Capsicum frutescens in anus autrem kisucus est!!!!! Meu diário, meus pensamentos... meu amigo!!!
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Porque sou Amor
Quem habita em mim não é apenas uma mulher,
É uma guerreira.
A guerreira que vive em mim não é só de luta,
É de ousadia.
A ousadia que me faz caminhar não é só de vontade,
É de coragem.
A coragem que me guia não é só agressiva,
É permissiva.
Me permite ser tolerante.
A minha tolerância não é só paciência,
É cuidado.
Esse cuidado não é apenas comigo, ou porque vivo. É cuidado com a vida em geral, com as coisas e seres que compartilham dessa viagem que se chama "Existência" comigo.
É cuidado com os meus, porque sou abrigo.
E isso faz com que eu busque sempre evoluir.
Porque preciso.
Porque eu devo.
Porque mereço.
E a minha evolução não é predestinada.
É destino.
E minhas escolhas me farão sentido.
Por que?
Porque sou Amor.
(J.)
É uma guerreira.
A guerreira que vive em mim não é só de luta,
É de ousadia.
A ousadia que me faz caminhar não é só de vontade,
É de coragem.
A coragem que me guia não é só agressiva,
É permissiva.
Me permite ser tolerante.
A minha tolerância não é só paciência,
É cuidado.
Esse cuidado não é apenas comigo, ou porque vivo. É cuidado com a vida em geral, com as coisas e seres que compartilham dessa viagem que se chama "Existência" comigo.
É cuidado com os meus, porque sou abrigo.
E isso faz com que eu busque sempre evoluir.
Porque preciso.
Porque eu devo.
Porque mereço.
E a minha evolução não é predestinada.
É destino.
E minhas escolhas me farão sentido.
Por que?
Porque sou Amor.
(J.)
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
VIDA
Com
a compaixão perdoo,
Com
a gratidão germino,
Com
a sabedoria silencio...
Com
o sorriso farto me liberto,
Com
a alegria me entrego...
Por: Lucileyma Carazza
VIDA
VIDA
O
mantra da atualidade:
Estar
no presente,
Suspirar
e respirar,
Aceitar
todas as frações de segundos...
Há
tempos tenho à consciência
De
que sou o meu pior algoz.
Que
me perco e me distraio
Que
fujo de mim mesma.
Há
tempos sinto
Que
lágrimas não fogem mais de mim,
A
tristeza existe e não persiste!
Ela
é apenas mais um sentimento.
Aprendi
a duras cargas
Escolher
e vivenciar minhas escolhas.
Talvez
esteja toda errada
Na
contramão dos padrões estabelecidos.
Sou
discípula de “Naranjo”
Envolta
em energia profícua que sustenta e guia.
Em
dificuldades sinto que: SOMOS TODOS UM,
Corações
dilacerados guiados por egos inflados...
Parei
de me comparar
Para
não pirar em frustrações
Parei
de pensar
Para
purificar a alma
Silenciei
e reverenciei
Os
percalços que colhi
Fortaleci
a dignidade existente
Em
minha centelha divina
Com
a compaixão perdoo,
Com
a gratidão germino,
Com
a sabedoria silencio...
Com
o sorriso farto me liberto,
Com
a alegria me entrego...
Não
existe controle,
Existe
apenas a possibilidade
De
preencher as lacunas
E
viver entregue aos benefícios do Universo!
De
todos os aprendizados
Acolho
a maior virtude:
O
de ser honesta para comigo mesma.
A
vida só vale à pena,
Quando
escutamos as vozes do nosso coração.
Vivenciando
as sombras e as luzes
Existente
em mim...
É
disso que eu vivo!
À
entrega constante
Das
vozes do meu coração!
