Capsicum frutescens in anus autrem kisucus est!!!!! Meu diário, meus pensamentos... meu amigo!!!
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Pelos túneis de Lilith
Pelos túneis de Lilith ...
Algo do absoluto repousou no meu colo
onde se aninhou por alguns minutos
até fazer-me sentir o amor profundo
e superar o medo de não ser suficiente.
Pedi ao meu coração que mantivesse a calma
para proteger o outro coração deitado em minhas pernas.
Por alguns minutos respirei o ar lentamente
para retribuir com vida plena o que se apresentava.
Por um momento, temi,
como um susto que se teme antes de haver o susto,
pois confundiu-me a grandeza de coisa tão delicada
e histórias terríveis se projetaram na duração do temor.
Mas como o que há de importante está mais abaixo,
- como na vida dos que habitam o escuro da terra-,
pude ver algo que só podia ser visto se encoberto.
E, assim, percebido tão somente a partir do mistério,
o ser-amor irrestrito amava cada uma de todas as células
e me fazia amá-las de um amor igual.
Mesmo no medo, ali estava.
Maior, vivo e batendo,
no vigor de sua promessa de ser...
enquanto houver amor, e ele sempre haverá.
Por: Helen Petry
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
APRENDIZADO
APRENDIZADO
Todos os
dias, me proporciono a conhecer uma coisa nova.
Todos os
dias, me desafio a ser feliz!Todos os dias, escolho viver.
Todos os dias, sonho e medito.
Todos os dias, reflito sobre o meu ser...
Todos os dias, sinto gratidão em ter nascido nesta família.
Todos os dias, agradeço e cativo às boas amizades.
Todos os dias, contemplo um pouco da natureza.
Todos os dias, reverencio e sinto devoção por Deus.
Todos os dias, eu vejo, eu imagino e eu sinto!
Todos os dias, vivencio dificuldades.
Todos os dias, presencio julgamentos.
Todos os dias, sinto COMPAIXÃO, por não ser mais quem eu era ontem.
Todos os dias, quero amar.
SIMPLES ASSIM!
Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza
Foto: Parque Ipanema - Ipatinga/Minas Gerais/Brasil
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
PONTO FINAL
PONTO FINAL
Chega de
suposições e esperanças torpes...
Esquecimentos
voluntários são necessários!Presa em não sei o quê?
Sem razão e sem sentido...
Cansei deste sentimento
Que maltrata e atormenta,
Que absolve o melhor de mim...
Chega de fugas paliativas!
Não gosto de esparadrapos
Curo com saliva e magia!
Estou cega e com raiva
Mas, lúcida e cristalina.
É que a raiva movimenta o mundo
E a minha andou adormecida.
Decidi mostrar as garras para a vida!
Não quero o medo de sentir raiva
E me frustrar em tristeza.
Sempre fui puro instinto
E o selvagem não se domestica...
Não serei prisioneira de mim mesma
É inadmissivel tamanha insanidade.
Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza
AMOR
AMOR
Ao alvorecer lembro-me de ti...
Minha energia vital está baixaAndo me esforçando muito.
Em uma disputa de cabo de guerra
Entre a consciência e o inconsciente.
Olhei para o meu lado obscuro e sinto compaixão
Olho para a luz e sinto amorosidade.
Sei que este cansaço advém da luta...
Já me entreguei e deixei fluir,
Fui ao sentido oposto do desejo
Porque sei que o ego apenas quer.
Olho ao redor e sinto todas as oportunidades...
Sinto falta e desejo muito,
O coração está em carne viva
E os pensamentos no ritmo de música celta...
A raiva oprimida pelo medo...
Talvez seja o momento de surtar,
Perder a sensatez
E colher os frutos da loucura.
Ir de encontro ao que me consome
Mesmo que dê tudo certo ou tudo errado
Não quero mais sentir este cansaço...
Por:
Lucileyma Rocha Louzada Carazza
DIA CINZA
DIA CINZA
O Coração sangra,
e um riso desmaia na face
enquanto a última estrela da noite...
se despede da solidão
e o vento sopra baixinho um dia sem luz.
Hoje não tem alegria na feira
nenhuma poesia dirá pra ser feliz
não estou disponível pra sorrir
nem tampouco pra chorar.
Nem mágoa nem trégua
sem graça nem desgraça
e alérgico às pequenas coisas
sigo indiferente às rosas
nem cultivo espinhos,
um jardim sem primavera..
A Felicidade sabe meu nome de batismo,
mas insiste em me chamar pela alcunha de poeta
as vezes respondo, outras finjo que não conheço
Cartola e Bilie Holiday sabem do que estou falando.
Estou circo sem palhaço
e suas mãos de trapézio despedem-se dos meus abraços.
