sexta-feira, 7 de junho de 2013

O QUE É UM SÁBIO ஃ

O QUE É UM SÁBIO ஃ

O abade Abraão soube que perto do mosteiro de Sceta havia um sábio. Foi procurá-lo e perguntou:
"Se hoje você encontrasse uma bela mulher em sua cama, conseguiria pensar que não era uma mulher?"
"Não", respondeu o eremita. "Mas conseguiria me controlar".
... O abade continuou:
"E se descobrisse moedas de ouro no deserto, conseguiria ver este ouro como se fossem pedras?"
"Não. Mas conseguiria me controlar para deixá-lo onde estavam".
"E se você fosse procurado por dois irmãos, um que o odeia, e outro que o ama, conseguiria achar que os dois são iguais?"
Com tranqüilidade, ele respondeu:
"Mesmo sofrendo, eu trataria o que me ama da mesma maneira que o que me odeia".
Naquela noite, ao voltar para o mosteiro de Sceta, Abraão falou aos seus noviços:
"Vou lhes explicar o que é um sábio. É aquele que, em vez de matar as suas paixões, consegue controlá-las".

[Autor Desconhecido]

quinta-feira, 6 de junho de 2013



ENRIJECER
 
Endurecer, estremecer e espernear.
Pirraçar no sentido próprio,
Gritar até aparecer à veia do pescoço
Os sentidos e a falta de sentimentos
Ter sempre a razão
Apontar, acusar e julgar.
Atrocidades torpes
Suportar a raiva e a falta de amor
Que loucura idiota
Não quero isto para mim
Não desejo isto para ninguém
Mágoa, ressentimento e ira
Virar a cara
Debochar e fofocar
GRITO MAIS ALTO E PIRRAÇO:
SUPORTE O AMOR!
Seja amoroso,
Tenha benevolência
Respeite, converse, cative e zele.
Seja caridoso
Perdoe e esvazie
Este é o meu desejo
E se não sou exemplo
Então procure o seu exemplo
Olhe para o seu espelho
Abandone o ego malfeitor
Este que estraga a alma
Mude este ciclo vicioso
E por favor, não me machuque mais
Por sua falta de amor
Apenas me deixe seguir o caminho
O caminho que escolhi
E não me julgues
Faço isso melhor que ninguém
Se puder, por favor me acolha!
Sou de carne e osso
Coração e alma

Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza


QUERO SER




QUERO SER

As fases da Lua
A leveza da bailarina de pontas
A sensibilidade do maestro
O coração Franciscano
O cérebro do surfista
Os Direitos Humanos
Ser amiga
A força de uma égua selvagem
Uma onça muito brava
O silêncio do mergulho no oceano
A sabedoria de Alexandria
“As aventuras de PI”
A euforia de um show de Havy Metal
O meio-ambiente equilibrado
A sensualidade do ventre
A liberdade cigana
A libertinagem da “zona”
O perdão de Santa Rita de Cássia
A intuição feminina
Os sonhos em desdobramentos...
A mulher dos seus pensamentos
Quero me entregar e surfar nas ondas do amor...

Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza

Cuidado com os burros motivados




Texto extenso, mas que revela muitos segredos sobre a vida!
_________________________________________________
Cuidado com os burros motivados - Roberto Shinyashiki

A revista ISTO É publicou esta entrevista de Camilo Vannuchi. O entrevistado é Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nac...ional e internacional.

'Cuidado com os burros motivados'

Em 'Heróis de Verdade', o escritor combate a supervalorização das aparências, diz que falta ao Brasil competência, e não auto-estima.

ISTO É - Quem são os heróis de verdade?

Roberto Shinyashiki -- Nossa sociedade ensina que, para ser uma pessoa de sucesso, você precisa ser diretor de uma multinacional, ter carro importado, viajar de primeira classe. O mundo define que poucas pessoas deram certo.

Isso é uma loucura. Para cada diretor de empresa, há milhares de funcionários que não chegaram a ser gerentes. E essas pessoas são tratadas como uma multidão de fracassados.

Quando olha para a própria vida, a maioria se convence de que não valeu à pena, porque não conseguiu ter o carro, nem a casa maravilhosa. Para mim, é importante que o filho da moça que trabalha na minha casa, possa se orgulhar da mãe.

O mundo precisa de pessoas mais simples e transparentes. Heróis de verdade são aqueles que trabalham para realizar seus projetos de vida, e não para impressionar os outros. São pessoas que sabem pedir desculpas e admitiram que erraram.

ISTO É -- O Sr. citaria exemplos?

Shinyashiki -- Quando eu nasci, minha mãe era empregada doméstica e meu pai, órfão aos sete anos, empregado em uma farmácia. Morávamos em um bairro miserável em São Vicente (SP) chamado Vila Margarida. Eles são meus heróis. Conseguiram criar seus quatro filhos, que hoje estão bem.

Acho lindo quando o Cafu põe uma camisa em que está escrito 100% Jardim Irene'. É pena que a maior parte das pessoas esconda suas raízes.

