quarta-feira, 13 de abril de 2011

Sobre o livre arbítrio

” O livre arbítrio existe no estágio em que estamos, presos em nossos pensamentos e ilusões, sofrendo as repetições que nós próprios criamos. Nesse estágio temos a opção da liberdade, entre nossa compulsão e seguir as leis do Universo, ou de Deus, como preferir.

Quando tomamos consciência, passamos a não ter mais opção, o livre arbítrio desaparece, pois saímos da sansara de compulsões e passamos a ser responsáveis – responsáveis por TUDO o que nos acontece. Aí, o que nos resta é seguir a Lei, o que, para o que nossa mente consegue alcançar hoje, é uma prisão, mas em verdade, é a forma mais livre, pois reféns estamos agora de nossas idiossincrasias. Na consciência só existe o caminho do Amor.

A liberdade está na submissão.”

Por: Paula Jácome - http://chaentreamigas.com.br/?p=3472

Obs.: Uma brilhante reflexão extraído de um momento de aprendizado!

Libertação




Com a finalidade de restabelecer sua verdadeira natureza, você deve adotar o seguinte: abandone a pessoa ou as pessoas que você espera que realizem sua vida e de quem ao mesmo tempo se ressente por esse mesmo fato.
Logo que você liberta o medo e a raiva, imediatamente abre espaço para os bons sentimentos.

Agarramos a sentimentos negativos porque temos medo dos sentimentos positivos.

Vivendo uma vida paliativa de fuga em vez de criar uma vida que se desenvolva plena de experiência e prazer positivos. Sua meta é evitar a ameaça da expressão de seus sentimentos negativos porque eles impediram que você obtivesse de outros tudo o que na verdade deve obter de você mesmo. Você põe a sua salvação nos outros, mas ela jamais pode vir através deles.

Em princípio, o que você quer, pode ser de fato bom e de acordo com seu direito. Mas ao usar uma corrente de pressão oculta, emocional, você sai por aí em busca de satisfação de mo errado e não concedendo à outra pessoa a mesma liberdade que quer para você mesmo. Você não dá a outra pessoa o direito de escolher livremente a quem aceitar e amar ou o direito de não ser rejeitada e odiada por afirmar essa liberdade. Você nem sequer dá ao outro o direito de estar errado sem ser odiado e totalmente negado. Esta é uma liberdade que você deseja, e muito, para você mesmo, e se ressente profundamente quando os outros a negam a você. Você é incapaz de defender-se adequadamente em tais casos apenas porque em certos níveis emocionais não concede essa mesma liberdade aos outros. Se observar com atenção, você verá que esta é uma verdade. E ao fazer isso, seu senso de justiça e de objetividade o ajudará a soltar-se daquilo a que se agarra tão desesperadamente, mesmo quando emocionalmente ainda acredita que sua vida está na dependência de conseguir que o outro sinta e faça como você quer.
Acho que vou mudar de profissão.

Fonte: O caminho da autotransformação.

Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza

Círculo vicioso




Quando você não sabe que tudo no universo já existe e que pode manifestar tudo o que necessita em sua própria vida, você se sente dependente de uma força externa ou autoridade para todos os seus desejos e necessidades.

Quanto mais irrealizada é, mais urgente ela se torna. E quanto mais urgente, maior a sua dependência, a sua esperança e mais frenéticas as suas tentativas de agradar o outro que supostamente deve satisfazer necessidade.

Então você se desespera e quanto mais você tenta, menos preenche suas necessidades exatamente porque suas tentativas são irrealistas. Você se desespera porque em sua premência de ter sua necessidade satisfeita chega trair a você mesmo, a sua verdade e o melhor que há em você.

Assim, o círculo vicioso continua. A frustração continua sobrecarrega a sua alma de raiva, de fúria e talvez até mesmo de vingança e de graus variados de impulsos cruéis. Isto, por sua vez, enfraquece a personalidade ainda mais à medida que a culpa vai emergindo.

Você se vê na posição absurda de implorar aceitação de uma pessoa a quem você odeia e de quem se ressente por tê-lo deixado sem realização por tanto tempo. Essa insistência em ser amado por uma pessoa de quem se ressente profundamente e que deseja punir aumenta a culpa, porque a sempre vigilante presença de seu verdadeiro eu transmite sua reação a uma mente que é incapaz de interpretar e de selecionar as mensagens provenientes dele e separá-las daquelas que provêm do seu interior.

Quanto mais esse círculo vicioso continua, menos prazer permanece na psique, e mais desprazer acumula. Uma pessoa assim vai gradativamente aumentando seu desespero com relação à vida e sua dúvida de que a realização seja possível. Chega a um ponto em que a pessoa capitula inferioridade.

A corrente da pressão diz: “você tem de”; e você exige que os outros sejam, sintam e façam o que você necessita e quer. Essas exigências podem não se manifestar externamente. De fato na superfície você pode carecer totalmente de auto-afirmação.

Isto te torna inativa aos seus próprios poderes... Poderes infinitos de criar o bem infinito na sua vida. Descobrir o tesouro de seu próprio núcleo torna-o livre.

No fundo você se sente cansada porque a energia se esgota, porém, a energia somente se esgota quando é empregada de modo errado.
Quanto mais você estiver envolvido no conceito de que: “você deve me amar e me dar aquilo que necessito”; mais enfraquecerá e mais se afastará do centro de sua verdadeira vida interior, onde você encontra tudo que possa necessitar e desejar.

Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza

Estranho ego!




Pensamentos me fritam a cabeça. A procura de nem sei o do quê? Um vazio que persiste em me seguir... Uma negatividade e uma fuga constante. O pior é lidar com as frustrações!

O duro é reconhecer os motivos deste vazio e procurar mudar aquilo que verdadeiramente te atrapalha!

Às vezes, conceitos tão consolidados seguidos de uma dor, causadas exclusivamente por você mesmo! Então, para de colocar a culpa nas pessoas e assuma a responsabilidade.

Então vamos filosofar....

“A busca de necessidades falsas causa sofrimento insuportável. Esse sofrimento é apertado, travado e amargo, com a conotação adicional de desesperança! Ele é bem diferente do sofrimento causado por uma não-realização verdadeira, por uma mágoa ou por uma privação. No momento em que estas dificuldades deixam de ser canalizadas para necessidades falsa, o sofrimento pode ser dissolvido e transformado em sua corrente de energia original, fluida, portadora de vida. O sofrimento tenso é conseqüência da luta contra o que é. O sofrimento suave é conseqüência da aceitação”.

Pensamentos atuais voltados exclusivamente para o resgate da minha energia original, bloqueada em algum lugar da minha infância e esquecida pela minha consciência a partir de então.

É triste descobrir que bloqueamos aquilo que temos de melhor em virtude de um medo, um julgamento ou uma necessidade absurda de reconhecimento ou pior, esperando que a vida nos dê tudo gratuitamente, tornando um simples recebedor, deixando de fora o magnífico.

O magnífico seria seguir as vozes que vem dos nossos corações e a realidade de que somos bons e ao mesmo tempo maus nesta vida! Isso significa a criação de uma personalidade sadia. Isso só acontece quando se compreende que as “leis da criação” só podem operar se você as aplicas primeiro às áreas conturbadas da personalidade.

O que seria possibilidade para uma vida?