Por: Lucileyma
Carazza
“Existem dois caminhos para atingir a grande meta da
autorrealização: a meditação e o amor. O caminho da meditação é uma inclinação
do princípio masculino dentro de nós; e o caminho do amor é uma inclinação do
princípio feminino dentro de nós. Em algum momento esses dois caminhos se
encontram, isso é inevitável. Porque à medida que cresce no amor, você
silencia; e à medida que cresce no silêncio, você ama. Quando esse encontro
ocorre, você e o Divino se tornam um - o rio se torna o oceano.” Prem Baba
domingo, 15 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
MOVIMENTOS
MOVIMENTOS
Somos
solo sagrado
Somos
centelha divina
Somos
seres em evolução
Somos
o nosso livre arbítrio
Somos
as escolhas realizadas
Somos
frações de segundos
Somos
vários seres em um único ser
Somos
egos indomáveis
Somos
maremotos de pensamentos
Somos
os nossos julgamentos
Somos
as nossas culpas
Somos
os nossos medos
Somos
o “querer por querer”
Somos
eternos insatisfeitos
Somos
corações inflamados e decapitados
Somos
um momento de silêncio
Somos
um sorriso disfarçado no rosto
Somos
uma lágrima e um recomeçar...
Somos
a burrice escancarada
Perdidos
em nós mesmos
Somos
a malícia e a benevolência
Somos
a verdade e a mentira
Somos
a libertinagem e a liberdade
Somos
o erro e o acerto
Somos
o descontrole
Libertador
e pacificador...
Somos
a Esperança acolhedora
Somos
uma nova versão
A
cada instante em mutação
Somos
vidas entrelaçadas
Somos
uma gigantesca mandala humana
SOMOS
TODOS UM
Cada
qual com as suas vivencias e escolhas.
Por: Lucileyma
Carazza
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
ACREDITAR
ACREDITAR
Sonho
com afetos integrais
E
não refinados
Sonho
com a simplicidade
Vivenciada
em apenas ser
Sonho
com a sinceridade
Perpetuada
por poucos
Sonho
com mordidas na nuca
Copuladas
em uma linga que não se quebra
Sonho
com a benevolência
Escancarada
em sorrisos abertos
Sonho
com corações dignos
Que
se reverenciam
Sonho
com a integridade
Demonstrada
pelos antigos guerreiros Samurais
Sonho
com a fidelidade
Existente
em minha Centelha Divina
Sonho
com a inocência perdida
Que
ainda existe em mim
Sonho
com relacionamentos possíveis,
Tangíveis
e admissíveis
Sonho
com a equanimidade
Escondida
pela minha sombra
Sonho
com um tempo em que expressões faciais
Eram
realizadas através dos olhos
Sonho
com um amor possível
Onde
o instinto, o cérebro e o coração
Caminham
de mãos dadas...
Talvez
seja o meu romantismo exacerbado,
Mas
vivencio uma época distante de mim...
Onde
o melhor a se fazer é:
Amar,
silenciar e aceitar.
Sonho
com atitudes dignas:
O
de viver o presente
E
o de amar sem esperar nada em troca.
Mais
sonho mesmo
É
com um amor recíproco!
Por: Lucileyma
Carazza
SEGUNDA PARTE DO CONTO: ' A CRIANÇA ENCANTADA".
...Mas,
depois de algum tempo, novas formas de maldades apareciam outra vez.
Até
que um dia todos se cansaram disso e disseram:
-
“Não vamos incomodar-nos mais com essa questão de governo. Vamos parar de
perder tempo tentando fazer com que as pessoas sejam boas. Vamos conviver com a
sua maldade”.
E,
por estranho que pareças, essa decisão pareceu dissipar as nuvens de
preocupação que havia muito tempo pairavam sobre aquele povo. Um espírito novo
e juvenil pareceu invadir cada um, e todos se puseram a trabalhar para colocar
em prática o novo plano.
