segunda-feira, 28 de julho de 2014

- 34 dias dos 100diasdeGRATIDÃO – SOLIDÃO


SOLIDÃO

É o mal do século
Aprofundada pela ilusão cibernética
Do mundo virtual.
A solidão sempre atormentou a humanidade,
Mas, antigamente ela nos proporcionava momentos ímpares,
Voltados para encontros familiares
Num mundo de amigos reais...
Onde todos olhavam nos olhos
E as conversas eram suaves
Com sorrisos sinceros e largos...
A solidão atual, muitas vezes,
Faz com que percamos nossa identidade
Pelo incomodo de não suportarmos
Caminhar sozinhos.
Pelo incomodo de não suportarmos
Olhar para as nossas loucuras,
Para os nossos demônios.
A solidão é este mundo atual
Onde estão todos conectados
E ao mesmo tempo desconectados.
Porque não há espaço para a realidade
E vivem todos em nuvens virtuais
Em um Universo Paralelo
Que como tudo na vida
Carrega o seu lado bom e o seu lado terrível.

Por: Lucileyma Carazza


- 34 dias dos 100diasdeGRATIDÃO

- 33 dias dos 100diasdeGRATIDÃO – VARINHA MÁGICA


VARINHA MÁGICA

Pensamentos me sugam
Muitas vezes me destroem
Recaídas góticas
Pelo vale das almas.
A fragilidade atormenta
E a agressividade é a punição
A raiva branca, ainda me prejudica
A falsidade me tortura
E o julgamento agoniza.
Olho para esta “Feiura”
E sinto vergonha!
Acho tudo feio, descabido e desproporcional.
No conto de fadas da vida
Usaria a varinha mágica
Para concertar e conectar
Tudo que me afasta
E que me prejudica
Reverencio a dádiva das projeções
Que me viram do avesso
E que tanto me transforma.

Por: Lucileyma Carazza

“Foi desfazer da coleção de Bruxa, tomou bomba play-boy”. Carlos Gleiber


- 33 dias dos 100diasdeGRATIDÃO 

- 32 dias dos 100diasdeGRATIDÃO - SEM SABER


SEM SABER

Não sei ao certo
Como descrever meus sentimentos
Pela primeira vez, há tempos,
Me sinto sóbria.
É estranho porque não sei se é bom,
Ou, se é ruim...
Talvez seja uma lacuna momentânea
Talvez tenha superado a ilusão.
Só sei que deixei de julgar
E passei a aceitar.
Este sentimento me virou do avesso
Sacudiu o ventre
Me transformou.
Fui ao céu e ao inferno
Por diversas vezes...
Tratei as “tsunamis” emocionais
Com muito amor e respeito.
Tenho orgulho por ter me respeitado ao máximo
Por alguns momentos perdi o controle
Mas foi tudo dentro da normalidade...
Neste instante mergulho
Em uma tranquilidade
Absurdamente assustadora...
Não é a que tal Paz de Espírito
Nos mete medo...
É que acostumamos tanto com os problemas
Com o barulho que nos acompanha
Com os negativismos dos pensamentos
Que quando encontramos
Esta tranquilidade estranhamos...