A possibilidade de uma vida seria a realização de tudo que o nosso ego quer. Aceitação, dinheiro, felicidade, oportunidade, amor e reconhecimento. Então quanto mais procuramos estas possibilidades e evitamos o sofrimento, mas longa será nossa procura. Porque começamos a emitir pensamentos daquilo que não queremos nas nossas vidas!!

“Se examinar com atenção, descobrirá em primeiro lugar que concebe possibilidades negativas que naturalmente teme, quer evitar e contra as quais se defende. Quando você emprega a maior parte de suas energias psíquicas para defender-se contra possíveis experiências negativas, sua motivação é negativa”.

Para alcançarmos uma possibilidade primeiramente temos que reconhecer que o sacrifício e a renúncia são as chaves para o nosso desenvolvimento.

Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza

Das gerações dos Direitos Fundamentais




Primeira Geração: São os direitos individuais que consagram as liberdades individuais im-pondo limitações ao poder de legislar do Estado. Necessariamente estão inseridos no texto constitucional e decorrem da evolução do direito natural, sofrendo decisiva influência dos ideais iluministas como se percebe no Contrato Social de Rousseau (também conhecidos como direitos negativos ou direitos de defesa). Direitos individuais: o Estado tem o direito de não agir.

Segunda Geração: São os direitos sociais, culturais e econômicos decorrentes dos direitos de primeira geração e exigindo do Estado uma postura mais ativa no sentido de possibilitar tais conquistas, sobretudo as decorrentes da regulamentação do direito do trabalho. Estão in-trinsecamente ligados ao estatuto da igualdade, de sorte que, se materializam através do tra-balho, da assistência social e do amparo à criança e ao idoso. As normas constitucionais con-sagradoras desses direitos exigem do Estado uma atuação positiva, através de ações concretas desencadeadas para favorecer o indivíduo (também são conhecidos como direitos positivos ou direitos de prestação). O estado proporciona o direito das pessoas. O Estado deve fazer e agir.

Terceira Geração: São direitos fundamentais preocupados com o destino da Humanidade. Basicamente relacionados com a proteção do meio ambiente, o desenvolvimento econômico e a defesa do consumidor. Ligados a um profundo humanismo e ao ideal de uma sociedade mais justa e solidária, materializam-se na busca por um meio ambiente equilibrado, na auto-determinação dos povos, na consolidação da paz universal, etc. São decorrentes da própria organização social, sendo certo que, é a partir dessa geração que surge a concepção onde se identifica a existência de valores que dizem respeito a uma categoria de pessoas consideradas em sua unidade e não na fragmentação individual de seus componentes isoladamente consi-derados. Inequívoca a contribuição dessa geração para o surgimento de uma consciência jurí-dica de grupo e conseqüentemente o redimensionamento da liberdade de associação e de outros direitos coletivos (também são conhecidos como direitos transindividuais homogêneos, metaindividuais ou difusos). Direitos difusos: Direito ao meio ambiente e à paz.

Quarta Geração: São direitos relativos à manipulação genética, relacionados à biotecnologia e à bioengenharia, tratando de discussões sobre a vida e a morte, pressupondo sempre um debate ético prévio. Sua consolidação é irreversível, sendo certo que, através deles, se esta-belecem os alicerces jurídicos dos avanços tecnológicos e seus limites constitucionais. Essa geração se ocupa do redimensionamento de conceitos e limites biotecnológicos, rompendo, a cada nova incursão científica, paradigmas e, por fim, operando mudanças significativas no modo de vida de toda a Humanidade. Urge a necessidade de seu reconhecimento para que não fique o mundo jurídico apartado da evolução científica. Decorrente da evolução da ciência.
Pergunta-se: Embrião é titular de direitos fundamentais? A CF tutela o direto à vida sem dizer quando ela começa, existe o Tratado de São José da Costa Rica que garante à vida desde a concepção. O STF fundamentou que o embrião uterino é titular de direitos fundamentais e tem direito à dignidade, o embrião extra-uterino não possui garantias de Direitos Fundamentais, este embrião pode ser destinado à estudos com o objetivo de salvar vidas.

Quinta Geração: Representam os direitos advindos da realidade virtual, demonstrando a preocupação do sistema constitucional com a difusão e desenvolvimento da cibernética na a-tualidade, envolvendo a internacionalização da jurisdição constitucional em virtude do rompi-mento das fronteiras físicas através da "grande rede". O conflito bélico cada vez mais freqüente entre o Ocidente e o Oriente explica o quão urgente é a regulamentação de tais direitos. A verdade é que, a pretexto de integrar, a Internet acaba por servir ao propósito daqueles que pretendem destruir indiscriminadamente a cultura do Oriente e do Ocidente, promovendo uma uniformização dos padrões comportamentais norte-americanos em todo o planeta.

Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza

sábado, 9 de abril de 2011

Segredos

Segredos, desejos, falhas, mistérios e fugas...
Quem não possui?
Loucuras então?
Medo dos julgamentos, de ser descoberto.
Por trás de toda insanidade,
Existe uma explicação óbvia.
Às vezes colocamos uma máscara,
Apenas para esquecer a nossa real personalidade.
Mas no fundo, a nossa máscara, é a nossa realidade.
E nem sabemos ao certo.
No meio de inúmeros conflitos internos,
Tornei-me um “fake1”
Conheci outro.
Sexos opostos e perturbados.
Experiências antigas e novas.
Encantei-me com este “fake”.
A real cura de todos os demônios.
Melhor dizer, quase todos os demônios.
Um dia talvez, nos encontraremos de novo.
Em algum momento a verdade existiu.
Não importa o “que” somos se na verdade,
Não sabemos “quem somos”...
Depois de muito pensar...
Concluí que serei eternamente sua!
Sua amiga virtual!

1 - Fake ("falso" em inglês) é um termo usado para denominar contas ou perfis usados na Internet para ocultar a identidade real de um usuário. Fake é um termo usado em relação também aos jogos, por exemplo, quando são falsos e nada está contido lá dentro. Para isso, são usadas identidades de famosos, personagens de filmes, desenhos animados, animes e até mesmo de pessoas conhecidas do dono da conta. Como não se sabe a identidade real do usuário, é comum chamar o seu perfil de fake. A maioria dos criadores de fakes o fazem só por diversão, para conhecer novas pessoas sem se expor, para homenagear seu ídolos etc.





Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza

O QUE SIGNIFICA PIRIGUETE?

O QUE SIGNIFICA PIRIGUETE?

Resolveram fazer uma pequena homenagem às piriguetes.

Elas são as musas inspiradoras, laboratórios de pesquisa,fontes de informação na elaboração de artigos, alegria em momentos de happy hour {sempre].

O termo “piriguete” surgiu no Nordeste há alguns anos para classificar alguns tipos de mulheres, digamos, especiais.

Piriguete vem do radical em latim “periculum” e terminação “ete” prá ter uma rima legal, na hora de fazerem músicas de pagode ou funk.

Segundo o professor Cléber Paradela, piriguete vem da expressão “periculum ete”, que em latim representa PERIGO ETERNO.

Mas em bom português, quer dizer “mulher a perigo”, ou seja mulher pronta para atacar em todos os aspectos.