O
primeiro resultado foi que cada cidadão teve que ficar mais paciente. Quando um
ato mau era praticado contra alguém, ao invés de, como antes, querer vingança
ou exigir que o autor da maldade corrigisse seu comportamento, a pessoa agora
tentava ser paciente e cobrir a ferida aberta com um sorriso. Ninguém
mencionava pessoas que desrespeitavam a lei, nem atos maldosos, embora as leis
continuassem sendo desrespeitadas, e as pessoas fizessem maldades. Mas, embora
o mal fosse feito, ninguém pensava no homem, ou na mulher, ou na criança que o
havia feito, porque cada um que era ferido era paciente e esquecia quem havia
feito a ofensa. É claro que havia a dor, e todos queriam terminar com ela. Mas
pensar em quem havia causado a dor não adiantava. Por isso, quando um homem era
prejudicado, ele logo esquecia quem o prejudicaria. Todos, agora, estavam
ficando pacientes.
Então,
pouco a pouco, as pessoas começaram a fazer uma misteriosa descoberta. Viram
que se alguém havia feito uma maldade contra você – por exemplo – fora você
que, na verdade, despertara a maldade dentro do outro. No começo a idéia parecia
inaceitável, e muita gente ficou chocada ao pensar nela pela primeira vez. Mas,
lentamente, as pessoas foram descobrindo que era verdade. Na segunda-feira o
rei começou a sentir que ele despertava em seus súditos um tipo especial de
maldade – “Mas isto é horrível “, diziam todos.
E,
no entanto, era verdade. Então cada homem e cada mulher começaram a ser
humildes de fato; agora não era mais uma questão de forçar alguém a ser bom –
mas, sim, de deixa-lo em paz.
II - A Criança
Encantada
Ã
medida que cada um fazia seu próprio treinamento em paciência, notava um fato
novo e estranho em si mesmo. A pessoa ficava interessada no que as crianças
andavam fazendo. Enquanto a nuvem de preocupação consigo mesmo se dissipava, o
cidadão ia ficando fascinado pela vida das crianças. Os gestos e os sorrisos
das crianças pareciam trazer uma lembrança de algo doce e bonito, que a alma
havia conhecido um dia, mas esquecera. A dor da vida, que o cidadão carregava
consigo todo o tempo, parecia ficar um pouco esquecida, enquanto ele olhava as
crianças brincando. Pensar, agora, era um pouco menos, confuso. As pessoas
pareciam mais rápidas em compreender as coisas com seu próprio pensamento –
tudo porque haviam começado a amar melhor as crianças. Roído o mundo falava da
alegria de amar as crianças, porque isso aumentava a felicidade da vida. No
entanto, ninguém havia percebido que amar as crianças era começar a obter a
parte mais básica da sabedoria. Mas por que motivo crianças e sabedoria estavam
intimamente conectadas? Esse mistério ninguém sabia explicar.
Foi
então que um fato novo, e mais assombroso, começou a ser descoberto por aqueles
que, desenvolvendo a paciência, aproximavam-se mais e mais da vidas crianças.
Quando eles olhavam uma criança que brincava, e recebiam o sorriso gracioso e
confiante dela, começavam a notar que a contraparte daquela criança graciosa
estava em si mesmos. Por mais velho que alguém pudesse ser, por mais ferido e
cansado pela batalha da vida, sempre cada criança parecia acordar uma
contraparte em algum lugar no intimo da pessoa. Em pouco tempo as pessoas
passaram a ter necessidade ver crianças; de uma maneira totalmente inesperada,
elas traziam pureza ao coração e à mente. A vida – que havia perdido com o
passar do tempo seus tons delicados – parecia recuperar as suas tonalidades
antigas e inesquecíveis, e parecia ir mais fundo, até o âmago da pessoa, mesmo
que o corpo já estivesse gasto que o corpo já estivesse gasto e fraco. Homens e
mulheres compreendiam, emocionados, que o que eles haviam considerado
completamente perdido estava voltando à vida outra vez.
