mandou fazer. Bom seria beber mais um copo do vinho com o qual brindamos quando ele preparou para mim a torta capixaba, que aprendeu a fazer porque é meu prato favorito. Bom seria olhar com o irmão, em silêncio, a queda das águas. Bom seria. Bom será. Bom seria. Bom será. Para sempre será bom ter tido um irmão assim.
Publicada no blog do Matheus Leitão: https://g1.globo.com/politica/blog/matheus-leitao/post/2018/07/21/bom-sera.ghtml
terça-feira, 5 de junho de 2018
segunda-feira, 4 de junho de 2018
PROPÓSITOS
PROPÓSITOS
Em
diversos momentos
Estive
longe...
Da
essência do meu ser
Fui
como água corrente
Que
tempo levou.
Das
adversidades
Um
propósito:
O
regaste da mulher que eu sou.
Sinto
muito amor
Mas
o meu amor por mim é maior
Minha
vingança
É
apenas o reflexo da sua alma.
Sinto
muito
A
cicatriz está exposta
Mas
a cura é imediata
Não
sou terreno baldio
Sou
solo sagrado
Por: Lucileyma Carazza
quarta-feira, 16 de maio de 2018
SEDE
SEDE
Talvez
o ato não seja apropriado...
Muitas
das vezes o que enxergamos,
Não é
o que pensamos
E sim,
o que sentimos.
Somos
nossas escolhas e padrões
Não
adianta ficar no cérebro
Pois,
os nossos corações
Nos
entregam...
Podemos
ser uma fração
De
sexo casual ou amor fraternal...
Podemos
amar vários
E
permanecer fiel...
Somos
espelhos e projeções
Enraizados
em máscaras do ego;
Que
nos levam para longe de nós
Nos
tornando zumbis de nós mesmos
Talvez
seja a minha veia poética
Aprisionada
em falácias
Justificando
o injustificável,
Ou
apenas a minha falta de assunto.
Prisioneiros
de nossas escolhas
Tendo
que sustentar o que não somos
Por
não suportar quem somos
Nesse
emaranhado de livres arbítrios.
Não
sou quem você sonha
Nem
você o ideal de um amor
Perdidos
em uma madrugada qualquer
Entrelaçados
e bêbados.
Não
vou me abater
Escolhemos
o racional
Vivenciamos
o instinto
Mas
precisamos acionar o emocional
Nessa tríade
fica a lembrança
O
perdão dos pecados
Não
seremos algozes de nos mesmos...
Seremos
o recomeço.
O
resgate de quem somos
O
perdão do que fomos
Nos
libertando da culpa
Reconectando
o sagrado.
Por: Lucileyma Carazza
quarta-feira, 11 de abril de 2018
Admiração não é amor, respeito não é amor, sucesso não traz amor. Ser desejado é muito diferente de ser amado. Ter coisas, não é ter amor. Ter pessoas, muito menos. Ganhar, não traz amor, se esforçar também não, ser melhor também não. Dominar alguém não te faz seguro de que vai ser amado, se vitimizar , se submeter muito menos.
Fazer tudo pros outros não te dá uma conta corrente ou poupança de amor garantido. Ser correto, não te faz mais amado, nem melhor. Fingir que não se importa, que não precisa de amor, não engana ninguém. Bom, pelo menos a mim não...
Se prevenir, não te impede de sofrer uma decepção. Nunca se tem garantia no amor. O que se tem, é fragilidade. Fragilidade-coragem. Ser a mais bonita não te faz amada. O sexo, por melhor que seja, ou a falta dele, não te traz amor. Não mesmo.
Aparecer, ser visto, ser elogiado, nem mesmo viralizado te garante ser amado. Mesmo que por muitos, mesmo que grande, o amor parece estar nos pequenos pedaços.
Saber tudo, não impede você de sofrer de amor. Não saber e confiar é o território do amor.
Como consigo amor? Não consigo. Desisto...
Por: Paula Jácome
Fazer tudo pros outros não te dá uma conta corrente ou poupança de amor garantido. Ser correto, não te faz mais amado, nem melhor. Fingir que não se importa, que não precisa de amor, não engana ninguém. Bom, pelo menos a mim não...
Se prevenir, não te impede de sofrer uma decepção. Nunca se tem garantia no amor. O que se tem, é fragilidade. Fragilidade-coragem. Ser a mais bonita não te faz amada. O sexo, por melhor que seja, ou a falta dele, não te traz amor. Não mesmo.
Aparecer, ser visto, ser elogiado, nem mesmo viralizado te garante ser amado. Mesmo que por muitos, mesmo que grande, o amor parece estar nos pequenos pedaços.
Saber tudo, não impede você de sofrer de amor. Não saber e confiar é o território do amor.
Como consigo amor? Não consigo. Desisto...
Por: Paula Jácome
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018
...
...
Somos
centelha divina
Solos
sagrados
Um
suspiro, uma lágrima
Um
sorriso, uma gargalhada.
Velhos
jargões e conceitos...
Somos
polos opostos
Que se
atraem,
Mas
não se comunicam.
Somos
a vitrine da sociedade
Em um
comercial de “margarida”
Enclausurados
em nossa languidez,
Aprisionados
em nossa intimidade.
Somos
o Santo Grau
Envoltos
em mistérios
Em
mentes perturbadas,
Saciados
em volúpia.
Em desdobramentos
Vivenciamos
experiências
Das
quais faço questão de ignorar.
Não vivo
em retidão
O
pecado persiste...
Os
laços se estreitam
No
presente ávido!