Algumas verdades sobre as PIRIGUETES:

- Piriguete não paga, ganha cortesia
- Piriguete nao trabalha, conversa no MSN
- Piriguete não dorme, cochila.
- Piriguete não liga, dá toque [por isso, o chamado breve para que a pessoa ligue de volta foi apelidado de "piri-toque"}.
- Piriguete não fica, pega.
- Piriguete não bebe, come água.
- Piriguete não se veste, se prepara.
- Piriguete não tem carro, tem carona.
- Piriguete não dá, distribui.
- Piriguete não faz amigos, faz prospecções.
- Piriguete não estuda , vai prá faculdade.
- Piriguete não dança, quebra.
- Piriguete não traga, mas fuma.
- Piriguete não namora, enrola.
- Piriguete não leva bolsa, nem carteira.
- Piriguete "nunca" sabe como nem com quem vai voltar da festa {no fundo elas sempre sabem..}.
- Piriguete não tem amigas , tem colegas.
- Piriguete nunca leva LP [lança perfume] prá carnaval, mas está sempre com cheiro.
- Piriguete nunca leva dinheiro, mas está sempre com uma bebida na mão.
- Piriguete quando vai pra festa, tem que sair em todos os sites da festa que fizerem a cobertura.
- Piriguete ningém sabe o nome. Sempre a chamam de INHA.

Bom, mas a melhor Piriguete é aquela que faz tudo de forma discreta, a ponto de ninguem [ou quase ninguem] PERCEBER QUE ELAS SÃO.

Só faltou dizer que apesar dos pesares, as Piriguetes são a ALEGRIA DA FESTA E OS HOMENS ADORAM.

http://minhasmulheres.wordpress.com/2008/04/15/piriguetes-a-serie/

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Universo Masculino - Uma visão real




(comentário: autor divulgado como : Arnaldo Jabor – certamente é mentira, mas o texto é engraçado, vale a pena e tem uma dose razoável de verdade aqui.)

Foi lendo um monte de besteiras que as mulheres escrevem em livros sobre o ‘universo masculino’, que resolvi escrever esse e-mail. Não tenho objetivo de ‘revelar’ os segredos dos homens, mas amigos, me desculpem. Não se trata de quebrar nosso código de ética.
Isso vai ajudar as mulheres a entenderem os homens e, enfim, pararem de tentar nos mudar com métodos ineficazes. Vou começar de sola. Se não estiver preparada nem continue a ler..
E digo com segurança: o que escrevo aqui se aplica a 99,9% dos homens baianos e brasileiros (sem medo de errar).

1º Não existe homem fiel.
Você já pode ter ouvido isso algumas vezes, mas afirmo com propriedade. Não é desabafo.
É palavra de homem que conhece muitos homens e que conhecem, por sua vez, muitos homens.
Nenhum homem é fiel, mas pode estar fiel. Ou porque está apaixonado, (algo que não dura muito tempo – no máximo alguns meses – nem se iluda) ou porque está cercado por todos os lados (veremos adiante que não adianta cercá-lo. Isso vai se voltar contra você). A única exceção é o crente extremamente convicto.
Se você quer um homem que seja fiel, procure um crente daqueles bitolados, mas agüente as outras conseqüências.

2º Não desanime.
O homem é capaz de te trair e de te amar ao mesmo tempo. A traição do homem é hormonal, efêmera, para satisfazer a lascívia. Não é como a da mulher. Mulher tem que admirar para trair; ter algum envolvimento. O homem só precisa de uma bunda.
A mulher precisa de um motivo para trair, o homem precisa de uma mulher.

3º Não fique desencantada com a vida por isso.
A traição tem seu lado positivo. Até digo, é um mal necessário.
O cara que fica cercado, sem trair, é infeliz no casamento, seu desempenho sexual diminui (isso mesmo, o desempenho com a esposa diminui), ele fica mal da cabeça.
Entenda de uma vez por todas: homens e mulheres são diferentes.
Se quiser alguém que pense como você, vire lésbica (várias já fizeram isso e deu certo), ou case com um viado enrustido que precisa de uma mulher para se enquadrar no modelo social.
Todo ser humano busca a felicidade, a realização.
E a realização nada mais é do que a sensação de prazer (isso é química, está tudo no cérebro).
A mulher se realiza satisfazendo o desejo maternal, com a segurança de ter uma família estruturada e saudável, com um bom homem ao lado que a proteja e lhe dê carinho.
O homem é mais voltado para a profissão e para a realização pessoal. E a realização pessoal dele vêm de diversas formas: pode vir com o sentimento de paternidade, com uma família estruturada, etc., mas nunca vai vir se não puder ter acesso a outras fêmeas e se não puder ter relativo sucesso na profissão.
Se você cercar seu homem (tipo… mulher que é sócia do marido na empresa. O cara não dá um passo no dia-a-dia sem ela) você vai sufocá-lo de tal forma que ele pode até não ter espaço para lhe trair, mas ou seu
casamento vai durar pouco, ele vai ser gordo (vai buscar a fuga na comida) e vai ser pobre (por que não vai ter a cabeça tranqüila para se desenvolver profissionalmente). Vai ser um cara sem ambição e sem futuro.

4º Não tente mudar para seu homem ser fiel. Não adianta.
Silicone, curso de dança sensual, se vestir de enfermeira, etc… Nada disso vai adiantar.
É lógico que quanto mais largada você for, menor a vontade do homem de ficar com você e maior as chances do divórcio.
Se ser perfeita adiantasse, Julia Roberts não tinha casado três vezes.
Até Gisele Bunchen foi largada por Di Caprio, não é você que vai ser diferente (mas é bom não desanimar e sempre dar aquela malhadinha).
O segredo é dar espaço para o homem viajar nos seus desejos (na maioria das vezes, quando ele não está sufocado pela mulher ele nem chega a trair, fica só nas paqueras, troca de olhares).
Finja que não sabe que ele dá umas pegadas por fora.
Isso é o segredo para um bom casamento.
Deixe ele se distrair, todos precisam de lazer.

5º Se você busca o homem perfeito, pode continuar vendo novela das seis. Eles não existem nesse conceito que você imagina.
Os homens perfeitos de hoje são aqueles bem desenvolvidos profissionalmente, que traem esporadicamente (uma vez a cada dois meses, por exemplo), mas que respeitam a mulher, ou seja, não gastam o dinheiro da família com amantes, não constituem outra família, não traem muitas vezes, não mantêm relações várias vezes com a mesma mulher (para não criar vínculos) e, sobretudo, são muuuuuito discretos: não deixam a esposa (e nem ninguém da sua relação, como amigas, familiares, etc saberem).
Só, e somente só, um amigo ou outro DELE deve saber, faz parte do prazer do homem contar vantagem sexual.
Pegar e não falar para os amigos é pior do que não pegar.
As traições do homem perfeito geralmente são numa escapolida numa boite, ou com uma garota de programa (usando camisinha e sem fazer sexo oral nela), ou mesmo com uma mulher casada de passagem por sua cidade. O homem perfeito nunca trai com mulheres solteiras. Elas são causadoras de problemas.
Isso remete ao próximo tópico.