Por: Lucileyma Carazza


- 32 dias dos 100diasdeGRATIDÃO –

quinta-feira, 24 de julho de 2014

HOMEOPATIA EMOCIONAL

HOMEOPATIA EMOCIONAL
Posted on 24/07/2014 by Paula Jácome

Negamos nossos sentimentos… O dia inteiro. Entendemos, não sei por que exatamente em algum momento da história, que existem sentimentos negativos e positivos. Como se classificássemos as cores em boas e más:” – Olha, escolhe o azul pra pintar a sua casa, pois o vermelho é uma cor muito malvada… “ Vermelho é só vermelho, azul é só azul! Alegria, tristeza, raiva, amor, são só sentimentos. Não estão aí para temê-los, ou esconde-los, ou nos envergonharmos deles, mas para nos indicar algo. Sentimentos são como a música que o coração toca para sinalizar o caminho que precisamos seguir, que queremos seguir. Pra sinalizar quem nós somos.
E, pior, agimos como se fosse realmente possível escolher como nos sentimos. Acordamos tristes e passamos o dia a jogar confete nas pessoas à nossa volta. Guardamos a tristeza em uma caixinha preta bem no fundo do nosso coração e seguimos fingindo que nada está acontecendo. Até o dia em que essa caixinha enche, estoura, e, aí, não conseguimos mais controlar nada… Então não me admira a quantidade de gente deprimida… A quantidade de crimes, a ira das pessoas.
Ninguém fala o que precisa ou como se sente e fica fingindo o tempo todo que está tudo bem. Eu me pergunto, para que? Pra mostrar que sou a pessoa mais fantástica do mundo e pra todo mundo gostar de mim, eu me desrespeito o tempo todo? Eu não acolho como me sinto? Eu passo a vida expressando algo que não sou? Ou não estou? Pois os sentimentos são temporários. E, cada um tem a sua função.  Eles indicam o que gosto, o que não gosto, se estou me sentindo invadido, ou querendo mais.
A raiva, por exemplo, serve para nos proteger. Pra colocar limites, pra expressar um descontentamento. Se usamos a raiva com atenção, e, proporcionalmente ao fato que está acontecendo, temos uma grande aliada da felicidade. Pois ninguém é feliz sendo invadido e abusado e se sentindo desvalorizado o tempo todo.
Já a tristeza, pra mim, tem uma função de honrar o que é importante pra nós. De nos mostrar onde está a nossa dor, do que precisamos abrir mão, nos ensina a dar valor ao essencial, muitas vezes depois que já perdemos…
E, quando não assumimos nossos sentimentos, não aprendemos a lidar com eles. Se guardamos toda raiva que sentimos, como vamos saber a medida quando nos irritarmos? Será que usaremos na medida certa? Creio que não. Creio que qualquer fagulha explodirá o barril inteiro.
Penso que reprimir como nos sentimos não nos ajuda a sermos pessoas melhores, vejo isso como uma ilusão da geração auto-ajuda. Acho que o que realmente nos ajuda é assumir quem somos e nos respeitar, assumir como estamos agora e deixar passar. Ser verdadeiro nem que seja só conosco mesmo. Acredito que doses homeopáticas de sentimentos, demonstrados de acordo com cada momento da vida, podem nos deixar, e ao nosso redor, melhor, mais inteiros, com auto-estima verdadeira, pois, de onde vejo, quando nos mostramos, estamos nos valorizando.

Claro que se persistirem os sentimentos que causam desconforto, um médico deverá ser consultado.

- 31 dias dos 100diasdeGRATIDÃO - LIVRE



LIVRE

Quando desapegamos
E paramos de controlar
E aceitamos tudo o que vivenciamos...
Quando abandonamos o negativismo
E acolhemos quem nós somos,
O universo incrivelmente conspira a nosso favor.
É um livramento vivenciar
Tamanha liberdade.
Liberdade de Espírito e da alma!
Sutilmente percebo
A simplicidade da vida.
Quando nos ajoelhamos
E reverenciamos a nossa jornada.
Despertamos uma sensação sublime:
De liberdade poderosa da alma.

Por: Lucileyma Carazza

Neste dia agradeço ao Universo por me tocar na alma de maneira tão sutil. Agradeço a abertura do inconsciente, que cada vez mais, torna-se consciente. Acho que a felicidade é isso; finalmente começo a sentir a tal da equanimidade. Gratidão. _/\_

- 31 dias dos 100diasdeGRATIDÃO

"Busco força, não para ser maior do que meu amigo, mas para lutar contra meu maior inimigo – eu mesmo.(...) Oh! Grande Espírito do Oeste, a Terra do Sol poente, com Tuas elevadas e livres montanhas, profundas e extensas pradarias, abençoa-nos com a sabedoria da paz que segue a contenção e a liberdade de quem vive como túnica flutuante nas asas da vida bem disciplinada. Ensina-nos que o fim é melhor que o começo e que o por do sol não glorifica nada em vão. "

[Preces Xamânicas]

quarta-feira, 23 de julho de 2014

- 30 dias dos 100diasdeGRATIDÃO – RAIVA



RAIVA

Não quero ficar aqui
Parada, olhando e esperando;
Melhor dizer: curando.
A vida passa na velocidade da luz
É hora de viver.
A raiva movimenta
Me tira da inércia
E da estagnação.
O passado fica no seu lugar
O presente é fértil e quero semear
O futuro deixa onde ele está.