Com
o crescimento do amor pelas crianças, cada um começou a ter uma nova
compreensão de si mesmo. Não havia uma só pessoa naquele povo que não tivesse
feito muitas coisas más. Todo um conjunto de coisas feias acompanhavam cada um
como uma sombra. Antes era sempre muito doloroso olhar para trás e ver as
formas feias dos erros que cada um fazia quando, levado pelo desejo de viver,
lutava para beber na fonte da satisfação. Mas agora, quando ele olhava para
trás e via a lista de maldades cometidas, sentia, com intensidade crescente,
que aquelas formas feias não eram suas. Porque, desde que começara a amar as
crianças, cada pessoa descobria que uma parte sua era como uma criança pura e
inocente; a cada dia ficava mais real, mais intenso e claro na consciência do
cidadão que havia uma parte dele mesmo que nunca havia sido contaminada pelo
mal que outra parte sua fazia.
Com
a descoberta dentro de cada um dessa criança encantada, pura e sem mácula,
surgia uma curiosa dissociação do passado. Antes, quando um homem olhava para
trás e via seus maus pensamentos e más ações, costumava dizer: “Aquele era eu”.
Mas agora, depois da sua descoberta da vida infantil, ele dizia: “Aquele não
era eu “. Ele sentia profundamente que aquelas formas feias, que o cobriam como
máscaras quando fazia coisas erradas, não tinham em si nada do seu real. Com o
é que uma criança encantada poderia ter algo em comum com a luxuria e ganância,
com ódio e orgulho? Sem dúvida era ele, e não outro, que colocava em movimento
uma força má após outra. No entanto, ele agora sentia que não havia sido ele
mesmo que transigira assim com o mal.
Essa
descoberta por parte de cada um, de que não era o seu verdadeiro eu que havia
causado o mal, libertou a mente de um grande peso. O pecado passou a ser agora
apenas uma lembrança e não uma mancha na brancura da alma. As falhas do passado
não anulavam mais a confiança de cada um em si mesmo. Era um sentimento
maravilhoso desligar-se dos eus antigos com seus desesperos e culpas. Agora era
possível contemplar qualquer tarefa elevada sem que alguém viesse dizer que ela
estava fora do alcance. O espírito que negava e duvidava foi, afinal, posto de
lado, junto com o feio passado.
Depois
da descoberta do que cada pessoa realmente era, ficou óbvio que todos haviam
errado ao fazer julgamentos. O mundo sempre havia julgado as pessoas mais pelos
seus erros do que pelos seus acertos; nunca havia dado crédito às boas
intenções, quando alguém tentava fazer o bem mas fazia o mal. Cada vizinho
havia-se lançado sobre o não-eu que estava fazendo coisas erradas e gritando: -
“Castigo para ele, o pecador! “A imagem do verdadeiro eu do cidadão, que o seu
vizinho havia visto algumas vezes, desaparecia da mente deste quando ele olhava
o não-eu; ele contemplava algo falso, mas o classificava com o rótulo de
realidade. Assim, não só a condenação era injusta, mas o remédio era, também,
completamente ineficiente. As pessoas eram punidas todos os dias, mas isso não
transformava o mal em algo repelente que elas renunciassem a ele, nem fazia do
bem algo tão atraente que as pessoas sentissem uma forte necessidade dele. As
punições faziam sofrer, mas nunca curavam.
À
medida que cada um começava a perceber como o mundo o havia compreendido e
julgado de um modo fundamentalmente errado, faltava um passo apenas para
compreender que ele próprio havia compreendido mal as outras pessoas. Os outros
também deviam ter um não-eu quando haviam feito a maldade contra a qual todos
gritavam com raiva. Seria possível que aquele não-eu na outra pessoa tivesse
algo em comum com uma criança encantada? Seria possível que essa criança
encantada estivesse nele agora?
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
SIMPLES
SIMPLES
É
a palavra do momento
Melhor
substituir “palavra” por sentimento.
É
que amar não traz borboletas no estomago,
Calafrios
e taquicardíacos;
O
nome disso é paixão.