6º ESSE TÓPICO NÃO É PARA AS ESPOSAS – É PARA AS SOLTEIRAS OU AMANTES:
Esqueçam de uma vez por todas esse negócio de homem não gosta de mulher fácil. Homem adora mulher fácil. Se ‘der’ de prima então, é o máximo. Todo homem sabe que não existe mulher santa. Se ela está se fazendo de difícil, ele parte para outra.
A demanda é muito maior do que a procura.
O mercado tá cheio de mulher gostosa.
O que homem não gosta é de mulher que liga no dia seguinte.
Isso não é ser fácil, é ser problemática (mulher problema).
Ou, como se diz na gíria, é pepino puro.
O fato de você não ligar para o homem e ele gostar de você não quer dizer que foi por você se fazer de difícil, mas sim por você não representar ameaça para ele.
Ele vai ficar com tanta simpatia por você que você pode até conseguir fisgá-lo e roubá-lo da mulher.
Ele vai começar a se envolver sem perceber.
Vai começar ELE a te procurar.
Se ele não te procurar era porque ele só queria aquilo mesmo.
Parta para outro e deixe esse de stand by.
Não vá se vingar, você só piora a situação e não lucra nada com isso.
Não se sinta usada, você também fez uso do corpo dele – faz parte do jogo;
guarde como um momento bom de sua vida.

7º 90% dos homens não querem nada sério.
Os 10% restantes estão momentaneamente cansados da vida de balada ou estão ficando com má fama por não estarem casados ou enamorados; por isso procuram casamento.
Portanto, são máximas as chances do homem mentir em quase tudo que te fala no primeiro encontro (ele só quer te comer, sempre).
Não seja idiota, aproveite o momento, finja que acredita que ele está apaixonado e dê logo para ele (e corra
o risco de fisgá-lo) ou então nem saia com ele.
Fazer doce só agrava a situação, estamos em 2008 e não em 1957.
Esqueça os conselhos da sua avó, os tempos são outros.

8º Para ser uma boa esposa e para ter um casamento pelo resto da vida faça o seguinte:

Tente achar o homem perfeito do 5º item, dê espaço para ele.
Não o sufoque. Ele precisa de um tempo para sua satisfação.
Seja uma boa esposa, mantenha-se bonita, magra, sensual, malhe, tenha uma profissão (não seja dona de casa), seja independente e mantenha o clima legal em casa.
Nada de sufocos, de ‘conversar sobre a relação’,de ficar mexendo no celular dele, de ficar apertando o cerco, etc. Você pode até criar ‘muros’ para ele, mas crie muros invisíveis e não muito altos.
Se ele perceber ou ficar sem saída, vai se sentir ameaçado e o casamento vai começar a ruir.

A última dica:


9º Se você está revoltada por este e-mail, aqui vai um conselho: vá tomar uma água e volte para ler com o espírito desarmado. Se revoltar quanto ao que está escrito não vai resolver nada em sua vida.

Acreditar que o que está aqui é mentira ou exagero pode ser uma boa técnica (iludir-se faz parte da vida, se você é dessas, boa sorte!). Mas tudo é a pura verdade.
Seu marido/noivo/namorado te ama, tenha certeza,senão não estaria com você, mas trair é como um remédio; um lubrificante para o motor do carro. Isso é científico.
O homem que você deve buscar para ser feliz é o homem perfeito do item 5º.
Diferente disso ou é crente, ou viado ou tem algum trauma (e na maioria dos casos vão ser pobres).
O que você procura pode ser impossível de achar, então, procure algo que você possa achar e seja feliz ao invés de passar a vida inteira procurando algo indefectível que você nunca vai encontrar. Espero ter ajudado em alguma coisa.
Agora, depois de tudo isso dito, cadê a coragem de mandar este e-mail para minha mulher??

O Universo masculino



Um brilhante sedutor...
Um temperamento instável?
Ou um homem como qualquer outro?
Um ser comum e sensato.
Que vive do supérfluo,
Das coisas descartáveis e momentâneas.
Sendo apenas mais uma alma perdida neste universo!?
Este estranho universo!
Estranho universo masculino!
Às vezes, quero conhecer e penetrar...
Outras vezes, quero distanciar!
Viver e conviver com as emoções alheias é uma salvação!
Mas quando vamos estar preparados rejeição?
Nunca!
Porque todos querem atenção!
Seja emocional, afetiva, profissional e sexual.
E quando alguns destes desejos são supridos,
Partimos para novos desafios.
Descartamos aquele objeto conquistado.
Acaba-se o interesse!
Porque estamos acostumados com o novo!
O antigo perde o seu respectivo valor!
Mas chega uma hora,
Que passam a dar valor ao antigo...

Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza



O naipe de Copas está relacionado com o mundo dos sentimentos e das experiências, nos seus mais amplos sentidos. Assim sendo, Copas tem a ver com as demonstrações das emoções, dando-lhes forma e uma escala de intensidade. Simboliza a suscetibilidade, a fantasia, os sonhos e tudo o que é irracional, de forma geral. Em seus aspectos positivos, as cartas do naipe de Copas (Elemento Água) nos trazem uma sensação de paz e de satisfação. Entretanto, quando mal dignificadas, elas nos remetem a expectativas irreais e fantasiosas, caprichos, etc.

A Rainha de Copas simboliza pessoas cujo caráter está atrelado à fidelidade, dedicação, amorosidade, estreitos laços familiares, amor incondicional além de uma grande imaginação. Ela representa o arquétipo da esposa perfeita e da mãe dedicada. Ela se interessa, de maneira maternal, por todos os que atravessam o seu caminho, aos quais acolhe e cobre de cuidados. Apesar de ser, aparentemente, uma sonhadora (Copas), é uma pessoa consciente de seus deveres e obrigações (Rainha) e conhece bem os ciclos e as alternâncias que a vida nos proporciona. Ela consegue ser tão interessada, preocupada com as demais pessoas que pode incorrer no fato de ser considerada uma intrometida, aquele tipo de pessoa que, ainda que com as melhores intenções, ultrapassa os limites da sua benéfica e, muitas vezes, não solicitada atuação. Esse talvez seja o grande problema que as Rainhas de Copas precisam aprender a evitar: não sufocar a quem ajuda com um excesso de assistência. Ela precisa aprender a essência daquele ditado que diz que mais importante do que dar o peixe, é ensinar a pescar.

Essa Rainha vivencia um relacionamento maduro com as profundezas da sua alma, seus sentimentos, sua intuição, seu lado irracional, sem expressar isso de forma imprevisível ou caprichosa. Ela sabe o que quer porque ela compreende essas forças inconscientes, portanto reage com grande emoção, harmonizando-se com o mundo exterior. O lado calmo de Copas, e o fato que as Rainhas pertencem ao pólo yin (negativo), favorece a Rainha de Copas com uma personalidade introvertida, calma, quase abstraída, o que pode, muitas vezes, dar a impressão de ser bastante passiva. Mas isso lhe é importante na preservação de seu próprio espaço e desenvolvimento de suas energias. Pelo fato dela estar sempre em contato com os seus sentimentos, ela, como Rainha que é, percebe o que os seus “súditos” necessitam e, assim sendo, torna-se uma força unificadora, estimuladora e, até mesmo, espiritual.

Numa leitura de tarot, dependendo da questão proposta pelo Consultante e da localização dessa carta no esquema do jogo, bem como das demais cartas que a acompanham, a Rainha de Copas pode simbolizar o fato de que é chegado um tempo do Consultante (ou da pessoa a quem essa carta representa no jogo) interessar-se mais pelos demais e pela humanidade em geral, auxiliando-os a sentirem-se seguros emocionalmente. Simboliza, também, devido à sua conexão com a carta da Sacerdotisa (Arcano Maior II), que a sua intuição está bastante ativa e inspirada. Que o Consultante (ou quem a carta represente) parece aos demais um pouco misterioso porém accessível. Como as Rainhas de cada naipe são aspectos formativos da Imperatriz (Arcano Maior III), o amor e a sensualidade são assuntos a serem considerados na leitura. Ela simboliza sua melhor amiga, uma mãe maravilhosa, uma grande e talentosa amante, plena de fantasias sexuais. Ela também pode se referir a alguém com qualidades psíquicas bastante desenvolvidas porém manifestadas muito discretamente. Essa carta fala de pessoas que são solidárias, prestimosas, corretas, sábias, artisticamente talentosas e boas.

