sábado, 9 de abril de 2011

Segredos

Segredos, desejos, falhas, mistérios e fugas...
Quem não possui?
Loucuras então?
Medo dos julgamentos, de ser descoberto.
Por trás de toda insanidade,
Existe uma explicação óbvia.
Às vezes colocamos uma máscara,
Apenas para esquecer a nossa real personalidade.
Mas no fundo, a nossa máscara, é a nossa realidade.
E nem sabemos ao certo.
No meio de inúmeros conflitos internos,
Tornei-me um “fake1”
Conheci outro.
Sexos opostos e perturbados.
Experiências antigas e novas.
Encantei-me com este “fake”.
A real cura de todos os demônios.
Melhor dizer, quase todos os demônios.
Um dia talvez, nos encontraremos de novo.
Em algum momento a verdade existiu.
Não importa o “que” somos se na verdade,
Não sabemos “quem somos”...
Depois de muito pensar...
Concluí que serei eternamente sua!
Sua amiga virtual!

1 - Fake ("falso" em inglês) é um termo usado para denominar contas ou perfis usados na Internet para ocultar a identidade real de um usuário. Fake é um termo usado em relação também aos jogos, por exemplo, quando são falsos e nada está contido lá dentro. Para isso, são usadas identidades de famosos, personagens de filmes, desenhos animados, animes e até mesmo de pessoas conhecidas do dono da conta. Como não se sabe a identidade real do usuário, é comum chamar o seu perfil de fake. A maioria dos criadores de fakes o fazem só por diversão, para conhecer novas pessoas sem se expor, para homenagear seu ídolos etc.





Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza

O QUE SIGNIFICA PIRIGUETE?

O QUE SIGNIFICA PIRIGUETE?

Resolveram fazer uma pequena homenagem às piriguetes.

Elas são as musas inspiradoras, laboratórios de pesquisa,fontes de informação na elaboração de artigos, alegria em momentos de happy hour {sempre].

O termo “piriguete” surgiu no Nordeste há alguns anos para classificar alguns tipos de mulheres, digamos, especiais.

Piriguete vem do radical em latim “periculum” e terminação “ete” prá ter uma rima legal, na hora de fazerem músicas de pagode ou funk.

Segundo o professor Cléber Paradela, piriguete vem da expressão “periculum ete”, que em latim representa PERIGO ETERNO.

Mas em bom português, quer dizer “mulher a perigo”, ou seja mulher pronta para atacar em todos os aspectos.

Algumas verdades sobre as PIRIGUETES:

- Piriguete não paga, ganha cortesia
- Piriguete nao trabalha, conversa no MSN
- Piriguete não dorme, cochila.
- Piriguete não liga, dá toque [por isso, o chamado breve para que a pessoa ligue de volta foi apelidado de "piri-toque"}.
- Piriguete não fica, pega.
- Piriguete não bebe, come água.
- Piriguete não se veste, se prepara.
- Piriguete não tem carro, tem carona.
- Piriguete não dá, distribui.
- Piriguete não faz amigos, faz prospecções.
- Piriguete não estuda , vai prá faculdade.
- Piriguete não dança, quebra.
- Piriguete não traga, mas fuma.
- Piriguete não namora, enrola.
- Piriguete não leva bolsa, nem carteira.
- Piriguete "nunca" sabe como nem com quem vai voltar da festa {no fundo elas sempre sabem..}.
- Piriguete não tem amigas , tem colegas.
- Piriguete nunca leva LP [lança perfume] prá carnaval, mas está sempre com cheiro.
- Piriguete nunca leva dinheiro, mas está sempre com uma bebida na mão.
- Piriguete quando vai pra festa, tem que sair em todos os sites da festa que fizerem a cobertura.
- Piriguete ningém sabe o nome. Sempre a chamam de INHA.

Bom, mas a melhor Piriguete é aquela que faz tudo de forma discreta, a ponto de ninguem [ou quase ninguem] PERCEBER QUE ELAS SÃO.

Só faltou dizer que apesar dos pesares, as Piriguetes são a ALEGRIA DA FESTA E OS HOMENS ADORAM.

http://minhasmulheres.wordpress.com/2008/04/15/piriguetes-a-serie/

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Universo Masculino - Uma visão real




(comentário: autor divulgado como : Arnaldo Jabor – certamente é mentira, mas o texto é engraçado, vale a pena e tem uma dose razoável de verdade aqui.)

Foi lendo um monte de besteiras que as mulheres escrevem em livros sobre o ‘universo masculino’, que resolvi escrever esse e-mail. Não tenho objetivo de ‘revelar’ os segredos dos homens, mas amigos, me desculpem. Não se trata de quebrar nosso código de ética.
Isso vai ajudar as mulheres a entenderem os homens e, enfim, pararem de tentar nos mudar com métodos ineficazes. Vou começar de sola. Se não estiver preparada nem continue a ler..
E digo com segurança: o que escrevo aqui se aplica a 99,9% dos homens baianos e brasileiros (sem medo de errar).

1º Não existe homem fiel.
Você já pode ter ouvido isso algumas vezes, mas afirmo com propriedade. Não é desabafo.
É palavra de homem que conhece muitos homens e que conhecem, por sua vez, muitos homens.
Nenhum homem é fiel, mas pode estar fiel. Ou porque está apaixonado, (algo que não dura muito tempo – no máximo alguns meses – nem se iluda) ou porque está cercado por todos os lados (veremos adiante que não adianta cercá-lo. Isso vai se voltar contra você). A única exceção é o crente extremamente convicto.
Se você quer um homem que seja fiel, procure um crente daqueles bitolados, mas agüente as outras conseqüências.

2º Não desanime.
O homem é capaz de te trair e de te amar ao mesmo tempo. A traição do homem é hormonal, efêmera, para satisfazer a lascívia. Não é como a da mulher. Mulher tem que admirar para trair; ter algum envolvimento. O homem só precisa de uma bunda.
A mulher precisa de um motivo para trair, o homem precisa de uma mulher.

3º Não fique desencantada com a vida por isso.
A traição tem seu lado positivo. Até digo, é um mal necessário.
O cara que fica cercado, sem trair, é infeliz no casamento, seu desempenho sexual diminui (isso mesmo, o desempenho com a esposa diminui), ele fica mal da cabeça.
Entenda de uma vez por todas: homens e mulheres são diferentes.
Se quiser alguém que pense como você, vire lésbica (várias já fizeram isso e deu certo), ou case com um viado enrustido que precisa de uma mulher para se enquadrar no modelo social.
Todo ser humano busca a felicidade, a realização.
E a realização nada mais é do que a sensação de prazer (isso é química, está tudo no cérebro).
A mulher se realiza satisfazendo o desejo maternal, com a segurança de ter uma família estruturada e saudável, com um bom homem ao lado que a proteja e lhe dê carinho.
O homem é mais voltado para a profissão e para a realização pessoal. E a realização pessoal dele vêm de diversas formas: pode vir com o sentimento de paternidade, com uma família estruturada, etc., mas nunca vai vir se não puder ter acesso a outras fêmeas e se não puder ter relativo sucesso na profissão.
Se você cercar seu homem (tipo… mulher que é sócia do marido na empresa. O cara não dá um passo no dia-a-dia sem ela) você vai sufocá-lo de tal forma que ele pode até não ter espaço para lhe trair, mas ou seu
casamento vai durar pouco, ele vai ser gordo (vai buscar a fuga na comida) e vai ser pobre (por que não vai ter a cabeça tranqüila para se desenvolver profissionalmente). Vai ser um cara sem ambição e sem futuro.

4º Não tente mudar para seu homem ser fiel. Não adianta.
Silicone, curso de dança sensual, se vestir de enfermeira, etc… Nada disso vai adiantar.
É lógico que quanto mais largada você for, menor a vontade do homem de ficar com você e maior as chances do divórcio.
Se ser perfeita adiantasse, Julia Roberts não tinha casado três vezes.
Até Gisele Bunchen foi largada por Di Caprio, não é você que vai ser diferente (mas é bom não desanimar e sempre dar aquela malhadinha).
O segredo é dar espaço para o homem viajar nos seus desejos (na maioria das vezes, quando ele não está sufocado pela mulher ele nem chega a trair, fica só nas paqueras, troca de olhares).
Finja que não sabe que ele dá umas pegadas por fora.
Isso é o segredo para um bom casamento.
Deixe ele se distrair, todos precisam de lazer.

5º Se você busca o homem perfeito, pode continuar vendo novela das seis. Eles não existem nesse conceito que você imagina.
Os homens perfeitos de hoje são aqueles bem desenvolvidos profissionalmente, que traem esporadicamente (uma vez a cada dois meses, por exemplo), mas que respeitam a mulher, ou seja, não gastam o dinheiro da família com amantes, não constituem outra família, não traem muitas vezes, não mantêm relações várias vezes com a mesma mulher (para não criar vínculos) e, sobretudo, são muuuuuito discretos: não deixam a esposa (e nem ninguém da sua relação, como amigas, familiares, etc saberem).
Só, e somente só, um amigo ou outro DELE deve saber, faz parte do prazer do homem contar vantagem sexual.
Pegar e não falar para os amigos é pior do que não pegar.
As traições do homem perfeito geralmente são numa escapolida numa boite, ou com uma garota de programa (usando camisinha e sem fazer sexo oral nela), ou mesmo com uma mulher casada de passagem por sua cidade. O homem perfeito nunca trai com mulheres solteiras. Elas são causadoras de problemas.
Isso remete ao próximo tópico.

