Zuiudinho! Zuiudinho!
Capsicum frutescens in anus autrem kisucus est!!!!! Meu diário, meus pensamentos... meu amigo!!!
sexta-feira, 28 de dezembro de 2018
segunda-feira, 10 de dezembro de 2018
SOBRE CENTELHA DIVINA E SOLO SAGRADO
SOBRE CENTELHA
DIVINA E SOLO SAGRADO
Há
tempos abdiquei de alguns hábitos. Precisava desconstruir para me reerguer. Não
sabia distinguir o que era ego ou um traço da minha personalidade, ressalto que
nesse momento quase enlouqueci. Foi quando aprendi que o ego me leva para longe
de mim.
Não
sabia quem eu era e para aonde estava indo. Apenas sentia uma dor descomunal no
peito, um vazio e um assopro. Julgava-me um ser superespecial, um tanto quanto excêntrica,
sem raiz, que não sabia reverenciar a família, ou muito menos ser grata pela
vida e as oportunidades. Eu era, ou sou (ainda), apenas um coração espedaçado
em meio à multidão, vivendo como um zumbi e lutando em um padrão da sociedade o
qual não me encaixo.
Contudo,
uma frase não me sai da memória: “há algo
errado em mim”, pensamento Confucionista, o qual li em algum livro e nunca
mais esqueci. Confesso que os pensamentos estão meio desgovernados e acelerados
e sei muito bem que este descontrole não me leva a lugar algum...
Confúcio
é uma fonte de inspiração e projeção; e fico a pensar: qual seria o resgate dessa
essência em um filósofo tão antigo? - A resposta é obvia: Confúcio foi um
político mal sucedido e o professor mais respeitado da China. Quando ele
decidiu mudar de profissão, mal sabia, que seus alunos, se tornariam 90% da base
política de toda a China. Seus ensinamentos foram praticados com maestria
proporcionando uma revolução social, cultural e espiritual em toda China. Nesse
contexto, volto à frase: “há algo errado
em mim”, primeiro eu me transformo e
tudo se transformar ao meu redor.
E
nessa reconstrução, nessa busca pelo autoconhecimento olho para mim. Acolho
todas as minhas frações. Reverencio a mulher que me tornei, me perdoo,
reconecto e recomeço. Sou centelha divina designada a amar. Simples assim.
Não
estou falando desse amor pregado na atualidade, mas naquele amor que nascemos
com ele. Aquele amor de apenas ser. O amor do qual acessamos o cérebro, o instinto
e o coração, a tríade sagrada do: Pai, Filho e Espírito Santo.
Quanto
ao solo sagrado... esse, venho regando, acredito que seja o momento de
recomeçar uma antiga crença pessoal: a reforma íntima e moral. É hora de me
entregar verdadeiros dons e outro ensinamento me vem à memória:
“Laotsé e Chuangtsé falavam sobre o
Tao como se esse não tivesse qualquer relação com o ser humano e com
as coisas, considerandoo além e a parte do Céu, da Terra,
das formas e dos instrumentos, o que quer dizer que
antes de existirem Céu, Terra e as dez mil coisas só havia um
Princípio Vazio, como nos diz o ensinamento: “O Tao é anterior
ao Taiji”. [...] No Budismo, o Tao tem um sentido semelhante.
Entretanto, quando os seguidores de Laotsé consideram a não
existência o ancestral das dez mil coisas,
ou os seguidores de Buda, que igualmente consideram o vazio o
ancestral das dez mil coisas, apresentam
a minha natureza verdadeira como algo anterior a tudo e, portanto, tudo o que
vem depois não passa de fantasmagorias, de ilusões. As
ações humanas se tornam pegadas grosseiras, devendo ser
todas extirpadas para se retornar ao vazio original. Isso seria
atingir o Tao. Não compreender o Tao seria um princípio da existência e
da ação humanas. (in Zhang L. org 1996, p. 190)”
Nesse
recomeço traço uma meta de 100 dias de meditação e estabeleço o meu primeiro
passo: SILENCIAR - o retorno ao vazio original.