Seu aspecto “sombra” pode ser percebido através de atos de maldade, de falsidade de instabilidade, de sedução, de imoralidade, infidelidade, intrometimento, egocentrismo, agressividade, perversidade. É maníaca, mentirosa, a “outra”, altamente dissimulada, a mãe dominadora, a tirana. São pessoas que alternam seus humores entre a calma, a quietude e a histeria. Alguém em quem não se deve e nem se pode confiar.

Fonte: http://alextarologo.livejournal.com/27269.html

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Salmo 91




Salmo 91 - Por ser o mais poderoso dos Salmos pode ser usado para todas as horas de necessidade, para agradecer e pedir proteção para tudo e todos.

1 Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Todo-Poderoso descansará.

2 Direi do Senhor: Ele é o meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio.

3 Porque ele te livra do laço do passarinho, e da peste perniciosa.

4 Ele te cobre com as suas penas, e debaixo das suas asas encontras refúgio; a sua verdade é escudo e broquel.

5 Não temerás os terrores da noite, nem a seta que voe de dia,

6 nem peste que anda na escuridão, nem mortandade que assole ao meio-dia.

7 Mil poderão cair ao teu lado, e dez mil à tua direita; mas tu não serás atingido.

8 Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios.

9 Porquanto fizeste do Senhor o teu refúgio, e do Altíssimo a tua habitação,

10 nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.

11 Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.

12 Eles te susterão nas suas mãos, para que não tropeces em alguma pedra.

13 Pisarás o leão e a áspide; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente.

14 Pois que tanto me amou, eu o livrarei; pô-lo-ei num alto retiro, porque ele conhece o meu nome.

15 Quando ele me invocar, eu lhe responderei; estarei com ele na angústia, livrá-lo-ei, e o honrarei.

16 Com longura de dias fartá-lo-ei, e lhe mostrarei a minha salvação.

Salmo 66





Para rogar por justiça e pelo recomeço de uma vida normal após longos períodos de batalha.

1 Louvai a Deus com brados de júbilo, todas as terras.

2 Cantai a glória do seu nome, dai glória em seu louvor.

3 Dizei a Deus: Quão tremendas são as tuas obras! Pela grandeza do teu poder te lisonjeiam os teus inimigos.

4 Toda a terra te adorará e te cantará louvores; eles cantarão o teu nome.

5 Vinde, e vede as obras de Deus; ele é tremendo nos seus feitos para com os filhos dos homens.

6 Converteu o mar em terra seca; passaram o rio a pé; ali nos alegramos nele.

7 Ele governa eternamente pelo seu poder; os seus olhos estão sobre as nações; não se exaltem os rebeldes.

8 Bendizei, povos, ao nosso Deus, e fazei ouvir a voz do seu louvor;

9 ao que nos conserva em vida, e não consente que resvalem os nossos pés.

10 Pois tu, ó Deus, nos tens provado; tens nos refinado como se refina a prata.

11 Fizeste-nos entrar no laço; pesada carga puseste sobre os nossos lombos.

12 Fizeste com que os homens cavalgassem sobre as nossas cabeças; passamos pelo fogo e pela água, mas nos trouxeste a um lugar de abundância.

13 Entregarei em tua casa com holocaustos; pagar-te-ei os meus votos,

14 votos que os meus lábios pronunciaram e a minha boca prometeu, quando eu estava na angústia.

15 Oferecer-te-ei holocausto de animais nédios, com incenso de carneiros; prepararei novilhos com cabritos.

16 Vinde, e ouvi, todos os que temeis a Deus, e eu contarei o que ele tem feito por mim.

17 A ele clamei com a minha boca, e ele foi exaltado pela minha língua.

18 Se eu tivesse guardado iniqüidade no meu coração, o Senhor não me teria ouvido;

19 mas, na verdade, Deus me ouviu; tem atendido à voz da minha oração.

20 Bendito seja Deus, que não rejeitou a minha oração, nem retirou de mim a sua benignidade.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Suspiro





Segundo a doutrina Tibetana...
Quando você pratica o bem,
Isso é transmitido para milhões de pessoas,
Direta ou indiretamente!
Quero que saiba:
Na presente data, você praticou uma boa ação...
Por vias tortas e com o seu jeito sedutor!
Obrigada pela paz que você trouxe para o meu coração!
Para um mundo melhor...
Com você, sem você, longe ou perto de você!
Hoje sou uma pessoa melhor!
E já contagiei o mundo com este amor!
Com esta paz!
Isso tudo ocorreu em um momento de loucura,
Sem esperança...
Mas o que importa?
Que marquemos nossos lugares para que mesmo ausentes estejamos presente!!


Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza

Momento surreal 2




Quero fazer parte!
Quero continuar sendo o teu desejo!
Quero sair deste luto!
Desta defesa, ou muralha que construí.
Quero ser invadida.
Quanto mais recebo,
Mas estranha é a sensação.
Um vício crescente.
Que não quero negar.
Uma luz que invadiu a minha vida!
Longe ou perto!
Sendo você, com você ou sem você!
Os efeitos colaterais são benéficos!
Hoje?
Falo de amor ...
Sem que lágrimas derramem em minha face.
A inspiração voltou!
E a intensidade?
Comparo ao beijo de uma rosa na sepultura!


Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza

Momento surreal




Romântica,
Ingênua,
Infantil,
Intensa,
Talvez utópica.
Talvez seja apenas uma paixão platônica.
Ou pior, meu “ego” conversando comigo mesma!
Mas no fundo,
Esta tudo bem!
É fantástico estar neste momento surreal!
Minha bipolaridade ainda me afeta.
Todavia, estou à procura de equilíbrio.
Que pode ser longe ou perto de você.
Com ou sem você!
Estive em todos os buracos.
Agora, a luz voltou a fazer parte de mim!
Estou me amando novamente!

Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza

Amor louco




Vida mais louca...
Um amor louco...
De idas e vindas.
Uma dor insuportável...
Um coração doído.
Um luto eterno.
Atos insanos tomaram conta de mim.
Burrices cometi.
Cheguei me envergonhar.
Distanciei deste amor por necessidade.
Distanciei da vida!
Teve momento que a respiração ficou difícil!
Nesta vida reclusa,
Conheci outro mundo!
Surge no fim das contas...
Uma sensação estranha!
O amor vou carregar o resto da vida.
Porque guardei,
Dentro de um caixinha decorada,
No fundo do meu coração.
E esta estranha sensação?
Quero viver intensamente.

Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza

Imperfeições

Tudo na vida tem duas vertentes.
Para ser redundante: dois lados!
Acredito no amor!
Acredito que tudo feito com amor tem um significado.
Mesmo que a resposta não seja imediata,
Ou aquilo que você idealiza.
Queria ser tal como: Bono Vox, Buda ou ou Jesus Cristo.
E falar e praticar o tempo todo,
Amor!
Amor ao próximo!
Mas não sou assim...
Sou imperfeita.
E as minhas imperfeições não foram aceitas pelo ente querido.
Paciência!
Erro, errei e vou errar outras vezes,
Porque sou imperfeita e tento acertar.
Tento realizar o bem!
Amei as suas imperfeições!
Estive do seu lado,
Nos piores e no melhores momentos da sua vida!
Hoje, não quero nada!
Não espero nada!
O meu amor vai ser eterno.
Vou continuar te amando!
Mas antes de tudo: vou continuar me amando.
E vou continuar convivendo com as minhas imperfeições...
E quem me ama?
Ama as minhas imperfeições.

Por: Lucileyma Rocha Louzada Carazza

Qual a cor da sua vida!





"A vida é um acontecimento que merece ser comemorado. Há cada dia, a cada instante, ela se renova generosa nos pequenos espaços. A vida é miúda, feita de pequenas partes. Viver é construir um mosaico, parte por parte, dia após dia. A beleza de um momento unida à tristeza de outras horas passa a ocupar o mesmo espaço no quadro. As cores se misturam e se arquitetam em busca da harmonia tão desejada.

Há dias em que as cores são frias... a vida pede calma, silêncio, pausas...

Há dias em que as cores são quentes... a vida rompe com toda forma de calma...

Não suportaríamos permanecer em um só lado dessas possibilidades. O que nos torna felizes é justamente a dinâmica que nos envolve com suas eternas variações.

A vida é semelhante à trama dos teares. Fios se entrelaçam para construirem juntos o mesmo tecido. A diferença das cores é que garante a beleza final do tecido...

Hoje eu não sei qual é a cor da sua vida. A minha é marinho. Não é alegre, nem triste. Espero pelo dia em que será vermelho. Espero que seja breve. O marinho, lado a lado com o vermelho torna-se capaz de expressar uma profundidade que sozinho ele não é capaz de demonstrar.

Ninguém pode saber o que é a felicidade, se ainda não tiver passado pela decepção. Só pode saborear bem a vitória aquele que já sentiu o amargo da derrota.

O avesso é repleto de ensinamentos, a vida também..."

Por: Padre Fabio de Mello!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Direitos Fundamentais - Assédio Moral no Ambiente do Trabalho

Estudo dirigido – Resumo
TCC: Direitos fundamentais – ASSÉDIO MORAL NO AMBIENTE DE TRABALHO



O assédio moral é tão antigo quanto o trabalho.

O conceito trabalho é mais humano, onde se exterioriza uma atividade consciente e voluntária, esforço humano para a produção de riqueza. O trabalho é a aplicação da atividade física ou intelectual e o ato de exercer um ofício.

Novas exigências do ambiente laboral vêm sendo incorporadas gerando múltiplos sentimentos: medos, incertezas, angústia e tristeza. A ansiedade ante uma nova tarefa, o medo de não saber, a avaliação constante do desempenho sem o devido reconhecimento, a requisição da eficácia técnica, excelência, criatividade e autonomia geram tensão e incertezas. As múltiplas exigências para produzir são “transversadas” por abuso de poder e freqüentes instruções confusas, ofensas repetitivas, agressões, maximização dos “erros” e culpas, que se repetem por toda jornada, degradando deliberadamente as condições de trabalho. O ambiente laboral vem transformando-se em campo minado pelo medo, inveja, disputas, fofocas e rivalidades transmitidos vertical e horizontalmente entre os gerentes e os trabalhadores em outras posições nas empresas.

O Assédio Moral É um fenômeno destruidor do ambiente de trabalho, não só diminuindo a produtividade, como também favorecendo ao absenteísmo, devido aos desgastes psicológicos que provoca.

Breve Histórico:

Em 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas.

Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o dia 8 de Março como “Dia Internacional da Mulher”.

No Brasil, desde a colonização, índios e negros foram humilhados por colonizadores, além de impor seus costumes, militarismo, leis, religião e cultura. Outro assédio freqüente na época era o sexual, por falta de mulheres brancas na colônia as negras e as índias eram exploradas sexualmente.

O que é assédio moral:

O assédio moral é a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistirem do emprego.

O termo “assédio moral” no ambiente de trabalho surgiu em setembro de 1998, quando a psicanalista e vitimóloga francesa Hirigoyen que lançou na França, seu livro Le harcèlement moral: La violence perverse au quotidien, um best-seller que ocasionou a abertura de inúmeros debates sobre o tema, tanto na organização do trabalho como na estrutura familiar. No Brasil foi publicado em 2000, sob o título “Assédio Moral: a violência perversa no cotidiano”. Nesse livro, mais calcado pelo lado da vitimologia do que da psicanálise, a autora explora e define esta forma de assédio como: Toda e qualquer conduta abusiva (gesto, palavra, comportamento, atitude...) que atente, por sua repetição ou sistematização, contra a dignidade ou a integridade psíquica ou física de uma pessoa, ameaçando seu emprego ou degradando o clima de trabalho.

O assédio moral é revelado por atos e comportamentos agressivos que visam à desqualificação e desmoralização profissional e a desestabilização emocional e moral do(s) assediado(s), tornando o ambiente de trabalho desagradável, insuportável e hostil.

Contudo, independentemente da definição, o importante é compreender que o assédio moral se caracteriza pelo abuso de poder de forma repetida e sistematizada.

Um dos elementos essenciais para a caracterização do assédio moral no ambiente de trabalho é a reiteração da conduta ofensiva ou humilhante, uma vez que, sendo este fenômeno de natureza psicológica, não há de ser um ato esporádico capaz de trazer lesões psíquicas à vítima. Como bem esclarece o acórdão proferido no TRT da 17ª Região, "a humilhação repetitiva e de longa duração interfere na vida do assediado de modo direto, comprometendo sua identidade, dignidade e relações afetivas e sociais, ocasionando graves danos à saúde física e mental, que podem evoluir para a incapacidade laborativa, desemprego ou mesmo a morte, constituindo um risco invisível, porém concreto, nas relações e condições de trabalho.

A questão da necessidade da existência do dano psíquico como caracterizador do assédio moral não é unanimidade entre autores que exploram o assunto na esfera do Direito. Duas correntes se dividem:
 O mesmo é dispensável, haja vista que o conceito de assédio moral deverá ser definido pelo comportamento do assediador e não pelo resultado danoso. A se exigir o elemento alusivo ao dano psíquico como indispensável ao conceito de assédio moral, se teria um mesmo comportamento caracterizando ou não a figura ilícita, conforme o grau de resistência da vítima, ficando sem punição as agressões que não tenham conseguido dobrar psicologicamente a pessoa.
 O assédio moral no cenário laboral é visto pelo resultado que provoca, pelo dano que efetivamente venha a causar na vítima, no caso, a doença psíquico-emocional (o entendimento da maioria dos estudos jurídicos atuais e das decisões da Justiça do Trabalho).

Situações mais freqüentemente verificadas:

 Dar instruções confusas e imprecisas.
 O bloqueio ao trabalho e a atribuição de erros imaginários.
 Ignorar a presença de funcionário na frente de outros.
 Pedir trabalhos urgentes sem necessidade.
 Mandar o trabalhador realizar tarefas abaixo de sua capacidade profissional, fazer comentários maldosos em público.
 Não cumprimentar.
 Impor horários injustificados ou forçar o trabalhador a pedir demissão.
 Impedir o trabalhador de almoçar ou conversar com um colega, disseminando boatos que desvalorizam e desqualificam profissional e pessoalmente; retirar o material necessário à execução do trabalho (fax, computador, telefone), isolando-o do convívio com os colegas.