O resultado é um mundo vítima da depressão, doença que acomete hoje 10% da população americana. Em países como o Japão, a Suécia e a Noruega, há mais suicídio do que homicídio.

Por que tanta gente se mata? Parte da culpa está na depressão das aparências, que acomete a mulher, que embora não ame mais o marido, mantém o casamento, ou o homem que passa décadas em um emprego, que não o faz se sentir realizado, mas o faz se sentir seguro.

ISTO É -- Qual o resultado disso?

Shinyashiki -- Paranóia e depressão cada vez mais precoce.

O pai quer preparar o filho para o futuro e mete o menino em aulas de inglês, informática e mandarim. Aos nove ou dez anos a depressão aparece. A única coisa que prepara uma criança para o futuro, é ela poder ser criança.

Com a desculpa de prepará-los para o futuro, os malucos dos pais estão roubando a infância dos filhos. Essas crianças serão adultos inseguros e terão discursos hipócritas. Aliás, a hipocrisia já predomina no mundo corporativo..

ISTO É - Por quê?

Shinyashiki -- O mundo corporativo virou um mundo de faz-de-conta, a começar pelo processo de recrutamento. É contratado o sujeito com mais marketing pessoal. As corporações valorizam mais a auto-estima do que a competência.

Sou presidente da Editora Gente e entrevistei uma moça que respondia todas as minhas perguntas com uma ou duas palavras. Disse que ela não parecia demonstrar interesse.

Ela me respondeu estar muito interessada, mas como falava pouco, pediu que eu pesasse o desempenho dela, e não a conversa. Até porque ela era candidata a um emprego na contabilidade, e não de relações públicas.

Contratei-a na hora. Num processo clássico de seleção, ela não passaria da primeira etapa.

ISTO É -- Há um script estabelecido?

Shinyashiki -- Sim. Quer ver uma pergunta estúpida feita por um presidente de multinacional no programa 'O Aprendiz'?

- Qual é seu defeito?

Todos respondem que o defeito é não pensar na vida pessoal.

- Eu mergulho de cabeça na empresa. Preciso aprender a relaxar.

É exatamente o que o Chefe quer escutar. Por que você acha que nunca alguém respondeu ser desorganizado ou esquecido?

É contratado quem é bom em conversar, em fingir. Da mesma forma, na maioria das vezes, são promovidos aqueles que fazem o jogo do poder.

O vice-presidente de uma as maiores empresas do planeta me disse:
'Sabe, Roberto, ninguém chega à vice-presidência sem mentir'.
Isso significa que quem fala a verdade não chega a diretor!

ISTO É -- Temos um modelo de gestão que premia pessoas mal preparadas?

Shinyashiki -- Ele cria pessoas arrogantes, que não têm a humildade de se preparar, que não têm capacidade de ler um livro até o fim e não se preocupam com o conhecimento.

Muitas equipes precisam de motivação, mas o maior problema no Brasil é competência. Cuidado com os burros motivados.

Há muita gente motivada fazendo besteira. Não adianta você assumir uma função, para a qual não está preparado.

Fui cirurgião e me orgulho de nunca um paciente ter morrido na minha mão. Mas tenho a humildade de reconhecer que isso nunca aconteceu graças a meus chefes, que foram sábios em não me dar um caso, para o qual eu não estava preparado.

Hoje, o garoto sai da faculdade achando que sabe fazer uma neurocirurgia. O Brasil se tornou incompetente e não acordou para isso.

ISTO É -- Está sobrando auto-estima?

Shinyashiki -- Falta às pessoas a verdadeira auto-estima. Se eu preciso que os outros digam que sou o melhor, minha auto-estima está baixa.

Antes, o ter conseguia substituir o ser. O cara mal-educado dava uma gorjeta alta para conquistar o respeito do garçom.

Hoje, como as pessoas não conseguem nem ser, nem ter, o objetivo de vida se tornou parecer.

As pessoas parecem que sabem, parece que fazem, parece que acreditam. E poucos são humildes para confessar que não sabem.

Há muitas mulheres solitárias no Brasil, que preferem dizer que é melhor assim. Embora a auto-estima esteja baixa, fazem pose de que está tudo bem.

ISTO É -- Por que nos deixamos levar por essa necessidade de sermos perfeitos em tudo e de valorizar a aparência?

Shinyashiki -- Isso vem do vazio que sentimos. A gente continua valorizando os heróis.

Quem vai salvar o Brasil? O Lula.
Quem vai salvar o time? O técnico.
Quem vai salvar meu casamento? O terapeuta.
O problema é que eles não vão salvar nada!

Tive um professor de filosofia que dizia:
'Quando você quiser entender a essência do ser humano, imagine a rainha Elizabeth com uma crise de diarréia durante um jantar no Palácio de Buckingham'. Pode parecer incrível, mas a rainha Elizabeth também tem diarréia. Ela certamente já teve dor de dente, já chorou de tristeza, já fez coisas que não deram certo.

A gente tem de parar de procurar super-heróis, porque se o super-herói não segura a onda, todo mundo o considera um fracassado.

ISTO É -- O conceito muda quando a expectativa não se comprova?