Por: Lucileyma
Carazza
sábado, 1 de dezembro de 2018
COMO UMA LESMA
COMO UMA LESMA
Um
apetite “sine qua non”
Querido
mil desculpas...
Palavras
jogo no mar
Para
que boiem com tartarugas...
Leio
a sua alma
Degusto
o seu corpo...
Minha
prisão é uma zona de conforto
Vivenciando
a solitude.
Adormeci
o instinto e esqueci
Daquilo
que nos leva a saltos quânticos
Que
nos provocam catarses.
Estava
tal como o “Billly”:
“Les
yeux sans visage”
Se
bem estou mais para “Nightwish”
“Love while the
night still hides the withering”
Somos
aquilo que negamos
Romancistas
são péssimos
Mas
nos tiram o folego...
Do
aplicativo para a cama
Em
uma velocidade luz
Não
escrevo putarias
Prefiro
o que me transcende
Como
a uma lesma...
Por: Lucileyma
Carazza
terça-feira, 27 de novembro de 2018
LIBERTINA
LIBERTINA
Talvez
não esteja no juízo perfeito
Mas,
contudo, porém e portanto...
Meu
pai me disse ainda criança:
Seja
livre e não dependa de ninguém.
Cresci
assim...
Um
misto de liberdade, libertinagem,
Ou
liberdades mesmo (aquelas do Direito)...
Talvez
o juízo não seja perfeito
Me
perdi num emaranhado
De
conceitos patriarcais
De
pessoas exóticas...
Não
sei bem quem sou
Quando
olho para o outro
Não
existe projeção,
Porque
sei bem quem eu não sou.
Vivo
plena em solitude
Não
me ajusto em modinhas da sociedade,
Em
crises de meia idade
Vivo
um dia de cada vez.
Faço
o que me dá vontade
Dentro
das minhas possibilidades.
Não
sou a mulher certa
Mas
sou a melhor na sua cama.
Você
nunca vai entender
Meus
pensamentos são como um manicômio
A
liberdade está em mim
Sou
solo sagrado consagrado
Sem
delimitações.
Minha
droga é a ocitocina,
Germino
felicidade,
Fecundo
inspiração
Numa
gargalhada frouxa.
Por: Lucileyma
Carazza
quarta-feira, 31 de outubro de 2018
Por nosso dia, mulheres maravilhosas!
Chamam de bruxa as mulheres que assumem seu poder pessoal. As que não têm medo de serem livres.
Chamam de bruxa as que cheiram a ervas e que as cultivam em seus jardins.
Chamam de bruxa mulheres que ensinam brincadeiras às crianças e brincam com elas, mesclando a mestre e a aprendiz.
As que sonham seus encantamentos, que encontram respostas no vento, que sentem o cheiro da chuva chegando com as nuvens ainda leves de água...
Chamam de bruxa todas as loucas que falam com seus bichos, as que se encantam com pássaros, que se comovem com seus cantos.
Chamam de bruxa, mulheres que trocam um par de sapatos novos por um passeio na praia e uma ida ao shopping, por um banho de cachoeira.
As mulheres que caminham descalças, que secam cabelo com a brisa da manhã, que se entregam ao luar com a mesma intensidade que uma loba uiva, nas noites de lua cheia!
As que fazem ungüentos, preparam chás, penduram ervas nas janelas, que se sentam na terra e trocam com ela, a sabedoria mensal, imersa em seu sangue sagrado.
Chamam de bruxa todas as que encontram em seu canto sagrado e nas marcas de seu rosto, o mapa de sua sagrada jornada.
As que têm como templo, as estrelas e o firmamento, como sagrado as águas que correm pelos campos, e firmam seus passos no solo que as sustentam.
Chamam de bruxa as que se abençoam por serem: Mulheres benditas, geradoras de vida, cuidadoras por natureza, fênix por natureza, ainda que esmagadas diariamente pela hipocrisia humana.
Chamam de bruxa as que brilham, mas que caminham sob o manto da simplicidade.
Chamam de bruxa as que iluminam, mas que caminham por entre as sombras, levando sua luz aos que necessitam, sem julgamentos, apenas no acolhimento da alma.