Posturas discriminatórias:

 Colocar o trabalhador em local sem nenhuma tarefa e/ou não lhe dar tarefa;
 Colocá-lo sentado, separado dos demais trabalhadores por paredes de vidros, de onde fica olhando-os trabalhar;
 Não fornecer ao trabalhador (ou retirar-lhe) todos os instrumentos de trabalho;
 Isolar os adoecidos em salas denominadas dos “compatíveis”;
 Estimular a discriminação entre os sadios e adoecidos, chamando-os pejorativamente de “podres, fracos, incompetentes, incapazes”;
 Diminuir salários do trabalhador quando este retorna ao trabalho.
 Demiti-lo após a estabilidade legal;
 Impedi-lo de andar pela empresa;
 Telefonar para a casa do funcionário e comunicar à sua família que ele não quer trabalhar;
 Controlar suas idas a médicos; questionar acerca do falado em outro espaço;
 Criar obstáculos quando ele decide por procurar médicos fora da empresa;
 Desaparecer com seus atestados;
 Exigir o Código Internacional de Doenças - CID - em seu atestado como forma de controle;
 Colocar guarda controlando entrada e saída e revisando as mulheres;
 Não permitir que converse com antigos colegas dentro da empresa;
 Colocar um colega controlando o outro colega, disseminando a vigilância e desconfiança;
 Dificultar-lhe a entrega de documentos necessários à concretização da perícia médica pelo INSS;
 Omitir doenças e acidentes;
 Demitir os adoecidos ou acidentados do trabalho.

Alguns autores brasileiros reconhecem que pode existir mais de um agressor e mais de uma vítima no processo de assédio moral, vindo, especialmente da hierarquia, ou seja, de chefe com subordinado. Já Aguiar (2003) revela que também pode ocorrer com colegas da mesma hierarquia e derivada de relações de poder.

Entende-se por assédio moral as condutas hostis, impróprias, repetitivas e prolongadas por meio de comportamentos, palavras, gestos e/ou situações humilhantes com o indivíduo ou um grupo, durante a jornada de trabalho, mais comum em ocasiões de uso do poder, visando a atingir a auto-estima, segurança e a imagem, fazendo-o duvidar de si e da competência, podendo ocasionar danos à personalidade, dignidade e à integridade física e psíquica, desestabilizando-o perante os colegas e a organização e colocando em risco o próprio emprego e a ascensão profissional.

Causas do Assédio Moral no Trabalho:

O assédio moral tem por causas o indivíduo e o ambiente externo.

O indivíduo é agente-causa da perversidade do assédio moral porque esta peculiaridade faz parte da natureza humana. A frase o “homem como lobo do homem” é sentença por demais conhecida e bem ilustrativa para a situação.

O macro cenário ambiental, comandado pelos agentes do neoliberalismo e da globalização, coloca o ser humano como “meio” e não como “fim” no processo de produção de riquezas.

Os tipos de assédio moral:

A perseguição moral pode ser vertical e horizontal.

A primeira é mais comum de se encontrar num fluxo descendente, em que a pessoa se serve da autoridade formal, e por vezes do aval da instituição para perpetuar e manter o assédio.

A forma ascendente, raramente presente, mas passível de ocorrer, é verificada quando o grupo não aceita um superior que vem de fora ou que pertencia ao próprio grupo e foi promovido.

A forma horizontal, de colega para colega, é observada quando não se consegue conviver com as diferenças, especialmente quando essas diferenças são destaques na profissão ou cargo ocupado.

Os que assediam:

O assediador pode ser uma pessoa ou um grupo de pessoas.

O referencial bibliográfico é unânime em apontar o perfil do assediador moral como o de uma pessoa “perversa”, que se utiliza dos mecanismos perversos para se defender. É um indivíduo com uma personalidade narcisista que ataca a auto-estima do outro, transferindo-lhe a dor e as contradições que não admite em si mesmo: o seu ego é tão grandioso quanto a sua necessidade de ser admirado e a sua falta de empatia. Como não está apto a superar a solidão que o separa do mundo, dirigindo o amor para fora de si, é insaciável em sua busca de gratificação, sentindo intensa inveja das pessoas que são felizes e têm prazer com a própria vida.

A crise existencial cerca o destino do narcisista, impulsionando-o a procurar uma vítima da qual possa absorver a vida. Incapaz de reconhecer sua culpa e responsabilidade pelo mal que causa a si mesmo, o narcisista transfere esse sentimento para a vítima que passa a destruir moralmente: primeiro a contamina com sua visão pessimista do mundo, até induzi-la à depressão, depois passa a criticá-la pelas suas fraquezas. O perverso só consegue existir e ter uma boa auto-estima humilhando os outros.

Há diferenças entre o assediador e a assediadora. O homem assediador adota comportamentos mais passivos, isolando a vítima. Já a assediadora utiliza-se de murmúrios e insinuações, embora esses comportamentos sejam também utilizados pelos homens.

Quem são os assediados:

Principais perfis para as vítimas de assédio moral:
 Trabalhadores com mais de 35 anos;
 Os que atingem salários muito altos;
 Saudáveis, escrupulosos, honestos;
 As pessoas que têm senso de culpa muito desenvolvido;
 Dedicados, excessivamente até, ao trabalho;
 Perfeccionistas, impecáveis;
 Não hesitam em trabalhar nos fins de semana, ficam até mais tarde e não faltam ao trabalho mesmo quando doentes;
 Não se curvam ao autoritarismo, nem se deixam subjugar;
 São mais competentes que o agressor;
 Pessoas que estão perdendo a cada dia a resistência física e psicológica para suportar humilhações;
 Portadores de algum tipo de deficiência;
 Mulher em um grupo de homens;
 Homem em um grupo de mulheres;
 Os que têm crença religiosa ou orientação sexual diferente daquele que assedia;
 Quem tem limitação de oportunidades por ser especialista;
 Aqueles que vivem sós;
 Mulheres casadas e/ou grávidas e/ou que têm filhos pequenos.

Processo psicológico:

A primeira fase do processo é a da sedução perversa. Com seu poder o assediador, através de constantes humilhações, envolve a vítima num processo de desestabilização que visa privá-la de sua própria personalidade, ao mesmo tempo em que procura isolá-la de qualquer outra pessoa que possa lhe ajudar a pensar autonomamente. Progressivamente a vítima vai perdendo seu senso crítico individual. Sua autoconfiança é dizimada, minimizando suas defesas, liberando para o assediador a “posse” de sua personalidade. No assédio moral, segundo Hirigoyen (2002, p.27), "se observa uma relação dominante/dominado, na qual aquele que comanda o jogo procura submeter o outro até fazê-lo perder a identidade" através de "uma fria racionalidade, combinada a uma incapacidade de considerar os outros como seres humanos".

Viram-se instrumentos, meros objetos, e assim é consumado o ato de "coisificar". A segunda etapa, da violência manifesta, com a vítima já envolvida, é um verdadeiro “ritual” pontuado de estratégias de violências e de agressões aplicados em doses impactantes. O enredamento comporta um inegável componente destrutivo porque a vítima não tem mais resistência para reagir e o agressor usa e abusa dos seus poderes para manipular o indivíduo "coisificado". A constante desqualificação a que é submetida a conduz a pensar que ela merece o que lhe aconteceu. Assim é que acontece o deslocamento da culpa: o trabalhador moralmente assediado internaliza sua culpa e acredita que tem uma efetiva participação na sua doença. Essa etapa, difícil de ser rompida, coincide com as radicais tentativas de solucionar o problema.