Como
bom marujo siga,
As linhas do seu coração,
Uma
vez que:
Somos responsáveis
por nossas escolhas...
Somos
livres... libertinos...
Não
estamos sujeitos
Pelo
menos em alma!
Por: Lucileyma Carazza
terça-feira, 12 de dezembro de 2017
DEVANEIO
DEVANEIO
Um
estágio imaginário
Onde o
ser é apenas sussurro
Uma
memória, um ato
Pressuposto
da loucura.
Uma
falta de assunto
Um
coração partido
Amizades
inconstantes
Amantes
confidentes
Um padrão
oposto
Ao de
uma sociedade hipócrita
Voltada
para o egocentrismo
Onde
todos são PHD`s em trivialidades
Uma
crise de nervo
Outra psicótica,
Ou
apenas um sentimento real
Em
dizer: EU TE AMO
Não
sabemos conviver com sentimentos...
Viver
sem nos conectarmos
Demonstrar
fraquezas... jamais
Porque
somos como muralhas
Com a
obrigação de ser feliz
Ao
colocar nossas máscaras do ego
Para
demonstrar SER
O que
não somos de fato
Uma
postura de não nos colocarmos
Nunca
no lugar do outro...
Compaixão
é apenas uma fraqueza
E a gratidão
uma política de boa vizinhança
Talvez
seja apenas a solidão rondando
A
mágoa crescendo como um câncer
Ou
apenas lágrimas fugindo de mim
Por
amar demais!
Fato é
que somos
Uma centelha
divina
Em uma
fração de segundo
Vivenciando
dualidades
Por: Lucileyma Carazza
quarta-feira, 22 de novembro de 2017
As
mulheres
são
feitas de música!
dos
sons de estrelas
das
águas da cachoeira
das ondas do mar.
das ondas do mar.
As
mulheres
são
embaladas de dança
de
bater o pé
de
mãos unidas
em
canto sagrado
As
mulheres
são
feitas de sonho
dos
sonhos de Deus
do
sonho do amor
do
filho que ainda não veio
dos
sonhos de sonhar
As
mulheres
são
perfumadas de flor
das
flores do campo
do
jardim de casa
da
rosa, do cravo
do
jamim
da
cerejeira.
As
mulheres
são
pintadas de arco íris
com
cores de mar
do céu
infinito
com
nuances de mata
pinceladas
com fogo
As
mulheres
são
belas
são
feras
são
doces
mas
não se enganem
As
mulheres
são
rubro sangue
e
sabem-se armadas
ferozes
felinas.....
As
mulheres
são
água que flui
são
fogo que queima
terra
que sustenta
e o ar
dos teus sonhos!!!
A
vida da gente é um emaranhado de fios que se cruzam. Alguns são nós que
precisamos desatar e outros, laços que nos apresentam os presentes que surgem
no caminho.
Quando
a consciência é clara, sabemos que todos, laços e nós, são presentes, pois nos
ensina a crescer!
Há
fios que se desmancham pois já chegou a hora do desapego e fios que começam a
ser tecidos, qual seda.
A
vida da gente é história. Podendo ser uma linda história de amor e paz ou uma
história de terror e medo, a escolha é absolutamente nossa!
Somos
nós que tecemos o tear dessa nossa existência.
Cabe
a nós escolhermos a cor dos fios que nos unem a outros seres.
Cabe
a nós escolhermos o que queremos semear em nosso jardim e no jardim de nossos
companheiros de viagem.
Cabe
a nós escolhermos se queremos caminhar olhando nos olhos de nossos irmãos e
sendo espelho claro e límpido, assim como também ser um bom reflexo no espelho
do outro, ou se seremos sombras refletidas, espalhando tristeza e dor.
O
tempo passa rápido demais e somos como sopros e a qualquer momento nos
desmanchamos no ar, feito dente de leão!
Precisamos
aprender a amar incondicionalmente a todos, não levarmos em nossa mochila nada
que nos separe daqueles que são ou foram importantes em algum momento.
Respeitando que cada ser tem seu tempo de compreensão, seu tempo de caminhar,
seu tempo de despertar.
E
o que é o despertar, senão o amar?
O
que é o despertar senão, sair do julgamento e deixar as pedras da mochila pelo
caminho?
O
que é o despertar senão, ser luz?
A
vida é brisa ou vendaval.
A
vida é nascente e poente.
A
vida passa e nós....passarinho!
Somos
Muito Breves!
Que
possamos ser Cada Vez Mais Leves!
domingo, 12 de novembro de 2017
QUANTO A NÓS...
QUANTO A NÓS...
Você
quebrou meu coração
Mas
tenho duvidas.
Não
sei se é amor ou vaidade,
Talvez
seja apenas o ego insistente
Que
gosta de sofrer...
Ou
talvez nunca tenha existido: NÓS!
Não estávamos
preparados,
Ou não
sei...
Talvez
eu não estava...
Fui
honesta por demais
São dois
corações distintos
Com
experiências impares
E
mistérios indescritíveis
Com
dores e angustias inexplicáveis
Somos
centelha divina
Vivenciando
experiências.
Talvez
precisamos ser
Apenas
um momento
Para
marca um lugar
Para
que mesmo ausente
Estejamos
sempre presente!
Ou
talvez não,
Foi
tudo casual.
Não
aprendemos nada
Não
significamos nada
Não
somos nada...
Somos
apenas um grão de areia
Nas
migalhas do oceano.
Eu
sou!
Aqui e
agora...
Por: Lucileyma Carazza
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