Da cartola, um dia sem magia
se equilibra no horizonte
e os pardais ensaiam um blues da melancolia.
Nem garoa nem tempestade
nem preto nem branco
E o sol, indisposto, falta ao compromisso
enquanto uma manhã cinzenta cavalga no céu azul
e fotografias velhas saúdam lágrimas novas.
Meio dormindo
meio acordado
meu corpo é apenas o pijama da alma
um fantasma do passado.
Menino assustado com noites mal dormidas
ando pela rua descaminhando o cotidiano
enquanto lembranças mortas assombram o futuro.
Nem palavrão
nem palavrinha
não leio cartas nem bilhetes
o grito varre o silêncio
para debaixo do tapete
enquanto a poeira se impregna de sorrisos magros.
Nem paz
nem guerra,
apenas um dia triste
Sergio Vaz
O Coração sangra,
e um riso desmaia na face
enquanto a última estrela da noite...
se despede da solidão
e o vento sopra baixinho um dia sem luz.
Hoje não tem alegria na feira
nenhuma poesia dirá pra ser feliz
não estou disponível pra sorrir
nem tampouco pra chorar.
Nem mágoa nem trégua
sem graça nem desgraça
e alérgico às pequenas coisas
sigo indiferente às rosas
nem cultivo espinhos,
um jardim sem primavera..
A Felicidade sabe meu nome de batismo,
mas insiste em me chamar pela alcunha de poeta
as vezes respondo, outras finjo que não conheço
Cartola e Bilie Holiday sabem do que estou falando.
Estou circo sem palhaço
e suas mãos de trapézio despedem-se dos meus abraços.
Da cartola, um dia sem magia
se equilibra no horizonte
e os pardais ensaiam um blues da melancolia.
Nem garoa nem tempestade
nem preto nem branco
E o sol, indisposto, falta ao compromisso
enquanto uma manhã cinzenta cavalga no céu azul
e fotografias velhas saúdam lágrimas novas.
Meio dormindo
meio acordado
meu corpo é apenas o pijama da alma
um fantasma do passado.
Menino assustado com noites mal dormidas
ando pela rua descaminhando o cotidiano
enquanto lembranças mortas assombram o futuro.
Nem palavrão
nem palavrinha
não leio cartas nem bilhetes
o grito varre o silêncio
para debaixo do tapete
enquanto a poeira se impregna de sorrisos magros.
Nem paz
nem guerra,
apenas um dia triste
Sergio Vaz
sábado, 30 de novembro de 2013
SIMPLESMENTE AMO
SIMPLESMENTE
AMO
Simples assim! Assumo este sentimento...
Que me fez crescer, sonhar,Que me aprisiona e me liberta.
Que está aqui comigo no presente.
Você foi minha lição, eu tive que aprender.
Na dúvida insistimos e na certeza decidimos.
Não tenho mais dúvidas!
Meu cérebro tornou-se uma tormenta,
O coração vive apertado e o instinto deseja.
Penso que de nada me valeu:
Os sentimentos, a aprendizagem, toda fé e terapia.
De todo negativismo, sinto que é apenas o meu ego,
Insistindo em me deixar triste...
Ainda não estou pronta e muito menos livre.
Estou presa a um sentimento único, nobre e meu!
É tão bom amar assim e ao mesmo tempo tão difícil.
Meu coração não está congelado, mas não está aberto.
Cansei dos romances Shakespearianos
E da morbidade de Augusto dos Anjos.
Não quero mais me espelhar neles...
Olho para as versos do RAPPA e do SOJA,
Que são leves e fluem como as ondas do mar.
Se não existe um encaixe perfeito
Sinto meus chacras alinhados e vibrando em cores.
Vejo o infinito em fogos de artifícios
Entregue às aventuras do UNIVERSO!
Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
SOMOS TODOS UM
SOMOS TODOS
UM
Somos explosões de sentimentos,
Somos a falta de amor,Somos aquilo que negamos,
Somos mascarados inflados,
Somos palavras descabidas,
Somos a melancolia na tristeza,
Somos a ansiedade em ataques cardíacos,
Somos os livros que não conseguimos ler,
Somos julgadores, algozes e vítimas,
Somos o que não queremos escutar,
Somos os defeitos que apontamos no outro,
Somos o barulho constante,
Somos a solidão em multidões,
Somos aquilo que recusamos a apreender,
Somos o medo acumulando desejos,
Somos a insônia que grita na madrugada,
Somos a ira pirracenta,
Somos a raiva que cega,
Somos a asma que sufoca,
Somos enxaquecas atormentadas,
Somos bipolares gritando por liberdade,
Somos expectativas frustradas,
Somos os perfeitinhos,
Somos os inteligentes racionais,
Somos os sete pecados capitais,
Somos os vícios em fugas permanentes,
Somos demônios nas trevas,
Somos mortos vivos,
Somos o ter...