Por: Lucileyma Carazza

Neste dia agradeço a raiva benéfica que me conduz e a vontade de crescer e realizar sonhos.

- 30 dias dos 100diasdeGRATIDÃO


“As armadilhas da mente são inúmeras, uma delas é a culpa. A pessoa facilmente resvala da vítima para a culpa e condena-se por estar numa situação ruim. Essa é uma forma de se manter no buraco. Autorresponsabilidade não é se culpar, mas sim, reconhecer o que dentro de você está te levando para o buraco, para aquela situação negativa, quer seja uma dificuldade financeira ou afetiva; quer seja uma insatisfação profissional ou mesmo uma angústia existencial.” Prem Baba

Xamanismo



"Busco força, não para ser maior do que meu amigo, mas para lutar contra meu maior inimigo – eu mesmo.(...) Oh! Grande Espírito do Oeste, a Terra do Sol poente, com Tuas elevadas e livres montanhas, profundas e extensas pradarias, abençoa-nos com a sabedoria da paz que segue a contenção e a liberdade de quem vive como túnica flutuante nas asas da vida bem disciplinada. Ensina-nos que o fim é melhor que o começo e que o por do sol não glorifica nada em vão. "
[Preces Xamânicas]

“O Xamanismo é algo muito distinto das plumas e tambores que habitualmente interessam às pessoas que se aproximam dessas matérias. A essência do Xamanismo é a arte do trabalho com o outro. É o elemento intuitivo que não passa pela razão dos livros e do cálculo. O Xamã atua por presença, por contágio. O verdadeiro terapeuta também o faz. Pois, mais que fazer algo específico, o terapeuta improvisa com sua essência a fazer o que é necessário. Também podemos dizer que o Xamanismo pretende o mesmo que todo caminho espiritual, terapêutico ou outro. Todos eles levam ao mesmo fim através de distintas paisagens, segundo cada especialidade o sistema de simbolização... O Xamã não tem que falar a linguagem de ninguém em especial. Quem tem a experiência, não se amarra às palavras.”

Por: Cláudio Naranjo

“Nos contos de fadas, como nos mitos, o tapete representa um meio de locomoção, mas de um tipo determinado — do tipo que nos permite ver em profundidade o mundo assim como a vida em qualquer sentido. Nas histórias do Oriente Médio, ele é o veículo para o vôo espiritual dos xamãs. O corpo não é um objeto inerte do qual lutamos para nos livrar. Visto da perspectiva correia, ele é um foguete, uma série de trevos atômicos, um emaranhado de cordões umbilicais neurológicos que nos ligam a outros mundos e outras experiências.

(...)

Uma mulher braba não tem força suficiente para assumir, no lugar de todo mundo, um arquétipo extremamente almejado sem entrar em colapso. A mulher braba está em processo de cura. Não costumamos pedir a um convalescente que carregue um piano escada acima. A mulher que está voltando precisa ter tempo para se fortalecer.”


Conto: Pele de Foca, pele da alma - CLARISSA PINKOLA ESTÉS – MULHERES QUE CORREM COM OS LOBOS

terça-feira, 22 de julho de 2014

- 29 dias dos 100diasdeGRATIDÃO - MEDIANA




- 29 dias dos 100diasdeGRATIDÃO

MEDIANA

É uma estupidez SURREAL, em 2014, a Terra passando pela eminência de uma GUERRA MUNDIAL. Como somos atrasados. Tanta coisa boa para vivenciarmos na Terra e inventamos em guerrilhar. Sangue derramado, tristeza dilacerada, mutilações de vidas e gerações. Como alguns seres humanos perdem o tempo em ter a razão em virtude de padrões e regras que apenas disseminam sangue.