Shinyashiki -- Exatamente. A gente não é super-herói nem super-fracassado. A gente acerta, erra, tem dias de alegria e dias de tristeza. Não há nada de errado nisso.

Hoje, as pessoas estão questionando o Lula, em parte porque acreditavam que ele fosse mudar suas vidas e se decepcionaram. A crise será positiva se elas entenderem que a responsabilidade pela própria vida é delas.

ISTO É -- Muitas pessoas acham que é fácil para o Roberto Shinyashiki dizer essas coisas, já que ele é bem-sucedido. O senhor tem defeitos?

Shinyashiki -- Tenho minhas angústias e inseguranças. Mas aceitá-las faz minha vida fluir facilmente. Há várias coisas que eu queria e não consegui. Jogar na Seleção Brasileira, tocar nos Beatles (risos).
Meu filho mais velho nasceu com uma doença cerebral e hoje tem 25 anos. Com uma criança especial, eu aprendi que, ou eu a amo do jeito que ela é, ou vou massacrá-la o resto da vida para ser o filho que eu gostaria que fosse.

Quando olho para trás, vejo que 60% das coisas que fiz deram certo. O resto foram apostas e erros.

Dia desses apostei na edição de um livro, que não deu certo. Um amigão me perguntou:
'Quem decidiu publicar esse livro?'
Eu respondi que tinha sido eu. O erro foi meu. Não preciso mentir.

ISTO É - Como as pessoas podem se livrar dessa tirania da aparência?

Shinyashiki -- O primeiro passo é pensar nas coisas que fazem as pessoas cederem a essa tirania e tentar evitá-las. São três fraquezas:

A primeira é precisar de aplauso, a segunda é precisar se sentir amada e a terceira é buscar segurança.

Os Beatles foram recusados por gravadoras e nem por isso desistiram.
Hoje, o erro das escolas de música é definir o estilo do aluno. Elas ensinam a tocar como o Steve Vai, o B. B. King ou o Keith Richards. Os MBAs têm o mesmo problema: ensinam os alunos a serem covers do Bill Gates.

O que as escolas deveriam fazer é ajudar o aluno a desenvolver suas próprias potencialidades.

ISTO É -- Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?

Shinyashiki -- A sociedade quer definir o que é certo. São quatro loucuras da sociedade:

A primeira é instituir que todos têm de ter sucesso, como se eles não tivessem significados individuais.

A segunda loucura é: Você tem de estar feliz todos os dias.

A terceira é: Você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo absurdo.

Por fim, a quarta loucura: Você tem de fazer as coisas do jeito certo.

Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas.

As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito.

Tem gente que diz que não será feliz, enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento.

Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou com amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo à praia ou ao cinema..

Quando era recém-formado em São Paulo , trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. A maior parte pega o médico pela camisa e diz:

'Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei à vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz'.

Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas.

Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.

 

terça-feira, 4 de junho de 2013

QUANDO





QUANDO

Perdemos a noção do ridículo...
E ligamos uma vez
Duas vezes, dez vezes...
Cem vezes...
Mandamos mensagens
Atormentamos no bate-papo
Mandamos flores
Somos invasivos
Atormentamos os estranhos
Recebemos desculpas esfarrapadas
Recebemos respostas diretas
E mesmo assim,
Idealizamos e sonhamos
Com o improvável...
E nunca seremos correspondidos!
Na boa...
Vivo o que tem para hoje
Mas não me submeto a este papel
Não acredito em paixonites
Nem no amor à primeira vista
Não sou a mulher que você projetou
Não estou aqui para amarrações
Namoros, noivados e casamentos.
Não vivo de contos de fadas
Sou feliz assim:
Caminho como uma ONÇA solitária...
Mas “fica a dica” para você que não é um adolescente:
Uma mulher quando quer um homem
Basta um olhar para leva-la para cama
Não precisa de flores, sonhos, promessas
Conversa fiada
Horas marcadas
Telefonemas inapropriados...
É o cheiro e a pele...
É o CIO que movimenta um casal de estranhos
É o COITO ou ACASALAÇÃO
E particularmente,
Isto nunca existiu entre nós...
O seu mundo exclusivamente material
Não me interessa
UMA MULHER QUANDO QUER UM HOMEM
SE ENTREGA, NÃO FOGE!

Lucileyma Rocha Louzada Carazza



MAIS UMA VEZ...

Delícia e Gostosura
Opostos como o Sol e a Lua,
Que enamorados,
Encontram-se vez e outra,
Em eclipses catárticos...
No fundo são idênticos na dor...
Vivem em segredo
Sem muita histeria e cobranças
Vivem o que precisa ser vivido
Livres, descontraídos,
Com “caras porcas” e sorrisos frouxos.
São como gatos vira-latas
Degustando um ao outro
Com DELÍCIAS, travessuras, safadezas e GOSTOSURAS
E como fazemos isso bem!!!
Suspiro e já fico daquele jeito
Pena que poesia não tem som...
Vivemos na Terra do Nunca
Como “Peter Pan e Sininho”
Nos respeitamos,
Nos admiramos,
De um jeito livre e torto
A FÉ é a nossa ESPERANÇA
Cuidamos um do outro
Torcemos um pelo outro
Ainda vamos reverenciar as conquistas
Deste conto tão improvável
Nos entregamos e no ápice da PAIXÃO
Dormirmos sobre coxas!!!

Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza

Obs.: “Diz uma lenda que o Sol e a Lua sempre foram apaixonados um pelo outro, mais nunca podiam ficar juntos, pois a lua só nascia ao por do sol. Sendo assim, Deus na sua bondade infinita criou o eclipse como prova que não existe no mundo um amor impossivel.”

segunda-feira, 3 de junho de 2013

O Louco



 O Louco 

Perguntais-me como me tornei louco. Aconteceu assim:

Um dia, muito tempo antes de muitos deuses terem nascido, despertei de um sono profundo e notei que todas as minhas máscaras tinham sido roubadas – as sete máscaras que eu  havia confeccionado e usado em sete vidas – e corri sem máscara pelas ruas cheias de gente gritando: “Ladrões, ladrões, malditos ladrões!”

Homens e mulheres riram de mim e alguns correram para casa, com medo de mim.

E quando cheguei à praça do mercado, um rapaz no cimo do telhado de uma casa gritou: “É um louco!” Olhei para cima, para vê-lo.  O sol beijou pela primeira vez a minha face nua.

Pela primeira vez, o sol beijava a minha face nua, e a minha alma inflamou-se de amor pelo sol, e não desejei mais as minhas máscaras.

E, como num transe, gritei: “Benditos, benditos os ladrões que roubaram as minhas máscaras!”

Assim tornei-me louco.

E encontrei tanta liberdade como segurança na minha loucura: a liberdade da solidão e a segurança de não ser compreendido, pois aquele que nos compreende escraviza alguma coisa em nós.

-Khalil Gibran

sexta-feira, 31 de maio de 2013

ANSIEDADE



 
ANSIEDADE

Não quero ver
Não quero sentir
Não quero falar
Paro de respirar...
Um peso nas costas
Vivo o futuro...
Perco o equilíbrio
Tenho vontade de chorar e gritar
Me distraio na eterna busca
Que não me contenta mais
Porque sei que é uma fuga...
E surge a voz: é apenas a criança,
Fazendo outra pirraça!
Fecho os olhos e realizo uma prece
Respiro e relaxo
Aceito o destino
Nem tudo é como sonhamos
E opto:
Pela Esperança e pela Fé
Acredito que tudo tem o seu tempo!
Tenho poder para controlar minhas ações
Tenho a segurança de que posso contar comigo mesmo
Doo sorrisos e amorosidades
Tornando os dias mais leves e felizes!
Posso estar com o coração agoniado
Mas isto, não me tornará uma pessoa pior
Meu ofício é:
Semear corações
E transformar terrenos baldios em férteis!
E percebo que nunca estou só
Porque estou envolta de pessoas
Que se espelham no meu sorriso!

Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza




MAR

Em contato com a areia
De frente para ti
Contemplo este Universo
Comungo a perfeição com  Deus
Recebo o sol e sinto o vento...
O ir e vir à renovação sublime!
Os ciclos das marés e da Lua...
Quero esvaziar a mente
E me entregar como aqueles meninos
Onde o medo e as expectativas
Não cabem em suas mentes
Eles deslizam suavemente
Em um momento em que nada mais importa
São crianças selvagens
Em um ambiente selvagem equilibrado...
Entre peixes, corais, gaivotas e arrecifes
Entre ondas gigantescas
Vivem a energia da positividade
Vivem o presente
Em uma entrega suprema
E me pergunto:
- Por quê sou sempre seduzida por esta paisagem?
Respiro, suspiro e sinto gratidão...
O desejo da entrega sempre foi uma constante
E sinto que quero amar!
O mar representa o amor
Os meninos nas ondas a entrega
Pacifico com um sorriso
E deixo fluir...

Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza

Lana Del Rey -Monólogo poético no clipe da música Ride




Toda noite eu costumava rezar para achar pessoas como eu - e finalmente achei - na estrada. Não tínhamos nada a perder, nada a ganhar, nada que desejássemos mais - exceto transformar nossas vidas em uma obra de arte.Viva rápido. Morra jovem.... Seja selvagem. E se divirta.

(...) Eu acredito na pessoa que quero me tornar, acredito na liberdade da estrada. E meu lema é o mesmo de sempre - acredito na gentileza dos estranhos. E quando estou em guerra comigo mesma, eu ando por aí. Só ando por aí.

Quem é você? Você está em contato com todas as suas fantasias mais escuras? Você criou uma vida para você mesmo na qual é feliz para experiência-las?
Eu criei.
Eu sou louca pra cac*te.
Mas eu sou livre."