6º ESSE TÓPICO NÃO É PARA AS ESPOSAS – É PARA AS SOLTEIRAS OU AMANTES:
Esqueçam de uma vez por todas esse negócio de homem não gosta de mulher fácil. Homem adora mulher fácil. Se ‘der’ de prima então, é o máximo. Todo homem sabe que não existe mulher santa. Se ela está se fazendo de difícil, ele parte para outra.
A demanda é muito maior do que a procura.
O mercado tá cheio de mulher gostosa.
O que homem não gosta é de mulher que liga no dia seguinte.
Isso não é ser fácil, é ser problemática (mulher problema).
Ou, como se diz na gíria, é pepino puro.
O fato de você não ligar para o homem e ele gostar de você não quer dizer que foi por você se fazer de difícil, mas sim por você não representar ameaça para ele.
Ele vai ficar com tanta simpatia por você que você pode até conseguir fisgá-lo e roubá-lo da mulher.
Ele vai começar a se envolver sem perceber.
Vai começar ELE a te procurar.
Se ele não te procurar era porque ele só queria aquilo mesmo.
Parta para outro e deixe esse de stand by.
Não vá se vingar, você só piora a situação e não lucra nada com isso.
Não se sinta usada, você também fez uso do corpo dele – faz parte do jogo;
guarde como um momento bom de sua vida.

7º 90% dos homens não querem nada sério.
Os 10% restantes estão momentaneamente cansados da vida de balada ou estão ficando com má fama por não estarem casados ou enamorados; por isso procuram casamento.
Portanto, são máximas as chances do homem mentir em quase tudo que te fala no primeiro encontro (ele só quer te comer, sempre).
Não seja idiota, aproveite o momento, finja que acredita que ele está apaixonado e dê logo para ele (e corra
o risco de fisgá-lo) ou então nem saia com ele.
Fazer doce só agrava a situação, estamos em 2008 e não em 1957.
Esqueça os conselhos da sua avó, os tempos são outros.

8º Para ser uma boa esposa e para ter um casamento pelo resto da vida faça o seguinte:

Tente achar o homem perfeito do 5º item, dê espaço para ele.
Não o sufoque. Ele precisa de um tempo para sua satisfação.
Seja uma boa esposa, mantenha-se bonita, magra, sensual, malhe, tenha uma profissão (não seja dona de casa), seja independente e mantenha o clima legal em casa.
Nada de sufocos, de ‘conversar sobre a relação’,de ficar mexendo no celular dele, de ficar apertando o cerco, etc. Você pode até criar ‘muros’ para ele, mas crie muros invisíveis e não muito altos.
Se ele perceber ou ficar sem saída, vai se sentir ameaçado e o casamento vai começar a ruir.

A última dica:


9º Se você está revoltada por este e-mail, aqui vai um conselho: vá tomar uma água e volte para ler com o espírito desarmado. Se revoltar quanto ao que está escrito não vai resolver nada em sua vida.

Acreditar que o que está aqui é mentira ou exagero pode ser uma boa técnica (iludir-se faz parte da vida, se você é dessas, boa sorte!). Mas tudo é a pura verdade.
Seu marido/noivo/namorado te ama, tenha certeza,senão não estaria com você, mas trair é como um remédio; um lubrificante para o motor do carro. Isso é científico.
O homem que você deve buscar para ser feliz é o homem perfeito do item 5º.
Diferente disso ou é crente, ou viado ou tem algum trauma (e na maioria dos casos vão ser pobres).
O que você procura pode ser impossível de achar, então, procure algo que você possa achar e seja feliz ao invés de passar a vida inteira procurando algo indefectível que você nunca vai encontrar. Espero ter ajudado em alguma coisa.
Agora, depois de tudo isso dito, cadê a coragem de mandar este e-mail para minha mulher??

O Universo masculino



Um brilhante sedutor...
Um temperamento instável?
Ou um homem como qualquer outro?
Um ser comum e sensato.
Que vive do supérfluo,
Das coisas descartáveis e momentâneas.
Sendo apenas mais uma alma perdida neste universo!?
Este estranho universo!
Estranho universo masculino!
Às vezes, quero conhecer e penetrar...
Outras vezes, quero distanciar!
Viver e conviver com as emoções alheias é uma salvação!
Mas quando vamos estar preparados rejeição?
Nunca!
Porque todos querem atenção!
Seja emocional, afetiva, profissional e sexual.
E quando alguns destes desejos são supridos,
Partimos para novos desafios.
Descartamos aquele objeto conquistado.
Acaba-se o interesse!
Porque estamos acostumados com o novo!
O antigo perde o seu respectivo valor!
Mas chega uma hora,
Que passam a dar valor ao antigo...

Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza



O naipe de Copas está relacionado com o mundo dos sentimentos e das experiências, nos seus mais amplos sentidos. Assim sendo, Copas tem a ver com as demonstrações das emoções, dando-lhes forma e uma escala de intensidade. Simboliza a suscetibilidade, a fantasia, os sonhos e tudo o que é irracional, de forma geral. Em seus aspectos positivos, as cartas do naipe de Copas (Elemento Água) nos trazem uma sensação de paz e de satisfação. Entretanto, quando mal dignificadas, elas nos remetem a expectativas irreais e fantasiosas, caprichos, etc.

A Rainha de Copas simboliza pessoas cujo caráter está atrelado à fidelidade, dedicação, amorosidade, estreitos laços familiares, amor incondicional além de uma grande imaginação. Ela representa o arquétipo da esposa perfeita e da mãe dedicada. Ela se interessa, de maneira maternal, por todos os que atravessam o seu caminho, aos quais acolhe e cobre de cuidados. Apesar de ser, aparentemente, uma sonhadora (Copas), é uma pessoa consciente de seus deveres e obrigações (Rainha) e conhece bem os ciclos e as alternâncias que a vida nos proporciona. Ela consegue ser tão interessada, preocupada com as demais pessoas que pode incorrer no fato de ser considerada uma intrometida, aquele tipo de pessoa que, ainda que com as melhores intenções, ultrapassa os limites da sua benéfica e, muitas vezes, não solicitada atuação. Esse talvez seja o grande problema que as Rainhas de Copas precisam aprender a evitar: não sufocar a quem ajuda com um excesso de assistência. Ela precisa aprender a essência daquele ditado que diz que mais importante do que dar o peixe, é ensinar a pescar.

Essa Rainha vivencia um relacionamento maduro com as profundezas da sua alma, seus sentimentos, sua intuição, seu lado irracional, sem expressar isso de forma imprevisível ou caprichosa. Ela sabe o que quer porque ela compreende essas forças inconscientes, portanto reage com grande emoção, harmonizando-se com o mundo exterior. O lado calmo de Copas, e o fato que as Rainhas pertencem ao pólo yin (negativo), favorece a Rainha de Copas com uma personalidade introvertida, calma, quase abstraída, o que pode, muitas vezes, dar a impressão de ser bastante passiva. Mas isso lhe é importante na preservação de seu próprio espaço e desenvolvimento de suas energias. Pelo fato dela estar sempre em contato com os seus sentimentos, ela, como Rainha que é, percebe o que os seus “súditos” necessitam e, assim sendo, torna-se uma força unificadora, estimuladora e, até mesmo, espiritual.

Numa leitura de tarot, dependendo da questão proposta pelo Consultante e da localização dessa carta no esquema do jogo, bem como das demais cartas que a acompanham, a Rainha de Copas pode simbolizar o fato de que é chegado um tempo do Consultante (ou da pessoa a quem essa carta representa no jogo) interessar-se mais pelos demais e pela humanidade em geral, auxiliando-os a sentirem-se seguros emocionalmente. Simboliza, também, devido à sua conexão com a carta da Sacerdotisa (Arcano Maior II), que a sua intuição está bastante ativa e inspirada. Que o Consultante (ou quem a carta represente) parece aos demais um pouco misterioso porém accessível. Como as Rainhas de cada naipe são aspectos formativos da Imperatriz (Arcano Maior III), o amor e a sensualidade são assuntos a serem considerados na leitura. Ela simboliza sua melhor amiga, uma mãe maravilhosa, uma grande e talentosa amante, plena de fantasias sexuais. Ela também pode se referir a alguém com qualidades psíquicas bastante desenvolvidas porém manifestadas muito discretamente. Essa carta fala de pessoas que são solidárias, prestimosas, corretas, sábias, artisticamente talentosas e boas.

Seu aspecto “sombra” pode ser percebido através de atos de maldade, de falsidade de instabilidade, de sedução, de imoralidade, infidelidade, intrometimento, egocentrismo, agressividade, perversidade. É maníaca, mentirosa, a “outra”, altamente dissimulada, a mãe dominadora, a tirana. São pessoas que alternam seus humores entre a calma, a quietude e a histeria. Alguém em quem não se deve e nem se pode confiar.

Fonte: http://alextarologo.livejournal.com/27269.html

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Salmo 91




Salmo 91 - Por ser o mais poderoso dos Salmos pode ser usado para todas as horas de necessidade, para agradecer e pedir proteção para tudo e todos.

1 Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Todo-Poderoso descansará.

2 Direi do Senhor: Ele é o meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio.

3 Porque ele te livra do laço do passarinho, e da peste perniciosa.

4 Ele te cobre com as suas penas, e debaixo das suas asas encontras refúgio; a sua verdade é escudo e broquel.

5 Não temerás os terrores da noite, nem a seta que voe de dia,

6 nem peste que anda na escuridão, nem mortandade que assole ao meio-dia.

7 Mil poderão cair ao teu lado, e dez mil à tua direita; mas tu não serás atingido.

8 Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios.

9 Porquanto fizeste do Senhor o teu refúgio, e do Altíssimo a tua habitação,

10 nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.

11 Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.

12 Eles te susterão nas suas mãos, para que não tropeces em alguma pedra.

13 Pisarás o leão e a áspide; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente.

14 Pois que tanto me amou, eu o livrarei; pô-lo-ei num alto retiro, porque ele conhece o meu nome.

15 Quando ele me invocar, eu lhe responderei; estarei com ele na angústia, livrá-lo-ei, e o honrarei.

16 Com longura de dias fartá-lo-ei, e lhe mostrarei a minha salvação.

Salmo 66





Para rogar por justiça e pelo recomeço de uma vida normal após longos períodos de batalha.