Somos enfermos na Terra!
SOMOS TODOS UM em um processo evolutivo.
Obrigue-se e transcenda!
Por:
Lucileyma Rocha Louzada Carazza
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
ACEITE AS LÁGRIMAS COM ALEGRIA, ELAS SÃO UMA ORAÇÃO
ACEITE AS LÁGRIMAS COM ALEGRIA, ELAS SÃO UMA ORAÇÃO
Nunca tenha medo das lágrimas. A assim chamada civilização fez você temer muito as lágrimas. Isso criou uma espécie de culpa em você. Quando as lágrimas chegam você começa a se sentir emb...araçado. Você começa a sentir, “O que os outros irão pensar? Sou um homem e estou chorando! Isso parece tão feminino e infantil. Isso não devia ser assim”. Você bloqueia essas lágrimas... e você mata algo que estava crescendo em você.
As lágrimas são muito mais belas do que qualquer coisa que você tenha, porque as lágrimas procedem do transbordamento do seu ser. Lágrimas não são necessariamente de tristeza; às vezes elas resultam de grande alegria e às vezes resultam de uma grande paz e às vezes do êxtase e do amor. De fato, elas não têm nada a ver com tristeza ou com felicidade. Qualquer coisa que agita demasiadamente seu coração, qualquer coisa que se apossa de você, qualquer coisa que é demais, que você não tem como conter e isso começa a transbordar; isso traz lágrimas.
Aceite-as com grande alegria, desfrute-as, alimente-as, dê a elas boas vindas, e através das lágrimas você saberá como orar. Através das lágrimas você saberá como ver. Olhos cheios de lágrimas são capazes de enxergar a beleza da vida e as bênçãos dela.
- Osho, Extraído de: The Diamond SutraVer mais
Nunca tenha medo das lágrimas. A assim chamada civilização fez você temer muito as lágrimas. Isso criou uma espécie de culpa em você. Quando as lágrimas chegam você começa a se sentir emb...araçado. Você começa a sentir, “O que os outros irão pensar? Sou um homem e estou chorando! Isso parece tão feminino e infantil. Isso não devia ser assim”. Você bloqueia essas lágrimas... e você mata algo que estava crescendo em você.
As lágrimas são muito mais belas do que qualquer coisa que você tenha, porque as lágrimas procedem do transbordamento do seu ser. Lágrimas não são necessariamente de tristeza; às vezes elas resultam de grande alegria e às vezes resultam de uma grande paz e às vezes do êxtase e do amor. De fato, elas não têm nada a ver com tristeza ou com felicidade. Qualquer coisa que agita demasiadamente seu coração, qualquer coisa que se apossa de você, qualquer coisa que é demais, que você não tem como conter e isso começa a transbordar; isso traz lágrimas.
Aceite-as com grande alegria, desfrute-as, alimente-as, dê a elas boas vindas, e através das lágrimas você saberá como orar. Através das lágrimas você saberá como ver. Olhos cheios de lágrimas são capazes de enxergar a beleza da vida e as bênçãos dela.
- Osho, Extraído de: The Diamond SutraVer mais
MULHERES
MULHERES
Não somos jardins, somos Florestas virgens!
Devotas da Grande Mãe Natureza,Saímos da costela de Adão
E somos filhas do grande Pai do Universo.
Somos puro instinto, geramos e alimentamos a vida!
Nossa energia vital vem do Ventre,
Mas, nunca abandonamos o coração!
Não conquistamos, somos conquistadas!
Em equilíbrio somos “Deusas Sujas”,
Em nossa melhor gargalhada
E em desequilíbrio somos as trevas,
Porém, não nos entregamos à morte,
Renascemos das cinzas, pois somos guerreiras.
Somos a vitalidade e a virtude.
Somos as fases da Lua e das marés...
Reverenciamos os elementos: Água, fogo, ar e Terra.
Somos ciclos intermináveis de vida e sabedoria.
Pecadoras do Jardim do Éden
E Santas sagradas em compaixão e misericórdia.
Vivemos com emoção
Pois, possuímos ciclos mensais próprios.
Somos a liberdade ao encontro da Paz.
Somos várias frações complexas e intensas...
Somos o sexto sentido
Muitas vezes incompreendidas e tantas outras admiradas.
Não importa o que somos, e sim, quem somos!
Somos solos sagrados férteis e nunca terrenos baldios.
Somos a Justiça, a verdade, a vida e a liberdade!
Somos força, determinação, fragilidade, fertilidade e sensibilidade.
Seguimos os princípios de nossas frações
Não nos entregamos às paixões, porque somos a própria.
Somos tudo ou nada e esta tudo bem assim.