Chamam de bruxa as que possuem a coragem de ser quem são, sem medo apenas com o coração repleto de amor e que em seus intentos espalham sementes do bem, pelos corações que se abrem para que elas possam entrar!
Chamam de bruxa, as mulheres repletas do poder de Si mesmo, que assustam por serem diferentes, mas que encantam quando compreendidas e respeitadas, pois não precisam ser aceitas. Não precisam da aprovação de ninguém para serem as Mulheres de Poder que são!
Rose Kareemi Ponce ❤️
Chamam de bruxa as mulheres que assumem seu poder pessoal. As que não têm medo de serem livres.
Chamam de bruxa as que cheiram a ervas e que as cultivam em seus jardins.
Chamam de bruxa mulheres que ensinam brincadeiras às crianças e brincam com elas, mesclando a mestre e a aprendiz.
As que sonham seus encantamentos, que encontram respostas no vento, que sentem o cheiro da chuva chegando com as nuvens ainda leves de água...
Chamam de bruxa todas as loucas que falam com seus bichos, as que se encantam com pássaros, que se comovem com seus cantos.
Chamam de bruxa, mulheres que trocam um par de sapatos novos por um passeio na praia e uma ida ao shopping, por um banho de cachoeira.
As mulheres que caminham descalças, que secam cabelo com a brisa da manhã, que se entregam ao luar com a mesma intensidade que uma loba uiva, nas noites de lua cheia!
As que fazem ungüentos, preparam chás, penduram ervas nas janelas, que se sentam na terra e trocam com ela, a sabedoria mensal, imersa em seu sangue sagrado.
Chamam de bruxa todas as que encontram em seu canto sagrado e nas marcas de seu rosto, o mapa de sua sagrada jornada.
As que têm como templo, as estrelas e o firmamento, como sagrado as águas que correm pelos campos, e firmam seus passos no solo que as sustentam.
Chamam de bruxa as que se abençoam por serem: Mulheres benditas, geradoras de vida, cuidadoras por natureza, fênix por natureza, ainda que esmagadas diariamente pela hipocrisia humana.
Chamam de bruxa as que brilham, mas que caminham sob o manto da simplicidade.
Chamam de bruxa as que iluminam, mas que caminham por entre as sombras, levando sua luz aos que necessitam, sem julgamentos, apenas no acolhimento da alma.
Chamam de bruxa as que possuem a coragem de ser quem são, sem medo apenas com o coração repleto de amor e que em seus intentos espalham sementes do bem, pelos corações que se abrem para que elas possam entrar!
Chamam de bruxa, as mulheres repletas do poder de Si mesmo, que assustam por serem diferentes, mas que encantam quando compreendidas e respeitadas, pois não precisam ser aceitas. Não precisam da aprovação de ninguém para serem as Mulheres de Poder que são!
Rose Kareemi Ponce ❤️
terça-feira, 30 de outubro de 2018
APENAS UM OLHAR
APENAS UM OLHAR
Não
ser com carne dada aos vermes
Não
ser enterrado vivo
Por
medo e crenças intelectuais.
Fuga
é uma covardia
Por
medo de se entregar a um flerte...
Possuímos
algo em comum: a vida.
Onde
podemos ser tudo ou nada
Entregues
no presente
Vivenciando o que tem para hoje
Como fonte de vida...
Uma vida leve e comprometida
Pois, somos adultos
Com nossas experiências e decepções
Vivemos as nossas escolhas
Não vamos desperdiçar oportunidades,
Não por medo...
Medo é apenas um desejo a ser rompido.
Na vida acolho a tristeza para que ela se
torne luz
Escolho e pratico a felicidade
Numa dualidade humana.
Jamais me enterrarei em vida
Por medo de amar...
Obrigatoriamente acesso o meu coração
Sei que tudo acabará bem...
Pois te amo como centelha divina que tu és...
As minhas escolhas me fazem viver em paz...
Simples assim:
Tenho sede de vida!
Por:
Lucileyma Carazza
quarta-feira, 24 de outubro de 2018
ESPETÁCULO DE AMOR
Sobre presentes! Talentos! Gratidão!