1 Louvai a Deus com brados de júbilo, todas as terras.

2 Cantai a glória do seu nome, dai glória em seu louvor.

3 Dizei a Deus: Quão tremendas são as tuas obras! Pela grandeza do teu poder te lisonjeiam os teus inimigos.

4 Toda a terra te adorará e te cantará louvores; eles cantarão o teu nome.

5 Vinde, e vede as obras de Deus; ele é tremendo nos seus feitos para com os filhos dos homens.

6 Converteu o mar em terra seca; passaram o rio a pé; ali nos alegramos nele.

7 Ele governa eternamente pelo seu poder; os seus olhos estão sobre as nações; não se exaltem os rebeldes.

8 Bendizei, povos, ao nosso Deus, e fazei ouvir a voz do seu louvor;

9 ao que nos conserva em vida, e não consente que resvalem os nossos pés.

10 Pois tu, ó Deus, nos tens provado; tens nos refinado como se refina a prata.

11 Fizeste-nos entrar no laço; pesada carga puseste sobre os nossos lombos.

12 Fizeste com que os homens cavalgassem sobre as nossas cabeças; passamos pelo fogo e pela água, mas nos trouxeste a um lugar de abundância.

13 Entregarei em tua casa com holocaustos; pagar-te-ei os meus votos,

14 votos que os meus lábios pronunciaram e a minha boca prometeu, quando eu estava na angústia.

15 Oferecer-te-ei holocausto de animais nédios, com incenso de carneiros; prepararei novilhos com cabritos.

16 Vinde, e ouvi, todos os que temeis a Deus, e eu contarei o que ele tem feito por mim.

17 A ele clamei com a minha boca, e ele foi exaltado pela minha língua.

18 Se eu tivesse guardado iniqüidade no meu coração, o Senhor não me teria ouvido;

19 mas, na verdade, Deus me ouviu; tem atendido à voz da minha oração.

20 Bendito seja Deus, que não rejeitou a minha oração, nem retirou de mim a sua benignidade.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Suspiro





Segundo a doutrina Tibetana...
Quando você pratica o bem,
Isso é transmitido para milhões de pessoas,
Direta ou indiretamente!
Quero que saiba:
Na presente data, você praticou uma boa ação...
Por vias tortas e com o seu jeito sedutor!
Obrigada pela paz que você trouxe para o meu coração!
Para um mundo melhor...
Com você, sem você, longe ou perto de você!
Hoje sou uma pessoa melhor!
E já contagiei o mundo com este amor!
Com esta paz!
Isso tudo ocorreu em um momento de loucura,
Sem esperança...
Mas o que importa?
Que marquemos nossos lugares para que mesmo ausentes estejamos presente!!


Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza

Momento surreal 2




Quero fazer parte!
Quero continuar sendo o teu desejo!
Quero sair deste luto!
Desta defesa, ou muralha que construí.
Quero ser invadida.
Quanto mais recebo,
Mas estranha é a sensação.
Um vício crescente.
Que não quero negar.
Uma luz que invadiu a minha vida!
Longe ou perto!
Sendo você, com você ou sem você!
Os efeitos colaterais são benéficos!
Hoje?
Falo de amor ...
Sem que lágrimas derramem em minha face.
A inspiração voltou!
E a intensidade?
Comparo ao beijo de uma rosa na sepultura!


Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza

Momento surreal




Romântica,
Ingênua,
Infantil,
Intensa,
Talvez utópica.
Talvez seja apenas uma paixão platônica.
Ou pior, meu “ego” conversando comigo mesma!
Mas no fundo,
Esta tudo bem!
É fantástico estar neste momento surreal!
Minha bipolaridade ainda me afeta.
Todavia, estou à procura de equilíbrio.
Que pode ser longe ou perto de você.
Com ou sem você!
Estive em todos os buracos.
Agora, a luz voltou a fazer parte de mim!
Estou me amando novamente!

Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza

Amor louco




Vida mais louca...
Um amor louco...
De idas e vindas.
Uma dor insuportável...
Um coração doído.
Um luto eterno.
Atos insanos tomaram conta de mim.
Burrices cometi.
Cheguei me envergonhar.
Distanciei deste amor por necessidade.
Distanciei da vida!
Teve momento que a respiração ficou difícil!
Nesta vida reclusa,
Conheci outro mundo!
Surge no fim das contas...
Uma sensação estranha!
O amor vou carregar o resto da vida.
Porque guardei,
Dentro de um caixinha decorada,
No fundo do meu coração.
E esta estranha sensação?
Quero viver intensamente.

Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza

Imperfeições

Tudo na vida tem duas vertentes.
Para ser redundante: dois lados!
Acredito no amor!
Acredito que tudo feito com amor tem um significado.
Mesmo que a resposta não seja imediata,
Ou aquilo que você idealiza.
Queria ser tal como: Bono Vox, Buda ou ou Jesus Cristo.
E falar e praticar o tempo todo,
Amor!
Amor ao próximo!
Mas não sou assim...
Sou imperfeita.
E as minhas imperfeições não foram aceitas pelo ente querido.
Paciência!
Erro, errei e vou errar outras vezes,
Porque sou imperfeita e tento acertar.
Tento realizar o bem!
Amei as suas imperfeições!
Estive do seu lado,
Nos piores e no melhores momentos da sua vida!
Hoje, não quero nada!
Não espero nada!
O meu amor vai ser eterno.
Vou continuar te amando!
Mas antes de tudo: vou continuar me amando.
E vou continuar convivendo com as minhas imperfeições...
E quem me ama?
Ama as minhas imperfeições.

Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza

Qual a cor da sua vida!





"A vida é um acontecimento que merece ser comemorado. Há cada dia, a cada instante, ela se renova generosa nos pequenos espaços. A vida é miúda, feita de pequenas partes. Viver é construir um mosaico, parte por parte, dia após dia. A beleza de um momento unida à tristeza de outras horas passa a ocupar o mesmo espaço no quadro. As cores se misturam e se arquitetam em busca da harmonia tão desejada.

Há dias em que as cores são frias... a vida pede calma, silêncio, pausas...

Há dias em que as cores são quentes... a vida rompe com toda forma de calma...

Não suportaríamos permanecer em um só lado dessas possibilidades. O que nos torna felizes é justamente a dinâmica que nos envolve com suas eternas variações.

A vida é semelhante à trama dos teares. Fios se entrelaçam para construirem juntos o mesmo tecido. A diferença das cores é que garante a beleza final do tecido...

Hoje eu não sei qual é a cor da sua vida. A minha é marinho. Não é alegre, nem triste. Espero pelo dia em que será vermelho. Espero que seja breve. O marinho, lado a lado com o vermelho torna-se capaz de expressar uma profundidade que sozinho ele não é capaz de demonstrar.

Ninguém pode saber o que é a felicidade, se ainda não tiver passado pela decepção. Só pode saborear bem a vitória aquele que já sentiu o amargo da derrota.

O avesso é repleto de ensinamentos, a vida também..."

Por: Padre Fabio de Mello!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Direitos Fundamentais - Assédio Moral no Ambiente do Trabalho

Estudo dirigido – Resumo
TCC: Direitos fundamentais – ASSÉDIO MORAL NO AMBIENTE DE TRABALHO



O assédio moral é tão antigo quanto o trabalho.

O conceito trabalho é mais humano, onde se exterioriza uma atividade consciente e voluntária, esforço humano para a produção de riqueza. O trabalho é a aplicação da atividade física ou intelectual e o ato de exercer um ofício.

Novas exigências do ambiente laboral vêm sendo incorporadas gerando múltiplos sentimentos: medos, incertezas, angústia e tristeza. A ansiedade ante uma nova tarefa, o medo de não saber, a avaliação constante do desempenho sem o devido reconhecimento, a requisição da eficácia técnica, excelência, criatividade e autonomia geram tensão e incertezas. As múltiplas exigências para produzir são “transversadas” por abuso de poder e freqüentes instruções confusas, ofensas repetitivas, agressões, maximização dos “erros” e culpas, que se repetem por toda jornada, degradando deliberadamente as condições de trabalho. O ambiente laboral vem transformando-se em campo minado pelo medo, inveja, disputas, fofocas e rivalidades transmitidos vertical e horizontalmente entre os gerentes e os trabalhadores em outras posições nas empresas.

O Assédio Moral É um fenômeno destruidor do ambiente de trabalho, não só diminuindo a produtividade, como também favorecendo ao absenteísmo, devido aos desgastes psicológicos que provoca.

Breve Histórico:

Em 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas.

Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o dia 8 de Março como “Dia Internacional da Mulher”.

No Brasil, desde a colonização, índios e negros foram humilhados por colonizadores, além de impor seus costumes, militarismo, leis, religião e cultura. Outro assédio freqüente na época era o sexual, por falta de mulheres brancas na colônia as negras e as índias eram exploradas sexualmente.

O que é assédio moral:

O assédio moral é a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistirem do emprego.

O termo “assédio moral” no ambiente de trabalho surgiu em setembro de 1998, quando a psicanalista e vitimóloga francesa Hirigoyen que lançou na França, seu livro Le harcèlement moral: La violence perverse au quotidien, um best-seller que ocasionou a abertura de inúmeros debates sobre o tema, tanto na organização do trabalho como na estrutura familiar. No Brasil foi publicado em 2000, sob o título “Assédio Moral: a violência perversa no cotidiano”. Nesse livro, mais calcado pelo lado da vitimologia do que da psicanálise, a autora explora e define esta forma de assédio como: Toda e qualquer conduta abusiva (gesto, palavra, comportamento, atitude...) que atente, por sua repetição ou sistematização, contra a dignidade ou a integridade psíquica ou física de uma pessoa, ameaçando seu emprego ou degradando o clima de trabalho.

O assédio moral é revelado por atos e comportamentos agressivos que visam à desqualificação e desmoralização profissional e a desestabilização emocional e moral do(s) assediado(s), tornando o ambiente de trabalho desagradável, insuportável e hostil.

Contudo, independentemente da definição, o importante é compreender que o assédio moral se caracteriza pelo abuso de poder de forma repetida e sistematizada.

Um dos elementos essenciais para a caracterização do assédio moral no ambiente de trabalho é a reiteração da conduta ofensiva ou humilhante, uma vez que, sendo este fenômeno de natureza psicológica, não há de ser um ato esporádico capaz de trazer lesões psíquicas à vítima. Como bem esclarece o acórdão proferido no TRT da 17ª Região, "a humilhação repetitiva e de longa duração interfere na vida do assediado de modo direto, comprometendo sua identidade, dignidade e relações afetivas e sociais, ocasionando graves danos à saúde física e mental, que podem evoluir para a incapacidade laborativa, desemprego ou mesmo a morte, constituindo um risco invisível, porém concreto, nas relações e condições de trabalho.