Pobre da mulher que sai do papel de geradora para o de provedora,
Que se perde e se torna um Zumbi.
Por:
Lucileyma Rocha Louzada Carazza
domingo, 24 de novembro de 2013
Flor de Lótus
A
lótus púrpura é conhecido como o lótus
místico, representada apenas em algumas seitas esotéricas budistas. Pode ser
representado de diversas maneiras, podendo estar em botão ou com as pétalas
abertas. Ele pode estar sustentado por uma única haste, uma haste tripla, que
simboliza as três partes do Garbhadhatu (que são Vairocana, lótus e vajra), ou
uma haste quíntuplo que simboliza os cinco conhecimentos de Vajradhatu.
As
oito pétalas novamente simbolizam o Nobre Caminho Óctuplo, um dos principais
ensinamentos do Buda e também as oito principais divindades dos mandalas. As
flores de lótus roxas também podem estar representadas sobre uma bandeja ou um
copo como um símbolo de homenagem.
A
lótus branca simboliza um corpo
puro, mente e espírito, juntamente com a perfeição espiritual e uma pacificação
da própria natureza. A flor de lótus normalmente tem oito pétalas, o que
corresponde ao Nobre Caminho Óctuplo. É o lótus branco que se encontra no
centro da Mandala Garbhadhatu, representando o embrião do mundo. O lótus branco
é considerado o lótus dos Budas (mas não o próprio Buda) por causa do
simbolismo acima referido associado a ele.
A
lótus azul simboliza a vitória do
espírito sobre os próprios sentidos materiais. Também simboliza a sabedoria, o
conhecimento e a inteligência. É sempre representado como um broto parcialmente
aberta – o que significa que o conhecimento jamais acaba e que deve ser
contínuo. Ao contrário do lótus vermelho, seu núcleo nunca é visto. É o lótus
de Manjusri, e também um dos atributos de Paratacamita, a personificação da
“perfeição da sabedoria”.
A lótus vermelha simboliza a natureza original do coração. É o símbolo do amor, compaixão, paixão e outras emoções associadas ao coração. O lótus vermelho é geralmente representado com suas pétalas abertas, simbolizando a beleza e a doação de um coração. Também está associado a Avalokitesvara, O Buda da Compaixão.
A lótus vermelha simboliza a natureza original do coração. É o símbolo do amor, compaixão, paixão e outras emoções associadas ao coração. O lótus vermelho é geralmente representado com suas pétalas abertas, simbolizando a beleza e a doação de um coração. Também está associado a Avalokitesvara, O Buda da Compaixão.
A
lótus rosa é o lótus supremo e é
frequentemente associado com a mais alta divindade, ou seja, o próprio Buda.
Embora muitas vezes confundida com a lótus branco, que geralmente é usado para
outras divindades, é a flor de Lótus da cor rosa que simboliza o verdadeiro
Buda.
Embora
a lótus amarela não esteja entre as
cores escolhidas pelo budismo, não podemos negar que também são muito belas.
Amarelo é a cor do sol, da energia, da felicidade. É uma cor brilhante, alegre,
que simboliza o luxo – é como estar em festa a cada dia e também associada com
a parte intelectual da mente e a expressão de nossos pensamentos.
CANSEI
CANSEI
Tanto, que resolvi tomar uma atitude:
Decidi libertar todas as chagas da minha alma.Optei em deixar o fluxo seguir adiante,
Não quero mais sustentar rótulos e opiniões.
Jamais abrirei mão da minha essência por medo.
Serei sempre amorosa!
Mesmo que ninguém compreenda,
Mesmo que me sinta uma idiota.
É que o desconforto da amorosidade
É muito menor que o da guerra,
Da vaidade, do ciúme, da maledicência e da ira.
O tal do julgamento abandonei em água podre
Para que ele se transforme em Flor de Lótus.
Troquei a ansiedade pela paciência.
Serei gentil dentro do impossível,
Amiga, acolhedora e semearei corações.
Os obstáculos serão apenas dificuldades momentâneas
Abdico das reclamações, insatisfações e frustrações.
Reverencio as dificuldades
Acolho a minha dor e o aprendizado
Perdoo as minhas falhas,
Revejo o padrão e recomeço.
Decidi parar de querer porque eu sou
Centelha divina disposta a amar.
Por:
Lucileyma Rocha Louzada Carazza
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Uma carta de uma mulher bonita e solitária para ela mesma.
Uma carta de uma mulher bonita e solitária para ela
mesma.
“Querido diário,
Os dias parecem ser todos iguais. Um cara depois do
outro. Eu acho que eu deveria me considerar sortuda, mas ao mesmo tempo é frustrante
ser eu mesma.