Muitos
dos conceitos estabelecidos pelo nosso ego
Só
nos levam a precipícios conjugais...
De
repente, percebi que o amor é simples!
É
um suspirar e respirar!
E
como já dizia uma sábia amiga:
É
a simplicidade de caminhar de mãos dadas,
De
soltar uma gargalha...
É
o dormir abraçadinho
E
acordar com a neblina do inverno com um sorriso...
É
olhar para o próximo e reverenciar!
Para
mim o amor é calmo como maré seca
E
é nesta maré que quero me entregar...
Porque
o gostoso da vida
É
sentir-se bem pelo prazer de estar junto...
Sem
jogo, sem as máscaras do ego,
Sem
imposições materiais
E
sem os padrões estabelecidos pelos nossos umbigos.
O
amor existe pela simplicidade,
De
comungar momentos ímpares
Livres
de alma
Completamente
entregue ao presente.
Por: Lucileyma
Carazza
domingo, 1 de fevereiro de 2015
SEXTO SENTIDO
SEXTO SENTIDO
Há
momentos e situações em que não existe nada...
Não
há nada a se fazer, ou dizer...
Um
vazio profundo me avassala por frações de segundos;
Não
existe raiva e ressentimento.
Existe
apenas um sentimento: “eu sinto muito”.
É
apenas o acelerar do coração,
Uma
tremura descontrola,
Uma
boca seca,
Um
descontrole emocional,
De
um coração emanando amor
E
um pensamento: mais uma vez!
A
mesma situação e uma nova ferida.
Diante
da minha força e do meu silêncio,
Sinto
que há algo diferente em mim...
Sinto
compaixão por quem me causa dor,
Mas,
sinto muito mais compaixão por mim...
Porque
conheço o meu valor real,
Ainda
acredito no amor
E
sinto que toda dor existente
Ocorre
simplesmente pela falta de amor...
Talvez
seja falta de amor próprio,
Ou
talvez, seja uma molequice de crise de meia idade...
Só
sei que jamais derramarei veneno,
Nem
palavras ofensivas ao vento...
Penso:
doeu tanto que não consigo conversar...
Aí,
escuto uma voz:
“Esta
tudo bem,
Existe
apenas uma cicatriz curada e reestabelecida,
Está
livre de todo um passado rançoso,
E,
apesar da dor, o que ocorreu de fato foi:
À
conscientização de que tudo está certo em você.
Que
existe muito amor e tudo terminará bem...
Se
entregue para a vida e ame sempre,
Foi
mais um aprendizado,
E
talvez, um livramento.
Entregue
a sua generosidade para o Universo,
A
colheita ainda estar por vir”.
Por: Lucileyma Carazza
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
IGUALDADE E SOLITUDE
IGUALDADE
E SOLITUDE
Poucas pessoas ficam a sós com a própria
experiência. A maioria tem medo disso. A ironia é que as pessoas que estão
sozinhas não se sentem sozinhas. E aquelas que não estão, sentem-se solitárias.
Os solitários buscam companhia, no entanto,
a companhia não é possível, pois eles não descobriram ainda quem são.
O eu é um território inculto. Deixe-o
inexplorado e cidades serão construídas ali.
Explore-o corajosamente e a intimidade passa
a ser possível.
A verdadeira igualdade requer individuação.
Até que você conheça os contornos do seu próprio coração, não conseguirá
conhecer os do outro. Se deixar a sua casa antes do tempo, você buscará um lar
em vão. Você encontrará uma mãe em vez de uma esposa, um pai em vez de um
marido.
Quando encontra a sua casa, você a leva com
você para onde for. Primeiro encontre a sua casa e depois procure uma
companhia.
Descubra quem você é, não com base na
definição de outra pessoa, mas de acordo com a sua própria. Reflita sobre essa
definição antes de aceitá-la. Esteja presente de corpo e alma. Explore as dunas
que se avolumam na beira do mar. Sinta o sal no rosto e caminhe na praia quando
a maré baixar. Veja todas as formas de vida, todas as possibilidades, o jogo do
pensamento e da emoção, quando a mar volta a subir. Conheça a si mesmo.