(Lana Del Rey -Monólogo poético no clipe da música Ride)

O Clã dos Lobos




No Rio encontra sua canção
Cercada de lobos em silêncio
Se entrega ao cheiro e a emoção
Dança com eles e sua música
Fervilhando em pura emoção

Das teclas do seu piano de calda
Que desprende suas notas musicais
Toca sua canção com sua alma
Corpo, imaginação e muito mais
Provando do fruto com calma

Lobos te cercam, te cheiram, te provam
Numa balada de descobertas harmônicas
Unindo-se a canção brilhante te provocam
Sensações cruas que te deixam atônita
Enquanto todo teu corpo exploram!

Dança com lobos
Canta a canção
Se entrega inteira
A essa louca paixão
 

quarta-feira, 29 de maio de 2013

NADA PERMANCE O MESMO


Nada Permanece o Mesmo

As estações mudam.
Às vezes é inverno, às vezes é verão.
Se você permanecer sempre no mesmo clima, você se sentirá estagnado.
Você precisa aprender a gostar daquilo que está acontecendo.
Chamo a isso de maturidade.
Você precisa gostar daquilo que já está presente.
A imaturidade é ficar vivendo nos "poderias" e nos "deverias"
e nunca vivendo naquilo que "é" - aquilo que "é" o caso,
e o "deveria" é apenas um sonho.
Tudo o que for o caso, é bom.
Ame isso, goste disso e relaxe nisso.
Quando algumas vezes vier a intensidade, ame-a.
Quando ela for embora, despeça-se dela.
As coisas mudam... A vida é um fluxo.
Nada permanece o mesmo.
Às vezes há grandes espaços e às vezes não há para onde se mover.
Mas as duas coisas são boas, ambas são dádivas da existência.
Você deveria ser grato, reconhecido por tudo o que acontece.
Desfrute o que for. É isso que está acontecendo agora.
Amanhã poderá mudar, então desfrute aquilo.
Depois de amanhã algo mais poderá acontecer. Desfrute-o.
Não compare o passado com as fúteis fantasias futuras.
Viva o momento.
Às vezes é quente, às vezes é muito frio, mas ambos são necessários;
De outro modo, a vida desapareceria. Ela existe nas polaridades.

- Osho -


Encontrar o seu próprio ritmo



Encontrar o seu próprio ritmo

Viver sozinho é um requisito
para viver com sucesso com outra pessoa.

Se você não viveu sozinho, você não teve tempo
para descobrir quem você é
e o que você precisa em um relacionamento.

As chances são tais que: se você viveu tentando agradar
pais, professores, amigos e amantes.

A fim de obter a aceitação e aprovação
destas pessoas significativas
você pode ter negligenciado suas próprias necessidades e desejos.

Indo de um relacionamento para outro
não vai ajudar você a se enraizar em sua própria experiência.

Você precisa levar algum tempo para estabelecer
seus próprios ritmos e descubra
o que é realmente importante para você.

De sabedoria todos os dias por Paul Ferrini

Sri Amma Bhagavan



“Você precisa praticar a integridade interior. Vá fundo dentro de si mesmo e veja o que está realmente lá. Quando você vai fundo, não encontra nada além de medo, essencialmente medo. Existe ilusão, astúcia, ciúmes e todos os tipos de emoções negativas que o medo pode gerar.

Está tudo lá. Você precisa encarar isso, e encarar não significa mudar, mas apenas olhar. Não tente mudar nada, porque estes são os conteúdos da mente, e a mente é tão antiga quanto o próprio homem.

A mente NÃO é você, mas está em você. E ela permanecerá assim, mesmo para uma pessoa iluminada. A única diferença é que a pessoa iluminada não se identifica com a mente, não tenta mudá-la, não se sente mal com o conteúdo da mente. Uma vez que você vê o que está lá no fundo, e compreende que a mente é assim para todos – porque é a mesma mente para todos – a mudança de percepção começa a acontecer.”

“ O ensinamento diz que você não pode mudar e não há necessidade de mudar porque você foi criado assim. Você é Isto. Isto é tudo. Este é o único ensinamento. Portanto você aceita, “eu não posso mudar”. Então o que há para fazer?

Não há nada a fazer. E não há nada errado com isto porque eu fui criado assim. Você não criou a si mesmo. Deus o criou assim, ele tem algum propósito para cria-lo. Então há aceitação completa.”

- SriAmmaBhagavan

terça-feira, 28 de maio de 2013

VELHA E LOUCA





VELHA E LOUCA
 
Pode falar que eu não ligo,
Agora, amigo,
Eu tô em outra,
Eu tô ficando velha,
Eu tô ficando louca.

Pode avisar qu'eu não vou,
Oh oh oh...
Eu tô na estrada,
Eu nunca sei da hora,
Eu nunca sei de nada.

Nem vem tirar
Meu riso frouxo com algum conselho
Que hoje eu passei batom vermelho,
Eu tenho tido a alegria como dom
Em cada canto eu vejo o lado bom.

Pode falar qu'eu nem ligo,
Agora eu sigo
O meu nariz,
Respiro fundo e canto
Mesmo que um tanto rouca.

Pode falar, não importa
O que tenho de torta,
Eu tenho de feliz,
Eu vou cambaleando
De perna bamba e solta.