A questão da necessidade da existência do dano psíquico como caracterizador do assédio moral não é unanimidade entre autores que exploram o assunto na esfera do Direito. Duas correntes se dividem:
 O mesmo é dispensável, haja vista que o conceito de assédio moral deverá ser definido pelo comportamento do assediador e não pelo resultado danoso. A se exigir o elemento alusivo ao dano psíquico como indispensável ao conceito de assédio moral, se teria um mesmo comportamento caracterizando ou não a figura ilícita, conforme o grau de resistência da vítima, ficando sem punição as agressões que não tenham conseguido dobrar psicologicamente a pessoa.
 O assédio moral no cenário laboral é visto pelo resultado que provoca, pelo dano que efetivamente venha a causar na vítima, no caso, a doença psíquico-emocional (o entendimento da maioria dos estudos jurídicos atuais e das decisões da Justiça do Trabalho).

Situações mais freqüentemente verificadas:

 Dar instruções confusas e imprecisas.
 O bloqueio ao trabalho e a atribuição de erros imaginários.
 Ignorar a presença de funcionário na frente de outros.
 Pedir trabalhos urgentes sem necessidade.
 Mandar o trabalhador realizar tarefas abaixo de sua capacidade profissional, fazer comentários maldosos em público.
 Não cumprimentar.
 Impor horários injustificados ou forçar o trabalhador a pedir demissão.
 Impedir o trabalhador de almoçar ou conversar com um colega, disseminando boatos que desvalorizam e desqualificam profissional e pessoalmente; retirar o material necessário à execução do trabalho (fax, computador, telefone), isolando-o do convívio com os colegas.

Posturas discriminatórias:

 Colocar o trabalhador em local sem nenhuma tarefa e/ou não lhe dar tarefa;
 Colocá-lo sentado, separado dos demais trabalhadores por paredes de vidros, de onde fica olhando-os trabalhar;
 Não fornecer ao trabalhador (ou retirar-lhe) todos os instrumentos de trabalho;
 Isolar os adoecidos em salas denominadas dos “compatíveis”;
 Estimular a discriminação entre os sadios e adoecidos, chamando-os pejorativamente de “podres, fracos, incompetentes, incapazes”;
 Diminuir salários do trabalhador quando este retorna ao trabalho.
 Demiti-lo após a estabilidade legal;
 Impedi-lo de andar pela empresa;
 Telefonar para a casa do funcionário e comunicar à sua família que ele não quer trabalhar;
 Controlar suas idas a médicos; questionar acerca do falado em outro espaço;
 Criar obstáculos quando ele decide por procurar médicos fora da empresa;
 Desaparecer com seus atestados;
 Exigir o Código Internacional de Doenças - CID - em seu atestado como forma de controle;
 Colocar guarda controlando entrada e saída e revisando as mulheres;
 Não permitir que converse com antigos colegas dentro da empresa;
 Colocar um colega controlando o outro colega, disseminando a vigilância e desconfiança;
 Dificultar-lhe a entrega de documentos necessários à concretização da perícia médica pelo INSS;
 Omitir doenças e acidentes;
 Demitir os adoecidos ou acidentados do trabalho.

Alguns autores brasileiros reconhecem que pode existir mais de um agressor e mais de uma vítima no processo de assédio moral, vindo, especialmente da hierarquia, ou seja, de chefe com subordinado. Já Aguiar (2003) revela que também pode ocorrer com colegas da mesma hierarquia e derivada de relações de poder.

Entende-se por assédio moral as condutas hostis, impróprias, repetitivas e prolongadas por meio de comportamentos, palavras, gestos e/ou situações humilhantes com o indivíduo ou um grupo, durante a jornada de trabalho, mais comum em ocasiões de uso do poder, visando a atingir a auto-estima, segurança e a imagem, fazendo-o duvidar de si e da competência, podendo ocasionar danos à personalidade, dignidade e à integridade física e psíquica, desestabilizando-o perante os colegas e a organização e colocando em risco o próprio emprego e a ascensão profissional.

Causas do Assédio Moral no Trabalho:

O assédio moral tem por causas o indivíduo e o ambiente externo.

O indivíduo é agente-causa da perversidade do assédio moral porque esta peculiaridade faz parte da natureza humana. A frase o “homem como lobo do homem” é sentença por demais conhecida e bem ilustrativa para a situação.

O macro cenário ambiental, comandado pelos agentes do neoliberalismo e da globalização, coloca o ser humano como “meio” e não como “fim” no processo de produção de riquezas.

Os tipos de assédio moral:

A perseguição moral pode ser vertical e horizontal.

A primeira é mais comum de se encontrar num fluxo descendente, em que a pessoa se serve da autoridade formal, e por vezes do aval da instituição para perpetuar e manter o assédio.

A forma ascendente, raramente presente, mas passível de ocorrer, é verificada quando o grupo não aceita um superior que vem de fora ou que pertencia ao próprio grupo e foi promovido.

A forma horizontal, de colega para colega, é observada quando não se consegue conviver com as diferenças, especialmente quando essas diferenças são destaques na profissão ou cargo ocupado.

Os que assediam:

O assediador pode ser uma pessoa ou um grupo de pessoas.

O referencial bibliográfico é unânime em apontar o perfil do assediador moral como o de uma pessoa “perversa”, que se utiliza dos mecanismos perversos para se defender. É um indivíduo com uma personalidade narcisista que ataca a auto-estima do outro, transferindo-lhe a dor e as contradições que não admite em si mesmo: o seu ego é tão grandioso quanto a sua necessidade de ser admirado e a sua falta de empatia. Como não está apto a superar a solidão que o separa do mundo, dirigindo o amor para fora de si, é insaciável em sua busca de gratificação, sentindo intensa inveja das pessoas que são felizes e têm prazer com a própria vida.

A crise existencial cerca o destino do narcisista, impulsionando-o a procurar uma vítima da qual possa absorver a vida. Incapaz de reconhecer sua culpa e responsabilidade pelo mal que causa a si mesmo, o narcisista transfere esse sentimento para a vítima que passa a destruir moralmente: primeiro a contamina com sua visão pessimista do mundo, até induzi-la à depressão, depois passa a criticá-la pelas suas fraquezas. O perverso só consegue existir e ter uma boa auto-estima humilhando os outros.

Há diferenças entre o assediador e a assediadora. O homem assediador adota comportamentos mais passivos, isolando a vítima. Já a assediadora utiliza-se de murmúrios e insinuações, embora esses comportamentos sejam também utilizados pelos homens.

Quem são os assediados:

Principais perfis para as vítimas de assédio moral:
 Trabalhadores com mais de 35 anos;
 Os que atingem salários muito altos;
 Saudáveis, escrupulosos, honestos;
 As pessoas que têm senso de culpa muito desenvolvido;
 Dedicados, excessivamente até, ao trabalho;
 Perfeccionistas, impecáveis;
 Não hesitam em trabalhar nos fins de semana, ficam até mais tarde e não faltam ao trabalho mesmo quando doentes;
 Não se curvam ao autoritarismo, nem se deixam subjugar;
 São mais competentes que o agressor;
 Pessoas que estão perdendo a cada dia a resistência física e psicológica para suportar humilhações;
 Portadores de algum tipo de deficiência;
 Mulher em um grupo de homens;
 Homem em um grupo de mulheres;
 Os que têm crença religiosa ou orientação sexual diferente daquele que assedia;
 Quem tem limitação de oportunidades por ser especialista;
 Aqueles que vivem sós;
 Mulheres casadas e/ou grávidas e/ou que têm filhos pequenos.

Processo psicológico:

A primeira fase do processo é a da sedução perversa. Com seu poder o assediador, através de constantes humilhações, envolve a vítima num processo de desestabilização que visa privá-la de sua própria personalidade, ao mesmo tempo em que procura isolá-la de qualquer outra pessoa que possa lhe ajudar a pensar autonomamente. Progressivamente a vítima vai perdendo seu senso crítico individual. Sua autoconfiança é dizimada, minimizando suas defesas, liberando para o assediador a “posse” de sua personalidade. No assédio moral, segundo Hirigoyen (2002, p.27), "se observa uma relação dominante/dominado, na qual aquele que comanda o jogo procura submeter o outro até fazê-lo perder a identidade" através de "uma fria racionalidade, combinada a uma incapacidade de considerar os outros como seres humanos".

Viram-se instrumentos, meros objetos, e assim é consumado o ato de "coisificar". A segunda etapa, da violência manifesta, com a vítima já envolvida, é um verdadeiro “ritual” pontuado de estratégias de violências e de agressões aplicados em doses impactantes. O enredamento comporta um inegável componente destrutivo porque a vítima não tem mais resistência para reagir e o agressor usa e abusa dos seus poderes para manipular o indivíduo "coisificado". A constante desqualificação a que é submetida a conduz a pensar que ela merece o que lhe aconteceu. Assim é que acontece o deslocamento da culpa: o trabalhador moralmente assediado internaliza sua culpa e acredita que tem uma efetiva participação na sua doença. Essa etapa, difícil de ser rompida, coincide com as radicais tentativas de solucionar o problema.

Citando Barreto (2000, p.148): "a vida perde o sentido transformando a vivência em sofrimento, num contexto de doenças, desemprego, procuras, desamparo, medo, desespero, tristeza, depressão e tentativas de suicídio".

Quando a vítima, de fato, começa a sentir os sinais da doença, aparece outro sintoma: a ocultação do problema. A atitude está diretamente relacionada ao medo de perder o emprego e por isso, como tática, o trabalhador não declara abertamente a sua doença e prefere sofrer sozinho. Uma vez adoecido, sem nenhuma alternativa, o caminho para o trabalhador é o afastamento do trabalho que, a princípio, é por licença para tratamento da doença apresentada. Em seguida, a demissão propriamente dita, como conseqüência da inadequação do trabalhador adoecido aos padrões de produção da organização.