Lógico que toda esta manifestação me faz olhar para mim. É uma estupidez SURREAL ficar enraizada em padrões e sentimentos que nos causam mutilações emocionais.

A vida é curta e oportunidades são vivenciadas por aqueles que estão dispostos a ser feliz, em amar o próximo e viver em paz.

E hoje estou assim... mantendo a minha paz.

O aprendizado de sempre me leva: a silenciar, abdicar, escolher e recomeçar.

GENTE FELIZ NÃO INCOMODA NINGUÉM!

Chega de sofrer em vão. Bye, Bye tristeza e toda perda de tempo depreciativa existente em mim. Reverencio as provações que me são proporcionadas.

Por: Lucileyma Carazza

"Quando você se compara,
você perde".
 OSHO


- 29 dias dos 100diasdeGRATIDÃO

- 28 dias dos 100diasdeGRATIDÃO - RÓTULOS




- 28 dias dos 100diasdeGRATIDÃO

RÓTULOS

Que prendem e limitam
Perdida em conceitos
Padrões, sociologia, filosofia,
Religião, cultura e ética.
Na verdade nada mais faz sentido...
Existem dúvidas
Das quais necessito vivenciar.
Estou forte e plena,
A sabedoria me acompanha
E a equanimidade me liberta.
É um estágio no qual me apego
Por existir muita paz interior.
As dificuldades são as mesmas,
Assim como as incertezas,
Mas, certamente o medo não domina mais.
Não me importo em ver as minhas malesas
E projeções não me desiquilibram.
Vou viver agarrada naquilo que me faz bem
Chega de negativismo.
E se ele percorrer a minha mente
Será apenas e somente por um instante.
Me permito olhar para os buracos da alma
E consequentemente me liberto
Não permanecerei nestes buracos “ad eternum”.
É inadmissível permanecer em chateações,
Ficar enraizada em fluxos que me levam para longe de mim.
É hora de ser a dona da minha própria vida.
É hora de aceitar, libertar, viver
E principalmente: abdicar os rótulos (positivos e negativos).

Por: Lucileyma Carazza

- 28 dias dos 100diasdeGRATIDÃO

IDADE DA LOBA


IDADE DA LOBA

Quando uma mulher esta entre os 40 
Inicia a se arrumar diferente 
Coloca mais decotes 
Usa batons e saltos vermelhos 
Brincos grandes
Faz bocas e caras 
Conversa com meiguice 
E esta sempre com a pele bem tratada 
Ela está na fase da loba
A esta fase transforma
E especializa
E é aí que ela se localiza 
E que quer sentir todos os tipos de prazeres possíveis 
Quando entra nessa fase 
Onde mais arranha do que geme 
Ousa mais 
Se descobre e se acha 
Exala sensualidade 
Desperta a sexualidade
E declara o amor como prioridade.
Tudo fica mais apurado, 
Essa é a fase de amar mais 
E permitir mais
A loba 
sempre tem cara de mulher 
Bem resolvida, 
Bem amada 
E o melhor de tudo, 
Come e é bem comida.
E leva a serio o ditado popular 
"Não basta só miar, tem que saber arranhar!"

(Orides Siqueira)

Poesia escrita em 07/98 e publicada na mesma data no blog
www.oridespoeta.blogspot.com

Tudo se cura quando cura na gente


Tudo se cura quando cura na gente. Tudo passa, tudo melhora, tudo se cala quando cala na gente.
As cores que faltam, a brisa que some, o calor que aquece, quando, antes de tudo, aquece na gente. E as cores voltam, a brisa renasce, tudo se renova, se transforma, se faz quando existe na gente.
O medo que some, as culpas, as dores, as perdas se apagam quando, em nós, se dissolvem.
O mundo que muda, as vozes que calam, labirintos se desfazem se o caminho é em mim.
Tudo se cura quando cura na gente. Nada fica. Nenhuma ameaça, choro que cessa, sede que passa, alívio, descanso, luz que se espalha quando acende na gente.
Porque todas as dores do mundo, o que mete medo, nos encolhe em ameaças, encobre o horizonte, sequestra a espontaneidade, tudo o que nos rouba o ser e adoece a existência, tudo se cura quando cura na gente.
Ninguém disse que seria fácil, há sombras no caminho e os tropeços tantas vezes nos parecem invitáveis, há dias mais difíceis, cansaço, estreitamentos inesperados, que no assustam, nos confundem, nos desviam.
Ser humano é ser contraditório, é caminhar em busca de algo que se vincule ao vazio de dentro e nos traga respostas, nos acolha, nos transcenda e nos livre do medo.