Nem vem tirar
Meu riso frouxo com algum conselho
Que hoje eu passei batom vermelho,
Eu tenho tido a alegria como dom
Em cada canto eu vejo o lado bom.

Nem vem tirar
Meu riso frouxo com algum conselho
Que hoje eu passei batom vermelho,
Eu tenho tido a alegria como dom
Em cada canto eu vejo o lado bom.

 

De Todos Os Loucos do Mundo




De Todos Os Loucos do Mundo
 
De todos os loucos do mundo eu quis você
Porque eu tava cansada de ser louca assim sozinha
De todos os loucos do mundo eu quis você
Porque a sua loucura parece um pouco com a minha
Você esconde a mão, diz que é Napoleão
Boa parte de mim, acredita que sim
Se eu converso com ar, no meio do jantar
Você espera a vez dele de falar
Você fala chinês, pela primeira vez
Eu dou opinião, num perfeito alemão
Se eu emito um som que você acha bom
A gente faz um dueto fora do tom
De todos os loucos do mundo eu quis você
Porque eu tava cansada de ser louca assim sozinha
De todos os loucos do mundo eu quis você
Porque a sua loucura parece um pouco com a minha
Você fala chinês, pela primeira vez
Eu dou opinião, num perfeito alemão
Se eu emito um som que você acha bom
A gente faz um dueto fora do tom
De todos os loucos do mundo eu quis você
Porque eu tava cansada de ser louca assim sozinha
De todos os loucos do mundo eu quis você
Porque a sua loucura parece um pouco com a minha

 

Como se sente uma mulher



Como se sente uma mulher

Aconteceu ontem. Saio do aeroporto. Em uma caminhada de dez metros, só vejo homens. Taxistas do lado de fora dos carros conversando. Funcionários com camisetas “posso ajudar?”. Um homem engravatado com sua malinha e celular na mão. Homens diversos, espalhados por dez metros de caminho. Ao andar esses dez metros, me sinto como uma gazela passeando por entre leões. Sou olhada por todos. Medida. Analisada. Meu corpo, minha bunda, meus peitos, meu cabelo, meu sapato, minha barriga. Estão todos olhando.

Aconteceu quando eu tinha treze anos. Praticava um esporte quase todos os dias. Saía do centro de treinamento e andava cerca de duas quadras para o ponto de ônibus, às seis da tarde. Andava pela calçada quase vazia ao lado de uma grande rodovia. Dessas caminhadas, me recordo dos primeiros momentos memoráveis desta violência urbana. Carros que passavam mais devagar do meu lado e, lá de dentro, eu só ouvia uma voz masculina: “gostosa!”. Homens sozinhos que cruzavam a calçada, olhavam para trás e suspiravam: “que delícia.” Eu tinha treze anos. Usava calça comprida, tênis e camiseta.

Agora, multiplique isso por todos os dias da minha vida.

Sei que para homens é difícil entender como isso pode ser violência. Nós mesmas, mulheres, nos acostumamos e deixamos pra lá. Nós nos acostumamos para conseguir viver o dia a dia.

Esses dias, estava sentada na praia vendo o mar, e dele saiu uma moça. Passou por um rapaz que disse algo. Ela só saiu de perto e veio na minha direção. Dei boa noite, ela falou que a água estava uma delícia, e conversamos um pouco. Perguntei se o cara havia lhe falado alguma besteira. Ela disse, “falou, mas a gente tá tão acostumada, né?, começa a ignorar automaticamente”.

O privilégio é invisível. Para o homem, só é possível ver o privilégio se houver empatia. Tente imaginar um mundo onde, por cinco mil anos, todos os homens foram subjugados, violentados, assassinados, podados, controlados. Tente imaginar um mundo onde, por cinco mil anos, só mulheres foram cientistas, físicas, chefes de polícia, matemáticas, astronautas, médicas, advogadas, atrizes, generais. Tente imaginar um mundo onde, por cinco mil anos, nenhum representante do seu gênero esteve em destaque, na televisão, no teatro, no cinema, nas artes. Na escola, você aprende sobre a história feita pelas mulheres, a ciência feita pelas mulheres, o mundo feito pelas mulheres.

No seu texto “Um teto todo seu”, Virgínia Woolf descreve por que seria impossível para uma hipotética irmã de Shakespeare escrever de forma genial como ele. Woolf diz:

“quando lemos sobre uma bruxa sendo queimada, uma mulher possuída por demônios, uma mulher sábia vendendo ervas… acho que estamos olhando para uma escritora perdida, uma poeta anulada.”

Desde o início do patriarcado, há cinco mil anos, as mulheres não tiveram liberdade suficiente para serem cientistas ou artistas. Woolf explica:

“liberdade intelectual depende de coisas materiais. … E mulheres foram sempre pobres, não por duzentos anos, somente, mas desde o início dos tempos.”

Esse argumento não serve somente para mulheres: negros, pobres e outras minorias não poderiam ser geniais poetas pois, para isso, é necessário liberdade material.