Citando Barreto (2000, p.148): "a vida perde o sentido transformando a vivência em sofrimento, num contexto de doenças, desemprego, procuras, desamparo, medo, desespero, tristeza, depressão e tentativas de suicídio".

Quando a vítima, de fato, começa a sentir os sinais da doença, aparece outro sintoma: a ocultação do problema. A atitude está diretamente relacionada ao medo de perder o emprego e por isso, como tática, o trabalhador não declara abertamente a sua doença e prefere sofrer sozinho. Uma vez adoecido, sem nenhuma alternativa, o caminho para o trabalhador é o afastamento do trabalho que, a princípio, é por licença para tratamento da doença apresentada. Em seguida, a demissão propriamente dita, como conseqüência da inadequação do trabalhador adoecido aos padrões de produção da organização.

As conseqüências do assédio moral no ambiente do trabalho:

Para a organização:

 Custos tangíveis:
 Queda da produtividade;
 Alteração na qualidade do serviço/produto;
 Menor eficiência;
 Absenteísmo físico aumenta;
 Doenças profissionais;
 Acidentes de trabalho;
 Danos aos equipamentos;
 Alta rotatividade da mão-de-obra, gerando aumento de despesa com rescisões contratuais, seleção e treinamento de pessoal;
 Aumento de demandas trabalhistas com pedidos de reparação por danos morais;
 Mais retrabalho;
 Menor produtividade das testemunhas;
 Custos intangíveis;
 Abalo na reputação da empresa perante o público consumidor e o próprio mercado de trabalho;
 Deficientes relações com o público;
 Sabotagem por parte do psicoterrorista;
 Resistência entre trabalhadores;
 Menor criatividade;
 Perda da motivação;
 Menos iniciativa;
 Clima de tensão;
 Surgimento do absenteísmo psicológico (estar, mas não estar).

Para o assediado:

 Irritação constante;
 Falta de confiança em si;
 Cansaço exagerado;
 Diminuição da capacidade para enfrentar o estresse;
 Pensamentos repetitivos;
 Dificuldades para dormir;
 Pesadelos;
 Interrupções freqüentes do sono;
 Insônia;
 Amnésia psicógena;
 Diminuição da capacidade de recordar os acontecimentos;
 Anulação dos pensamentos ou sentimentos que relembrem a tortura psicológica, como forma de se proteger e resistir, anulação de atividades ou situações que possam recordar a tortura psicológica;
 Tristeza profunda.
 Interesse claramente diminuído em manter atividades consideradas importantes anteriormente;
 Sensação negativa do futuro;
 Vivência depressiva;
 Mudança de personalidade;
 Passando a praticar a violência moral;
 Sentimento de culpa;
 Pensamentos suicidas;
 Tentativas de suicídio;
 Aumento do peso ou emagrecimento exagerado;
 Distúrbios digestivos;
 Hipertensão arterial;
 Tremores;
 Palpitações;
 Aumento do consumo de bebidas alcoólicas e outras drogas;
 Diminuição da libido;
 Agravamento de doenças pré-existentes, como dores de cabeça, e, notadamente, estresse.

CONCLUSÃO

Tema multidisciplinar e tão antigo quanto o próprio trabalho. De execução geralmente disfarçada e sutil. Os agressores, em sua maioria detentores de posição de “mando”, e não de “líderes”, palavra cuja essência além da letra morta desconhece por completo, despreparados para o exercício de chefia, produzem notáveis prejuízos à saúde física e mental do trabalhador, seja ele urbano ou rural, público ou privado.

Vale ressaltar que o assunto visto pelo ângulo das organizações, ainda é uma questão inerte, ao ponto de não ter sido encontrado no material bibliográfico pesquisado qualquer elemento que denotasse um tom de preocupação, envolvimento e investigação por parte das mesmas. Instalado o psicoterrorismo, no ambiente de trabalho, a produtividade decresce, o absenteísmo é nota efetiva e o acidente, dentro ou fora do trabalho, uma realidade.

A repercussão do assédio moral na sociedade atinge a questão familiar, com separações conjugais, viuvez precoce, abuso de drogas, lícitas ou ilícitas e, por conseqüência, filhos e dependentes desamparados. A queda na produtividade do estabelecimento empregador reflete-se na economia, com eventuais quebras, conferida pela debandada de trabalhadores, atemorizados, que se previnem. Como realidade das mais nefastas, enfermos, físicos e mentais, sobrecarregando o sistema previdenciário e de saúde.

Do exposto, senão para a extinção do problema, mas para a prevenção do fenômeno, cabe aos poderes legisladores municipais, estaduais e federais um melhor entendimento e maior preocupação com a matéria, promovendo legislação adequada. Ao Ministério Público a fiscalização e a denúncia impiedosa. Ao Poder Judiciário a aplicação da exígua lei vigente, melhorada com o respaldo oferecido pela Constituição Federal, pois a condenação à indenização por dano moral terá efeito de caráter preventivo.

Aos que comandam, gerem e administram, principalmente, que persigam uma administração inteligente e equilibrada, descrita com simplicidade, porém com profundidade e objetivo, nas palavras de Aktouf (1996, p.246, apud PAULA, 2004): uma administração que respeita a natureza das coisas, que evita as violências e os sofrimentos, da pessoa humana e mesmo da natureza, que conhece e assume os dados da história e das ciências. E também uma administração que se conforme, com pleno conhecimento de causa, ao veredito menos contestado a propósito dos saberes do momento, como nas contradições internas e externas.

Uma administração que saberá extrair lições a respeito do que fazem outros sistemas com melhor desempenho, hoje, e que vê a importância da visão em longo prazo, em vez de um maximalismo em curto prazo. Essa administração não deve jamais esquecer a lição dos princípios físicos do universo que fazem com que todo ganho, inclusive os econômicos, obtido em um lugar corresponde a uma perda equivalente em outro. Este raciocínio é válido tanto para as relações entre empregado e empregador quanto para aqueles entre nações ricas e as nações desprivilegiadas. O enfraquecimento do outro acabará por nos atingir, cedo ou tarde, não importa a força que tenhamos.

Por fim, que se institua um amplo programa educacional, a partir de escolas, empresas, serviços sociais, repartições, organizações não governamentais, associações e sindicatos, para que, se ensine e se aprenda sobre as normas de boa convivência, nas relações de trabalho. Programa esclarecedor, para proteger o subordinado e alertar a sociedade sobre este ilícito, tão antigo e onipresente, quanto cruel e silencioso.


Fonte: Direitos Fundamentais – Assédio Moral no Ambiente de Trabalho
Lucileyma Rocha Louzada Carazza

Triste?!

"Uma pessoa triste é evitada. Não cabe no mundo da propaganda dos cremes dentais, dos pagodes, dos carnavais. Tristeza parece praga, lepra, doença contagiosa, um estacionamento proibido. Ok, tristeza não faz realmente bem pra saúde, mas a introspecção é um recuo providencial, pois é quando silenciamos que melhor conversamos com nossos botões. E dessa conversa sai luz, lições, sinais, e a tristeza acaba saindo também, dando espaço para uma alegria nova e revitalizada. Triste é não sentir nada."