Mas o medo passa e não há choro que dure para sempre, nem culpa que nunca se acabe, vazios que não sejam preenchidos, amores que jamais correspondam, dores terminam, tristezas tem fim e o luto morre quando finalmente entendemos que tudo se cura quando cura na gente. Flavio Siqueira

‘Relacionamento virtual’ não existe.

‘Relacionamento virtual’ não existe.
 **
O mundo não é mais super; é ultra conectado. Temos acesso e conexão a lugares, coisas, pessoas e sentimentos que não teríamos sem a Internet. E é sobr o pilar ‘pessoas’ que esse texto trata.

Nesse processo de ultraconexões, fatalmente conhecemos gente que está por perto e também gente que não está tão por perto assim. Estabelecemos, em alguns;muitos casos, os chamados ‘relacionamentos-virtuais’.

Pra falar sobre relacionamentos virtuais é interessante mergulhar no significado de duas palavras: ‘relacionamento’ e ‘virtual’.

No que diz respeito a relacionamento, todos podemos ter teorias baseadas nas nossas práticas. Mas a Wikipedia nos dá uma ótima e democrática definição:
- ‘Relacionamento é a forma como pessoas se tratam e se comunicam.’

E tem mais:

- ‘Quando indivíduos se comunicam bem, e o gostam de fazer, diz-se que há um bom relacionamento. Quando indivíduos se tratam mal e não gostam de se comunicar, diz-se que há um mau relacionamento.’

A conclusão é uma só: ninguém foge de relacionamentos; por bem ou por mal, todos nos relacionamos em algum ponto. A definição deixa claro o significado do termo ‘relacionamento’, mas - que bom - não cita nada sobre ‘distâncias necessárias’ para se considerar um relacionamento como um relacionamento de fato.

Para se dar bem com alguém e poder mudar seu ‘status do Facebook em paz’, não importa se a pessoa vive em Plutão. O olhar alheio não é critério pra definir uma relação. O que importa é a afinidade e as intenções afetivas. Nesse caso, é provável que as intenções girem em torno de: beijos, amassos, trepadas, carinho, respeito, parceria e sinceridade; coisas que costumamos esperar em relacionamentos amorosos, independente do estágio em que eles estão.

Outra rápida pesquisa no mundo virtual traz uma bela definição sobre a palavra (...) ‘virtual’:

- ‘Que não existe como realidade, mas sim como potência ou faculdade.’

- ‘O que é suscetível de se realizar, em potencial, como possibilidade viável.’

Dessas definições podemos concluir duas coisas:

1 - Relacionamento virtual não existe. O que existe em determinadas situações é um relacionamento em estágio virtual com potencial de se tornar algo palpável, presencial. E ninguém pode dizer que o que não é palpável, não existe. Nesse esquema também podemos encaixar um relacionamento que tem potencial de retornar a ser presencial. Casais que se distanciam momentaneamente por motivo de viagens podem se encaixar aí.

2 - Relacionamento em estágio presencial não pode ser considerado melhor, mais intenso, nem mais íntimo que um relacionamento em estágio virtual. Afinal, intimidade não se trata apenas do quanto dispomos nossos corpos, mas sim do quanto abrimos ao outro nossos pensamentos e vontades.

Cada qual pode - e deve - ter suas preferências quando o assunto é relacionamento. O que não podemos é definir demais. Estabelecer demais. Ama-se porque não se pode escolher não amar.

Linhas que querem definir a intensidade, a veracidade ou a qualidade do relacionamento alheio devem ser pisadas e destruídas. Fato é: a gente ama. E ama o que tá perto, o que tá longe, o que é bonito, o que é feio, o que é bom, o que é ruim, o que faz bem e também o que faz mal.