Embora o mundo esteja em processo de mudança, ainda existem menores oportunidades e reconhecimento para mulheres e minorias exercerem qualquer ocupação intelectual. Leitores de uma página do facebook sobre ciências ainda supõem que o autor seja homem e comentaristas de televisão não consideram manifestações culturais que vêm da favela como cultura de verdade.

É verdade: hoje, a vida é muito melhor, principalmente para a mulher ocidental como eu. Mas, mesmo sendo uma mulher livre e bem-sucedida vivendo em uma metrópole ocidental, ainda sinto na pele as consequências destes cinco mil anos de opressão. E, se você quiser ver essa opressão, não precisa ir nos livros de história. É só ligar a televisão:

Rio de Janeiro, 2013. Um casal é sequestrado em uma van. As sequestradoras colocaram um strap-on sujo, fedido de merda e mofo, e estupraram o rapaz. Todas elas, uma a uma, enfiavam aquela pica enorme no cu do moço, sem camisinha e sem lubrificante. A namorada, coitada, tentou fazer algo mas foi presa e levou chutes e socos.

Ao ver esta notícia, você se coloca no lugar da vítima (que sofreu uma das piores violências físicas e psicológicas existentes) ou no lugar de quem assistiu? Naturalmente troquei os gêneros: a violência real aconteceu com uma mulher.

Quantas violências eu sofro só por ser mulher?

Na infância, fui impedida de ser escoteira pois isso não era coisa de menina. Fui estuprada aos oito anos. (Eu e pelo menos dois terços das mulheres que conheço e que você conhece sofreram um estupro e provavelmente não contaram para ninguém.) Sofri a pré-adolescência inteira por não me comportar como moça. Por não ter peitos. Por não ter cabelos longos e lisos. Desde sempre tive minha sexualidade reprimida pela família, pela sociedade, pela mídia. Qualquer coisa que eu pisasse na bola seria motivo para ser chamada de vadia. Num dos primeiros empregos, escutei que mulheres não trabalham tão bem porque são muito emocionais e têm TPM. Em um outro emprego, minha chefe disse que meu cabelo estava feio e pagou salão para eu ir fazer escova e ficar mais apresentável pros clientes. Decidi que não quero ser escrava da depilação e sou olhada diariamente com nojo quando ando de shorts ou blusinha sem mangas. Já usei muita maquiagem, só porque a televisão e os outdoors mostram mulheres maquiadas, e portanto é muito comum nos sentirmos feias de cara limpa. Você, homem, sabe o que é maquiagem? Tem um produto para deixar a pele homogêna, um pra disfarçar olheiras, outro para disfarçar manchas, outro para deixar a bochecha corada, outro para destacar a sobrancelha, outro para destacar os cílios, outro para colorir as pálpebras, outro para colorir os lábios. Quantas vezes você passou tantos produtos na sua cara só porque seu chefe ou seu primeiro encontro vai te achar feio de cara limpa? Quando estou no metrô preciso procurar um cantinho seguro para evitar que alguém fique se roçando em mim. Você faz isso? Quando vou em reuniões de família, me perguntam por que estou tão magra, e o que fiz com o cabelo e quem estou namorando. Para o meu primo, perguntam o que ele está estudando e no que está trabalhando. Na televisão, 90% das propagandas me denigrem. Quase nenhum filme me representa ou passa no teste de Bechdel. Todas as mulheres são mostradas com roupas sexy, mesmo as super heroínas que deveriam estar usando uma roupa confortável para a batalha. As revistas me ensinam que o meu objetivo na cama é agradar o meu homem. Enquanto você, menino, comparava o seu pau com o dos amiguinhos, eu, menina, era ensinada que se masturbar é muito feio e que se eu usar uma saia curta não estou me dando o respeito. Quanto tempo demorei para me desfazer da repressão sexual e virar uma mulher que adora transar? Quanto tempo demorei para me soltar na cama e conseguir gozar, enquanto várias das minhas colegas continuam se preocupando se o parceiro está vendo a celulite ou a dobrinha da cintura e, por isso, não conseguem chegar ao gozo? Quanto tempo demorei para conseguir olhar para um pau e transar de luz acesa? Quantas vezes escutei, no trânsito, um “tinha que ser mulher”? Quantas vezes você fechou alguém e escutou “tinha que ser homem”? Tudo isso para, no fim do dia, ir jantar no restaurante e não receber a conta quando ela foi pedida pois há cinco mil anos sou considerada incapaz. E tudo isso, porra, para escutar que estou exagerando e que não existe mais machismo.

Isso é um resumo muito pequeno do que eu sofro ou corro o risco de sofrer todo dia. Eu, mulher branca, hetero, classe média. A negra sofre mais que eu. A pobre sofre mais que eu. A oriental sofre mais que eu. Mas todas nós sofremos do mesmo mal: nenhum país do mundo trata suas mulheres tão bem quanto seus homens. Nenhum. Nem a Suécia, nem a Holanda, nem a Islândia! Em todo o mundo “civilizado” sofremos violência, temos menos acesso à educação, ao trabalho ou à política.

Em todo o mundo, somos ainda as irmãs de Shakespeare.