Não se perca neste mundo antes de saber quem
você é, do contrário, suas chances de despertar diminuirão muito. O mundo só
ficará feliz se der a você um papel e uma responsabilidade. As outras pessoas
só ficarão felizes se lhe atribuírem um papel no drama delas.
Vamos admitir, alguns papéis são sedutores.
Eles prometem tanto! E difícil dizer não.
“Cuide de mim, eu só tenho você” ou então:
“Deixe para trás esse território deserto e solitário e venha viver comigo. Vou
ama-o e cuidar de você.”
São essas as palavras que as crianças sem
lar anseiam por ouvir. A vida passa a ter rumo. O pai que faltava se
materializa. Tudo vai ficar bem. Será?
É bem difícil! E desse modo que o eu é
traído, isto sim! E assim que o terreno inculto é pavimentado, perde sua
cobertura verdejante e vê seu céu ser invadido. Chame isso de domesticação, de
tecnologia, de progresso. É qualquer coisa menos isso.
A pessoa sem lar é sempre cruel e desumana
ao construir seu lar. Ela nunca tem compaixão pelo seu ambiente nem leva em
conta o bem-estar das outras pessoas. Ela simplesmente extravasa a sua raiva e
a sua dor.
Tente viver com alguém antes de aprender a
viver consigo mesmo e você terá apenas um arremedo de relacionamento. Ele não
dará certo.
Primeiro, encontre um lar dentro do seu
coração.
Só aquele que conhece e aceita a si mesmo
pode viver com outra pessoa em pé de igualdade. Do contrário, a pessoa dará o
seu poder para a outra.
O fato de um relacionamento não dar certo
nunca é culpa de ninguém. Todo relacionamento acaba por um único motivo:
infidelidade com relação a si mesmo.
Se você não confiava em si mesmo ao entrar
num relacionamento, como é possível que confie agora, que vive com outra
pessoa? Veja, ela não tem culpa. Vocês dois simplesmente concordaram que a
tarefa de respeitar a si mesmos estava muito difícil, solitária. Vocês optaram
por dormir juntos. Logo vocês descobriram que dormir juntos não é nada do que
vocês esperavam que fosse. Vocês acordaram e se perguntaram, “Por que eu
troquei uma ilusão por outra. A ilusão original era solitária, mas também era
mais simples”.
Você simplesmente mudou de direção, fez uma
manobra de atraso.
Saiu do sono solitário e passou a dormir ao
lado de outra pessoa. Mas o desafio verdadeiro para você não era dormir, mas
acordar. A menos que você assuma o compromisso de acordar, tudo o que os outros
podem lhe oferecer são desvios, excursões infrutíferas, corridas sem sair do
lugar. O tempo vai passando e nada muda. A dor não diminui. A velha
insatisfação permanece.
Com o tempo, você percebe que tem de olhar
para essa insatisfação. Ela parece estar relacionada com as circunstâncias da
sua vida, mas teima em não desaparecer mesmo quando essas circunstâncias mudam.
Os lençóis foram trocados, mas a cama ainda
está bamba. O problema não é aparente. Não é superficial. Ele está nos próprios
alicerces. E ali que ele tem de ser tratado. São os alicerces que precisam ser
escorados.
A sua insatisfação diz uma coisa e nada
mais: “Você não está se respeitando”. Se estivesse, haveria energia e
compromisso em atingir uma meta em sua vida. Você não estaria entediado. Não
estaria se sentindo solitário. Não estaria ansioso para trocar o seu sonho pelo
de outra pessoa.
Você, meu irmão ou irmã, foi quem optou pelo
desvio. Não culpe a pessoa que caminha ao seu lado. Não é culpa dela. E também
não é culpa sua.