Meu chefe está flertando comigo; de novo. Estou
começando a me sentir desconfortável. Ele vem ao meu escritório sem nenhuma
razão e finge que está me contando algum “segredo” da empresa. É tão óbvio o
que ele realmente quer. É igual quando eu estou em uma loja e algum cara chega
fingindo que está procurando algo pra comprar (e que nenhum deles nunca compra)
só pra ficar de olho em mim. Esses caras não fazem a mínima ideia.
Hoje à noite finalmente saí com o Brian. Eu estava
tão entusiasmada. Ele parecia realmente legal no começo, mas aí, tudo começou a
acontecer do mesmo jeito. ARGH! Eles simplesmente não entendem. Era como se
tudo que ele fizesse fosse pra me impressionar, desde ter certeza de que eu
gostei do restaurante (o horário, a mesa e até mesmo o lugar que ele
estacionou), até a comida era a que eu gosto, para que ele não pedisse algo PRA
ELE MESMO, que eu não gostasse. Parecia que eu ele estava pedindo pra mim, e
não pra ele!
Isso meio que me fez me sentir triste, porque ele
realmente parecia ser legal, mas falta aquela coisa nele. Parece quem nenhum
desses caras tem aquilo que minha velha paixão, o James, tinha. É engraçado,
porque o James não era exatamente o cara mais bonito por aí, e com certeza não
era modesto, mas havia algo mágico na maneira como ele vivia. Era como se ele
não se preocupasse com nada. Eu ainda consigo me sentir do mesmo jeito quando
eu penso nele.
Se ele me ligasse hoje à noite tudo seria perfeito!
Mas, sei que ele não vai, então, vou
parar de sonhar agora.
Percebi que só UM desses caras que eu conheci
ultimamente me fez feliz. Os presentes, as flores e jantares são legais (o Yate
do Steve é incrível!), mas, nenhum deles me faz sentir como eu me sentia quando
estava com ele. Era tão excitante. Eu nunca sabia o que ia acontecer.
Acho que é melhor ganhar comida e vinho caro do que
ficar em casa sentada pensando no velho James, mas na verdade, não há nada de
especial em saber que um cara qualquer, vai fazer tudo que eu quiser e me dar
tudo que eu pedir, achando que isso, vai fazer com que eu o queira.
Onde, ONDE está o homem que consegue me fazer
sentir daquele jeito de novo? E será que seria o mesmo? Eu receio que não. Eu
simplesmente não consigo parar de pensar nele o tempo todo.
Eu queria tanto só poder esquecê-lo e ser feliz com
um desses caras legais que eu sempre conheço. Faria minha mãe tão feliz! Mas
eles simplesmente não entendem! O que uma garota pode fazer”?
Por: autor desconhecido –
Obs.: Um presente de um amigo que ainda não quer se
identificar. quinta-feira, 21 de novembro de 2013
DELICIAS E GOSTOSURAS
DELICIAS E
GOSTOSURAS
Vire e mexe me perco em ciclos
Enlouqueço e saio do meu normal.Perco os sentidos me isolo
Mergulho em vales sombrios
Oscilo entre a luz e as trevas
Entre o céu e o purgatório.
Julgo e caio em julgamentos,
Chego à exaustão e morro.
Ainda estou no caminho
Tudo que li e aprendi, senti e vivenciei,
Não me confortam.
A atitude não condiz com o discurso!
Sinto raiva, frustro e deprimo...
Perco a Fé em mim e quero morrer.
Respiro com dificuldade e luto
Quero sair deste estágio...
Rogo pelo equilíbrio,
Ressurjo com a coragem de um sobrevivente,
Com muita persistência não desisto
Sei que sou uma alma muito antiga.
Disposta a aprender e a buscar...
Com a ajuda de Semeadores de corações
Retorno à realidade e sinto gratidão,
Foi apenas mais um golpe do velho “ego”.
Percebo que posso ser feliz “apesar de”...
Mergulho na balada do reggae,
No balanço do mar entre tempestades, calmarias e secas.
Tudo esta bem assim é o ciclo da vida.
Foi apenas mais um aprendizado
E como todo aprendiz, deparo com dificuldades.
Quero superar livre de frustrações e tristezas
É uma entrega não uma desistência.
A loucura faz parte do humano
E a superação é a meta.
Em um terreno vazio posso fertilizar...
Volto para as cascatas de luz
Para os vales enluarados
Em meio à relva entre aninais,
Seres imaginários e interplanetários.
Não dá para fugir de “quem” somos...
Liberto e deixo ir porque quero FLUIR!
Prisões e mortes fazem parte,
Assim como a liberdade e a vida.
Tudo tem o seu tempo e lugar
E este é um recomeço de muita LUZ.
Seja bem-vinda VIDA!