As conseqüências do assédio moral no ambiente do trabalho:

Para a organização:

 Custos tangíveis:
 Queda da produtividade;
 Alteração na qualidade do serviço/produto;
 Menor eficiência;
 Absenteísmo físico aumenta;
 Doenças profissionais;
 Acidentes de trabalho;
 Danos aos equipamentos;
 Alta rotatividade da mão-de-obra, gerando aumento de despesa com rescisões contratuais, seleção e treinamento de pessoal;
 Aumento de demandas trabalhistas com pedidos de reparação por danos morais;
 Mais retrabalho;
 Menor produtividade das testemunhas;
 Custos intangíveis;
 Abalo na reputação da empresa perante o público consumidor e o próprio mercado de trabalho;
 Deficientes relações com o público;
 Sabotagem por parte do psicoterrorista;
 Resistência entre trabalhadores;
 Menor criatividade;
 Perda da motivação;
 Menos iniciativa;
 Clima de tensão;
 Surgimento do absenteísmo psicológico (estar, mas não estar).

Para o assediado:

 Irritação constante;
 Falta de confiança em si;
 Cansaço exagerado;
 Diminuição da capacidade para enfrentar o estresse;
 Pensamentos repetitivos;
 Dificuldades para dormir;
 Pesadelos;
 Interrupções freqüentes do sono;
 Insônia;
 Amnésia psicógena;
 Diminuição da capacidade de recordar os acontecimentos;
 Anulação dos pensamentos ou sentimentos que relembrem a tortura psicológica, como forma de se proteger e resistir, anulação de atividades ou situações que possam recordar a tortura psicológica;
 Tristeza profunda.
 Interesse claramente diminuído em manter atividades consideradas importantes anteriormente;
 Sensação negativa do futuro;
 Vivência depressiva;
 Mudança de personalidade;
 Passando a praticar a violência moral;
 Sentimento de culpa;
 Pensamentos suicidas;
 Tentativas de suicídio;
 Aumento do peso ou emagrecimento exagerado;
 Distúrbios digestivos;
 Hipertensão arterial;
 Tremores;
 Palpitações;
 Aumento do consumo de bebidas alcoólicas e outras drogas;
 Diminuição da libido;
 Agravamento de doenças pré-existentes, como dores de cabeça, e, notadamente, estresse.

CONCLUSÃO

Tema multidisciplinar e tão antigo quanto o próprio trabalho. De execução geralmente disfarçada e sutil. Os agressores, em sua maioria detentores de posição de “mando”, e não de “líderes”, palavra cuja essência além da letra morta desconhece por completo, despreparados para o exercício de chefia, produzem notáveis prejuízos à saúde física e mental do trabalhador, seja ele urbano ou rural, público ou privado.

Vale ressaltar que o assunto visto pelo ângulo das organizações, ainda é uma questão inerte, ao ponto de não ter sido encontrado no material bibliográfico pesquisado qualquer elemento que denotasse um tom de preocupação, envolvimento e investigação por parte das mesmas. Instalado o psicoterrorismo, no ambiente de trabalho, a produtividade decresce, o absenteísmo é nota efetiva e o acidente, dentro ou fora do trabalho, uma realidade.

A repercussão do assédio moral na sociedade atinge a questão familiar, com separações conjugais, viuvez precoce, abuso de drogas, lícitas ou ilícitas e, por conseqüência, filhos e dependentes desamparados. A queda na produtividade do estabelecimento empregador reflete-se na economia, com eventuais quebras, conferida pela debandada de trabalhadores, atemorizados, que se previnem. Como realidade das mais nefastas, enfermos, físicos e mentais, sobrecarregando o sistema previdenciário e de saúde.

Do exposto, senão para a extinção do problema, mas para a prevenção do fenômeno, cabe aos poderes legisladores municipais, estaduais e federais um melhor entendimento e maior preocupação com a matéria, promovendo legislação adequada. Ao Ministério Público a fiscalização e a denúncia impiedosa. Ao Poder Judiciário a aplicação da exígua lei vigente, melhorada com o respaldo oferecido pela Constituição Federal, pois a condenação à indenização por dano moral terá efeito de caráter preventivo.

Aos que comandam, gerem e administram, principalmente, que persigam uma administração inteligente e equilibrada, descrita com simplicidade, porém com profundidade e objetivo, nas palavras de Aktouf (1996, p.246, apud PAULA, 2004): uma administração que respeita a natureza das coisas, que evita as violências e os sofrimentos, da pessoa humana e mesmo da natureza, que conhece e assume os dados da história e das ciências. E também uma administração que se conforme, com pleno conhecimento de causa, ao veredito menos contestado a propósito dos saberes do momento, como nas contradições internas e externas.

Uma administração que saberá extrair lições a respeito do que fazem outros sistemas com melhor desempenho, hoje, e que vê a importância da visão em longo prazo, em vez de um maximalismo em curto prazo. Essa administração não deve jamais esquecer a lição dos princípios físicos do universo que fazem com que todo ganho, inclusive os econômicos, obtido em um lugar corresponde a uma perda equivalente em outro. Este raciocínio é válido tanto para as relações entre empregado e empregador quanto para aqueles entre nações ricas e as nações desprivilegiadas. O enfraquecimento do outro acabará por nos atingir, cedo ou tarde, não importa a força que tenhamos.

Por fim, que se institua um amplo programa educacional, a partir de escolas, empresas, serviços sociais, repartições, organizações não governamentais, associações e sindicatos, para que, se ensine e se aprenda sobre as normas de boa convivência, nas relações de trabalho. Programa esclarecedor, para proteger o subordinado e alertar a sociedade sobre este ilícito, tão antigo e onipresente, quanto cruel e silencioso.


Fonte: Direitos Fundamentais – Assédio Moral no Ambiente de Trabalho
Lucileyma Rocha Louzada Carazza

Triste?!

"Uma pessoa triste é evitada. Não cabe no mundo da propaganda dos cremes dentais, dos pagodes, dos carnavais. Tristeza parece praga, lepra, doença contagiosa, um estacionamento proibido. Ok, tristeza não faz realmente bem pra saúde, mas a introspecção é um recuo providencial, pois é quando silenciamos que melhor conversamos com nossos botões. E dessa conversa sai luz, lições, sinais, e a tristeza acaba saindo também, dando espaço para uma alegria nova e revitalizada. Triste é não sentir nada."

quinta-feira, 31 de março de 2011

LRLC

Amar o que há de verdadeiro e belo na alma de outra pessoa é ainda melhor que oamor carnal1, o amor apenas de corpos.

Quando amamos a alma... queremos alimentar o que há de bom na outra pessoa e quando o amante se importa com apessoa amada; ele quer que o caráter dele cresça e melhore. Se nos importamos com a alma de alguém, queremos que esse alguém possua boas qualidades pessoais.

Essas são algumas lições que aprendi com Diotima2: Diotima sugere que há espaço para otimismo, mesmo que nós - nesta vida - jamais cheguemos ao fim da busca. Pois ainda que o simples amor de um corpo, ou de muitos corpos, seja considerado insuficiente e vazio, a linguagem de Diotima para descrever a vida da pessoa mais alto da escada é positivamente fecundada e criativa.

A pessoa que ama o conhecimento, "vendo agora o belo em sua multiplicidade, não deve mais se deleitar com um escravo, um servo inútil, de mentalidade mesquinha, na beleza de uma única coisa... e sim, tendo se voltado para o multitudinário oceano do belo, contemplando-o devidamente, comporá muitos belos e imponentes discursos e pensamento no voluntarioso amor pela sabedoria..." É a pessoa que ama o conhecimento, mas ainda não está completa em seu conhecimento, que quer falar, descobrir, criar arte, gerar filhos e idéias - e talvez a mesma que quer amar.

Ansiamos por transcendência. Almejamos algo que está acima de nós e alémde todos os particulares deste mundo, embora dê a todos um significado.Os amantes descritos por Aristofanes3 nuncavencontram sua outra metade,mas não deixam de desejá-la.Para Diotima há espaço para o otimismo, mesmo que nós, nesta vida, jamais cheguemos ao fim da busca.

Por isso: diga que sou nada, diga que sou um lixo, diga que sou tola, diga que sou barrequeira! Mas se sou tudo isso por você, já é alguma coisa! Porque o que dá conteúdo e direção à nossa vida, e, portanto, ao que e a quem somos, são as pessoas, os lugares, as paisagens e as coisas com que nos envolvemos de maneira ativam e que exigem nossa atenção, nosso cuidado, nosso interesse. Pois é em relação a quem e ao que nos cerca que encontramos e articulamos quem e o que somos.

Se nos encontramos "em algum lugar", também estamos situados em nossas próprias vidas, em nossas ações e movimentos concretos ligados a outras pessoas e coisas, bem como a nós mesmos e também nas relações que são constituídas por meio de tais ações e movimentos.

Além disso, por estarmos assim, "situados", nós nos encontramos ao mesmo tempo embaraçados em uma gama de relacionamentos e interações que também são mutáveis e frágeis, e que, portanto, exigem nossa atenção, nosso interesse e nosso cuidado. É isso que significa estarmos "situados": estarmos orientados em relação ao ambiente cujos aspectos motivem e direcionem nossas ações e movimentos, e, ao mesmo tempo, sejam afetados por eles; é nos comprometermos com nosso cuidado e interesse por aquilo que existe à nossa volta; e esse também é o significado de "pertencer".

Nesse último aspecto, pertencer, bem como as idéias de lugar e lar, carregam consigo um senso de perda inevitável. Nostalgia, no sentido literal de "sentir falta", pode ser interpretada como uma realização necessária desse pertencer.

Por isso procuro me livrar de todos os apegos deste decadente momento em minha volta. Procuro me livrar desta insuportável dor!

Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza

1 - Eros ( do grego antigo : Ἔρως , "Sexo Amor"), na mitologia grega , era o deus primordial do amor sexual ebeleza. Ele era também adorado como uma divindade da fertilidade. Seu Romano contrapartida foi o Cupido ("desejo"), também conhecido como Amor ("amor"). Na Teogonia de Hesíodo faz dele um deus primordial, enquanto em alguns mitos, ele era o filho das divindades Afrodite e Ares. Em Platão, Simpósio, ele foi concebido pelo Poros (abundância) e Penia (Pobreza) com o aniversário de Afrodite. Como Dioniso, era algumas vezes referido como Eleutério, o "libertador".

2 - Diotima de Mantinea é uma filósofa e sacerdotisa grega com um papel importante no Banquete (Symposion) de Platão. A filosofia de Diotima está na origem do conceito platônico de amor. A única fonte sobre ela é o próprio Platão e por isso não é possível assegurar se era uma personagem ou alguém que de fato tenha existido. Entretanto, praticamente todos os personagens dos diálogos platônicos correspoderam a pessoas que viviam na antiga Atenas.

3 - Aristófanes, em grego antigo Ἀριστοφάνης, (c. 447 a.C. - c. 385 a.C.) foi um dramaturgo grego. É considerado o maior representante da Comédia Antiga.Nasceu em Atenas e, embora sua vida seja pouco conhecida, sua obra permite deduzir que teve uma formação requintada. Aristófanes viveu toda a sua juventude sob o esplendor do Século de Péricles. Aristófanes foi testemunha também do início do fim daquela grande Atenas. Ele viu o início da Guerra doPeloponeso, que arruinou a hélade. Ele, da mesma forma, viu de perto o papel nocivo dos demagogos na destruição econômica, militar e cultural de sua cidade-estado. À sua volta, à volta da acrópole de Atenas, florescia a sofística-a arte da persuasão-, que subvertia os conceitos religiosos, políticos, sociais e culturais da sua civilização. Conta-se que tevedois filhos, que também seguiram a carreira do pai.

Tipo 1

Eneagrama-1

Mesmo considerando possíveis imperfeições do teste, parabéns! Você pode ser um "tipo" 1 no Eneagrama. Leia a breve descrição abaixo e veja se ela "toca" você. Este teste é apenas uma possibilidade, uma orientação. Usar o Eneagrama para autodesenvolvimento é tarefa pessoal e intransferível.

Cheio de princípios, organizado, perfeccionista, punitivo, crítico, o E-1 tem padrões de exigência muito elevados para consigo mesmo e com os outros. É sempre muito bem comportado e civilizado; tem dificuldade em ser espontâneo. Percebe o mundo em termos de certo ou errado, sem área intermediária. A autocrítica é um traço constante em sua vida e sempre espera críticas dos outros, nem que sejam leves. Como espera críticas, pensa que os outros também as esperam e, assim, toma a iniciativa de criticar, até por amor.

Pode ser visto como aristocrata e arrogante devido a sua postura e rigidez.
Aparentemente calmo e insensível nas manifestações de emoções como amor e raiva.
Vive em um padrão irrevogável tanto para grandes como para pequenos itens.
Pode ser autoritário e reprovador, disfarçado atrás de regulamentos e formalismos; recorre a regras "acima" de si. Pode parecer compulsivo na busca da perfeição.
Leva tudo muito a sério. Seu sucesso, prosperidade e segurança, são considerados mais como uma prova das suas virtudes, do que algo a ser desfrutado.

Tem dificuldade para aceitar elogios, principalmente genéricos, e para reconhecer suas próprias conquistas. Em geral, seu prazer vem de um trabalho bem feito, porém, o 1 não precisa da admiração dos outros, ele precisa do respeito. Geralmente controlado, não apenas nas atitudes e no ambiente, mas também nas emoções, pode se tornar confuso se as coisas saírem do controle. É um tipo muito difícil de agradar, meticuloso com forma e detalhe.

Os nove tipos - Eneagrama

Tipo 1 - O Perfeccionista

Vício Emocional = Raiva
Características Positivas

· Disciplinados
· Objetivos
· Determinados
· Comprometidos

Características Negativas

· Intransigentes
· Rígidos, intolerantes
· Exageradamente exigentes
· Tensos

As pessoas que adotaram o Tipo 1 são centradas na ação, têm um senso prático exigente, que dá prioridade às tarefas a serem realizadas. O vício emocional é a Raiva, que, por ser inconsciente, é justificada com a atitude esforçada e auto-imagem virtuosa – Eu estou fazendo a minha parte.

O nome Perfeccionista vem do alto nível de exigência, que as faz serem conhecidas como "cri-cris". Se isso tem que ser feito, não interessa se você gosta ou não, tem que ser feito...

A principal conseqüência negativa desta forma de se organizar reside na dificuldade em reconhecer suas reais necessidades. Tal afastamento de si revela pessoas duras e intransigentes, apegadas à dicotomia do certo-errado, justo-injusto, adequado-inadequado, acreditando que o esforço as faz merecedoras. Se todos fossem como eu, não teríamos de passar por isso...

Nas empresas, encontramos o Tipo 1 normalmente ligado a uma área em que seu esforço possa ser mensurado. Contabilidade, financeiro, organização e métodos são algumas das áreas comuns. Seu senso prático é muito útil nas situações em que os temas principais são a organização e a realização. Mas em sua compulsão, serão poucos aqueles que se adaptarão ao seu alto nível de exigência. Os detalhes tornam-se desproporcionais. É obvio que isto não está bom; se você se esforçasse mais, entenderia que bom é inimigo de ótimo.

Para maior equilíbrio:

Quando os Tipo 1 reconhecem seu padrão de comportamento como sendo uma maneira de se organizar e não o que realmente são, estão abertos a desenvolver a neutralização do vício emocional (Raiva) e o contato consigo mesmos por meio da virtude da Serenidade. Esta ferramenta os auxilia a reconhecer o que querem a partir de si mesmos, não mais por meio do certo-errado, permitindo uma integração maior de seus sentimentos, pensamentos e ações.

Exemplos de Tipo 1: Lilian Witte Fibe, Luiz Carlos Prates.


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Tipo 2 - O Prestativo

Vício Emocional = Orgulho

Características Positivas

· Empáticos
· Carismáticos
· Voluntariosos
· Envolventes

Características Negativas

· Inconseqüentes
· Ingênuos
· Teimosos
· Intempestivos

As pessoas que adotaram o Tipo 2 são centradas na emoção, têm uma percepção aguda dos outros, tornando-se conquistadoras, que sabem como conseguir o que querem das pessoas. O vício emocional é o Orgulho, que, por ser inconsciente, é justificado com a atitude solícita e a auto-imagem bem-intencionada. Esta emoção sustenta um comportamento baseado na sensação de auto-suficiência e capacidade. Eu posso...

O nome Prestativo se adapta mais ao subtipo preservação; já o Sexual poderia ser chamado de Sedutor, e o Social, de Independente. De qualquer forma, a atitude comum é a de Eu posso, eu sei, eu faço. Hábeis nas relações, costumam ser conhecidos como pessoas queridas.

A principal conseqüência negativa desta forma de se organizar reside na dificuldade em reconhecer suas reais necessidades. Tal afastamento de si revela pessoas centradas nos outros, que se tornam agressivas quando não atendidas. Desenvolvem uma baixa tolerância a qualquer coisa que se traduza em cuidar de si mesmos. Sofrem quando têm de pedir algo ou quando não conseguem estar à altura da imagem idealizada.

Nas empresas, encontramos o Tipo 2 normalmente ligado a uma área em que haja relacionamentos com pessoas. Vendas, RH, secretariado e áreas assistenciais são comuns. Seu alto nível de empolgação e envolvimento com pessoas cria movimento onde havia marasmo, desperta nas pessoas a vontade de se envolver. Mas em sua compulsão, tornam-se manipuladores agressivos, que cobram cada movimento que tenham feito em direção ao outro, podendo mover as pessoas umas contra as outras.

Para maior equilíbrio:

Quando os Tipo 2 reconhecem seu padrão de comportamento como sendo uma maneira de se organizar e não o que realmente são, estão abertos a desenvolver a neutralização do vício emocional (Orgulho) e o contato consigo mesmos por meio da virtude da Humildade. Esta ferramenta os auxilia a reconhecer o que querem a partir de si mesmos, não mais por meio da atenção do outro ou do valor que lhes dão, permitindo uma integração maior de seus sentimentos, pensamentos e ações.

Exemplos de Tipo 2: Ana Maria Braga, Xuxa, Tarcísio Meira.


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Tipo 3 - O Bem-Sucedido

Vício Emocional = Vaidade


Características Positivas

· Dedicados
· Eficientes
· Objetivos
· Negociadores

Características Negativas

· Dissimulados
· Calculistas
· Impessoais
· Manipuladores

As pessoas que adotaram o Tipo 3 são centradas na ação ou no planejamento, visando reconhecimento.Têm uma visão mercantilista, que os guia na sua perseguição pelo sucesso. O vício emocional é a Vaidade, que, por ser inconsciente, é justificada com a atitude progressista e auto-imagem eficiente.

O nome Bem-Sucedido vem do seu apego à imagem e ao valor que ela traduz; o sucesso é um meio de conquistar valor próprio.

A principal conseqüência negativa desta forma de se organizar reside na dificuldade em reconhecer suas reais necessidades. Tal afastamento de si revela pessoas frias, que disfarçam sua frieza com uma imagem humanista. São aficionadas pelo resultado, estressando todos ao seu redor em nome de uma excelência. Os fins justificam os meios...se os ventos mudaram, ajuste as velas. Andam com um taxímetro nas costas, comprometendo-se com as pessoas na justa medida em que elas se tornam úteis para alcançar as metas.

Nas empresas, encontramos o Tipo 3 normalmente ligado a áreas em que haja possibilidades de crescimento. Vendas, advocacia, administração, autônomos, consultoria e assessorias

são algumas das áreas comuns. Sua capacidade de sintetizar idéias e comunicar-se gera orientação em função das metas. Mas em sua compulsão, tornam-se impessoais, exigindo das pessoas mais do que elas poderiam dar; e descomprometidos, podendo abandonar o barco diante de uma proposta mais atraente.