Simplesmente amo esse universo!
ESPETÁCULO DE AMOR
E por
esse olhar
silencioso
que
enaltece seu rosto.
E com
esse jeito de menina
com
esse saudoso a nos abraçar
num
contágio de gostoso lidar.
és sem
segredos uma rosa
uma
pequena menina e mulher
a
realizar seus encantos.
feito
primavera a colorir
toda
terra
sendo
feliz por viver dia a dia
és um
tesouro a fascinar
uma
força a gerar
uma
alegria gostosa
és uma
dama de alma atraente
de
corpo belo e quente
a
conduzir em seu âmago
suas
vontades loucas e ardente
és
essa menina mulher
de
boca atraente
de
olhar que transcende o silêncio
és
bela rosa a colorir
tantos
olhares
esse
jardim eloqüente.
Por: Sérgio Dias
Poeta Mineiro
segunda-feira, 22 de outubro de 2018
CONFUSOS
CONFUSOS
Estamos
congelados
Parece
que “estar na zona de conforto
É
bastante confortável”...
Perdemos
energia vital
Quando
nos deslocamos
Estamos
exaustos.
Mas
o que fazer?
Simplesmente
parar de sentir
Isolarmos
de nós mesmos...
Mascarar
nossas dores com maquiagem
Viver
em uma vitrine falida
Para
agradarmos gregos, troianos e espartanos...
Estou
perdendo a minha juventude
Perseguindo
antigos conceitos
Andei
em linha reta
Mas
você nunca vai saber...
Posso
ser a mulher que quer o seu bem
E
também ser a que lhe causa dor,
Sentimento
concebido por suas escolhas...
A
solidão me assusta
Não
quero mais estar aqui.
Quero
apenas ser
Sinto
muito, me perdoe
Sobre
“zonas”, prefiro a boemia!
Quem
disse que não podemos divertir
Com
um coração partido ou congelado?
O
meu coração é livre...
Por: Lucileyma
Carazza
segunda-feira, 8 de outubro de 2018
MEDO
MEDO
Feridas
tornam-se cicatrizes
Em
um mundo de expiações
Estou
cansada, porém, vazia.
Não
há nada a ser dito
E
tudo a ser sentido...
Sou
apenas um coração regenerado
Aprendendo
a amar,
Emoldurado
num sorriso aberto.
Vejo
a beleza do mundo
Onde anjos me conduzem
Não há nada errado é apenas o medo...
Onde existe medo,
Existe um sentimento oculto,
Um desejo a ser degustado...
Sempre fui uma garota incomum
Procurava a liberdade, a paz e o amor
Em uma estrada sem fim...
Até que um dia me deparei com a solitude
Que me ensinou sobre a compaixão e a gratidão.
Nessa aprendizado aprendi a ser
Ser tudo aquilo que eu
procurava.
Estava tudo aqui, bem no meu coração.
Neste ensinamento me deparei com a falta...
Talvez a história já esteja traçada
E o livre arbítrio designado.
A aceitação ainda é um martírio...
É que essa dor é um livramento
Uma vez que não temos o controle.
O mundo não é do jeito que sonhamos,
Muito menos as pessoas,
Mas a vida é tudo o que ansiamos...
Por:
Lucileyma Carazza
quinta-feira, 20 de setembro de 2018
MAGIA NEGRA
MAGIA
NEGRA
Foi mandinga brava
O corpo adoece
A alma esvaece
A energia vital estremece
Pensamentos obsessivos
Sentimentos tóxicos
Uma fumaça cerebral.
Foi feitiço de sangue
Feito por um coração despedaçado
Que não perdoa
Que está muito ferido
Mais ferido até que o
destinatário.
Feito por uma mente
doentia
Que se esconde na
bondade...
O meu pecado foi o da
carne
O da luxúria
Escancarado em textos
inflamados.
O meu pecado foi o de
amar
Um lobo em pele de “Cordeiro”.
O meu pecado foi o
romantismo exagero
Foi acreditar no amor de
pele...
Acontece que apesar do
meu pecado
A minha magia é branca.
