quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

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Somos centelha divina
Solos sagrados
Um suspiro, uma lágrima
Um sorriso, uma gargalhada.
Velhos jargões e conceitos...
Somos polos opostos
Que se atraem,
Mas não se comunicam.
Somos a vitrine da sociedade
Em um comercial de “margarida”
Enclausurados em nossa languidez,
Aprisionados em nossa intimidade.
Somos o Santo Grau
Envoltos em mistérios
Em mentes perturbadas,
Saciados em volúpia.
Em desdobramentos
Vivenciamos experiências
Das quais faço questão de ignorar.
Não vivo em retidão
O pecado persiste...
Os laços se estreitam
No presente ávido!
Como bom marujo siga,
As linhas do seu coração,
Uma vez que:
Somos responsáveis por nossas escolhas...
Somos livres... libertinos...
Não estamos sujeitos
Pelo menos em alma!


Por: Lucileyma Carazza