Por:
Lucileyma Rocha Louzada Carazza
ENCONTRO
ENCONTRO
Escrevi caligrafia,
Mas era cartoon ou caricatura.Não conduzimos ou manipulamos,
Somos intuídas pela generosidade do Universo,
Pela simplicidade e vida!
E mais leves a cada dia,
Vamos nos elevando....
Por: Juliana, Bruna e Lucileyma
Arte: Lorenzo (presente exclusivo para Mulheres que
correm com lobos)
Gratidão! Namastê!
- flaviosiqueira.com
A vinda não é linear. É pontuada por "altos" e "baixos", há curvas no caminho, momentos que parecem desconexão. Mas é assim que não nos tornamos embriagados em nós mesmos, perdidos na longa e eterna reta que distrai, que nos impede de exper...imentar as diversas estações da existência e aprendermos a escolher pela felicidade, apesar dos pesares.
Ser feliz não é a certeza de que tudo será como quero, mas a paz em saber que, mesmo quando os ventos mudam, o dia acaba, a chuva começa e a madrugada parece longa de mais, posso me aquietar, ouvir, perceber que nada acontece por acaso, que há presentes de amor até no meio das tragédias, que, se eu deixar, posso usar todos os acontecimentos como ferramentas para me tornar alguém melhor. - flaviosiqueira.com
Ser feliz não é a certeza de que tudo será como quero, mas a paz em saber que, mesmo quando os ventos mudam, o dia acaba, a chuva começa e a madrugada parece longa de mais, posso me aquietar, ouvir, perceber que nada acontece por acaso, que há presentes de amor até no meio das tragédias, que, se eu deixar, posso usar todos os acontecimentos como ferramentas para me tornar alguém melhor. - flaviosiqueira.com
Esse é o mundo da relatividade. Somos assim, relativos, vivendo entre o sentimento de que somos eternos e a constatação da finitude do corpo, portadores da chama do bem e da sombra do mal, divididos entre o agora e o que foi, fixados no que será, ainda que tudo só aconteça no agora.
Expostos aos opostos, habitados pela fé e pelo medo, casa de Deus e portadores de milhões de desejos, amantes que o...deiam, caminhantes, buscadores, sedentos que se recusam a beber, perdidos que não querem voltar para casa. Sendo assim, até que ponto a felicidade é plena e existe realmente? Sim, a felicidade é plena. Sempre é.
Ela ocupa todos os espaços, ainda que conviva com a relatividade, ainda que, nela, caiba pontuações de tristezas, de questionamentos, de dúvidas, de dor. Felicidade não é alienação. Não depende de acontecimentos, não se desvia dos confrontos naturais e presentes na relatividade de existir nesse tempo, nesse corpo, nessa vida.
Estar alegre não é ser feliz. Experimentar tristeza, não é infelicidade.
Ser feliz tem a ver com a capacidade de manter-se grato, consciente do milagre de estar vivo, atento às dinâmicas da vida que não cessam, não param, não poupam ninguém. É saber que alegria plena, linear, constante, nos embriagaria.
Felicidade é viver cada dia sua própria porção, aprendendo a projetar significado no caminho, nem bem, nem mal, nem benção, nem tragédia, acontecimentos que ensinam a não depender de alegrias, mas fixar-se na dimensão da felicidade. Ser feliz é ser.
É viver consciente de que não sabemos ao certo o que é bom e mau e, exatamente por isso, caminharemos entre os acontecimentos silenciosamente, pacificados, reverentes, atentos para as lições de cada um, de cada dia, de cada instante, de cada frame. A vida só é possível na dimensão da felicidade.
Só uma pessoa feliz é capaz de enxergar do que as coisas são feitas, do que realmente precisa, o que de fato faz diferença e, por isso, não corre desmensuradamente atrás de "alegrias" ainda que as tenha, ainda que uma vida sem alegrias seria morte, ainda assim, as recebe com naturalidade sem tornar-se refém de esteriótipos.
Ser feliz é saber lidar com as tristezas desse tempo, consciente que é justamente a plenitude da felicidade que nos dá forças para enfrentar e passar o dia mau, os labirintos, as dores de ser em um corpo finito, de existir em meio a tantas contradições, entrar no túnel escuro, sentir medo, querer parar, mas continuar e sair do outro lado, mais forte, mais consciente, em paz, feliz. - flaviosiqueira.com
Expostos aos opostos, habitados pela fé e pelo medo, casa de Deus e portadores de milhões de desejos, amantes que o...deiam, caminhantes, buscadores, sedentos que se recusam a beber, perdidos que não querem voltar para casa. Sendo assim, até que ponto a felicidade é plena e existe realmente? Sim, a felicidade é plena. Sempre é.
Ela ocupa todos os espaços, ainda que conviva com a relatividade, ainda que, nela, caiba pontuações de tristezas, de questionamentos, de dúvidas, de dor. Felicidade não é alienação. Não depende de acontecimentos, não se desvia dos confrontos naturais e presentes na relatividade de existir nesse tempo, nesse corpo, nessa vida.