O mal não te desejo,
Pelo contrário, emano luz,
Acendo velas e rezo terço.
Exclusivamente e diariamente
para você!
Desejo-lhe paz no coração
e na alma.
O feitiço negro e de
sague
Já foi desfeito.
Meus anjos da guarda me
protegem,
Me carregam no colo
E mostram o meu destino.
O meu coração também está
partido
Mas procuro a luz, sou
filha de Deus.
Por:
Lucileyma Carazza
quarta-feira, 5 de setembro de 2018
FIM
FIM
É
hora de recomeçar
Reconectar
e viver...
Existe
uma exaustão emocional
Nossos
corpos suplicam em dor
Por
vivenciarmos falta de amor...
Talvez
seja falta de amor próprio
Ou
um amor sem descrição.
Não
nos causamos bênçãos
Estamos
cansados!
Navegue
em águas que escolhestes
Descanse
no seu porto sagrado
Honre
as pessoas as quais você ama,
Seja
livre...
A
poesia perdeu a graça e o tom
Talvez
tenha destruído o meu dom
Mas
acredito que o “copo” esvaziou
E
tudo que esvazia é preenchido...
Ajoelho,
rezo, clamo,
Acendo
velas e medito mantras...
Agir
com o coração espedaçado
É
pior do que agir com um ego inflado.
Os
pensamentos estão nublados
E
o instinto calado,
Talvez
esteja adormecido
Para
não dizer afadigado...
Em
mim encontro a paz
Ando
por um caminho solitário
Estou
longe de casa...
Mas
escolhi ser feliz!
Posso
ter estado nas trevas
Mas
recuperarei a minha integridade.
Este
é o meu adeus!
Encerro
um ciclo,
Fecho
uma porta...
Olho
para o horizonte
Há
muito a ser vivido
Para
estarmos aprisionados em histórias do passado...
Quando
nos encontrarmos
Nos
trataremos com cordialidade
Respeito
e muito amor...
Sabemos
que mesmo ausente
Estamos
sempre presente...
Na
lembrança de um amor...
Um
amor que não pode ser vivido...
Por: Lucileyma
Carazza
sábado, 1 de setembro de 2018
TRÍADE BURRA...
TRÍADE BURRA
A
realidade dói
Mas
é o melhor remédio
Para
essa tríade hipócrita
Talvez
eu seja o veneno
Mas
para todo veneno
Existe
o soro...
O
nosso soro é vivenciar
Uma
tríade
Em
paz
Tal
como:
Pai,
Espírito Santo e Amém...
Racional,
instinto e emocional...
Nossas
vidas estão marcadas
Precisamos
apenas aceitar
Amar
o próximo
Como
a si mesmo....
Vamos
ficar “felizihos”...
Eu,
você e ele...
Melhor
vivenciar a verdade...
Deixa
de ser BURRA ....
Quer
que eu DESENHE?
Por: Lucileyma
Carazza
quarta-feira, 29 de agosto de 2018
terça-feira, 28 de agosto de 2018
INCONSTANTE
INCONSTANTE
Não
me cerceie
Escrever
é um dom
Onde
liberto meu vômitos
Minhas
viagens
E
até mesmo minhas libertinagens.
Não
me escondo num “comercial”
Meu
rabo não é preso.
Sou
livre como uma onça,
Como
água de enchente,
Meu
terreno é fértil!
Talvez
seja por isso...
Que
sempre nos reencontramos
Nossas
vidas estão marcadas
Pelo
obscuro de nossas escolhas...
Não
somos normais!
Não
sabemos o quê queremos?
Você
na sua vitrine;
-
Eu? Na minha liberdade,
De
poder apenas SER...
Somos
os nossos únicos momentos.
Fato
é:
Algum
sentimento nos envolve.
Medo
é desejo!
Sexo
é instinto...
Quanto
ao amor... tenho dúvidas!
Toda
dúvida há de ser vivida!
Sinto
muito!
Egoisticamente
falando:
Simplesmente
amo!
Vivenciarei
o que precisa ser vivido!
Por: Lucileyma
Carazza
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