Para maior equilíbrio:

Quando os Tipo 3 reconhecem seu padrão de comportamento como sendo uma maneira de se organizar e não o que realmente são, estão abertos a desenvolver a neutralização do vício emocional (Vaidade) e o contato consigo mesmos por meio da virtude da Sinceridade. Esta ferramenta os auxilia a reconhecer o que querem a partir de si mesmos, não mais por meio do sucesso, admiração e reconhecimento, permitindo uma integração maior de seus sentimentos, pensamentos e ações.

Exemplos de Tipo 3: Ana Paula Padrão, Silvio Santos, Fernando Henrique Cardoso.


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Tipo 4 - O Romântico

Vício Emocional = Inveja

Características Positivas

· Sensíveis
· Criativos
· Detalhistas
· Exigentes

Características Negativas

· Instáveis
· Críticos mordazes
· Queixosos
· Pouco objetivos


As pessoas que adotaram o Tipo 4 são pessoas centradas na emoção, são sensíveis ao ambiente e emocionalmente instáveis. A sensível percepção emocional faz delas pessoas que vêem o que a maioria não vê. O vício emocional é a Inveja, que, por ser inconsciente, é justificada com a atitude insatisfeita e auto-imagem de singularidade. Das 9 emoções descritas no eneagrama, a inveja é a mais incompreendida, agravando a dificuldade dos Românticos em se identificarem no eneagrama. O que facilmente reconhecem é a insatisfação.

O nome Romântico vem da comparação de sua vida com uma outra idealizada, em que Aí, sim, as coisas poderiam ser melhores. A crítica e a exigência de originalidade faz delas pessoas conhecidas como autênticas.

A principal conseqüência negativa desta forma de se organizar reside na dificuldade em reconhecer suas reais necessidades. Tal afastamento de si revela pessoas centradas no que falta, indo atrás, no caso do subtipo Preservação; sendo mordazes, no Sexual; ou, ainda, queixosos, no Social. Mas a característica comum é a insatisfação. ...Se pelo menos fosse assim...

Como o foco é para o que falta e a comparação é constante, tornam-se pessoas críticas e muitas vezes irônicas. Há uma sensação básica de que foram “sacaneadas” pelo mundo ou por outras pessoas.

Vale ressaltar que os subtipos do 4 são os que mais apresentam diferenças caracteriais, parecendo Tipos diferentes entre si.

Nas empresas, encontramos o Tipo 4 normalmente ligado a uma área em que a criatividade e a originalidade possam ser expressadas. Estilismo, decoração, psicologia e jornalismo são algumas das áreas comuns. Seu senso crítico apurado e o gosto pelo diferente criam um ambiente humano, onde se deseja estar. Quando sentem liberdade para se expressar, inundam o ambiente com cores. Mas em sua compulsão, tornam-se melancólicos, carregando o ambiente com sua sensação de insatisfação. Bom dia! - Diz João - Só se for para você! - Responde Vera.

Para maior equilíbrio:

Quando os Tipo 4 reconhecem seu padrão de comportamento como sendo uma maneira de se organizar e não o que realmente são, estão abertos a desenvolver a neutralização do vício emocional (Inveja) e o contato consigo mesmos por meio da virtude da Equanimidade. Esta ferramenta os auxilia a reconhecer o que querem a partir de si mesmos, não mais por meio da obtenção do que falta ou no que está fora, permitindo uma integração maior de seus sentimentos, pensamentos e ações.

Exemplos de Tipo 4: Paulo Coelho, Caetano Veloso, Miguel Falabella, Arnaldo Jabor.


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Tipo 5 - O Observador

Vício Emocional = Avareza

Características Positivas

· Planejadores
· Analíticos
· Ponderados
· Lógicos

Características Negativas

· Apáticos
· Distantes
· Frios
· Calculistas

As pessoas que adotaram o Tipo 5 são centradas na mente, têm uma curiosidade pelo entendimento, tornando-se planejadores extremamente racionais. O vício emocional é a Avareza, que, por ser inconsciente, é justificada com a atitude pouco expressiva e auto-imagem lógica e prudente.

O nome Observador vem da atitude de não-envolvimento, como se preferisse estar em segundo plano, de onde pode ver melhor sem perder seu senso crítico.

Dos Tipos do Eneagrama são os “mais na deles”; preferem estar consigo mesmos, envolvidos em atividades que só dizem respeito a si próprios.

A principal conseqüência negativa desta forma de se organizar reside na dificuldade em reconhecer suas reais necessidades. Tal afastamento de si revela pessoas frias e calculistas, que crêem na mente como meio de conseguir as coisas, substituindo emoções por pensamentos. Deus colocou a cabeça mais alto que o coração para que a razão pudesse dominar o sentimento.

Preferem o racionalismo ao empirismo, não se permitindo sequer desejar algo que não seja "lógico", ou expressar sentimentos, que, por sua vez, são vistos como inadequados.

Nas empresas, encontramos o Tipo 5 normalmente ligado a uma área do planejamento. Engenharias, pesquisa e informática são algumas das áreas comuns. Sua capacidade de análise faz deles verdadeiros jogadores de xadrez, trazendo ao grupo o valor das metas de longo prazo e do planejamento estratégico. Mas em sua compulsão, tornam-se distantes e inacessíveis; com respostas curtas e diretas afastam as pessoas, mostrando pouco ou nenhum apreço pela presença delas.

Para maior equilíbrio:

Quando os Tipo 5 reconhecem seu padrão de comportamento como sendo uma maneira de se organizar e não o que realmente são, estão abertos a desenvolver a neutralização do vício emocional (Avareza) e o contato consigo mesmos por meio da virtude do Desapego da mente. Esta ferramenta os auxilia a reconhecer o que querem a partir de si mesmos, não mais por meio da racionalização. Aceitam e expressam mais seus sentimentos, permitindo uma integração maior de seus sentimentos, pensamentos e ações.

Exemplos de Tipo 5: Jorge Bornhausen, Delfin Neto, Antônio Ermínio de Moraes, Lázaro Brandão.


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Tipo 6 - O Questionador

Vício Emocional = Medo

Características Positivas

· Leais
· Gregários
· Organizados
· Comprometidos

Características Negativas

· Ansiosos
· Preocupados
· Desconfiados
· Legalistas

As pessoas que adotaram o Tipo 6 são centradas na ação ou na emoção, visando ao controle. São atentas e desconfiadas, embora não necessariamente expressem isso. Preferem se preparar a atirar-se de improviso. O vício emocional é o Medo, que, por ser inconsciente, é justificado com a auto-imagem de precavido e realista.

O nome Questionador vem da atitude desconfiada e alerta, do tipo Enquanto você está indo, eu já fui e estou voltando... No subtipo sexual encontramos a forma contrafóbica do medo, que é reconhecida com atitudes opostas ao medo, do tipo O que você está olhando ai? Vai encarar?

A principal conseqüência negativa desta forma de se organizar reside na dificuldade em reconhecer suas reais necessidades. Tal afastamento de si revela pessoas ansiosas, que sempre têm um pé atrás, que preferem o conhecido e querem se preparar para o desconhecido. Mais vale um pássaro na mão do que dois voando. Ou, ainda, Melhor prevenir do que remediar.

No caso dos contrafóbicos, a expressão é sempre oposta, de não se submeter ao mando de outro ou pelo menos questionar agressivamente as intenções do outro. A melhor defesa é o ataque. Enquanto você está indo, eu já estou voltando. Esta é uma atitude que encobre uma desconfiança sobre as reais intenções dos outros e uma pré-disposição a interpretar os outros como ameaça.

Nas empresas, encontramos o Tipo 6 normalmente ligado às gerências de pessoas e procedimentos. Produção, financeiro e RH são algumas das áreas comuns. Sua capacidade de perceber riscos faz deles hábeis críticos de processos, trazendo um leque de possibilidades de falhas. Além disso, são gerentes gregários, que facilmente conseguem trazer o espírito de equipe, no qual vale o Um por todos e todos por um. A lealdade é uma marca registrada deste padrão de comportamento. Mas na compulsão, tornam-se rígidos cobradores de normas e procedimentos, como maneira de garantir o controle.

Os contrafóbicos são encontrados em lideranças, assumindo riscos como colaboradores ou empresários.

Para maior equilíbrio:

Quando os Tipo 6 reconhecem seu padrão de comportamento como sendo uma maneira de se organizar e não o que realmente são, estão abertos a desenvolver a neutralização do vício emocional (Medo) e o contato consigo mesmos por meio da virtude da Coragem e da confiança em si mesmos. Esta ferramenta os auxilia a reconhecer o que querem a partir de si mesmos, não mais por meio da regra ou do que é mais lógico ou seguro. Aceitam e expressam mais suas emoções, permitindo uma integração maior de seus sentimentos, pensamentos e ações.

Exemplos de Tipo 6: Lula, Luiz Felipe Scolari.


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Tipo 7 - O Sonhador

Vício Emocional = Gula

Características Positivas

· Criativos
· Bem-Humorados
· Improvisadores
· Otimistas

Características Negativas

· Dificuldades com regras
· Anti-rotina
· Argumentadores compulsivos
· Pouco sensíveis aos valores dos outros

As pessoas que adotaram o Tipo 7 são centradas na mente; têm uma agilidade mental para lidar com várias coisas ao mesmo tempo, dando prioridade ao prazer. O vício emocional é a Gula, que, por ser inconsciente, é justificada com a atitude entusiasta e auto-imagem de hábil improvisador. Faço do limão uma limonada.

O nome Sonhador vem da grande quantidade de idéias e planos, beirando o impossível.

A principal conseqüência negativa desta forma de se organizar reside na dificuldade em reconhecer suas reais necessidades. Tal afastamento de si revela pessoas superficiais, que se sobrecarregam com atividades como meio de fugir das dificuldades emocionais. O otimismo exagerado também revela pessoas que evitam o desprazer, olhando para o mundo com óculos cor-de-rosa.

Nas empresas, encontramos o Tipo 7 normalmente ligado a uma área em que não haja rotina e a criatividade seja necessária. Marketing, vendas, planejamento e negociação são algumas das áreas comuns. Seu otimismo e criatividade são muito úteis nas situações em que o tema principal é a busca de novas soluções. Mas em sua compulsão, são indisciplinados e irresponsáveis, fugindo da rotina por meio de argumentos manipuladores. Chocam-se com aqueles que são mais rígidos e querem seguir os passos previstos.