Estar alegre não é ser feliz. Experimentar tristeza, não é infelicidade.
Ser feliz tem a ver com a capacidade de manter-se grato, consciente do milagre de estar vivo, atento às dinâmicas da vida que não cessam, não param, não poupam ninguém. É saber que alegria plena, linear, constante, nos embriagaria.
Felicidade é viver cada dia sua própria porção, aprendendo a projetar significado no caminho, nem bem, nem mal, nem benção, nem tragédia, acontecimentos que ensinam a não depender de alegrias, mas fixar-se na dimensão da felicidade. Ser feliz é ser.
É viver consciente de que não sabemos ao certo o que é bom e mau e, exatamente por isso, caminharemos entre os acontecimentos silenciosamente, pacificados, reverentes, atentos para as lições de cada um, de cada dia, de cada instante, de cada frame. A vida só é possível na dimensão da felicidade.
Só uma pessoa feliz é capaz de enxergar do que as coisas são feitas, do que realmente precisa, o que de fato faz diferença e, por isso, não corre desmensuradamente atrás de "alegrias" ainda que as tenha, ainda que uma vida sem alegrias seria morte, ainda assim, as recebe com naturalidade sem tornar-se refém de esteriótipos.
Ser feliz é saber lidar com as tristezas desse tempo, consciente que é justamente a plenitude da felicidade que nos dá forças para enfrentar e passar o dia mau, os labirintos, as dores de ser em um corpo finito, de existir em meio a tantas contradições, entrar no túnel escuro, sentir medo, querer parar, mas continuar e sair do outro lado, mais forte, mais consciente, em paz, feliz. - flaviosiqueira.com
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
ILUSÃO
ILUSÃO
Cada olhar um relfexo
Um julgamento de realidadeQue pode ser real ou não.
Em um mundo caótico no salve-se quem puder,
Onde o ter é o SER real em uma irrealidade.
Todos felizes com alucinógenos
Voltados para o materialismo exacerbado
Com esparadrapos na alma e na visão.
Não quero julgar e me aprisionar...
Vivo entre a compaixão e a raiva
Com a sensação de vazio que corta o coração...
Gostaria de ser precurssora da alegria,
Mas vivo com um pé aqui e outro acolá.
A bipolaridade faz parte da vida
E as escolhas, o arbítrio a se praticar.
Um sorriso vago conquista o mundo
E uma lágrima dotada de sentimento afasta.
Libertar dos julgamentos e da culpa,
Seria um grande passo nesta realidade tosca.
Troco emoções e pensamentos por atitude!
Existe um medo mediocre,
Um desejo corrosivo e aprisionador.
A alegria é superfial e irritante
A intesidade, para não dizer tristeza,
Consome muita energia e tempo...
O meio me parece muito vazio e insoso.
A alegria seria a PUTA na zona!
A intensidade a SANTA no convento!
O meio seria esta pessoa perdida entre cosmos.
Às vezes PUTA, outras vezes SANTA e tantas outras apenas um SER.
Talvez esta questão não seja única e exclusiva.
Talvez seja apenas uma turbulência em um ciclo.
Cada centelha possui o bem e o mal enrraizado.
No bem existe o mal, assim como: no mal existe o bem.
O mesmo ocorre com a alegria e a tristeza!
A atitude é o que define quem você é!
O resto é apenas o resto dotado de julgamentos,
Dos quais não lhe dizem respeito...
Não se preocupe apenas VIVA. Liberte-se!
Por: Lucileyma Rocha Louzada
Carazza
QUANDO
QUANDO
Não se há nada a fazer,
A não ser aceitar e suportar um sentimento
Na esperança de que tudo vai passar.
Talvez seja uma obcessão de vivo,
Uma pirraça de adulto,
Uma insatisfação carmica,
Uma carência afetiva aguda...
Só sei que perssiste tudo na alma
E esta tudo aqui comigo.
Não sei mais o que fazer
Posso me entregar ou lutar.
Lutar siginifica remexer e colocar para fora,
E entregar acolher a dor e me responsabilizar.
Decido me acolher já que sou a responsável.
Não estou desistindo, quero apenas descansar.
É que me perco e me considero fraca
Achando que este sentimento é pequeno
Perante as adversidades da vida.
Talvez seja, mas quem carrega uma dor
É que de fato sabe o tamanho dela.
Decidi não me desprezar mais
Não colocar um esparadrapo
Não buscar distrações...
Ainda preciso estar aqui por enquanto
Em um estágio de amorosidade,
Compaixão e de dedicação pelo meu ser.
Só sei que esta sementinha chamada amor
Há de prosperar, crescer e mutiplicar.