* * *

E você, leitor homem? Quando é abordado de forma hostil por um estranho na rua, pensa “por favor, não leve meu celular” ou “por favor, não me estupre”?

Nota editorial: esse texto foi fechado para comentários, após ter mais de 3200 deles publicados. Além de sobrecarregar o servidor, a qualidade dos diálogos começou a se perder. Faremos agora um pente fino e os comentários ofensivos serão apagados. Em caso de dúvidas sobre a política de comentários, recomendo o recente artigo “Sobre dinâmicas saudáveis e atritos em nossa comunidade“. Estamos fazendo nosso melhor para cultivar o espaço, mas somos poucos, humanos e falhos. Contamos com o apoio de vocês.

Gostaria de agradecer a postura bastante saudável e de bom senso da maioria da comunidade, que mostrou-se capaz de caminhar rumo a auto-regulação, votando positivamente as discussões mais construtivas e negativamente as que apenas geravam ruído. Por fim, compartilho a melhor notícia. Esse artigo já foi lido por mais de 600.000 pessoas, em menos de dois dias. Tivemos recorde histórico de visitas no PdH, com uma tema de grande relevância. Agradeço a Claudia pela imensa confiança em publicar seu relato conosco.

 

Fonte: http://papodehomem.com.br/como-se-sente-uma-mulher/

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Addicted to Romance



PAUL FERRINI
Addicted to Romance

It is easy to get addicted to romance.
We all enjoy the emotional highs of being in love.

So, when one relationship ends
and we feel sad and low,
we immediately look for another relationship
to cheer us up.
...
Falling in love is truly like a drug.
It makes you very high for a short period of time,
but inevitably you crash.

Then, if you are an addict,
you go out and get another fix.

You find someone else to fall in love with
and lose yourself in each other.

You don't have to have much in common
to fall in love. When you are high,
it seems as if you could share anything
with your partner.

It's only when the drug wears off that you realize
that you and this other person
might not have much to share.

It can be disorienting and painful
to look at someone whose bed you have been sharing
and realize that you have very different values,
interests, and goals in life.

Everyone likes falling in love.
Who wouldn't like a hormone rush?

But very few people realize how dangerous it can be.
Indeed, very few couples survive falling in love.

The ones who do survive are the ones
who either took the time to get to know each other
before they fell in love
or the ones who were just plain lucky.

AMOR





AMOR

Olho e sinto muita raiva
Tenho ânsia de vômito
Me sinto abortada
Sei que a opção foi minha,
Sinto o alívio em “quase” todas
De fato nunca fui A MAIS LEGAL!
Olhar me causa dor
Concordo que não sei nada de psicologia,
Mas sou PHD em energias...
Vejo fraqueza, traição, falsidade e mentiras...
Vejo dependência e a síndrome da coitadice...
Vejo o padrão politicamente correto...
Vejo a cretinice dos julgamentos...
De fato estou fora deste padrão!
Tenho vontade de soltar fogo
De perder a sanidade e apontar tiranamente
Quero cortar todas as cabeças!
Nasci BRUXA muito antes de vocês assumirem...
Talvez eu seja a BRUXA NUBLADINHA
Não vivo no conto de fadas
Rosa nunca foi a minha cor
Não sou um “fake” de maquiagem e salto no 15!
Volto ao sentimento de exclusão
Sinto a criança gritando, pirraçando e esperneando...
Recuo, respiro, olho e responsabilizo
Sinto compaixão por mim e por vocês
Desde de sempre já sabia...
Não seguiria o grupo com idolatria,
Com lealdade sim...
Agora compreendo o meu papel
Sou “kamikaze” e não me apego
Não vou abandonar a busca
Não estou MAIS estagnada ao tempo
Não vou guardar a experiência do “GRUPINHO”
Minha personalidade vai continuar forte
Porque a minha missão é a de transformar
Meu terreno baldio agora é fértil
Tenho o dom de ver as luzes
E transformo energias...
Acredito: QUE SOMOS TODOS UM
Reverencio à distância
É hora de seguir em frente...
Com perdão, sem dor e COM MUITO AMOR!!
Estamos interligadas...
 
Lucileyma Rocha Louzada Carazza

domingo, 26 de maio de 2013


Trecho de um texto sem autor encaminhado por um viajante: "...Namore uma garota que viaja porque ela ama a vida. Ela não tem tempo para picuinhas, sabe que a vida voa, e que é melhor amarmos agora, na maior da intensidades, porque nunca se sabe que curso a vida tomará amanhã. Você pode ir embora, se apaixonar por outro lugar, por outra vida, que não a inclua. Ela pode reclamar, mas sabe bem que is...so acontece. Vai vibrar com suas conquistas que te levem pra longe dela, pois sabe o prazer que o desconhecido causa, e sabe também que as distâncias jamais levam as pessoas que amamos de verdade de nós, pelo contrário, as fixam que nem tatuagem. Não tem muitas coisas materiais, sabe que roupas desnecessárias na mala significam um problema de coluna por peso, passa dias e dias apenas com algumas peças, e continua linda se ver: ela se veste dela mesmo, e não há como bater isso."