Para maior equilíbrio:

Quando os Tipo 7 reconhecem seu padrão de comportamento como sendo uma maneira de se organizar e não o que realmente são, estão abertos a desenvolver a neutralização do vício emocional (Gula) e o contato consigo mesmos por meio da virtude da Sobriedade. Esta ferramenta os auxilia a reconhecer o que querem a partir de si mesmos, não mais por meio do prazer imediato, permitindo uma integração maior de seus sentimentos, pensamentos e ações.

Exemplos de Tipo 7: Jô Soares, Tom Cavalcante, Didi, Regina Casé.


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Tipo 8 - O Confrontador

Vício Emocional = Luxúria


Características Positivas

· Assertivos
· Objetivos
· Realizadores
· Eficazes

Características Negativas

· Insensíveis
· Autoritários
· Intimidadores
· Agressivos

As pessoas que adotaram o Tipo 8 são centradas na ação, têm uma facilidade em mandar e liderar, dando prioridade à realização. O vício emocional é a Luxúria, que, por ser inconsciente, é justificada com a atitude dominadora e auto-imagem realizadora. Tudo ao seu redor tem de ser intenso e desafiador, numa atitude de Dar um boi para não entrar e uma boiada para não sair.

O nome Confrontador vem da facilidade com que se posicionam a respeito do que querem, expressando-se de forma direta e objetiva, intimidando com sua aparente segurança.

A principal conseqüência negativa desta forma de se organizar reside na dificuldade em reconhecer suas reais necessidades. Tal afastamento de si revela pessoas insensíveis, apegadas à força e ao poder. Dominadores agressivos, tornam-se conhecidos como verdadeiros rolos-compressores. Facilmente tendem ao exagero, desconsiderando o que os outros pensam e sentem.

Nas empresas, encontramos o Tipo 8 normalmente ligado a liderança. Este é o perfil típico do empresário megalômano, que cresce rapidamente. Seu feeling para os negócios e sua autoconfiança fazem deles pessoas que inspiram crescimento e superação. Por meio de atitudes diretas e eficazes, transformam as organizações rapidamente. Mas em sua compulsão, assumem a centralização do poder. Manda quem pode, obedece quem tem juízo. Ou, ainda, Será do meu jeito ou de jeito nenhum.

Para maior equilíbrio:

Quando os Tipo 8 reconhecem seu padrão de comportamento como sendo uma maneira de se organizar e não o que realmente são, estão abertos a desenvolver a neutralização do vício emocional (Luxúria) e o contato consigo mesmos por meio da virtude da Inocência. Esta ferramenta os auxilia a reconhecer o que querem a partir de si mesmos, não mais por meio do poder e da dominância, permitindo uma integração maior de seus sentimentos, pensamentos e ações.

Exemplos de Tipo 8: Antônio Carlos Magalhães, Eurico Miranda, Fidel Castro.


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Tipo 9 - O Preservacionista

Vício Emocional = Indolência


Características Positivas

· Calmos
· Mediadores
· Flexíveis
· Carismáticos

Características Negativas

· Indecisos
· Apáticos
· Procrastinadores
· Dependentes

As pessoas que adotaram o Tipo 9 são centradas na emoção ou na mente, têm uma atitude mediadora, dando prioridade ao bem comum. O vício emocional é a Indolência, que, por ser inconsciente, é justificada com a atitude tranqüila e auto-imagem conciliadora, Se cada um ceder um pouco, todos ficarão bem.

O nome Preservacionista vem da busca de preservar o status quo, evitando conflito em prol da paz e da tranqüilidade.

A principal conseqüência negativa desta forma de se organizar reside na dificuldade em reconhecer suas reais necessidades. Tal afastamento de si revela pessoas apáticas, que desenvolveram um estado de anestesia para não sofrerem atritos com a realidade. Uma atitude de hiper-flexibilidade os deixa amorfos, adequando-os facilmente ao ambiente.

São pessoas que expressam serenidade e calma, mesmo não sendo estes seus sentimentos reais. A apatia emocional os deixa indecisos, a ponto de serem conhecidos como “tanto faz”.

Nas empresas, encontramos o Tipo 9 nas mais variadas áreas. Sua facilidade em se adaptar permite manterem-se em atividade por longos prazos, resistindo inicialmente a mudanças, mas adaptando-se no decorrer do tempo. Administrativo, secretariado, atendimento ao público e auxiliares são algumas das áreas comuns. Sua habilidade mediadora é muito útil nas situações em que é necessário desenvolver tarefas de longo prazo. Mas em sua compulsão, acabam cedendo para evitar o conflito. Tornam-se indecisos e procrastinadores, preferindo a realização de tarefas ao envolvimento ativo na busca de soluções – Vou me fingir de morto para sobreviver.

Para maior equilíbrio:

Quando os Tipo 9 reconhecem seu padrão de comportamento como sendo uma maneira de se organizar e não o que realmente são, estão abertos a desenvolver a neutralização do vício emocional (Indolência) e o contato consigo mesmos por meio da virtude da Ação Correta. Esta ferramenta os auxiliam a reconhecer o que querem a partir de si mesmos, não mais na atitude adaptativa ao meio em que estão inseridos, permitindo uma integração maior de seus sentimentos, pensamentos e ações.

Exemplos de Tipo 9: Dorival Caymmi, Tom Jobim, Martinho da Vila.

Fonte: http://www.eneagrama.com.br/hp/index.asp?p_codmnu=36

Continue Em Frente

E o amor não é uma coisa fácil
É a única bagagem que você pode trazer
Amor não é uma coisa fácil
A única bagagem que você pode trazer
É tudo o que você não pode deixar para trás
E se a escuridão for nos separar

E se a luz do dia parece estar muito longe
E se seu coração de vidro se partir
E por um segundo você quiser voltar atrás
Oh, não, seja forte

Continue em frente, continue em frente
O que você conquistou, eles não podem te roubar
Não, eles não podem nem sentir isso
Continue em frente, continue em frente
Mantenha-se segura esta noite

Você está arrumando a mala para ir a um lugar
Onde nenhum de nós esteve
Um lugar no qual se tem que acreditar para se ver
Você poderia ter voado para longe
Um pássaro cantando em uma gaiola aberta
Que só irá voar, só voará pela liberdade

Continue em frente, continue em frente
O que você conquistou eles não podem te negar
Não podem te vender, nem podem te comprar
Continue em frente, continue em frente
Mantenha-se segura esta noite

E eu sei que dói
Como o seu coração se partiu
Você pode aguentar mais um pouco
Continue em frente, continue em frente

Lar
Difícil saber o que é
Se você nunca teve um

Lar
Eu não sei onde é
Mas, eu estou indo

Lar!
É onde a dor está
E eu sei que dói
E o seu coração, ele se partiu
E você pode aguentar mais um pouco
Continue em frente!

Você tem que deixar para trás:
Tudo o que você produz
Tudo o que você faz
Tudo o que você constrói
Tudo o que você quebra
Tudo o que você mede
Tudo o que você sente
Tudo isso você pode deixar para trás
Tudo o que você raciocina, é apenas tempo
E eu nunca estarei acima do que procuro
Tudo o que você percebe
Tudo o que você conspira
Tudo que você veste
Tudo o que você vê
Tudo que você cria
Tudo o que você destrói
Tudo o que você odeia

Por: U2
Música: Walk On


Tradução: Lucileyma Rocha Louzada Carazza

terça-feira, 29 de março de 2011

Porque eu te amo tanto mesmo assim…

Porque eu te amo tanto mesmo assim…



- A melhor coisa que você faz é me largar mesmo!

Alívio imediato. Desejei por toda vida esse amor mas me cansei do esforço dele da dor que vem com ele das exigências que tive que cumprir O ombro já esteve duro Agora jogo tudo pro alto Livro-me do querer do amor do peso Jogo-o todo na sua cara! Simplesmente não quero mais e, enfim, respiro o ar puro. Chega de tentativas inválidas de conseguir a sua atenção chega de colocar a cerveja pra gelar quando você chega em minha casa chega de te buscar todos os dias saber como você está sofrer com o que lhe é difícil Não tem água nessa fonte e se tiver alguma gota não espero mais Já basta a minha vida, que de difícil não tem nada! Não quero também a sua simplesmente porque não é minha e é muito entrelaçada e cansada Não quero mais que me ame! Não espero mais, de nada. E agora, eu finalmente existo. Não suportava o quanto em mim negava do que via de você Enojei de lhe mostrar o quanto somos iguais o quanto estamos erradas o quanto EU te amo Como queria seu amor que não quero mais Vivia pra você em você vim de você Não tinha existência até o agora O passado era seu útero e o futuro minha imaginação. Agora que sou de mim, tenho o presente! A vida!

A vida pela qual lhe sou completamente grata… Faça você da sua o que fizer… Discorde comigo do que quiser… Não olhe nos meus olhos, não trance meus cabelos… Não me ponha no colo… Mesmo que faça a minha cama… Não alimente meu coração… Mesmo que me prepare o leite… Não diga que sou seu amor…. Eu não vou mais te querer tanto…. (porque quando te quero tanto saio)… Vou viver a dor de não me sentir em seu corpo… E quanta dor em insistir pela sua alma aqui, ao meu lado…Quantas vezes fui ao passado e tentei te buscar… Mas você nunca me viu… Porque no seu passado tão distante eu não existo… Era pra eu ser o seu presente… (em todos os sentidos)… Mas suas lágrimas pelo que era dela embaraçam-lhe os olhos e não pôde ver meu sorriso e acompanhar meus passos. Não esfumaçarei meu ar… Meus gritos eram pra lhe trazer… Agora me calo. E choro. E respiro. (pelo menos tento, e não espero).

Choro porque não posso fazer nada pra te trazer pra mim, porque não posso viver querendo que viva.

Porque TE AMO! (tanto… sempre e mesmo assim!)


Por: Paula Jacome - http://chaentreamigas.com.br/?p=3395