Tudo depende exclusivamente de mim
E que assim seja.
Por: Lucileyma Rocha Louzada
Carazza
“Eu
tenho dito que o relacionamento é a grande universidade da vida. Mas, o ponto
central desse curso é aprender a se relacionar sem se perder. É estar com o
outro sem se deixar consumir por ele; sem se deixar escravizar por ele - e sem
querer escravizá-lo. Há que se ter coragem para ser livre e para romper com os
cordões da codependência.”
Sri Prem Baba
terça-feira, 19 de novembro de 2013
SIMPLES
SIMPLES
Ego porque te sigo ego!
Quanto mais me afasto,Mas contemplo a simplicidade da vida.
Caminhar em campos rupestres,
No cerrado entrelaçado de cachoeiras
E enamorar-se com a Lua.
O encontro nunca almejado
Onde possibilidades apontavam para o descaso.
Em reverência com a generosidade do Universo,
Me reviro do avesso e sinto compaixão.
Me entrego sem escolhas em estado contemplativo.
Não manipulo e abro mão de exigências.
Vivo experiências mágicas,
Acolho o desgosto e a dor,
Aceito o que não tinha que ser
E abro mão dos julgamentos.
Sinto que tudo é muito simples
Basta apenas optar em ser feliz,
Assumir as escolhas e viver.
Com um coração liberto sinto GRATIDÃO.
Há muito tempo não sentia esta liberdade...
Liberdade de alma que pacifica o coração.
Liberdade de vida e de crenças.
Acredito que as preces foram alcançadas,
Sinto-me plena, realizada e em equilíbrio.
Não sinto mais medo!
Preciso apenas acostumar com esta “vibe”
Foi um grande aprendizado
Um marco importante
Nesta antiga história de vida e renascimento.
Por: Lucileyma Rocha Louzada
Carazza
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
LIMITAÇÃO
LIMITAÇÃO
Tudo é como deveria ser. Relacionamentos integrais
de fato são indigestos e o apego é a destruição do equilíbrio.
Se possuíssemos discernimento suficiente apenas
para aceitar que tudo está como deveria ser. Que tudo aconteceu porque
precisava acontecer, seriamos seres humanos dispostos e livres.
É que a sociedade nos pressiona e criamos máscaras,
defesas, opiniões, armadilhas, e o pior: nos limitamos. Olha a loucura: culpar
a sociedade e não responsabilizar por aquilo que de fato eu sou.
Dói muito sentir, que a minha dor foi eu mesma que
criei. Quando a ficha caiu, não intelectualmente, mas sim, quando reagi com o
coração; é que percebi o quanto sou torpe e tola. Porque gastei muita energia
presa há um instante que não volta mais. Esta é a minha prisão. Estar presa em
algum acontecimento do passado, ou do futuro, sem vivenciar o presente é criar
expectativas não correspondidas, ou seja, uma frustração.
É ridículo descobrir que uma mulher livre em todos
os aspectos, se aprisiona, sem uma prisão de fato, sem ter cometido crime
algum...
Passei a me enxergar como uma pessoa bipolar.
Porque eu tinha tudo para ser feliz e me apegava à tristeza. Eu queria porque
queria estar triste custe o que custar. Fiz uma analogia e percebi que sou como
o tempo. Onde nem todos os dias são de sol e nem todos os dias são de chuva e
esta tudo bem assim.
É difícil dizer, praticar e viver em amorosidade. Vivenciar
cada minuto com o coração, aceitar todas as conquistas, decepções e me
responsabilizar por elas.
De vez e sempre me apego a um momento e quero
revivê-lo sempre. Mas aquele momento foi apenas àquele instante e nunca mais
será o mesmo, independente do esforço
aplicado para ter aquela sensação. Deixo de viver o resto do mundo em minha
volta em virtude de uma fixação, porque criei uma expectativa de felicidade de
um momento passado, e com isto, vivo melancólica, ressentida e sem experimentar
outros momentos, que podem ser mais deliciosos, ou não. Olha o tamanho da
burrice da pessoa.
Eu fui a maior sabotadora da minha vida, com atenuantes:
Me obrigo a ser feliz e tenho a necessidade de
tirar toda a sujeira dos meus olhos. Me proponho a quebrar todo orgulho,
egoísmo e a inveja existente no meu ser. Me disponho a libertar todas as máscaras
existente em mim. Estou alerta a todos
os espelhos e a tudo que o Mundo me proporciona. Me perdoo todos os dias, sinto
gratidão e reverencio toda a caminhada.
Diante da perfeição ou da imperfeição, sou apenas
um ser bipolar na luta constante de caminhar entre os meios, com sede de VIDA e libertações.
Por:
Lucileyma Rocha Louzada Carazza
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