Foi simplesmente a sua escolha. Não se
condene por isso. Faca uma escolha diferente. Escolha respeitar a si mesmo,
viver de corpo inteiro.
Faca a corajosa escolha de viver sozinho.
Ficar sozinho significa ficar totalmente consigo mesmo. Significa “Se bastar”.
Significa que todos os aspectos do eu aprenderam a agir com coerência e a
dançar em conjunto ao redor do centro.
Quando estiver residindo por completo na sua
vida, você se sentirá atraído pela companhia de outras pessoas que estão
fazendo o mesmo. Você não terá mais que desistir da sua própria vida para viver
a de outra pessoa. Ambos podem viver a própria vida e sentir como é ficar
junto. Esse é o inicio de uma dança diferente. Mas trata-se de uma dança que só
pode começar se a pessoa for coerente e dançar de acordo com a sua própria
verdade.
Paul
Ferrini no livro: O Silêncio do Coração e As 12 Etapas do Perdão – Por Sérgio
Condé
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
Novo
NOVO
Da
irmandade das Sacerdotisas
Da
influência Xamã
Da
proteção dos Anjos de Luz
Dos
corações Franciscanos
Na
busca pelo autoconhecimento
Da
bruxaria à libertação
Um
grupo em constante transformação
Da
exposição das dores
E
da cura dos amores inflamados
A
verdade predomina
E
compaixão prevalece
Do
Eneagrama,
Da
Constelação familiar
Do
Budismo, Hinduísmo, Taonismo,
Confucionismo
e do Cristianismo
Uma
mistura de conhecimentos
Voltados
para cura e pela CURA da alma.
Aqui
tudo se renova
Tudo
é energia, a mais pura celestial
O
respeito predomina
E
a energia segue o fluxo constante
Tudo
está bem
Porque
quando paramos de controlar
E
aceitamos o aprendizado da Vida
Vivenciamos
o mais puro amor
Reverenciando
todos os ciclos da vida
Comungados
com sabedoria e generosidade!
Com
a certeza de que nada fora por acaso
Porque
SOMOS TODOS UM!
Emanando
amor e felicidade!
Por:
Lucileyma Carazza
"A gente aprende em Gestalt, e na vida,
que é muito importante encerrar os ciclos para que a energia se renove. E,
apesar de difícil, é preciso enfrentar essa etapa, do término."
Por: Paula Jácome
Por: Paula Jácome
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
FADIGAS
FADIGAS
Há
momentos e situações
Que
não há nada a se fazer...
Entretanto,
escolho!
Silencio
para desacelerar os pensamentos
Para
não derramar veneno...
É
que o ego me boicota,
Contudo,
sabiamente,
Não
atendo aos seus caprichos.
Porque
ele quer, porque quer me sabotar...
Sei
que ele já fora o meu defensor,
Hoje,
não mais...
Existe
um desapego emocional
Provocado
pelas circunstâncias da vida,
Com
isto, transbordo em Gratidão...
Sempre
tive por mim que liberdade
Estava
proporcionalmente ligada à minha solitude,
Mais
começo a reverter este padrão vicioso...
Começo
a preencher a vida
Com
a benevolência que a gratidão me proporciona.
Concluo
que o silencio é a liberdade real...
Posso
silenciar e caminhar pela mata,
Posso
silenciar e mergulhar na mare seca,
Posso
silenciar ao deparar com um gavião na janela do quarto,
Posso
silenciar ao observar um siri desengonçado,
Posso
silenciar em um momento inoportuno de puro desconforto.
Silencio,
viro às costas carinhosamente e me liberto.
Tenho
Esperança que tudo encontrará o seu destino,
Inclusive
as minhas inconstâncias emocionais...
Acredito
que a liberdade consiste na nossa atitude perante a vida.
Diante
de todas as situações vivenciadas...
Esboço
um sorriso emanado de amor
E
suspiro aliviada!
Por: Lucileyma
Carazza
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