Quem um dia escolheu a quem amar, favor me poupar da história; ela deve ser triste demais pra eu dar atenção. Ou mentirosa demais pra eu levar em consideração.

**


[fábio chap]

segunda-feira, 21 de julho de 2014

- 27 dias dos 100diasdeGRATIDÃO - SEMEAR CORAÇÕES



SEMEAR CORAÇÕES

A felicidade é uma escolha
Um despertar da simplicidade
Da aceitação da vida.
Ela existe para aqueles
Que estão dispostos a amar.

Por: Lucileyma Carazza

- 27 dias dos 100diasdeGRATIDÃO

Transbordo em alegria, ao deparar com a semente da gratidão. Percorro a minha página pessoal do face e a página de Mulheres que correm com os lobos, vejo pessoas abençoadas seguindo os meus passos. Recebo carinho de desconhecidos que se identificam com o que escrevo e sinto tanto amor. Finalmente começo a sentir esperança e desperto em confiar nas pessoas. Sinto que toda maldade existente não passa de corações sangrando por não saberem amar. Estou feliz com todos aqueles, que assim como eu, iniciaram os 100 dias de gratidão. Conto com a troca de experiência nesta jornada. Muito Obrigada. Namastê! _/\_



- 26 dias dos 100diasdeGRATIDÃO - ILUMINAR


ILUMINAR

Todos os ventos estão fluindo
Norte, sul, leste e oeste
Estou entregue a eles.
Acaricio a benevolência do meu ser
Aceito o que o Universo me proporciona.
Caminho suavemente
Aguço todos os sentidos
Degusto todos os momentos
Estou no ritmo da musicalidade que me acompanha.
Talvez o ritmo seja lento
Porém, é pacificador.
Estou forte e grata por esta jornada.
Aprendi a gratificar as coisas boas da vida
Responsabilizo “o que” e “quem” eu sou.
Liberto o mundo de todo negativismo
Que me abateu um dia.
Acolho toda Vida que me enche de Luz
Mesmo quando caminho pelas trevas.
A entrega é a cura para todas as maleficias
Da humanidade, na qual, eu me incluo.

Por: Lucileyma Carazza


- 26 dias dos 100diasdeGRATIDÃO

sexta-feira, 18 de julho de 2014

- 25 dias dos 100diasdeGRATIDÃO - EQUANIMIDADE


EQUANIMIDADE

Andei pensando sobre esta palavra
Sobre as provações da vida
E sobre tudo que vivencio.
Meu coração transborda em vitalidade.
Não há nada de novo
Mas, assim, meio que repentinamente,
Me apaixonei por mim mesma.
Senti admiração pela mulher que me tornei
Me comparei com o mundo
E me reencontrei.
Esta é a questão:
Estou inteira e de braços abertos para a vida.
Finalmente vivenciei que a maior virtude da vida
É ser feliz com o que se tem,
Com o que tem para hoje
E sonhar sem apego para adocicar a vida.
Meu coração transforma todos os dias.
É que sinto muita gratidão,
Pela família, pelas amizades,
Pelas oportunidades, pelo trabalho,
Pela sensibilidade que me acompanha
Por esta intensidade que me atormenta,
Pela Espiritualidade que me conduz
E até mesmo, por todas as dificuldades que me são impostas.
De repente não me apaixonei exclusivamente por mim,
Apaixonei pela vida que me é proporcionada.

Por: Lucileyma Carazza

“Podemos traduzir a jornada da vida como um trânsito do falso para o real; do estado de sono para o estado desperto. Ao acordar, você para de projetar os conteúdos da sua mente (seus sonhos) no outro, e descobre que a separação é somente uma ilusão - você encontra a unidade na multiplicidade. Você finalmente encontra a resposta para a grande pergunta: Quem sou eu? Então, todas as outras perguntas desaparecem e sua mente começa a ficar em paz, porque você passa a ter uma profunda compreensão do jogo da vida, e isso te traz contentamento e satisfação.”  Prem Baba


- 25 dias dos 100diasdeGRATIDÃO